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BR - CVMInformações TrimestraisRef. 201663 páginasCódigo CVM 20567Versão 1Recebida em 08/08/2016valores em R$ mil

ITR 30/06/2016 de BANCO PINE S/A

BANCO PINE S/A · CNPJ 62.144.175/0001-20

BANCO PINE S/A
CNPJ 62.144.175/0001-20
ITR 30/06/2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
BANCO PINE S/A
CNPJ
62.144.175/0001-20
Tipo
Informações Trimestrais
Páginas
63
Ano de referência
2016*
Publicado em
08/08/2016 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:58:03

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta30/06/201631/12/2015Var.
1Ativo Total8.459.6298.967.637−5,7%
1.01Ativo Circulante4.717.6504.504.8904,7%
1.01.01Disponibilidades66.44289.414−25,7%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez835.516504.58065,6%
1.01.02.01Aplicações no Mercado Aberto757.788381.84698,5%
1.01.02.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros3.2675.989−45,4%
1.01.02.03Aplicações em Moeda Estangeira74.461116.745−36,2%
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários1.704.6401.390.93122,6%
1.01.03.01Carteira Própria606.307229.105164,6%
1.01.03.02Vinculados a Compromissos de Recompra566.910552.3142,6%
1.01.03.03Instrumentos Financeiros Derivativos354.997395.096−10,1%
1.01.03.05Vinculados à Prestação de Garantias176.426214.416−17,7%
1.01.04Relações Interfinanceiras548577−5,0%
1.01.04.02Depósitos no Banco Central do Brasil548577−5,0%
1.01.05Relações Interdependências00—
1.01.06Operações de Crédito1.624.3121.882.764−13,7%
1.01.06.01Setor Privado1.695.1411.885.955−10,1%
1.01.06.02Setor Público00—
1.01.06.03(-) Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa−117.917−97.759−20,6%
1.01.06.04Operações de Crédito Vinculadas a Cessão47.08894.568−50,2%
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.01.08Outros Créditos347.993576.533−39,6%
1.01.08.01Carteira de Câmbio129.119241.500−46,5%
1.01.08.02Rendas a Receber27.62732.597−15,2%
1.01.08.03Negociação e Intermediação de Valores17.04941.508−58,9%
1.01.08.04Diversos177.643295.840−40,0%
1.01.08.05(-) Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa−3.445−48.41492,9%
1.01.08.06Avais e Fianças Honradas013.502−100,0%
1.01.09Outros Valores e Bens138.19960.091130,0%
1.01.09.01Bens não de Uso Próprio133.10456.910133,9%
1.01.09.02Despesas Antecipadas5.0953.18160,2%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo3.473.7934.268.515−18,6%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez00—
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários1.163.1761.808.795−35,7%
1.02.02.01Carteira Própria407.521921.078−55,8%
1.02.02.03Instrumentos Financeiros Derivativos750.534832.181−9,8%
1.02.02.04Vinculados à Prestação de Garantias5.12155.536−90,8%
1.02.03Relações Interfinanceiras00—
1.02.04Relações Interdependências00—
1.02.05Operações de Crédito1.501.4481.531.470−2,0%
1.02.05.01Setor Privado1.594.4541.574.7201,3%
1.02.05.02Setor Público00—
1.02.05.03(-) Provisão para Operações de Crédito com Liquidação Duvidosa−100.927−63.384−59,2%
1.02.05.04Operações de Crédito Vinculadas a Cessão7.92120.134−60,7%
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.02.07Outros Créditos640.013676.896−5,4%
1.02.07.02Rendas a Receber31.76737.708−15,8%
1.02.07.03Devedores por Depósito em Garantia47.14144.7085,4%
1.02.07.04Diversos561.622595.299−5,7%
1.02.07.05(-) Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa−517−81936,9%
1.02.08Outros Valores e Bens169.156251.354−32,7%
1.02.08.01Despesas Antecipadas3.3585.569−39,7%
1.02.08.02Bens não de uso próprio165.798245.785−32,5%
1.03Ativo Permanente268.186194.23238,1%
1.03.01Investimentos257.718182.75741,0%
1.03.01.01Dependências no Exterior4.5662.89857,6%
1.03.01.02Participações em Controladas253.152179.85940,8%
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00—
1.03.01.04Outros Investimentos00—
1.03.01.05Provisão para Perdas00—
1.03.02Imobilizado de Uso10.20411.087−8,0%
1.03.02.01Instalações, Móveis Equipamentos de Uso13.09013.096−0,0%
1.03.02.02Outras Imbobilizações de Uso14.57714.915−2,3%
1.03.02.03(-) Depreciações Acumuladas−17.463−16.924−3,2%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento00—
1.03.04Intangível264388−32,0%
1.03.04.01Gastos com Aquisição e Desenvolvimento de Logiciais9.6149.6140,0%
1.03.04.02(-) Amortização Acumulada−9.350−9.226−1,3%
1.03.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Revisão do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório de revisão das Informações Trimestrais (ITR)Aos Administradores e AcionistasBanco Pine S.A. IntroduçãoRevisamos as informações contábeis intermediárias, individuais e consolidadas, do Banco Pine S.A. ("Instituição") e do Banco Pine S.A. e de suas controladas ("Consolidado"), contidas no Formulário de Informações Trimestrais - ITR, referentes ao trimestre findo em 30 de junho de 2016, que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente para os períodos de três e seis meses findos nessa data, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o período de seis meses findo nessa data, incluindo o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.A Administração é responsável pela elaboração dessas informações contábeis intermediárias de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pela apresentação dessas informações de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM, aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais. Nossa responsabilidade é a de expressar uma conclusão sobre essas informações contábeis intermediárias com base em nossa revisão.Alcance da revisãoConduzimos nossa revisão de acordo com as normas brasileiras e internacionais de revisão de informações intermediárias (NBC TR 2410 - Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo Auditor da Entidade e ISRE 2410 - Review of Interim Financial Information Performed by the Independent Auditor of the Entity, respectivamente). Uma revisão de informações intermediárias consiste na realização de indagações, principalmente às pessoas responsáveis pelos assuntos financeiros e contábeis e na aplicação de procedimentos analíticos e de outros procedimentos de revisão. O alcance de uma revisão é significativamente menor do que o de uma auditoria conduzida de acordo com as normas de auditoria e, consequentemente, não nos permitiu obter segurança de que tomamos conhecimento de todos os assuntos significativos que poderiam ser identificados em uma auditoria. Portanto, não expressamos uma opinião de auditoria.ConclusãoCom base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que as informações contábeis intermediárias, individuais e consolidadas, incluídas nas informações trimestrais acima referidas não foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e apresentadas de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM, aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais (ITR).Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoRevisamos, também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), individuais e consolidadas, referentes aos períodos de três e seis meses findos em 30 de junho de 2016, preparadas sob a responsabilidade da administração da Instituição, cuja apresentação nas informações intermediárias é requerida de acordo com as normas expedidas pela CVM - Comissão de Valores Mobiliários aplicáveis à elaboração de Informações Trimestrais - ITR. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de revisão descritos anteriormente e, com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que não foram elaboradas, em todos os seus aspectos relevantes, de acordo com as informações contábeis intermediárias individuais e consolidadas, tomadas em conjunto.São Paulo, 8 de agosto de 2016PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 Luiz Antonio FossaContador CRC 1SP196161/O-8

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

BANCO PINE S/ACNPJ 62.144.175/0001-20 - Companhia Aberta NIRE 35300525515RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIASEMESTRE FINDO EM 30/06/2.016O Comitê de Auditoria do Banco Pine S/A e das suas controladas é um órgão estatutáriosubordinado ao Conselho de Administração, implantado em atendimento às regulamentações do Banco Central do Brasil - BACEN e da Comissão de Valores mobiliários - CVM, e seu regimento está disponível no site www.pine.com/ri.A elaboração das Demonstrações Financeiras do Banco Pine S/A e do Banco Pine S/A e suas controladas - ("Consolidado") de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, é de responsabilidade da sua Administração. Também, é sua responsabilidade (i) o estabelecimento de procedimentos que assegurem a qualidade das informações e dos processos utilizados na preparação das Demonstrações Financeiras, (ii) o gerenciamento dos riscos das operações do Conglomerado Pine e (iii) a supervisão das atividades de controle interno e compliance.A auditoria independente é responsável por examinar as Demonstrações Financeiras e emitir relatório sobre sua adequação, em todos os aspectos relevantes, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, decorrente da legislação societária e das normas do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central do Brasil.A auditoria interna tem suas atividades direcionadas para a avaliação da eficiência e eficácia dos controles internos e do gerenciamento de riscos e na aderência dos processos às normas e procedimentos estabelecidos pela Administração.Das atividades do Comitê no 1o. Semestre de 2016:O Plano de trabalho do Comitê de Auditoria, para o 1º. Semestre de 2016, teve como objetivo principal a análise das estruturas, das operações, dos processos e dos sistemas inerentes aos negócios da Instituição, incluindo reuniões com os responsáveis pelas principais áreas de negócio do Conglomerado Pine.Reuniões específicas foram realizadas com a Auditoria Independente e com a Auditoria Interna, para tratar do plano anual e da sua execução, bem como o acompanhamento das ações estabelecidas pela Administração aos apontamentos de auditoria. Também foi realizada reunião com o Banco Central do Brasil para discussão desses planos anuais, dos fechamentos semestrais e de aspectos de sua regulamentação e normatização.Em sessão realizada em 03 de agosto de 2.016, foram analisadas as Demonstrações Financeiras relativas ao semestre findo em 30/06/2.016 e elaborado o correspondente Resumo do Relatório do Comitê de Auditoria, das atividades desenvolvidas no semestre. Do Sistema de Controles Internos:Conforme cronograma e plano de trabalho definido para o 1º. Semestre de 2.016, o Comitê tomou conhecimento dos processos, métodos e sistema de controles e de informações do Conglomerado Pine, avaliando a sua qualidade e o comprometimento dos gestores na sua manutenção e aprimoramento.Todas as principais atividades da Instituição, inclusive as atividades exercidas por outras empresas (terceiros relevantes), foram analisadas e tiveram os seus riscos identificados, assim como, os controles utilizados para reduzi-los a um nível considerado adequado de gerenciamento. Esses mapeamentos, riscos e controles são armazenados em um sistema eletrônico de dados adquirido de consultoria especializada e de renome no mercado.O Comitê com base nas informações e observações colhidas durante suas reuniões avalia como adequado ao porte e complexidade de operações do Conglomerado Pine, os sistemas de controles internos e contribuindo para a eficiência de seus negócios, para a adequação dos relatórios financeiros e para a observância às normas e regulamentações aplicáveis às suas transações.Da Administração de Riscos Consolidada:A Gestão de Risco do Conglomerado Pine é exercida de forma consolidada, compreendendo os principais riscos regulamentados pelo Banco Central do Brasil, quais sejam, Risco de Crédito, Risco de Mercado, Risco de Liquidez e Risco Operacional.Em reuniões de trabalho com a unidade de Gestão de Riscos, este Comitê teve a oportunidade de tomar conhecimento dos processos, métodos, sistemas e principais relatórios para a gestão de riscos de Mercado, Liquidez, Crédito, Operacional que incluem as atividades de um comitê específico de Riscos.Da Auditoria Independente:O Comitê manteve reuniões com a Auditoria Independente - PricewaterhouseCoopers (PwC) - para a apreciação das Informações Financeiras Trimestrais (ITR) e aprovação das Demonstração Financeira Semestral. Por ocasião destas reuniões foi discutido o Plano Anual de Auditoria, e verificado o cumprimento da sua Política de Independência.As recomendações incluídas nos relatórios sobre controles internos foram apresentados e discutidos no Comitê e foram estabelecidos, em conjunto com a Auditoria Interna e com as áreas respectivas, Planos de Ação para solucioná-las. Não foram apontadas falhas no cumprimento da legislação, das regulamentações e das normas internas que possam colocar em risco a continuidade dos negócios da Instituição. O Comitê avalia como adequados o planejamento e os trabalhos dos auditores independentes para o porte e complexidade das operações do Conglomerado Pine.Da Auditoria Interna:O Comitê aprovou a estrutura da Auditoria Interna e o Plano Anual compreendendo todas as operações, riscos e processos da Instituição e acompanha em suas reuniões o seu cumprimento. Nas reuniões do Comitê a presença permanente da Auditoria Interna proporciona o suporte necessário às atividades e o atendimento às demandas.A Auditoria Interna atua, também, no atendimento às demandas dos órgãos reguladores, e nas suas reuniões com este Comitê apresenta e discute os relatórios e demandas desses órgãos.Das Demonstrações Financeiras Consolidadas:O Comitê avaliou os processos de elaboração das informações financeiras, os balanços individuais e consolidados, os relatórios financeiros e as notas explicativas divulgadas em conjunto com as Demonstrações Financeiras. Discutiu com a PwC e com os executivos da Instituição as práticas relevantes utilizadas na elaboração das Demonstrações Financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.ConclusãoO Comitê de Auditoria, ponderadas devidamente suas responsabilidades e as limitações naturais decorrentes do escopo da sua atuação, recomenda a aprovação pelo Conselho de Administração das Demonstrações Financeiras do Banco Pine S/A e do Banco Pine S/A e de suas controladas - Consolidado, para o semestre e findo em 30 de junho de 2016.São Paulo, 03 de agosto de 2016Gustavo Diniz JunqueiraPresidenteWilliam Pereira Pinto(Especialista Financeiro)Sérgio Machado Zica de CastroMembroHarumi Susana Ueta WaldeckMembro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.