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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 22055Versão 1Recebida em 14/03/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de MARISA LOJAS S.A.

MARISA LOJAS S.A. · CNPJ 61.189.288/0001-89

MARISA LOJAS S.A.
CNPJ 61.189.288/0001-89
DFP 2018
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
MARISA LOJAS S.A.
CNPJ
61.189.288/0001-89
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
14/03/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total3.162.1022.832.73211,6%
1.01Ativo Circulante1.982.0281.847.3127,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa39.81941.387−3,8%
1.01.02Aplicações Financeiras356.916416.147−14,2%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado356.916416.147−14,2%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação356.916416.147−14,2%
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber750.897800.797−6,2%
1.01.03.01Clientes750.897800.797−6,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques361.299418.384−13,6%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar419.25898.265326,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar419.25898.265326,7%
1.01.06.01.01Imposto de renda e contribuição social a recuperar71.11569.4772,4%
1.01.06.01.02Demais tributos a recuperar348.14328.7881.109,3%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes53.83972.332−25,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros53.83972.332−25,6%
1.01.08.03.01Titulos e valores mobiliários1.0299706,1%
1.01.08.03.03Créditos com partes relacionadas0504−100,0%
1.01.08.03.04Outros52.81070.858−25,5%
1.02Ativo Não Circulante1.180.074985.42019,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo838.966538.39855,8%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado96.70322.312333,4%
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo96.70322.312333,4%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.04Contas a Receber00
1.02.01.04.01Clientes00
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos70.344407.407−82,7%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos70.344407.407−82,7%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes671.919108.679518,3%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Tributos a recuperar548.1292.19924.826,3%
1.02.01.10.04Depósitos Judiciais123.790106.48016,3%
1.02.02Investimentos012.173−100,0%
1.02.02.01Participações Societárias012.173−100,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas012.173−100,0%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.05Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado223.640311.696−28,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação223.480311.028−28,1%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento160668−76,0%
1.02.04Intangível117.468123.153−4,6%
1.02.04.01Intangíveis117.468123.153−4,6%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Outros intangíveis117.468123.153−4,6%
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas Aos administradores e acionistas da Marisa Lojas S.A São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Marisa Lojas S.A. (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Marisa Lojas S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Realização do Imposto de Renda e Contribuição Social diferidos - controladoraVeja as notas 5.2.4 e 12 das demonstrações financeiras Principal assunto de auditoriaO imposto diferido reconhecido em anos anteriores nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas proveniente de prejuízos fiscais, base negativa de contribuição social e diferenças temporárias provenientes da controladora, cuja realização está suportada por estimativas de lucros tributáveis futuros, foi integralmente baixado durante o exercício de 2018 com base na revisão das projeções de lucros tributáveis futuros realizadas pela Companhia.Para elaborar as projeções de resultados futuros, a Companhia utiliza premissas baseadas em suas estratégias corporativas, no cenário macroeconômico, considerando o desempenho atual e passado e expectativa esperada no mercado de atuação, bem como analisa o seu histórico de resultados com o objetivo de concluir sobre o impacto dos resultados passados em sua decisão de manter ou não impostos de renda diferido ativo em suas demonstrações financeiras.Devido às incertezas inerentes ao processo de determinação das projeções dos lucros tributáveis futuros e pelo impacto que eventuais alterações das premissas poderiam gerar nos valores registrados nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, consideramos esse assunto como significativo para a nossa auditoria.Como auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a avaliação, com o auxílio de nossos especialistas de finanças corporativas, das premissas e metodologias utilizadas para determinação das projeções dos lucros tributáveis futuros, incluindo as premissas de crescimento de vendas, custos, despesas e expectativas inflacionárias, bem como comparamos as premissas da Companhia com dados obtidos de fontes externas, quando disponível, tais como o crescimento econômico projetado, índices de inflação, assim como avaliamos a análise de sensibilidade aplicada nas premissas pela Companhia, bem como o histórico de utilização destes impostos diferidos. Com o envolvimento de nossos especialistas em impostos, avaliamos a natureza das diferenças temporárias, bem como a base do prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social que compõem a base tributável, bem como comparamos o resultado tributável esperado futuro em conjunto com as análises do impacto dos resultados históricos na determinação do reconhecimento do montante a ser registrado como imposto de renda diferido ativo.Avaliamos ainda se as divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas consideram as informações relevantes. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitáveis a mensuração e as divulgações relacionadas aos ativos fiscais diferidos no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Perda por redução ao valor recuperável das contas a receber de clientes em controladas - (Club Administradora de Cartões de Crédito Ltda. e SAX S.A. Crédito, Financiamento e investimento)Veja as notas 5.2.2 e 9 das demonstrações financeiras Principal assunto de auditoriaNa determinação dos níveis esperados de perda por redução ao valor recuperável das contas a receber de clientes, as controladas da Companhia fazem julgamentos significativos relacionados aos dados, critérios, e premissas, especificamente relativos aos níveis de crédito atribuídos, aos fatores macroeconômicos, e aos dados históricos de inadimplência. Devido à relevância das vendas por meio do cartão de crédito Marisa e as operações de crédito pessoal pelas controladas da Companhia e também em função do alto grau de julgamento necessário para determinar as estimativas dos níveis esperados de perda por redução ao valor recuperável das contas a receber de clientes, a partir da adoção do Pronunciamento Técnico Contábil CPC 48 (IFRS 9) que entrou em vigor em 1º de janeiro de 2018, incluindo divulgações requeridas, consideramos esse assunto como significativo para a nossa auditoria.Como auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a avaliação do desenho e da implementação dos controles internos chave relacionados a concessão, extensão e alteração de limites de crédito aos clientes do cartão de crédito Marisa e das operações de crédito pessoal, bem como sobre o controle de acesso ao sistema com relação a alterações nos prazos de vencimento das faturas a receber. Com o auxílio dos nossos especialistas em modelagem de risco de crédito, revisamos a razoabilidade dos modelos de mensuração das perdas de créditos esperadas e dos critérios e dados utilizados para as contas a receber oriundas de vendas por meio de cartões próprios e de operações de empréstimos pessoais, assim como, a política preparada pelas controladas da Companhia para fundamentar o cálculo, a contabilização e divulgação dos saldos, bem como avaliamos as premissas adotadas em comparação a dados históricos e a recebimentos a pós a data-base. Adicionalmente, avaliamos as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitável o nível de Perda por redução ao valor recuperável das contas a receber de clientes, bem como as divulgações relacionadas, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Reconhecimento e mensuração de crédito de ICMS na base de cálculo do PIS e COFINS - controladora Veja a Nota 11 das demonstrações financeirasPrincipal assunto de auditoriaEm 7 de novembro de 2018, a Companhia teve transitado em julgado no Supremo Tribunal Federal o processo referente a inconstitucionalidade da inclusão do ICMS na base de cálculo do PIS e da COFINS, garantindo à Companhia o direito de reaver os valores já recolhidos e não prescritos, devidamente corrigidos. Em função disso, foi reconhecido ativo no montante do crédito de ICMS considerado indevidamente na base de cálculo de PIS e COFINS, o qual foi mensurado com base em julgamentos e premissas da Companhia, considerando fatores como valor líquido ou bruto do imposto destacado na nota fiscal e o levantamento da documentação que suporta o crédito.Devido à relevância dos valores envolvidos, ao julgamento subjacente à determinação das premissas base da mensuração do referido ativo e ao impacto que eventuais alterações nas premissas consideradas poderiam gerar nos valores registrados nas demonstrações financeiras, consideramos esse assunto como significativo para a nossa auditoria.Como auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a avaliação, com auxílio de nossos especialistas em impostos e em assuntos legais, da documentação da decisão judicial (trânsito em julgado), as opiniões legais emitidas, os aspectos legais e tributários da legislação brasileira para entendimento do mérito e argumentação que orientou a Companhia sobre o reconhecimento e a mensuração do ativo reconhecido através da análise dos cálculos e documentações suporte dos montantes a serem compensados. Avaliamos ainda se as divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas consideram as informações relevantes. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitável o reconhecimento e mensuração de crédito de ICMS na base de cálculo PIS e COFINS, bem como as divulgações relacionadas, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório dos auditoresA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:-Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou r epresentações falsas intencionais.-Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.-Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.-Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.-Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.-Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 14 de março de 2019.KPMG Auditores IndependentesCRC SP014428/O-6Marcelle Mayume KomukaiContadora CRC 1SP249703/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração do PresidenteEu, Marcio Goldfarb, declaro que:Revisei este relatório das Demonstrações Financeiras relativas ao trimestre findo em 31 de dezembro de 2018, da Marisa Lojas S.A e baseado nas discussões subseqüentes, concordo que tais Demonstrações, refletem adequadamente todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira correspondentes aos períodos apresentados.São Paulo, 14 de março de 2019._______________________Marcio GoldfarbPresidenteDeclaração do Vice Presidente Financeiro e de Relações com InvestidoresEu, Adalberto Pereira dos Santos, declaro que:Revisei este relatório das Demonstrações Financeiras relativas ao trimestre findo em 31 de dezembro de 2018, da Marisa Lojas S.A e baseado nas discussões subseqüentes, concordo que tais Demonstrações, refletem adequadamente todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira correspondentes aos períodos apresentados.São Paulo, 14 de março de 2019.______________________________Adalberto Pereira dos Santos Vice Presidente Financeiro e de Relações com InvestidoresDeclaração do Vice Presidente de OperaçõesEu, Marcelo Ribeiro Pimentel, declaro que:Revisei este relatório das Demonstrações Financeiras relativas ao trimestre findo em 31 de dezembro de 2018, da Marisa Lojas S.A e baseado nas discussões subseqüentes, concordo que tais Demonstrações, refletem adequadamente todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira correspondentes aos períodos apresentados.São Paulo, 14 de março de 2019.___________________________________________Marcelo Ribeiro Pimentel Vice Presidente de OperaçõesDeclaração do Vice Presidente ComercialEu, Marco Luiz Clasen Muraro, declaro que:Revisei este relatório das Demonstrações Financeiras relativas ao trimestre findo em 31 de dezembro de 2018, da Marisa Lojas S.A e baseado nas discussões subseqüentes, concordo que tais Demonstrações, refletem adequadamente todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira correspondentes aos períodos apresentados.São Paulo, 14 de março de 2019.___________________________________________Marco Luiz Clasen MuraroVice Presidente Comercial

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DO PRESIDENTEEu, Marcio Goldfarb, declaro que:1. Baseado em meu conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, da Marisa Lojas S.A., concordo com as opiniões expressas no parecer elaborado pela KPMG Auditores Independentes não havendo qualquer discordância.2. Revisei este relatório das Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, da Marisa Lojas S.A e baseado nas discussões subsequentes, concordo que tais Demonstrações, refletem adequadamente todos os aspectos relevantes as posições patrimonial e financeira correspondentes aos períodos apresentados.São Paulo, 14 de março de 2019._______________________Marcio GoldfarbPresidente DECLARAÇÃO DO VICE PRESIDENTE FINANCEIRO E DE RELAÇÕES COM INVESTIDORESEu, Adalberto Pereira dos Santos, declaro que:1. Baseado em meu conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, da Marisa Lojas S.A., concordo com as opiniões expressas no parecer elaborado pela KPMG Auditores Independentes não havendo qualquer discordância.2. Revisei este relatório das Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, da Marisa Lojas S.A e baseado nas discussões subsequentes, concordo que tais Demonstrações, refletem adequadamente todos os aspectos relevantes as posições patrimonial e financeira correspondentes aos períodos apresentados.São Paulo, 14 de março de 2019.______________________________Adalberto Pereira dos SantosVice-Presidente Financeiro e deRelações com Investidores DECLARAÇÃO DO VICE PRESIDENTE DE OPERAÇÕESEu, Marcelo Ribeiro Pimentel, declaro que:1. Baseado em meu conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, da Marisa Lojas S.A., concordo com as opiniões expressas no parecer elaborado pela KPMG Auditores Independentes não havendo qualquer discordância.2. Revisei este relatório das Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, da Marisa Lojas S.A e baseado nas discussões subsequentes, concordo que tais Demonstrações, refletem adequadamente todos os aspectos relevantes as posições patrimonial e financeira correspondentes aos períodos apresentados.São Paulo, 14 de março de 2019.______________________________Marcelo Ribeiro PimentelVice-Presidente de Operações DECLARAÇÃO DO VICE PRESIDENTE COMERCIALEu, Marco Luiz Clasen Muraro, declaro que:1. Baseado em meu conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, da Marisa Lojas S.A., concordo com as opiniões expressas no parecer elaborado pela KPMG Auditores Independentes não havendo qualquer discordância.2. Revisei este relatório das Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, da Marisa Lojas S.A e baseado nas discussões subsequentes, concordo que tais Demonstrações, refletem adequadamente todos os aspectos relevantes as posições patrimonial e financeira correspondentes aos períodos apresentados.São Paulo, 14 de março de 2019.______________________________Marco Luiz Clasen MuraroVice-Presidente de Operações

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

PARECER DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIOConforme Regimento Interno do Comitê de Auditoria da Marisa Lojas S.A. ("Companhia") ("Comitê"), e em observância à Instrução CVM nº 308, de 14 de maio de 1999, conforme alterada, os membros do Comitê vêm apresentar seu Relatório Anual Resumido referente ao exercício social da Companhia findo em 31 de dezembro de 2018.No exercício de 2018, o Comitê reuniu-se em 13 (treze) sessões ordinárias e extraordinárias, representando 4 (quatro) reuniões com os membros da diretoria, gestores, auditores internos e externos, além de outros membros da Administração da Companhia, participou também de uma reunião do Conselho de Administração e uma Assembleia Geral de Acionistas. Nas sessões ordinárias e extraordinárias, os seguintes trabalhos foram desenvolvidos:a) Revisou e considerou adequado o plano de trabalho do auditor independente para o exercício de 2018b) Supervisionou, por meio de reuniões e relatórios, as atividades dos auditores independentes, a fim de avaliar: (i) a sua independência (ii) a qualidade dos serviços prestados e (iii) a adequação dos serviços prestados às necessidades da Companhiac) Supervisionou, por meio de reuniões e relatórios, as atividades da área de controles internos da Companhia, bem como discutiu com a administração e os auditores independentes da Companhia a efetividade e adequação dos controles internos da Companhia, tendo considerado satisfatório o processo de monitoramento de riscos reportados pela área de controles internos da Companhiad) Acompanhou, por meio de reuniões e relatórios, o processo de elaboração das demonstrações financeiras da Companhia, tendo revisado as análises e premissas utilizadas pela administração e corroboradas pelos auditores independentes da Companhia para a discussão das informações trimestrais (ITR's) e demonstrações financeiras do exercício social findo em 31 de dezembro de 2018e) Avaliou e monitorou, juntamente com a administração e os auditores independentes, a adequação das transações com partes relacionadas realizadas pela Companhia e suas respectivas divulgações ef) Reuniu-se, discutiu com o diretor responsável pela auditoria interna e aprovou o plano de trabalho da auditoria interna para o ano de 2018, tendo acompanhado os resultados dos trabalhos executados durante o ano e tomado conhecimento dos relatórios e recomendações da auditoria.Por fim, tendo se reunido com a KPMG Auditores Independentes e tomado conhecimento do parecer dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018, deu-se por satisfeito com as informações e esclarecimentos prestados, recomendando sua aprovação pelo Conselho de Administração da Companhia. Reuniu-se também, com estes mesmos auditores, para discussão das demonstrações financeiras trimestrais (ITRs) da Companhia, recomendando tempestivamente sua apreciação pelo Conselho de Administração da Companhia.Durante o curso dos trabalhos, não houve situação de divergência significativa entre a administração da Companhia, os auditores independentes e o Comitê em relação a tais demonstrações financeiras.São Paulo, 14 de março de 2019._______________________________________________________________Carlos Roberto de Albuquerque SáSergio Moreno______________________________Michel Terpins

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.