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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 1210Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 19/03/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de BANCO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SA

BANCO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SA · CNPJ 92.702.067/0001-96

Versões deste exercício: v1 (12/02/2019) · v2 (19/03/2019), esta

BANCO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SA
CNPJ 92.702.067/0001-96
DFP 2018 (V2)
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
BANCO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SA
CNPJ
92.702.067/0001-96
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
19/03/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total78.336.41374.367.4895,3%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa886.04912.508.577−92,9%
1.01.01Disponibilidades886.049801.70410,5%
1.01.02Aplicações no Mercado Aberto (Antes da Adoção do IFRS 9)041.687−100,0%
1.01.03Aplicações em Depósitos Interfinanceiros (Antes da Adoção do IFRS 9)0587.057−100,0%
1.01.04Depósitos Compulsórios no Banco Central (Antes da Adoção do IFRS 9)011.078.129−100,0%
1.02Ativos Financeiros72.327.00856.689.54327,6%
1.02.01Ativos Financeiros Avaliados a Valor Justo através do Resultado15.908.6525.312.471199,5%
1.02.01.01Títulos para Negociação03.962.032−100,0%
1.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.03Depósitos Compulsórios no Banco Central12.162.0200
1.02.01.04Ativos Financeiros ao Valor Justo por meio do Resultado3.746.6320
1.02.01.05Ativos Financeiros Disponíveis para Venda (Antes da Adoção do IFRS 9)01.245.217−100,0%
1.02.01.06Instrumentos Financeiros0105.222−100,0%
1.02.02Ativos Financeiros Avaliados a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes289.9030
1.02.02.01Ativos Financeiros ao Valor Justo por meio de Outros Resultados Abrangentes289.9030
1.02.03Ativos Financeiros Avaliados ao Custo Amortizado56.128.45351.377.0729,2%
1.02.03.01Títulos Mantidos até o Vencimento (Antes da Adoção do IFRS 9)018.876.433−100,0%
1.02.03.02Empréstimos e Recebíveis (Antes da Adoção do IFRS 9)029.115.920−100,0%
1.02.03.03Aplicações no Mercado Aberto4.509.4390
1.02.03.04Aplicações em Depósitos Interfinanceiros92.4990
1.02.03.05Títulos e Valores Mobiliários16.352.8250
1.02.03.06Operações de Crédito e Arrendamento Mercantil Financeiro34.216.2450
1.02.03.07(-) Provisão para Perda Esperada−2.599.6310
1.02.03.08Outros Ativos Financeiros3.557.0763.384.7195,1%
1.03Tributos Diferidos2.250.6392.109.8626,7%
1.03.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos2.250.6392.109.8626,7%
1.04Outros Ativos1.256.6061.337.898−6,1%
1.04.01Ativos Não Correntes a Venda83.75250.91464,5%
1.04.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.04.03Outros1.172.8541.286.984−8,9%
1.05Investimentos112.599116.876−3,7%
1.05.01Participações em Coligadas00
1.05.02Participações em Controladas em Conjunto00
1.05.03Propriedades para Investimento00
1.05.04Outros Investimentos00
1.06Imobilizado378.153369.5772,3%
1.06.01Imobilizado de Uso378.153369.5772,3%
1.06.02Direito de Uso em Arrendamento00
1.07Intangível1.125.3591.235.156−8,9%
1.07.01Intangíveis1.125.3591.235.156−8,9%
1.07.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASAosAdministradores e aos Acionistas doBanco do Estado do Rio Grande do Sul S.A.Porto Alegre - RSOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis consolidadas da Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. ("Banrisul"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, consolidada, do Banrisul em 31 de dezembro de 2018, o desempenho consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações contábeis consolidadas". Somos independentes em relação ao Banrisul e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Perdas esperadas das operações de crédito e arrendamento mercantil financeiroConforme mencionado na Nota Explicativa nº 2.2 (a), o modelo de perda incorrida da norma internacional de relatório financeiro IAS 39 foi substituído por um modelo de perda de crédito esperada, seguindo as diretrizes da norma internacional de relatório financeiro IFRS 9 ("IFRS 9"). As Notas Explicativas nºs 3.4 (a), (b), (c) e (d), 4.2 e 11 descrevem e demonstram as mensurações para a apuração da provisão para as perdas esperadas em operações de crédito e arrendamento mercantil financeiro, as quais são apuradas com base em julgamento e premissas do Banrisul, considerando, entre outros fatores, as tendências observadas na provisão para perda de crédito por segmento e projeções de perdas esperadas. Devido à relevância dos ativos financeiros ao custo amortizado, ao grau de julgamento envolvido na determinação da perda esperada, ao impacto que eventuais alterações nas condições econômicas gerais ou nos acordos financeiros poderiam gerar nos valores registrados nas demonstrações financeiras, bem como os requerimentos de divulgação relacionados, consideramos esse tema um assunto significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho e testamos a efetividade operacional dos controles internos julgados como chave e relacionados aos processos internos de aprovação e dos registros contábeis relativos às operações de crédito e arrendamento mercantil financeiro. Com o auxílio dos nossos especialistas em modelagem de risco de crédito, avaliamos também a razoabilidade dos modelos de mensuração das perdas esperadas das operações de crédito e arrendamento mercantil financeiro, incluindo os critérios utilizados para a classificação das operações de crédito e arrendamento mercantil financeiro nos estágios previstos no IFRS 9 a partir do seu reconhecimento inicial. Com base em amostragem, recalculamos a perda esperada das operações de crédito e arrendamento mercantil financeiro elaborada com base nos modelos de mensuração e na política estabelecida pelo Banrisul.Avaliamos, ainda, se as demonstrações financeiras consolidadas consideram as informações relevantes sobre a natureza das transações, a exposição ao risco de crédito e os valores de perdas esperadas das operações de crédito e arrendamento mercantil financeiro pelo Banrisul. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitável o nível de perdas esperadas das operações de crédito e arrendamento mercantil financeiro e as divulgações correlatas no contexto das demonstrações financeiras consolidadas tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018.Provisões e passivos contingentes - Trabalhista, cível e fiscalO Banrisul possui demandas judiciais e administrativas de naturezas trabalhista, cível e fiscal, conforme mencionado nas Notas Explicativas nºs 3.12 e 21, para as quais é reconhecida provisão nas demonstrações financeiras consolidadas da parcela cujo risco de perda de acordo com avaliação da Administração é provável. As parcelas dos passivos contingentes classificados como perdas possíveis não são reconhecidas contabilmente, mas divulgadas nas notas explicativas e as perdas remotas não requerem provisão nem divulgação. A mensuração, o reconhecimento e a divulgação das provisões e passivos contingentes, relativos a esses processos judiciais e administrativos, requerem julgamento profissional do Banrisul e de seus assessores jurídicos. Devido à relevância dos valores e julgamentos envolvidos na avaliação e mensuração das provisões e passivos contingentes, consideramos este assunto significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assunto Avaliamos o desenho dos controles internos julgados como chave relacionados aos processos de cadastro, mensuração e registro contábil das provisões e passivos contingentes. Para os processos em que o Banrisul é representado por consultores externos, solicitamos e analisamos as cartas-respostas de confirmação desses consultores em relação à existência das ações judiciais e administrativas. Com base em uma amostra, avaliamos a razoabilidade dos julgamentos utilizados em períodos anteriores pelo Banrisul para definição da probabilidade de êxito e definição dos valores envolvidos nas ações judiciais e administrativas e comparamos com as condenações no período corrente. Adicionalmente, avaliamos as divulgações efetuadas pelo Banrisul nas demonstrações financeiras consolidadas.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que é aceitável o nível de provisionamento e as divulgações no contexto das demonstrações financeiras consolidadas tomadas em conjunto.Obrigações com benefício de longo prazo pós-empregoConforme descrito nas Notas Explicativas n°s 3.13 e 32 o Banrisul é patrocinador de entidades de previdência privada e de saúde complementar que asseguram a complementação de benefícios de aposentadoria e assistência médica a seus funcionários e dependentes. Parte relevante dos planos de aposentaria dessas entidades é classificada como "planos de benefício definido". As obrigações desses planos são calculadas com referência a premissas atuariais, incluindo, entre outras, taxa de desconto, taxa de inflação e tábua de mortalidade. Por se tratar de uma obrigação relevante e que envolve alto grau de julgamento do Banrisul na definição das premissas envolvidas na mensuração das obrigações atuariais dos planos de benefício definido e de saúde complementar, consideramos como um dos principais assuntos de auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho dos controles internos chave do Banrisul relacionados ao processo de determinação das premissas a ser utilizadas nos cálculos atuariais. Com base em amostragem, validamos as bases de dados utilizadas nos cálculos das obrigações e com auxílio de nossos especialistas atuariais analisamos a razoabilidade das principais premissas utilizadas, tais como tábua de mortalidade, taxa de desconto, taxa de inflação e taxa de crescimento salarial, bem como efetuamos por amostragem teste de recálculo. Avaliamos, ainda, as divulgações efetuadas pelo Banrisul nas demonstrações financeiras consolidadas.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitáveis a mensuração das obrigações atuariais dos planos de benefício definido e de saúde complementar e as divulgações no contexto das demonstrações financeiras consolidadas tomadas em conjunto.Ambiente de Tecnologia da InformaçãoO Banrisul é dependente de sua estrutura de Tecnologia da Informação para o desenvolvimento de suas operações, continuidade de seus processos de negócios e consequente elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, a qual envolve o processamento de um elevado número de transações diariamente, além de diversos processos para gestão de acessos e segurança da informação. Considerando que os riscos inerentes à Tecnologia da Informação, especificamente os associados a processos e controles que suportam a operacionalidade dos sistemas de tecnologia, podem ocasionar processamento incorreto de informações críticas e eventualmente impactar a elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, consideramos este assunto significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assunto Com o envolvimento dos nossos especialistas em Tecnologia da Informação, avaliamos o desenho e, por meio de amostragem, avaliamos a efetividade operacional dos controles internos relacionados aos sistemas considerados chave para elaboração das informações financeiras, tais como controles internos automatizados e/ou com componentes automatizados e controles relacionados à segurança da informação, incluindo os controles relativos: (i) ao gerenciamento de acesso a dados e programas (ii) aos desenvolvimentos e mudanças em sistemas e aplicativos (iii) ao gerenciamento de alterações sistêmicas e (iv) aos eventuais controles compensatórios desses sistemas. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos de auditoria acima resumidos, consideramos que os processos e controles nos proporcionaram base aceitável para determinarmos a natureza e extensão de nossos procedimentos de auditoria no contexto das demonstrações financeiras consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis consolidadas e o relatório do auditorA Administração do Banrisul é responsável por outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos nenhuma forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis consolidadas ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações contábeis consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis consolidadas livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banrisul continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis consolidadas, a não ser que a Administração pretenda liquidar o Banrisul e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banrisul e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis consolidadas. Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações contábeis consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis consolidadas.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banrisul e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas, a razoabilidade das estimativas contábeis e as respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, d a base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banrisul e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banrisul e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis consolidadas, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às demonstrações contábeis ou atividades de negócio do Grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do Grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis consolidadas do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Porto Alegre, 13 de março de 2019. KPMG Auditores Independentes Fernando Antonio Rodrigues AlfredoCRC SP-014428/F-7 Contador CRC 1SP252419/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

ATA Nº 9236Reunião da Diretoria do Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. (CNPJ nº 92.702.067/0001-96 - NIRE nº 43300001083 - sociedade de economia mista constituída sob a forma de sociedade anônima, criada em 06 de setembro de 1928) realizada no dia 12 de março de 2019, às 10h30min, na sala de reuniões da Diretoria, na Rua Capitão Montanha, 177, 4º andar, Porto Alegre/RS, CEP nº 90018-900, com a presença dos diretores, conforme assinaturas no final desta ata, em que foi examinado o seguinte assunto:GABINETE DA DIRETORIADemonstrações Financeiras em IFRS - Exercício de 2018A Diretoria reviu, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras em International Financial Reporting Standards - IFRS relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018.Nada mais havendo a constar, lavrou-se esta ata que vai assinada pelos diretores presentes e rubricada pela Secretária-Geral. Ass.: Luiz Gonzaga Veras Mota - Presidente, Irany de Oliveira Sant' Anna Junior - Vice-Presidente, Jorge Fernando Krug Santos, Jorge Luiz Oliveira Loureiro, Júlio Francisco Gregory Brunet, Osmar Paulo Vieceli e Suzana Flores Cogo - Diretores.CERTIDÃOCertifico que o presente registro é cópia fiel do que consta na Ata nº 9236, de 12-03-2019, lavrada no livro próprio de Atas de Reuniões da Diretoria do Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A.Porto Alegre, 14 de março de 2019.Luiz Gonzaga Veras Mota,Presidente.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

ATA Nº 9238Reunião da Diretoria do Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. (CNPJ nº 92.702.067/0001-96 - NIRE nº 43300001083 - sociedade de economia mista constituída sob a forma de sociedade anônima, criada em 06 de setembro de 1928) realizada no dia 13 de março de 2019, às 08h30min, na sala de reuniões da Diretoria, na Rua Capitão Montanha, 177, 4º andar, Porto Alegre/RS, CEP nº 90018-900, com a presença dos diretores, conforme assinaturas no final desta ata, em que foi examinado o seguinte assunto:GABINETE DA DIRETORIARelatório dos Auditores Independentes em IFRSA Diretoria reviu, discutiu e concordou com as opiniões expressas no Relatório dos Auditores Independentes em International Financial Reporting Standards - IFRS referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018.Nada mais havendo a constar, lavrou-se esta ata que vai assinada pelos diretores presentes e rubricada pela Secretária-Geral. Ass.: Luiz Gonzaga Veras Mota - Presidente, Irany de Oliveira Sant' Anna Junior - Vice-Presidente, Jorge Fernando Krug Santos, Jorge Luiz Oliveira Loureiro, Júlio Francisco Gregory Brunet, Osmar Paulo Vieceli e Suzana Flores Cogo - Diretores.CERTIDÃOCertifico que o presente registro é cópia fiel do que consta na Ata nº 9238, de 13-03-2019, lavrada no livro próprio de Atas de Reuniões da Diretoria do Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A.Porto Alegre, 14 de março de 2019.Luiz Gonzaga Veras Mota,Presidente.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALNa qualidade de membros do Conselho Fiscal do Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A., e no exercício das atribuições que nos conferem os incisos II, III e VII do Artigo 163, da Lei 6.404/76, e as disposições correlatas do Estatuto Social, examinamos o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis, que compreendem: Balanço Patrimonial, Demonstrações do Resultado, Mutações do Patrimônio Líquido, Fluxos de Caixa, Valor Adicionado, Notas Explicativas e demais demonstrativos, documentos esses relativos ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2018. Com base em nossos exames e esclarecimentos prestados pela Administração no curso do respetivo exercício, no Relatório do Comitê de Auditoria e no Relatório dos Auditores Independentes, sem modificações, estes últimos emitidos em 06 de fevereiro de 2019, somos da opinião de que as mencionadas demonstrações estão adequadamente apresentadas em todos os seus aspectos relevantes. Porto Alegre, 07 de fevereiro de 2019.Claudio Morais MachadoPresidenteUrbano SchmittVice-PresidenteFernando Ferrari FilhoMaria Carmen Westerlund MonteraMassao Fábio OyaConselheiros

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA2º SEMESTRE DE 2018O Comitê de Auditoria é órgão estatutário de assessoramento ao Conselho de Administração, atualmente composto por três membros independentes, eleitos em 09 de maio de 2016 e reconduzidos em 20 de junho de 2018, para um mandato unificado de dois anos.Sua atuação abrange o Conglomerado Banrisul, e possui, dentre suas competências, revisar, previamente à publicação, as demonstrações contábeis semestrais avaliar a efetividade das auditorias independente e interna estabelecer e divulgar procedimentos para recepção e tratamento de informações acerca do descumprimento de dispositivos legais e normativos aplicáveis à instituição, e reunir-se periodicamente com o Conselho de Administração, com a Diretoria e com o Conselho Fiscal.A administração é responsável pela elaboração das demonstrações financeiras das empresas que compõem o Conglomerado Banrisul, observada a diretriz de assegurar a qualidade dos processos relacionados às informações financeiras e às atividades de controle e de gestão de riscos.A Auditoria Interna tem como objetivo salvaguardar os ativos, assegurar a observância das políticas, planos, procedimentos e legislação aplicável, respondendo pelo atendimento ao Comitê de Auditoria e aos auditores independentes. À KPMG Auditores Independentes cabe assegurar que as demonstrações financeiras representam adequadamente a posição patrimonial e financeira do Grupo Banrisul, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, com a legislação societária brasileira e com as normas da Comissão de Valores Mobiliários - CVM, do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central do Brasil.Atividades DesenvolvidasO planejamento de trabalhos foi realizado, considerando as principais atribuições, sendo revisado periodicamente à medida da evolução das atividades. O Comitê manteve-se atento às questões objeto de sua responsabilidade, dentre elas o controle interno, o gerenciamento de riscos e as contingências. No período de 13 de agosto a 06 de fevereiro, o Comitê reuniu-se em 83 sessões, tendo realizado 21 reuniões, incluindo os representantes da alta administração, executivos do Conglomerado, Banco Central do Brasil e Auditoria Interna, as quais estão devidamente formalizadas em atas. Além disso, os membros dedicaram 500 horas para trabalho extrarreuniões. No tocante à educação continuada, os integrantes participaram de vários congressos, seminários e cursos relacionados às suas áreas de competência, totalizando 133 horas no semestre. Quanto à prestação de serviços de auditoria independente das demonstrações financeiras, inclusive do Banco, de suas Controladas, e dos fundos de investimento administrados pelo Banrisul, o planejamento dos trabalhos dos respectivos auditores Independentes foi discutido com o Comitê e, no decorrer do semestre, houve a disponibilização dos relatórios produzidos e a análise do aperfeiçoamento da estrutura de controles internos. Salienta-se que, previamente às divulgações das informações trimestrais (ITRs) e dos balanços semestrais e anual, os integrantes do Comitê reúnem-se com a KPMG para avaliar os aspectos do ambiente de controle na geração dos números a serem divulgados e da independência dos auditores. O Comitê discutiu com o auditor independente seu relatório, datado de 06/02/2019, emitido sem ressalva. ConclusãoA análise dos relatórios da Auditoria Interna e da Controladoria, que acompanham os apontamentos do Banco Central do Brasil e os da Auditoria Independente, permitem assegurar ao Comitê a eficiência e a eficácia do controle interno, permitindo concluir que, ponderadas as limitações naturais decorrentes do escopo de sua atuação, não há elementos que comprometem a efetividade desse sistema. A auditoria independente, no âmbito de sua responsabilidade de expressar opinião sobre a situação patrimonial e financeira do Banco e apresentar recomendações para o aprimoramento do sistema contábil, está desempenhando seu trabalho em padrões compatíveis com o porte, características e complexidade do Banrisul.O exame regular das demonstrações financeiras elaboradas de acordo com práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis as instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, com observância à Lei das Sociedades por Ações, às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN), do Banco Central do Brasil (Bacen) e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o contato frequente com a Contabilidade, com a Auditoria Interna, e com a Auditoria Independente, permitem ao Comitê avaliar a qualidade dessas demonstrações e afirmar que elas estão livres de distorções relevantes.Considerando o escopo de suas atividades, os trabalhos e as avaliações realizadas, o Comitê de Auditoria concluiu que as demonstrações financeiras foram elaboradas em conformidade com as normas legais e regulamentares, em especial com o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional - COSIF, e com as demais práticas contábeis da Comissão de Valores Mobiliários - CVM, do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central do Brasil, adotadas no Brasil, entendendo que as referidas demonstrações financeiras do Conglomerado, para o semestre encerrado em 31 de dezembro de 2018, são adequadas, recomendando a sua aprovação pelo Conselho de Administração. Porto Alegre, 06 de fevereiro de 2019.Antoninho Scottá João Carlos Bona GarciaJoão Verner JuenemannCoordenador

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.