Pular para o conteúdo
CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 4820Versão 1Recebida em 29/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de BRASKEM S.A.

BRASKEM S.A. · CNPJ 42.150.391/0001-70

BRASKEM S.A.
CNPJ 42.150.391/0001-70
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
BRASKEM S.A.
CNPJ
42.150.391/0001-70
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
29/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total53.341.55052.351.5311,9%
1.01Ativo Circulante17.992.32816.785.9327,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa3.775.0936.701.864−43,7%
1.01.02Aplicações Financeiras2.302.6721.190.48393,4%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo2.302.6721.190.48393,4%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação2.302.6720
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber3.584.2391.838.42595,0%
1.01.03.01Clientes3.281.1961.634.137100,8%
1.01.03.02Outras Contas a Receber303.043204.28848,3%
1.01.03.02.01Dividendos e juros sobre capital proprio10.85914.986−27,5%
1.01.03.02.02Outros ativos288.391180.91559,4%
1.01.03.02.03Créditos com empresas ligadas00
1.01.03.02.04Operações com derivativos3.7938.387−54,8%
1.01.04Estoques6.846.9235.238.01430,7%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar1.349.0641.355.695−0,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar1.349.0641.355.695−0,5%
1.01.07Despesas Antecipadas134.337101.74732,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes0359.704−100,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas0359.704−100,0%
1.01.08.03Outros00
1.02Ativo Não Circulante35.349.22235.565.599−0,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo2.758.8573.327.489−17,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo10.3360
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber37.49670.236−46,6%
1.02.01.03.01Clientes37.49670.236−46,6%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques46.46461.533−24,5%
1.02.01.04.01Adiantamentos a fornecedores46.46461.533−24,5%
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos1.165.7261.653.115−29,5%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos1.165.7261.653.115−29,5%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes1.498.8351.542.605−2,8%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Tributos a recuperar1.023.6331.088.353−5,9%
1.02.01.09.04Depositos judiciais289.737233.32024,2%
1.02.01.09.05Indenizações securitárias39.80250.653−21,4%
1.02.01.09.06Outros ativos112.997140.971−19,8%
1.02.01.09.07Operações com derivativos32.66629.30811,5%
1.02.02Investimentos101.25892.3139,7%
1.02.02.01Participações Societárias101.25892.3139,7%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas101.25892.3139,7%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado29.761.61029.336.7101,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível2.727.4972.809.087−2,9%
1.02.04.01Intangíveis2.727.4972.809.087−2,9%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Acionistas, Conselheiros e Administradores da Braskem S.A.Camaçari - BahiaOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Braskem S.A (Companhia), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Opinião sobre as demonstrações individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Braskem S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Braskem S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB. Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoria Principais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Valor recuperável de ativo intangível com vida útil indefinida (ágio) e ativo fiscal diferido - notas explicativas 3.4 (b), 14(a) e 21.2 (individual e consolidado)A Companhia mantém um saldo significativo de ativo intangível com vida útil indefinida, relacionado a ágio gerado em combinação de negócios, alocado aos segmentos operacionais de Poliolefinas, Vinílicos e Químicos (unidade geradora de caixa Químicos Sul). A Companhia também mantém um saldo significativo de ativo fiscal diferido, gerado por prejuízos fiscais e diferenças temporárias.A recuperabilidade desses ativos é baseada em análises e projeções de fluxo de caixa e geração de resultados. Devido às incertezas inerentes ao processo de determinação das estimativas de fluxo de caixa futuros e de algumas premissas, como as taxas de desconto, que são a base para avaliação do valor recuperável desses ativos, consideramos esse assunto como significativo para nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoEfetuamos o entendimento do processo e avaliamos o desenho dos controles internos chave relacionados com a preparação e revisão do plano de negócios, orçamentos e análises sobre o valor recuperável disponibilizados pela Companhia. Com o auxílio dos nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos as premissas e as metodologias, utilizadas pela Companhia nas projeções de fluxo de caixa para cada segmento, tais como a taxa de desconto baseada no custo médio de capital (WAAC), taxa de crescimento para os próximos 5 anos, previsão de volume de vendas e margem, entre outros. Ainda com o auxílio dos nossos especialistas foram efetuadas análises de sensibilidade acerca das principais premissas utilizadas pela administração. Avaliamos também as divulgações efetuadas pela Companhia, incluindo as relativas à análise de sensibilidade que demonstram o impacto sobre o valor recuperável resultante de possíveis e razoáveis mudanças nas premissas-chave utilizadas pela Companhia. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que, no tocante à sua recuperabilidade, o saldo do ativo intangível com vida útil indefinida (ágio) e ativo fiscal diferido, bem como as divulgações relacionadas, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Valor justo de instrumentos financeiros derivativos e designação de contabilidade de proteção - hedge accounting - notas explicativas 3.6, 4.1 e 19 (individual e consolidado)A Companhia utiliza instrumentos financeiros derivativos para gerenciar os riscos relacionados a variações cambiais e taxas de juros relativas a empréstimos e financiamentos. Tais instrumentos são registrados ao valor justo com base nas cotações de mercado do próprio instrumento ou de instrumentos similares ou pela aplicação de técnicas de precificação, que levam em consideração as curvas de mercado de taxas de juros e taxas de câmbio. A Companhia designa instrumentos financeiros derivativos como instrumentos de hedge na aplicação da política de contabilidade de proteção (hedge accounting), realizando periodicamente testes de efetividade sobre as relações de hedge designadas.Face à relevância e complexidade das estimativas efetuadas para mensurar o valor justo dos instrumentos financeiros derivativos e do possível impacto que eventuais mudanças nas premissas e técnicas de precificação utilizadas na mensuração desse valor teriam sobre o resultado e a posição financeira da Companhia, e ainda considerando a complexidade envolvida na designação e periódica mensuração da efetividade das relações de contabilidade de proteção mantidas pela Companhia, consideramos esses assuntos significativos para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoEfetuamos o entendimento do processo e avaliamos o desenho e a implementação dos controles internos chave relacionados ao processo de valorização dos instrumentos financeiros derivativos e à contabilidade de proteção hedge accounting. Nossos trabalhos de auditoria também compreenderam testes sobre amostras de transações com esses instrumentos financeiros derivativos, onde, com o envolvimento dos nossos especialistas em valorização de instrumentos financeiros, efetuamos o recálculo com base em técnicas de precificação e fontes de dados e informações definidas de forma independente e comparamos os nossos resultados com os registrados pela Companhia. Ainda com o auxílio desses especialistas, avaliamos a suficiência da documentação preparada pela Companhia que suporta a designaçã o como contabilidade de proteção (hedge accounting), especificamente as designações contendo as descrições de todas as estratégias e metodologias utilizadas para mensuração da efetividade. Ainda com o auxílio dos nossos especialistas foram efetuadas análises de sensibilidade acerca do valor justo dos instrumentos financeiros derivativos. Avaliamos também a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia nas notas explicativas envolvendo as transações com instrumentos financeiros derivativos e hedge accounting, incluindo as relativas à análise da sensibilidade desses instrumentos.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitáveis os saldos dos instrumentos financeiros derivativos, bem como as designações mantidas como contabilidade de proteção (hedge accounting) no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Outros AssuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeirasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe uma incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentaçã o adequada.  Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 28 de março de 2018.KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Anselmo Neves MacedoContador CRC 1SP160482/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

D E C L A R A Ç Ã OPelo presente instrumento, o Diretor Presidente e os demais Diretores da Braskem S.A. ("Braskem"), sociedade por ações de capital aberto, com sede na Rua Eteno, nº 1561, Camaçari, Bahia, inscrita no CNPJ sob nº 42.150.391/0001-70, para fins do disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009 declaram que: (i)reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Braskem relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2017, e(ii)reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer da KPMG Auditores Independentes, relativamente às demonstrações financeiras da Braskem referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2017.São Paulo, 27 de março de 2018.Fernando Musa Pedro van Langendonck Teixeira de Freitas Diretor Presidente Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresGustavo Sampaio Valverde Edison Terra FilhoDiretor DiretorMarcelo de Oliveira Cerqueira Marcelo Arantes de CarvalhoDiretor DiretorLuiz Fernando Marinho NunesDiretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

D E C L A R A Ç Ã OPelo presente instrumento, o Diretor Presidente e os demais Diretores da Braskem S.A. ("Braskem"), sociedade por ações de capital aberto, com sede na Rua Eteno, nº 1561, Camaçari, Bahia, inscrita no CNPJ sob nº 42.150.391/0001-70, para fins do disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009 declaram que: (i)reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Braskem relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2017, e(ii)reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer da KPMG Auditores Independentes, relativamente às demonstrações financeiras da Braskem referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2017.São Paulo, 27 de março de 2018.Fernando Musa Pedro van Langendonck Teixeira de Freitas Diretor Presidente Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresGustavo Sampaio Valverde Edison Terra FilhoDiretor DiretorMarcelo de Oliveira Cerqueira Marcelo Arantes de CarvalhoDiretor DiretorLuiz Fernando Marinho NunesDiretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

BRASKEM S.A.CNPJ/MF No 42.150.391/0001-70PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros do Conselho Fiscal da BRASKEM S.A., no exercício da competência prevista no art. 163, incisos II, III e VII da Lei no 6.404/76, examinaram (i) o Relatório Anual da Administração, (ii) as Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas e respectivas Notas Explicativas da Companhia, bem como (iii) a proposta de destinação do resultado, todos relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017, além do (iv) orçamento de capital. Com base nos exames efetuados e considerando, ainda, o parecer sem ressalvas da KPMG Auditores Independentes, bem como as informações e esclarecimentos recebidos da administração no decorrer do exercício, opinam que os documentos estão adequados e em condições de serem aprovados pela Assembleia Geral Ordinária de Acionistas da Companhia. São Paulo/SP, 28 de março de 2018. Cristiano Gadelha Vidal Campelo Charles René Lebarbenchon Membro Titular Membro TitularGilberto Braga Ismael Campos de AbreuMembro TitularMembro TitularMarcos Antonio ZacariasMembro Titular

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.