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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016Código CVM 20796Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 31/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de BANCO DAYCOVAL S.A.

BANCO DAYCOVAL S.A. · CNPJ 62.232.889/0001-90

Versões deste exercício: v1 (21/02/2017) · v2 (31/03/2017), esta

BANCO DAYCOVAL S.A.
CNPJ 62.232.889/0001-90
DFP 2016 (V2)
Exercício 2016
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
BANCO DAYCOVAL S.A.
CNPJ
62.232.889/0001-90
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2016*
Publicado em
31/03/2017 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total20.486.91921.425.850−4,4%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.190.6402.881.501−58,7%
1.02Aplicações Financeiras2.813.7162.187.02528,7%
1.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo2.813.7162.187.02528,7%
1.02.01.01Títulos para Negociação384.254723.044−46,9%
1.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda2.429.4621.463.98165,9%
1.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.03Empréstimos e Recebíveis13.241.97913.261.227−0,1%
1.03.01Instituições Financeiras156.62836.881324,7%
1.03.02Pessoas Jurídicas Não - Financeiras7.612.6547.347.5993,6%
1.03.03Pessoas Físicas6.083.5196.529.957−6,8%
1.03.04Setor Público154.33295.33961,9%
1.03.05Provisão para perdas com redução do valor recuperável " Impairment "−765.154−748.549−2,2%
1.04Tributos Diferidos936.085778.00020,3%
1.04.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos936.085778.00020,3%
1.05Outros Ativos2.284.8532.291.712−0,3%
1.05.01Ativos Não Correntes a Venda91.28079.92214,2%
1.05.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.05.03Outros2.193.5732.211.790−0,8%
1.06Investimentos626823−23,9%
1.06.01Participações em Coligadas00
1.06.02Outros626823−23,9%
1.07Imobilizado18.90825.492−25,8%
1.07.01Imobilizado de Uso18.90825.492−25,8%
1.07.02Imobilizado de Arrendamento00
1.08Intangível1127060,0%
1.08.01Intangíveis1127060,0%
1.08.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTESOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASINDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Administradores e Acionistas doBanco Daycoval S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas do Banco Daycoval S.A. ("Banco ou Daycoval") e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, do Banco Daycoval S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o semestre e exercício findos nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Provisão para créditos de liquidação duvidosaConforme divulgado na nota explicativa nº 9 às demonstrações financeiras, a estimativa da provisão para créditos de liquidação duvidosa envolve modelos internos na determinação do rating do tomador do crédito, que levam em consideração dados econômico-financeiro, de mercado, cadastrais, garantias vinculadas, nível de inadimplência, entre outros. Devido à complexidade desse modelo interno, do uso de estimativa e do alto nível de julgamento por parte da Administração na determinação desses ratings e consequente provisão constituída, consideramos esse assunto como uma área de foco em nossa abordagem de auditoria, incluindo o envolvimento de membros seniores da nossa equipe.As provisões para créditos de liquidação duvidosa são constituídas levando em consideração as normas regulamentares do Banco Central do Brasil - BACEN, notadamente a Resolução do Conselho Monetário Nacional - CMN 2.682, e são fundamentadas nas análises das operações de crédito em aberto (vencidas e vincendas), de acordo com as políticas internas que consideram o estabelecimento de ratings de crédito.Nossos procedimentos incluíram, entre outros: (i) entendimento do modelo interno utilizado na determinação do rating (ii) entendimento do critério de provisionamento adotado pelo Banco (iii) leitura da política de provisionamento do Banco (iv) testes, em base amostral, da exatidão e integridade das bases de dados utilizadas nos cálculos das provisões (v) análise dos critérios de provisionamento das operações de crédito com base amostral, (vi) desafio das principais premissas e julgamentos relevantes da Administração na estimativa das provisões (vii) testes do desenho, implementação e efetividade dos controles internos e (viii) recálculo, em base amostral, dos valores provisionados.Hedge Accounting - Risco de MercadoConforme divulgado na nota explicativa nº 6 às demonstrações financeiras, O Banco Daycoval S.A. possui operações com instrumentos financeiros derivativos designadas como hedge accounting de risco de mercado, com o objetivo de proteger os riscos decorrentes da exposição às variações no valor de mercado de seu passivo - captação em moeda estrangeira, decorrentes do risco da exposição à variação no valor de mercado referentes a flutuação de moeda estrangeira (variação do dólar norte-americano e do euro) e da taxa de juros libor de suas captações realizadas no exterior, itens objeto de hedge.Conforme circular nº 3.082/02 do Banco Central, as operações destinadas a hedge accounting devem atender certas condições, cumulativamente, como comprovar a efetividade da operação desde sua concepção, no decorrer da operação e até a sua liquidação. Devido à complexidade do assunto e ao nível de julgamento da estimativa na determinação dos valores justos dos passivos financeiros objeto de hedge, consideramos esse assunto como uma área de foco em nossa abordagem de auditoria, incluindo o trabalho de membros seniores da nossa equipe de auditoria na análise da efetividade do hedge e da adequação da documentação, das políticas e designação das operações, bem como do teste de efetividade. Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) Entendimento junto a Administração das estratégias de hedge de risco de mercado no Banco Daycoval S.A. (ii) análise da documentação de designação e das políticas elaboradas pela Administração sobre as estruturas de hedge contendo a descrição do risco objeto de hedge, e informação detalhada sobre a operação, destacando o processo de gerenciamento de risco e a metodologia utilizada na avaliação da efetividade do hedge desde a concepção da operação (iii) recálculo, em base amostral, dos valores apurados das operações (vi) análise dos testes de efetividade das estruturas de hedge elaborados pela Administração (v) testes do desenho, implementação e efetividade dos controles internos e (vi) revisão das demonstrações financeiras atentando-se as divulgações mínimas requeridas, conforme demonstrado na nota explicativa n° 6. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da Administração do Banco, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A Administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com o nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banco e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 21 de fevereiro de 2017DELOITTE TOUCHE TOHMATSUCarlos ClaroAuditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 236588/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm cumprimento à Instrução CVM nº 480/09, os diretores do Banco Daycoval S.A., companhia aberta registrada na Categoria "B", DECLARAM, através da presente, que reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016.São Paulo, 21 de fevereiro de 2017SALIM DAYAN MORRIS DAYANDiretor Executivo Diretor ExecutivoCARLOS MOCHE DAYAN ALBERT ROUBENDiretor Executivo Diretor MARIA REGINA R. M. NOGUEIRA NILO CAVARZANDiretora DiretorRICARDO GELBAUM ALEXANDRE TEIXEIRADiretor DiretorALEXANDRE RHEINDiretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO SOBRE O RELATORIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESEm cumprimento à Instrução CVM nº 480/09, os diretores do Banco Daycoval S.A., companhia aberta registrada na Categoria "B", DECLARAM, através da presente, que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no Relatório de Revisão dos Auditores Independentes das Informações Trimestrais, Deloitte Touche Tohmatsu - Auditores Independentes, referentes às demonstrações financeiras para o exercício findo em 31 de dezembro de 2016.São Paulo, 21 de fevereiro de 2017SALIM DAYAN MORRIS DAYANDiretor Executivo Diretor ExecutivoCARLOS MOCHE DAYAN ALBERT ROUBENDiretor Executivo Diretor MARIA REGINA R. M. NOGUEIRA NILO CAVARZANDiretora DiretorRICARDO GELBAUM ALEXANDRE TEIXEIRADiretor DiretorALEXANDRE RHEINDiretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Até a data de apresentação destas demonstrações financeiras, não há Conselho Fiscal instalado.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.