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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 16772Versão 4 · reapresentaçãoRecebida em 03/06/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de BNDES PARTICIPACOES SA BNDESPAR

BNDES PARTICIPACOES SA BNDESPAR · CNPJ 00.383.281/0001-09

Versões deste exercício: v1 (27/03/2019) · v2 (20/05/2019) · v3 (03/06/2019) · v4 (03/06/2019), esta

BNDES PARTICIPACOES SA BNDESPAR
CNPJ 00.383.281/0001-09
DFP 2018 (V4)
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
BNDES PARTICIPACOES SA BNDESPAR
CNPJ
00.383.281/0001-09
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
03/06/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total107.064.89289.114.32420,1%
1.01Ativo Circulante33.819.42013.319.268153,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa22.391.43811.188.408100,1%
1.01.02Aplicações Financeiras5.505.4361.036.704431,1%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado583.042658.621−11,5%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo247.096658.246−62,5%
1.01.02.01.03Instrumentos Financeiros Derivativos335.94637589.485,6%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes4.922.394260.5661.789,1%
1.01.02.02.01Títulos Disponíveis para Venda086.077−100,0%
1.01.02.02.02Ações4.922.394174.4892.721,0%
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado0117.517−100,0%
1.01.03Contas a Receber00
1.01.03.01Clientes00
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques00
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar00
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes5.922.5461.094.156441,3%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda4.102.8770
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros1.819.6691.094.15666,3%
1.01.08.03.01Venda a Prazo de Títulos e Valores Mobiliários65.69726.952143,8%
1.01.08.03.02(-) Provisão para Redução ao Valor Recuperável−12.493−7.758−61,0%
1.01.08.03.03Direitos Recebíveis39.57334.76713,8%
1.01.08.03.04(-) Provisão para Redução ao Valor Recuperável−9.427−12.08622,0%
1.01.08.03.05Juros sobre Capital Próprio e Dividendos a Receber782.645275.229184,4%
1.01.08.03.06Impostos e Contribuições a Recuperar e Antecipações244.196237.0733,0%
1.01.08.03.07Devedores por Depósitos em Garantia4.8884.7303,3%
1.01.08.03.08Adiantamentos para Aquisição de Títulos00
1.01.08.03.09Créditos perante o Tesouro Nacional00
1.01.08.03.10Títulos a Receber00
1.01.08.03.11Cessão de Direito de Capitalização462.245516.825−10,6%
1.01.08.03.12Bens Não de Uso Próprio9999990,0%
1.01.08.03.20Outros241.34617.4251.285,1%
1.02Ativo Não Circulante73.245.47275.795.056−3,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo64.124.03060.642.5665,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado3.358.4603.221.9454,2%
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo3.358.4603.221.9454,2%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes55.431.93551.437.5947,8%
1.02.01.02.01Títulos Disponíveis para Venda0263.177−100,0%
1.02.01.02.02Ações53.749.25449.523.0808,5%
1.02.01.02.03Cotas de Fundos de Investimento1.682.6811.651.3371,9%
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado2.968.2904.279.018−30,6%
1.02.01.04Contas a Receber00
1.02.01.04.01Clientes00
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos00
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.08Despesas Antecipadas00
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.02Créditos com Controladas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes2.365.3451.704.00938,8%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Venda a Prazo de Títulos e Valores Mobiliários961.8491.078.635−10,8%
1.02.01.10.04(-) Provisão para redução ao valor recuperável−231.170−310.48225,5%
1.02.01.10.05Direitos Recebíveis864.89336.8752.245,5%
1.02.01.10.06(-) Provisão para Redução ao Valor Recuperável−170.991−12.818−1.234,0%
1.02.01.10.07Incentivos Fiscais234.578214.1949,5%
1.02.01.10.08Juros sobre Capital Próprio e Dividendos a Receber00
1.02.01.10.09Devedores por Depósitos em Garantia705.458697.0301,2%
1.02.01.10.20Outros72857526,6%
1.02.02Investimentos9.121.44215.152.490−39,8%
1.02.02.01Participações Societárias9.121.44215.152.490−39,8%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas9.121.44215.152.490−39,8%
1.02.02.01.02Participações em Controladas00
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.04Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado00
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Direito de Uso em Andamento00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível00
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do Auditor Independente sobre as Demonstrações ContábeisAos: Acionistas, Conselheiros e Administradores da BNDES Participações S.A.Brasília - DFOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis da BNDES Participações S.A. - BNDESPAR ("BNDESPAR ou Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da BNDES Participações S.A. - BNDESPAR em 31 de dezembro de 2018, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Dessa forma, determinamos que os assuntos descritos abaixo são os principais assuntos de auditoria a serem comunicados em nosso relatório. Alienação de coligadaConforme divulgado na Nota explicativa 17 - Eventos subsequentes, a Companhia realizou a alienação do investimento na Coligada Fibria Celulose S.A. ("Fibria"), conforme os termos previstos no "Compromisso de voto e outras obrigações", datado de 16 de março de 2018 entre a Companhia, Votorantim S.A. ("Votorantim") e Suzano Papel e Celulose S.A. ("Suzano"), cujas condições suspensivas foram finalizadas em 29 de novembro de 2018 e a data de consumação da operação deu-se em 14 de janeiro de 2019, mediante a liquidação financeira e recebimento de ações da Eucalipto Holding S.A., substituídas por ações da Suzano, em troca da participação societária na coligada Fibria. Adicionalmente, considerando que: (a) as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) determinam critérios para que ativos destinados a venda sejam apropriadamente classificados nas demonstrações contábeis (b) eventos subsequentes ocorridos após a data do balanço, mas antes da emissão das demonstrações contábeis, embora não originem ajustes, devam ser divulgados (c) os montantes envolvidos na operação são relevantes para a Companhia, e (d) havia a necessidade de se determinar o momento apropriado da baixa efetiva do investimento mantido na coligada, ou seja, se seria um evento subsequente ou uma transação a ser registrada no exercício corrente, consideramos esse assunto como de risco e significativo para a nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaEfetuamos, entre outros procedimentos, a leitura e exame dos principais documentos relacionados com a alienação da Fibria, análise dos atos societários relevantes e os principais eventos e condições que levaram a administração a concluir sobre a data efetiva de alienação e transferência efetiva da participação detida da coligada. Observamos também, se os normativos aplicáveis à transação foram adequadamente tratados e interpretados pela Companhia, tais como os Pronunciamentos contábeis emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC, as norma internacionais de relatório financeiro (IFRS) e as Deliberações emitidas pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM, no que se refere ao momento específico da baixa e/ou alienação do investimento na coligada, classificado como mantido para venda no ativo circulante. Adicionalmente, com o objetivo de observar se havia consistência no tratamento dado pelo BNDESPAR, com referência ao momento específico da baixa, procedemos com a leitura das demonstrações contábeis da Suzano, aprovados pelo seu Conselho de administração em 21 de fevereiro de 2019, cujo relatório do auditor independente, sem modificação foi emitido na mesma data, onde sua administração efetua divulgação sobre eventos societários e subsequentes, concluindo tratar-se efetivamente de um evento subsequente com referência à combinação de negócios havida entre as empresas Fibria e Suzano.Com base na abordagem e nos procedimentos de auditoria executados, consideramos como adequadas as premissas e metodologia utilizadas, bem como as divulgações efetuadas pela Administração, em sua avaliação e análises dos eventos subsequentes no que se refere a alienação do investimento em coligada, no contexto das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Adoção do CPC 48 - Instrumentos financeiros Conforme descrito nas Notas explicativas 2.6, 4.2, 4.3, 5, 6, 7, 9 e 19.4, a Companhia realizou análise sobre a classificação dos ativos financeiros, a partir de 1° de janeiro de 2018, quando o CPC 48 - Instrumentos financeiros entrou em vigor. As principais alterações introduzidas com a adoção do CPC 48 são: (a) mudança do critério de provisão estimada para crédito de liquidação duvidosa de perda incorrida para provisão de perda esperada, e (b) revisão dos critérios de classificação e mensuração dos ativos financeiros entre custo amortizado, valor justo por meio do resultado (VJDRE) e valor justo por meio de outros resultados abrangentes (VJORA). A provisão de perda esperada envolve julgamento da Administração na classificação do ativo financeiro nos estágios previstos no CPC 48, bem como a aplicação de metodologia e premissas que avaliam a situação financeira do devedor, os fluxos de caixa esperados, os valores possíveis de recuperação e a realização de garantias. Adicionalmente, conforme divulgado na nota explicativa 19.4, a classificação dos instrumentos financeiros passou a ser realizada com base nos modelos de negócios que melhor refletem os portfólios de ativos financeiros administrados pela Companhia para atingir os objetivos de negócios e nas características de seus fluxos de caixa (Teste de pagamentos de principal e juros - SPPI Test). A mensuração do valor justo desses instrumentos financeiros está sujeita a um nível maior de incerteza, uma vez que depende de técnicas de avaliação baseadas em modelos internos e que envolvem premissas da Administração para estimar esses valores. Em função da alteração significativa entre os critérios até então utilizados pela Companhia decorrentes do CPC 38 - Instrumentos financeiros: Reconhecimento e Mensuração substituído pelo CPC 48 - Instrumentos finan ceiros, esse assunto foi considerado como significativo para a nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaEfetuamos a leitura dos modelos de negócios aprovados pelo Conselho de Administração da Companhia e verificamos a aplicação desses modelos de negócios na classificação dos ativos financeiros entre custo amortizado, valor justo por meio do resultado (VJDRE) e valor justo por meio do resultado abrangente (VJORA) na adoção inicial em 1° de janeiro de 2018 e seus respectivos efeitos retroativos nas demonstrações contábeis. Após a seleção de uma amostragem de instrumentos financeiros, adotamos a seguinte abordagem (a) utilizamos o apoio de especialistas para realizarmos o recálculo das provisões para perdas de crédito esperadas com base nos modelos de negócios implementados (b) comparamos os resultados obtidos com os valores apurados pela Companhia e (c) verificamos os registros contábeis dessas provisões para perdas de crédito esperadas nas demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2018. Os nossos procedimentos incluíram também a avaliação das divulgações efetuadas pela BNDESPAR às demonstrações contábeis descritas nas Notas explicativas 2.6, 4.2, 4.3, 5, 6, 7, 9 e 19.4. Com base na abordagem e nos procedimentos de auditoria executados, consideramos adequada as premissas e metodologia utilizadas pela Administração para a apresentação dos ativos financeiros e seus respectivos registros contábeis no contexto das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. ÊnfaseInvestigações em andamento - Investida JBS S.A. ("JBS ou coligada")Chamamos a atenção para a Nota explicativa n° 4.3.1 às demonstrações contábeis que descreve que se encontra em andamento uma investigação externa e independente e outras medidas legais conduzidas pelo Ministério Público Federal e autoridades públicas acerca dos fatos relacionados à JBS, no contexto das operações específicas que investigam, principalmente, práticas relacionadas à corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo determinados executivos e ex-executivos do grupo J&F, controlador da investida JBS S.A. Adicionalmente, conforme divulgado na Nota explicativa 20 às demonstrações contábeis, que informa que a Administração do Controlador da BNDESPAR, em conjunto com a Administração da Companhia, iniciou um processo de investigação independente, conduzido por assessores jurídicos externos, para realizar inspeção de operações de aportes de capital realizadas pela Companhia na JBS S.A., com o objetivo de apurar eventual ato praticado em desconformidade com as leis anticorrupção aplicáveis às transações da BNDESPAR. Devido ao estágio atual dos trabalhos, ainda não existem elementos para avaliar qual será o resultado dos mesmos e, se houver, quais seriam os eventuais impactos sobre as demonstrações contábeis da Companhia e suas respectivas divulgações. Nossa opinião não está ressalvada em relação a esses assuntos.Outros assuntos Demonstração do valor adicionadoA demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorAs demonstrações contábeis correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, apresentados para fins de comparação, foram por nós examinadas e o relatório datado de 02 de março de 2018, continha ressalva quanto a limitação de escopo sobre o investimento na coligada JBS S.A. decorrente da ausência de demonstrações contábeis auditadas na data-base de 31 de outubro de 2017 utilizada para fins de apuração do saldo do investimento e da respectiva equivalência patrimonial reconhecida na demonstração do resultado daquele exercício. Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis não abrange o Relatório da Administração e não expressamos nenhuma forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações contábeis A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeisNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissiona l ao longo da auditoria. Além disso:  Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive das eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Rio de Janeiro, 20 de março de 2019.Ana Cristina Linhares AreosaCT CRC RJ-081.409/O-3 "S" - DFGrant Thornton Auditores IndependentesCRC SP-025.583/O-1 "S" - DF

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Interessada: BNDES PARTICIPAÇÕES S.A. - BNDESPAR C.N.P.J.: 00.383.281/0001-09 NIRE: 533.0000.2371 Avenida República do Chile, 100 - parte 20031-917 - Rio de Janeiro - RJ Assunto: Demonstrações Financeiras referentes ao exercício encerrado em 31/12/18 e Relatório dos Auditores Externos. Referência: ARTIGO 25, §1º, V E VI, da INSTRUÇÃO CVM Nº 480, de 07.12.09 INFORMAÇÃO PADRONIZADA AICR/DEPCO 07/2019 de 27/02/19 e PARECER sobre as DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS emitido por GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES.A Diretoria, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 18, inciso VIII, do Estatuto da BNDESPAR, declara que reviu, discutiu e concordou com as opiniões expressas no Parecer dos Auditores Externos GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES e com as Demonstrações Financeiras da BNDES Participações S.A. - BNDESPAR, referentes ao exercício encerrado em 31/12/18. Rio de Janeiro, 20 de março de 2019 Joaquim Vieira Ferreira Levy - PresidenteCláudia Pimentel Trindade PratesEliane Aleixo Lustosa de AndradeHenrique Bastos RochaJosé Flávio Ferreira RamosKarla Bertocco TrindadeRicardo Luiz de Souza Ramos

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Interessada: BNDES PARTICIPAÇÕES S.A. - BNDESPAR C.N.P.J.: 00.383.281/0001-09 NIRE: 533.0000.2371 Avenida República do Chile, 100 - parte 20031-917 - Rio de Janeiro - RJ Assunto: Demonstrações Financeiras referentes ao exercício encerrado em 31/12/18 e Relatório dos Auditores Externos. Referência: ARTIGO 25, §1º, V E VI, da INSTRUÇÃO CVM Nº 480, de 07.12.09 INFORMAÇÃO PADRONIZADA AICR/DEPCO 07/2019 de 27/02/19 e PARECER sobre as DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS emitido por GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES.A Diretoria, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 18, inciso VIII, do Estatuto da BNDESPAR, declara que reviu, discutiu e concordou com as opiniões expressas no Parecer dos Auditores Externos GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES e com as Demonstrações Financeiras da BNDES Participações S.A. - BNDESPAR, referentes ao exercício encerrado em 31/12/18. Rio de Janeiro, 20 de março de 2019 Joaquim Vieira Ferreira Levy - PresidenteCláudia Pimentel Trindade PratesEliane Aleixo Lustosa de AndradeHenrique Bastos RochaJosé Flávio Ferreira RamosKarla Bertocco TrindadeRicardo Luiz de Souza Ramos

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER CONSELHO FISCAL(No. 01 /2019)O Conselho Fiscal da BNDES Participações S.A. - BNDESPAR (CNPJ: 00.383.281/0001-09 e NIRE 533.0000.2371), no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Art. 24, incisos III, V e X do Estatuto da BNDESPAR, c/c Art. 163, incisos II, III e VII da Lei Nº 6.404/76, examinou o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício encerrado em 31/12/18, e, com base em seu exame e no Relatório dos Auditores Externos GRANT THORNTON AUDITORES INDEPENDENTES, de 20/03/19, é de opinião que os referidos documentos societários representam, adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da BNDESPAR em 31/12/18, o resultado de suas operações, as mutações do seu patrimônio líquido, os seus fluxos de caixa e o valor adicionado às operações, correspondentes ao exercício encerrado naquela data, e estão de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, em observância às disposições da Lei das Sociedades por Ações, Pronunciamentos, Interpretações e Orientações emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC e as normas emanadas pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM.Na mesma ocasião, o Conselho Fiscal também examinou e não se opôs à proposta de destinação do lucro líquido do exercício e do saldo das contas de lucros acumulados, após absorção de prejuízos acumulados, no montante de R$ 5.801.841.989,24 (cinco bilhões, oitocentos e um milhões, oitocentos e quarenta e um mil, novecentos e oitenta e nove reais e vinte e quatro centavos), já contemplada nas referidas demonstrações financeiras, a seguir discriminada:a) 5%, correspondentes a R$ 290.092.099,46 (duzentos e noventa milhões, noventa e dois mil, noventa e nove reais e quarenta e seis centavos), para a constituição da Reserva Legal b) 25%, após constituição da Reserva Legal, no montante de R$ 1.377.937.472,45 (um bilhão, trezentos e setenta e sete milhões, novecentos e trinta e sete mil, quatrocentos e setenta e dois reais e quarenta e cinco centavos), a título de dividendos mínimos obrigatórios c) 40%, após constituição da Reserva Legal e deduzido o montante da Reserva Estatutária, no montante de R$ 2.187.080.801,05 (dois bilhões, cento e oitenta e sete milhões, oitenta mil, oitocentos e um reais e cinco centavos), para a constituição de Reserva para Futuro Aumento de Capitald) 35%, após constituição da Reserva Legal, no montante de R$ 1.929.112.461,42 (um bilhão, novecentos e vinte e nove milhões, cento e doze mil, quatrocentos e sessenta e um reais e quarenta e dois centavos), a título de dividendos complementares ee) R$ 17.619.154,86 (dezessete milhões, seiscentos e dezenove mil, cento e cinquenta e quatro reais e oitenta e seis centavos), para a constituição de Reserva Estatutária, com a finalidade de compatibilização de práticas contábeis.Rio de Janeiro (RJ), 22 de março de 2019José Franco Medeiros de MoraisLuis Eduardo SalemMariângela Fialek

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.