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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025111 páginasCódigo CVM 20478Versão 1Recebida em 30/03/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de PDG REALTY S.A EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES

PDG REALTY S.A EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES · CNPJ 02.950.811/0001-89

PDG REALTY S.A EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES
CNPJ 02.950.811/0001-89
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
PDG REALTY S.A EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES
CNPJ
02.950.811/0001-89
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
111
Ano de referência
2025*
Publicado em
30/03/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total427.402534.650−20,1%
1.01Ativo Circulante250.693331.516−24,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa18.82117.4397,9%
1.01.01.01Caixa e Bancos5.2019.472−45,1%
1.01.01.02Aplicações Financeiras13.6207.96771,0%
1.01.02Aplicações Financeiras13.30611.97311,1%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado13.30611.97311,1%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação13.30611.97311,1%
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber97.777128.241−23,8%
1.01.03.01Clientes97.777128.241−23,8%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques116.685167.147−30,2%
1.01.04.01Estoques de Imóveis a Comercializar116.685167.147−30,2%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar2.3485.125−54,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar2.3485.125−54,2%
1.01.07Despesas Antecipadas1.18392827,5%
1.01.07.01Despesas a Apropriar1.18392827,5%
1.01.08Outros Ativos Circulantes573663−13,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros573663−13,6%
1.01.08.03.02Contas Correntes com Parceiros nos Empreendimentos00—
1.01.08.03.04Direitos Creditórios Adquiridos00—
1.01.08.03.06Contrato de Mútuo573663−13,6%
1.01.08.03.07Outros Créditos00—
1.01.08.03.10Impostos Diferidos00—
1.02Ativo Não Circulante176.709203.134−13,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo165.515191.845−13,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber9.67618.648−48,1%
1.02.01.04.01Clientes9.67618.648−48,1%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques101.490106.271−4,5%
1.02.01.05.01Estoques de Imóveis a Comercializar101.490106.271−4,5%
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos00—
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes54.34966.926−18,8%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Contas Correntes com Parceiros nos Empreendimentos1.4661.18423,8%
1.02.01.10.04Assunção de dívida a receber1.8081.14458,0%
1.02.01.10.05Dividendos a Receber00—
1.02.01.10.06Contratos de Mútuo00—
1.02.01.10.07Direitos Creditórios Adquiridos00—
1.02.01.10.08Partes Relacionadas00—
1.02.01.10.09Debêntures00—
1.02.01.10.10Outros Créditos5.9601.994198,9%
1.02.01.10.11Adiantamentos na construção de empreendimentos4.16725.054−83,4%
1.02.01.10.12Bloqueios de valores em conta corrente38.26635.0279,2%
1.02.01.10.13Tributos Correntes a Recuperar2.6822.5236,3%
1.02.02Investimentos9.7138.77510,7%
1.02.02.01Participações Societárias9.7138.77510,7%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas9.7138.77510,7%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado1.4811.3559,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação741.028−92,8%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento1.407327330,3%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível01.159−100,0%
1.02.04.01Intangíveis01.159−100,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Administradores, Conselheiros e Acionistas da PDG Realty S.A. Empreendimentos e ParticipaçõesSão Paulo - SPOpinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária no Brasil, registradas na CVMExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações em 31 de dezembro de 2025, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária no Brasil, registradas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas".Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade aplicáveis às auditorias de demonstrações contábeis de entidades de interesse público no Brasil, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.ÊnfaseReconhecimento de receita de unidades imobiliárias não concluídasConforme descrito nas Notas Explicativas nos 2.2 e 2.4.7, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária no Brasil, registradas na CVM. Dessa forma, a determinação da política contábil adotada pela Companhia para o reconhecimento de receita nos contratos de compra e venda de unidade imobiliária não concluída, sobre os aspectos relacionados à transferência de controle, segue o entendimento da administração da Companhia quanto à aplicação da NBC TG 47, alinhado com aquele manifestado pela CVM no Ofício Circular/CVM/SNC/SEP no 02/2018. Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto.Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional Chamamos a atenção para a Nota Explicativa no 1(c), que informa que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia foram preparadas no pressuposto de continuidade operacional. Conforme descrito na Nota Explicativa no 1.b (iv), em 14 de outubro de 2021, foi proferida sentença de encerramento do processo de recuperação judicial da Companhia e suas controladas. No entanto, nas demonstrações individuais e consolidadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, a Companhia apresentou capital circulante líquido negativo, nos montantes de R$ 231.271 mil e R$ 693.821 mil, respectivamente, além de patrimônio líquido negativo nos montantes de R$ 3.228.652 mil e R$ 3.308.533 mil. Observou-se, ainda, consumo de caixa nas atividades operacionais nos montantes de R$ 7.418 mil e R$ 4.387 mil, individual e consolidado, respectivamente. Conforme apresentado na Nota Explicativa no 1, a Companhia vem executando os planos e ações definidos pela administração para o reestabelecimento da atividade operacional, o reequilíbrio econômico-financeiro, a recomposição da posição patrimonial e a necessária geração de caixa. Essas condições, em conjunto com demais assuntos e eventos mencionados nas Notas Explicativas nos 1 (b), 1 (c), 1(d), 12, 13 e 15, indicam existência de incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade operacional de continuidade operacional da Companhia. As demonstrações financeiras ora apresentadas não incluem quaisquer ajustes ou reclassificações que possam se tornar necessários como resultado dessa incerteza. Nossa opinião não está ressalvada em relação a este assunto.Principais Assuntos de Auditoria (PAA)Principais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Além do assunto descrito na seção "Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional", determinamos que os assuntos descritos a seguir são os principais assuntos de auditoria a serem comunicados em nosso relatório.1. Avaliação do valor realizável líquido dos estoques de imóveis a comercializarConforme apresentado na Nota Explicativa no 6, o saldo consolidado de imóveis a comercializar totaliza R$ 218.175 mil em 31 de dezembro de 2025 (circulante e não circulante). Este saldo é composto substancialmente por terrenos destinados à futuras incorporações, unidades concluídas e em construção, além de empreendimentos paralisados. Parte significativa desses imóveis também estão vinculados como garantia às dívidas extraconcursais registradas no passivo circulante. A administração realiza, periodicamente avaliação do valor realizável líquido desses estoques para determinar a necessidade de constituição de provisão para perda por redução ao valor realizável líquido. Nesse processo de avaliação, a administração utiliza premissas e critérios que consideram as características especificas de cada empreendimento, incluindo projeções de custos, preços estimados de vendas, período de comercialização, condições de mercado e estágio de desenvolvimento dos projetos. Estas análises envolvem a utilização de estimativas significativas, a partir de premissas e julgamentos utilizadas pela administração. Mudanças nessas premissas ou eventuais imprecisões no processo de apuração dos valores podem impactar de forma relevante os saldos registrados desses ativos nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Dessa forma, diante da magnitude dos valores envolvidos, consideramos essa área como risco significativo e a tratamos como um principal assunto de auditoria. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaCom referência à avaliação do valor realizável líquido dos estoques de imóveis a comercializar, nossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros: (a) a entendimento dos controles internos, processos e principais atividades de controle utilizados pela administração para apuração e, quando aplicável, para o registro da provisão para perdas ao valor realizável líquido dos estoques (b) análise crítica e teste s obre a razoabilidade das premissas e metodologias utilizadas pela administração para cálculo das provisões, quando aplicável, incluindo a expectativa do valor de venda dos imóveis concluídos, em construção e paralisados (c) em base amostral, análise aos laudos de avaliação dos terrenos e análise do valor justo versus custo histórico (d) análise das tabelas de venda e dos comparativos de mercado dos imóveis concluídos (e) em base amostral, inspeção física dos estoques, a fim de identificar eventuais indícios de que estivessem danificados ou total (ou parcialmente) avariados (f) envolvimento de nossos especialistas internos em engenharia para a verificação da razoabilidade dos critérios e premissas utilizados pela Companhia para estudo de recuperabilidade dos terrenos, com o objetivo de concluir quanto a razoabilidade da avaliação da Companhia sobre a recuperabilidade dos mesmos (g) testes, em base amostral, para verificação das evidências documentais que suportam as premissas adotadas pela administração (h) teste da acuracidade matemática dos cálculos efetuados, quando aplicável e (i) avaliação da adequação das divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Com base nos procedimentos efetuados, consideramos que são razoáveis as premissas e metodologias utilizadas pela Companhia para a apuração e reconhecimento do valor realizável líquido dos estoques de imóveis a comercializar, estando as informações apresentadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas consistentes com as informações analisadas em nossos procedimentos de auditoria no contexto daquelas demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.2. Obrigações com credores do Plano de Recuperação JudicialConforme Nota Explicativa no 1(b), a recuperação judicial da Companhia foi encerrada em 14 de outubro de 2021. Conforme Nota Explicativa no 15, em virtude de o saldo da dívida representar um valor significativo no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto, bem como as movimentações de correções, entradas de novos credores e baixas por pagamento e por conversão em ações com aumento de capital da Companhia (conforme estabelecido no plano de recuperação judicial), consideramos essa área como de risco significativo e a tratamos como um principal assunto de auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros: (a) entendimento dos controles internos chaves relacionados aos valores registrados no passivo oriundo do plano de recuperação judicial (b) análises das movimentações dos saldos no exercício, incluindo: (i) o recálculo das atualizações (ii) testes, em base amostral, dos pagamentos efetuados (iii) baixas por conversão da dívida em aumento de capital e habilitação de novos credores ao plano de recuperação judicial por meio de inspeção documental (iv) conciliação dos controles financeiros com o saldo contábil e análise das respectivas premissas adotadas pela administração (v) teste da acuracidade matemática dos cálculos efetuados para fins de apuração dos tributos diferidos correlatos (c) análise sobre a segregação entre passivo circulante e não circulante em relação à dívida total e (d) avaliação da adequação das informações divulgadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia. Com base nos procedimentos efetuados, consideramos que são razoáveis as premissas e metodologias utilizadas pela Companhia para a apuração e reconhecimento das obrigações com credores do Plano de Recuperação Judicial, estando as informações apresentadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas consistentes com as informações analisadas em nossos procedimentos de auditoria no contexto daquelas demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.3. Provisões diversas relacionadas à riscos legais e obrigações decorrentes de litígiosConforme apresentado na Nota Explicativa no 19, o saldo consolidado de provisões diversas, relacionadas a riscos legais e obrigações decorrentes de litígios, classificado no passivo circulante e não circulante, totalizava R$ 828.365 mil em 31 de dezembro de 2025. Esse montante é composto por provisões relacionadas à riscos legais e obrigações decorrentes de litígios, incluindo multa por atraso na entrega de empreendimentos e garantia decorrentes de obrigações após-entrega. A Companhia mantém um volume significativo de demandas em andamento em virtude de desdobramentos e assuntos relacionados às referidas provisões, requerendo elevado grau de julgamento da administração para avaliação e definição sobre a expectativa de desembolso futuro, em que qualquer mudança nessas premissas ou falhas na apuração dos valores podem impactar de forma relevante os saldos dessas provisões nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Dessa forma, consideramos essa área como risco significativo e a tratamos como um principal assunto de auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros: (a) análise das premissas e teste da acuracidade dos cálculos matemáticos e financeiros efetuados para apuração das provisões (b) análise da conciliação dos controles da administração com o saldo contábil e correlação com as respectivas contrapartidas registradas nas demonstrações do resultado individual e consolidado (c) análise comparativa e revisão analítica dos saldos das referidas provisões constituídas no ano anterior versus o ano corrente e análise sobre desembolsos liquidados no exercício corrente (d) procedimento de confirmação externa junto aos assessores jurídicos da Companhia quanto aos processos em andamento em que esta, e suas controladas, são parte em 31 de dezembro de 2025, bem como os respectivos prognósticos de perda em cada processo (e) reconciliação dos valores de processos com prognósticos de perda provável, que compõem as provisão diversas relacionada à riscos legais e obrigações decorrentes de litígios nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, constantes nos controles jurídicos da Companhia versus a tabulação dos processos obtida das confirmações externas junto aos assessores jurídicos e (f) avaliação da adequação das informações divulgadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia.Com base nos procedimentos efetuados, consideramos que são razoáveis as premissas e metodologias utilizadas pela Companhia para a mensuração e reconhecimento das provisões diversas relacionadas à riscos legais e obrigações decorrentes de litígios , estando as informações apresentadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas consistentes com as informações analisadas em nossos procedimentos de auditoria no contexto daquelas demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado (DVA)As demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se estas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos na NBC TG 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nessa Norma e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras ind ividuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária no Brasil, registradas na CVM, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionaisObtivemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da companhia e suas controladasAvaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administraçãoConcluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada Obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que, eventualmente, tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria.Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que alguma lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 25 de março de 2026Grant Thornton Auditores Independentes Ltda.CRC 2SP-025.583/O-1Maria Aparecida Regina Cozero AbdoContadora CRC 1SP-223.177/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 27 DA RESOLUÇÃO CVM nº 80/2022.Declaramos, na qualidade de diretores da PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações, sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Dr. Cardoso de Melo, n° 1.855, 6º andar, CEP 04548-005, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 02.950.811/0001-89 (Companhia), nos termos dos incisos V e VI do parágrafo 1º do artigo 27 da Resolução CVM nº 80, de 29 de março de 2022, que revimos, discutimos e concordamos com as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025.São Paulo, 25 de março de 2026.MAURICIO TISO DE SOUZADiretor Presidente e Diretor de Relação com investidoresROBERTO GIARELLIDiretor Vice-presidente Financeiro

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 27 DA RESOLUÇÃO CVM nº 80/2022.Declaro, na qualidade de diretor responsável por fazer elaborar as demonstrações financeiras da PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações, sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Dr. Cardoso de Melo, n° 1.855, 6º andar, CEP 04548-005, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 2.950.811/0001-89 (Companhia), nos termos do artigo 27, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Resolução da Comissão de Valores Mobiliários nº 80/2022, conforme alterada, que revi, discuti e concordo com o parecer positivo (sem ressalvas) dos auditores independentes (Grant Thornton Auditores Independentes Ltda) referentes às demonstrações financeiras da Companhia para o exercício findo em 31 de dezembro de 2025 (o "Parecer").Quanto ao parágrafo sobre incerteza relevante, relacionado a continuidade operacional da Companhia, discordo sobre a possibilidade de não continuidade considerações apresentadas:1. A Companhia saiu da Recuperação Judicial em 14 de outubro de 2021, conforme decisão proferida pelo Juiz da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais. Desde a aprovação do plano e de seu aditamento, aprovados pelos credores da Companhia em novembro de 2017 e dezembro de 2020, respectivamente, a Companhia vem cumprindo integralmente os pagamentos previstos, estando em dia com o cronograma e todas as obrigações previstas no plano.2. O Plano de Recuperação encontra-se atualmente com plena eficácia. Destacamos que até o final do exercício findo em 31 de dezembro de 2025, acumulamos pagamentos no montante total de R$ 2.249 bilhão, realizados através de dações em ativos (R$ 305 milhões), pagamentos com recursos próprios (R$ 135 milhões) e pagamento com ações da Companhia (R$ 1.810 bilhão). Também é relevante destacar que o saldo restante da dívida (R$ 3.456 bilhão) está concentrado em 2% (R$ 84 milhões) para realização no curtíssimo prazo, também a ser quitado com recursos provenientes das nossas operações e entrega de ações da Companhia e, 98% (R$ 3.372 bilhão) para longíssimo prazo (entre 06 e 16 anos).3. As dívidas bancárias remanescentes (extraconcursais), ou seja, parcelas que não foram reestruturadas dentro do plano inicial de RJ, continuam sendo negociadas individualmente com cada credor e possuem, na sua maioria, garantias envolvendo os ativos do Grupo PDG. É relevante afirmar que na insuficiência de garantias e apuração de eventual saldo residual, este será classificado como credor quirografário, do Plano de Recuperação Judicial, e terá seu vencimento definido para novembro de 2037.4. Com base na Projeção de Caixa de Longo Prazo (cinco anos) que vem sendo avaliada e acompanhada por nossos auditores a cada final de exercício, principalmente desde o início da Recuperação Judicial em 2017, verifica-se que a Companhia sempre projetou manter sua operação ativa e nunca avaliou a necessidade de liquidação total de seus ativos. O marco inicial do processo de retomada operacional da Companhia, seguindo o planejamento estratégico realizado, ocorreu no segundo semestre de 2022 com o lançamento do empreendimento ix. Tatuapé e a antecipação do início de sua obra, ocorrida em agosto de 2023. O lançamento do segundo empreendimento, ix. Santana, ocorrido no final de 2023, e a aprovação de novas viabilidades para futuros lançamentos, conforme detalhado em nosso relatório da administração, reforçam a percepção desta Administração para plena condição da Companhia se manter operacional no longo prazo.5. Sobre as incertezas da continuidade operacional da Companhia, relacionada:i. Com a existência de prejuízos contábeis e índices financeiros negativos: entendemos que estes são fruto de operações de longa data e que ainda demandam de maior tempo para serem neutralizados com novas operações, estas já iniciadas e programadasii. Com as dívidas extraconcursais: que continuam sendo equalizadas junto aos credores e, num cenário crítico para quitação dos mesmos teríamos como possíveis ações, além dos pagamentos previstos: a) amortização ou quitação através da execução de garantias, e b) a conversão de saldos residuais extraconcursais para concursais, conforme procedimento definido na sentença de encerramento da Recuperação Judicial da Cia, onde eventual saldo apurado será classificado como quirografário, com vencimento do pagamento definido para novembro de 2037, cenário esse reforçado pela manutenção integral da sentença de saída da Recuperação Judicial e concordância, em 06/02/2024, do Tribunal de Justiça de São Paulo.iii. Com o processo Recuperação Judicial: que desde seu início em 2017 e passando pelo seu encerramento em 2021 até a presente data, não teve questionamentos relacionados a cancelamento ou interrupção. Que a única alteração no seu contexto, por aditamento em 2020, foi criada pela Companhia face ao planejamento de equalização de dívida e antecipação de pagamento.Desta forma, considerando o acima, apesar de respeitarmos a opinião do auditor, discordamos de que existem incertezas significativas, que sejam do nosso conhecimento, desde o início da implementação do Plano de Recuperação, até o presente momento, que possam se refletir em um questionamento razoável sobre a continuidade operacional da Companhia.São Paulo, 25 de março de 2026.MAURICIO TISO DE SOUZADiretor Presidente e Diretor de Relação com investidoresROBERTO GIARELLIDiretor Vice-presidente Financeiro

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O Conselho Fiscal do PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações ("Companhia"), no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, em reunião realizada às 14:00 horas do dia 24 de março de 2026, por meio de videoconferência, considerando-se realizada, portanto, no escritório da Companhia, localizado na cidade de São Paulo, na Av. Dr. Cardoso de Melo, nº 1855, 6º andar, CEP: 04548-903, procedeu ao exame das demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025, acompanhadas de suas notas explicativas, do relatório dos auditores independentes, do parecer do Comitê de Auditoria não Estatutário, do relatório resumido do Comitê de Auditoria não Estatutário, do relatório da administração, das contas dos administradores e da proposta de destinação do resultado do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.Com base nos exames efetuados e considerando o relatório dos auditores independentes da Grant Thornton Auditores e Independentes Ltda., sem ressalvas, de 24 de março de 2026, conclui, por unanimidade, que os referidos documentos refletem adequadamente a situação financeira e patrimonial da Companhia e que opina que os referidos documentos estão em condições de serem apreciados e votados pela assembleia geral da Companhia. São Paulo, 24 de março de 2026.Sérgio Americano Mendes - PresidenteFladimir Ferreira de Morais - Membro EfetivoMurilo Prado Badaró - Membro Efetivo

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA NÃO ESTATUTÁRIO - Ano base 2025PDG Realty S.A. Empreendimentos e ParticipaçõesIntrodução O Comitê de Auditoria não estatutário (Comitê ou CAI) da PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações (PDG ou Companhia) foi criado em 27 de abril de 2022, e vem exercendo e aprimorando suas funções desde então. De acordo com o que estabelece o seu Regimento Interno, aprovado pelo Conselho de Administração (CA) em 27 de abril de 2022, compete ao Comitê assessorar, instruir e aconselhar o CA sobre a qualidade das demonstrações financeiras e dos controles internos.Para o exercício, findo em 31 de dezembro de 2025, o Comitê de Auditoria estava composto por 3 (três) membros:1.João de Saint Brisson Paes de Carvalho (Coordenador e eleito em junho de 2024) e, também, Membro do CA)2.Sra. Natália Maria Fernandes Pires (Membro eleito em junho de 2024).3.Sr. Pedro Henrique Ribeiro Novaes (Membro eleito em janeiro de 2025, e, também, Membro do CA).Atividades do Comitê de Auditoria O planejamento do CAI para o exercício de 2025, incluindo a discussão e apreciação das demonstrações financeiras trimestrais e anuais para o exercício findo em 31 de dezembro de 2025, com divulgação prevista para 30/03/2026, promoveu 11 (onze) reuniões do Comitê para o ano de 2025. Nesse período as reuniões ordinárias totalizaram 07 (sete) reuniões, envolvendo gestores e administração da Companhia, e mais 4 (quatro) reuniões extraordinárias, com o auditor independente da Companhia Grant Thornton Auditores Independentes Ltda.Temas discutidos pelo Comitê de Auditoria O CAI reuniu-se com os diretores da PDG, incluindo o CEO, e com os responsáveis da empresa de auditoria externa contratada para a revisão e exame das Demonstrações Financeiras e com as lideranças de diversas áreas da Companhia, no sentido de se aprofundar e monitorar processos, controles internos, riscos, deficiências e planos de melhoria, bem como para fazer suas recomendações ao Conselho de Administração e à Administração da Companhia. Os principais aspectos discutidos foram: a) Auditoria Independente1.Análise e principais conclusões obtidas nas revisões trimestrais (ITR) e no exame das Demonstrações Financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2025.2.Eventuais fragilidades, deficiências e recomendações para melhorias, apontadas no relatório do auditor externo, sobre controles internos bem como os respectivos planos de ação das áreas internas da PDG para a correção ou melhoria dos pontos identificados.3.Apreciação e discussão dos relatórios emitidos pelos auditores externos, incluindo avaliação de sua independência.b)Trabalhos de revisão dos controles internos das principais áreas operacionais da Companhia1.Acompanhamento dos controles internos das principais áreas operacionais da Companhia, monitoramento de deficiências identificadas e avaliação dos respectivos planos de ação. c)Controles internos e gestão de riscos 1.Discussão quanto a Matriz de Riscos da Companhia, envolvendo (i) avaliação sobre a classificação de impactos e probabilidades de ocorrência, (ii) acompanhamento de planos de mitigação dos riscos junto aos responsáveis pela sua execução, (iii) Acompanhamento mensal da implementação das ações e (iv) alinhamento com os administradores da Companhia.2.Discussão quanto ao risco significativo apontado no relatório da Auditoria Independente relacionado com a continuidade operacional da Companhia.d)Gestão financeira e operacional 1.Discussão acerca dos fluxos de caixa projetados para continuidade e sustentabilidade dos negócios, principalmente oriundos da venda de estoques imóveis concluídos e novos lançamentos.2.Reuniões mensais com a Controladoria da Companhia para análise das variações relevantes nas contas contábeis e acompanhamento do processo de elaboração das demonstrações contábeis mensais e anuais.3.Discussão sobre o caixa consolidado, sobre caixa livre e restrito. Foi solicitado detalhamento e reconciliação contínua entre o caixa consolidado divulgado e o caixa livre.4.Recomendações para o Conselho de Administração quanto à adequação das demonstrações financeiras trimestrais e anuais do exercício de 2025.5.Estratégia de proteção de caixa dos empreendimentos em construção, entrega da obra e repasse junto à Instituição Financeira6.Parcelamentos tributários e controles de obrigações tributárias acessórias.7.Credores omissos da Recuperação Judicial (RJ), sem dados cadastrais, gerando impossibilidade de emissão de ações e baixa do passivo até atualização cadastral do credor.8.Discussão acerca do financiamento e início das obras de novos empreendimentos.e)Governança Corporativa1. Avaliação e monitoramento da adequação de transações com partes relacionadas.2. Discussão com o Conselho de Administração acerca da atuação do Comitê e aprimoramento contínuo das práticas de governança.3.Acompanhamento sobre possíveis ofícios da CVM/B3 ou denúncias no canal de ética da Companhia.f)Parecer do Comitê de Auditoria sobre as Demonstrações Financeiras do exercício de 2025O Comitê de Auditoria Não Estatutário da PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações, no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto no seu Regimento Interno, procederam à avaliação e análise das demonstrações financeiras relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025, acompanhadas do relatório dos auditores independentes e do relatório anual da Administração. Com base nos trabalhos realizados e nas informações prestadas pela Administração da Companhia e pela auditoria externa Grant Thornton Auditores Independentes Ltda., este Comitê opina favoravelmente quanto a essas demonstrações financeiras e o relatório da administração e considera que esses documentos estão em condições de serem submetidos para apreciação do Conselho de Administração da Companhia e posterior encaminhamento à Assembleia Geral Ordinária de Acionistas para deliberação, nos termos da Lei das Sociedades por Ações.São Paulo, 23 de março de 2026João de Saint Brisson Paes de CarvalhoMembro coordenador do CAI e membro do CAPedro Henrique Ribeiro NovaesMembro do CAI e CA Natália Maria Fernandes PiresMembro do CAI

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias3.2870
Preferenciais00
Total3.2870

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.