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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 20966Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 22/05/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de SPRINGS GLOBAL PARTICIPACOES S.A.

SPRINGS GLOBAL PARTICIPACOES S.A. · CNPJ 07.718.269/0001-57

Versões deste exercício: v1 (22/03/2018) · v2 (22/05/2018), esta

SPRINGS GLOBAL PARTICIPACOES S.A.
CNPJ 07.718.269/0001-57
DFP 2017 (V2)
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
SPRINGS GLOBAL PARTICIPACOES S.A.
CNPJ
07.718.269/0001-57
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
22/05/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total2.721.4182.629.6733,5%
1.01Ativo Circulante1.344.5551.360.494−1,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa155.442160.360−3,1%
1.01.02Aplicações Financeiras35.16318.20893,1%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo35.16318.20893,1%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.01.03Títulos e Valores Mobiliários35.16318.20893,1%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber497.647493.2080,9%
1.01.03.01Clientes497.647493.2080,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques538.175560.235−3,9%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar28.66235.853−20,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar28.66235.853−20,1%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes89.46692.630−3,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros89.46692.630−3,4%
1.01.08.03.01Adiantamentos a Fornecedores37.15935.6304,3%
1.01.08.03.02Instrumentos Derivativos00
1.01.08.03.03Outros Creditos a Receber52.30757.000−8,2%
1.01.08.03.04Instrumentos Financeiros00
1.01.08.03.05Valores a Receber - Venda de Imobilizado00
1.02Ativo Não Circulante1.376.8631.269.1798,5%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo381.734403.946−5,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo63.81962.0572,8%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação63.81962.0572,8%
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber37.38824.28853,9%
1.02.01.03.01Clientes37.38824.28853,9%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos89.357113.388−21,2%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos89.357113.388−21,2%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas39.71137.5545,7%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes151.459166.659−9,1%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Adiantamentos a Fornecedores00
1.02.01.09.04Impostos a Recuperar14.8959.27160,7%
1.02.01.09.05Instrumentos Derivativos00
1.02.01.09.06Depositos Judiciais13.67819.171−28,7%
1.02.01.09.07Outros34.56834.1021,4%
1.02.01.09.08Imobilizado Disponível para Venda33.73149.235−31,5%
1.02.01.09.09Valores a Receber - Venda de Imobilizado54.58754.880−0,5%
1.02.02Investimentos211.1760
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento211.1760
1.02.03Imobilizado669.165749.266−10,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível114.788115.967−1,0%
1.02.04.01Intangíveis114.788115.967−1,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Outros00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Acionistas, Conselheiros e Administradores daSprings Global Participações S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Springs Global Participações S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Springs Global Participações S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro ("International Financial Reporting Standards - IFRS"), emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB".Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e a suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria ("PAA") são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Valor justo de propriedades para investimento Por que é um PAAConforme divulgado na nota explicativa nº 10 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Companhia transferiu certos imóveis, antes registrados como imobilizado a custo, para a rubrica "Propriedades para investimentos", os quais, após o reconhecimento inicial foram mensurados pelo valor justo, resultando em uma mais-valia de R$167.454 mil, registrada em contrapartida de ajustes de avaliação patrimonial no patrimônio líquido, líquida do efeito de impostos diferido passivo de R$56.934 mil. A mais-valia apurada foi considerada como um principal assunto em nossa auditoria, pois: (i) o valor envolvido é significativo (ii) a avaliação ao valor justo envolve certo nível de julgamento e (iii) é uma transação não usual. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) a utilização de nossos especialistas em valor justo para nos auxiliar a avaliar e desafiar a metodologia de avaliação e as principais premissas utilizadas na mensuração do valor justo realizada pelo especialista da Administração (ii) a avaliação dos aspectos contábeis da transação à luz do pronunciamento técnico CPC 28 e da norma IAS 40 - Propriedade para Investimento.Examinamos também a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia sobre esse assunto, incluídas nas notas explicativas nº 2.2 e nº 10 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Com base nas evidências obtidas por meio de nossos procedimentos anteriormente descritos, consideramos que a avaliação realizada pela Administração para mensuração do valor justo das propriedades para investimento, sua contabilização e as respectivas divulgações em notas explicativas são adequadas no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Realização do imposto de renda diferido ativoPor que é um PAAEm 31 de dezembro de 2017, a Companhia possui reconhecido em suas demonstrações financeiras consolidadas imposto de renda diferido ativo no montante de R$142.004 mil. A realização do imposto de renda diferido ativo foi considerada como um principal assunto em nossa auditoria, pois: (i) o valor envolvido é significativo (ii) o nível de julgamento da Administração na determinação das premissas utilizadas na estimativa das projeções dos lucros tributáveis é significativo e (iii) a realização desses créditos depende do sucesso da Administração em atingir os resultados projetados.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) análise retrospectiva dos resultados históricos da Companhia em relação às projeções (ii) avaliação e desafio das premissas utilizadas nas estimativas relacionadas a geração de lucros tributáveis futuros que permitem a realização do imposto de renda diferido ativo registrado que incluem a taxa de crescimento da receita, margens bruta e operacional, projeções de incentivos fiscais e a despesa financeira projetada (iii) avaliação das evidências negativas e positivas à luz do pronunciamento técnico CPC 32 e da norma IAS 12 - Imposto sobre a Renda, considerando ainda as evidências contraditórias e a objetividade das referidas evidências.Examinamos também a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia sobre esse assunto, incluídas nas notas explicativas nº 2.2 e nº 18 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Com base nas evidências obtidas por meio de nossos procedimentos anteriormente descritos, consideramos que os critérios e as premissas-chave utilizados pela Administração no desenvolvimento do estudo técnico de realização dos saldos de imposto de renda diferido, bem como as respectivas divulgações em notas explicativas, são adequados no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Valores a receber sobre venda de imobilizado Por que é um PAAConforme divulgado na nota explicativa nº 8 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, em 31 de dezembro de 2017, a Companhia possui reconhecido em suas demonstrações financeiras consolidadas contas a receber do município de Montes Claros, MG, sobre venda de imobilizado, classificado no ativo não circulante, no montante de R$54.587 mil. Consideramos o risco da não realização do contas a receber sobre venda de imobilizado como um principal assunto de auditoria, pois: (i) o valor envolvido é significativo e (ii) o nível de julgamento da Administração quanto às premissas utilizadas na determinação da expectativa de realização desse saldo é significativo.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) entendimento e avaliação dos termos contratuais e garantias reais da transação (ii) análise do protocolo de intenções com o objetivo de viabilizar a implantação do complexo da nova Prefeitura Municipal assinado com a Prefeitura de Montes Clar os e (iii) entendimento e análise da avaliação da Companhia sobre os efeitos desse protocolo na realização do recebível.Examinamos também a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia sobre esse assunto, incluídas na nota explicativa nº 8 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Com base nos procedimentos efetuados, consideramos que os julgamentos exercidos pela Administração relacionados à expectativa de realização dos valores a receber e as respectivas divulgações em notas explicativas são adequados no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão reconciliadas com as demais demonstrações financeiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse pronunciamento técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração, e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito. Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e de suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e de suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e de suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do Grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, pela supervisão e pelo desempenho da auditoria do Grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 21 de março de 2018DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Roberto Wagner PromenzioAuditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 088438/O-9

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

SPRINGS GLOBAL PARTICIPAÇÕES S.A.CNPJ/MF Nº 07.718.269/0001-57NIRE 3130002243-9Companhia AbertaNos termos do artigo 25, vi, da Instrução CVM 480/09, segue declaração da diretoria sobre as demonstrações financeiras.DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASA Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2017, autorizando sua conclusão nesta data, em atendimento ao inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009. São Paulo, 21 de março de 2018. SPRINGS GLOBAL PARTICIPAÇÕES S.A.Josué Christiano Gomes da Silva Pedro Garcia Bastos Neto Diretor Presidente Diretor de Assuntos Corporativos e financeiro Alessandra Eloy Gadelha Diretora de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

SPRINGS GLOBAL PARTICIPAÇÕES S.A.CNPJ/MF Nº 07.718.269/0001-57NIRE 3130002243-9Companhia AbertaNos termos do artigo 25, v, da Instrução CVM 480/09, segue declaração da diretoria sobre o parecer dos auditores independentesDECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE O PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTESA Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com o conteúdo e opinião expressos no parecer dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia do exercício de 2017, emitido nesta data, em atendimento ao inciso V do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009. São Paulo, 21 de março de 2018. SPRINGS GLOBAL PARTICIPAÇÕES S.A.Josué Christiano Gomes da Silva Pedro Garcia Bastos Neto Diretor Presidente Diretor de Assuntos Corporativos e financeiro Alessandra Eloy Gadelha Diretora de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

SPRINGS GLOBAL PARTICIPAÇÕES S.A.CNPJ/MF n° 07.718.269/0001-57 - NIRE 3130002243-9 Companhia AbertaPARECER DO CONSELHO FISCALOs membros do Conselho Fiscal, nos termos do artigo 163 da Lei n° 6.404/76, após terem examinado o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras da Springs Global Participações S.A., relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 e, tendo em vista o parecer sem ressalvas da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, opinam favoravelmente ao encaminhamento dos referidos documentos e do orçamento de capital do exercício de 2018 para a Assembleia Geral Ordinária dos acionistas, a realizar-se até o dia 30 de abril próximo, tendo o conselheiro Renato Sobral Pires Chaves manifestado discordância quanto ao não reconhecimento de provisão relativa à realização de ativo decorrente da venda de imobilizado, descrito na nota explicativa nº 8 às demonstrações financeiras.São Paulo-SP, 21 de março de 2018. César Pereira Vanucci João Martinez Fortes Júnior Renato Sobral Pires Chaves ___________________________________________________________________________________________________________MANIFESTAÇÃO DE VOTO NA REUNIÃO DO CONSELHO FISCAL DE 21/03/2018Considerando que:o CPC 38, no que tange à perda no valor recuperável e perda por não recebimento de ativos, considera como evidência objetiva para o reconhecimento de perda parcial a hipótese de descumprimento contratual, incluindo atraso em pagamentos, além da significativa dificuldade financeira do obrigadoa inadimplência do contrato é de 100% das parcelas vencidasnenhuma garantia contratual foi executada pela Cia. até a presente data, especialmente aquela que trata do vinculo das receitas e quotas do Fundo de Participação do Município - FPMo Protocolo de Intenções assinado com a Prefeitura de Montes Claros em 27/10/17 não permite ainda qualquer projeção razoável sobre o resultado de uma futura transação, pois existe, de um lado, a incerteza sobre os valores dos imóveis a serem recebidos pela Coteminas, e de outro, a certeza de custos adicionais para a Cia. com obras de implantação da Cidade Administrativa (R$ 10,477 milhões) e contratação diversas (R$ 300 mil)Manifesto minha discordância de opinião quanto às demonstrações financeiras findas em 31/12/2017 por conta do não reconhecimento de provisão para perda sobre os valores vencidos no contrato de venda de imóvel para a Prefeitura de Montes Claros.São Paulo (SP), 21 de março de 2018.Renato ChavesConselheiro Fiscal da Springs Global Participações S/A

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

A Companhia não possui Comitê de Auditoria.

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

A Companhia não possui Comitê de Auditoria.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.