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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2019251 páginasCódigo CVM 19348Versão 1Recebida em 10/02/2020valores em R$ mil

DFP 2019 de ITAU UNIBANCO HOLDING S.A.

ITAU UNIBANCO HOLDING S.A. · CNPJ 60.872.504/0001-23

ITAU UNIBANCO HOLDING S.A.
CNPJ 60.872.504/0001-23
DFP 2019
Exercício 2019
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Metadados

Empresa
ITAU UNIBANCO HOLDING S.A.
CNPJ
60.872.504/0001-23
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
251
Ano de referência
2019*
Publicado em
10/02/2020 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:27

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201931/12/2018Var.
1Ativo Total1.637.481.0001.552.797.0005,5%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa30.367.00037.159.000−18,3%
1.02Ativos Financeiros1.501.481.0001.424.876.0005,4%
1.02.01Ativos Financeiros Avaliados a Valor Justo através do Resultado322.929.000286.646.00012,7%
1.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.03Depositos Compulsórios no Banco Central00—
1.02.01.04Títulos e Valores Mobiliários281.075.000263.180.0006,8%
1.02.01.05Derivativos41.854.00023.466.00078,4%
1.02.02Ativos Financeiros Avaliados a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes76.660.00049.323.00055,4%
1.02.03Ativos Financeiros Avaliados ao Custo Amortizado1.101.892.0001.088.907.0001,2%
1.02.03.01Aplicações em Depósitos Interfinanceiros34.583.00026.420.00030,9%
1.02.03.02Aplicações no Mercado Aberto198.428.000280.136.000−29,2%
1.02.03.03Títulos e Valores Mobiliários133.119.000110.395.00020,6%
1.02.03.04Operações de Crédito e Arrendamento Mercantil Financeiro585.791.000536.091.0009,3%
1.02.03.05Outros Ativos Financeiros94.752.00075.090.00026,2%
1.02.03.06(-) Provisão para Perda Esperada−36.029.000−33.373.000−8,0%
1.02.03.07Depositos Compulsórios no Banco Central91.248.00094.148.000−3,1%
1.03Tributos Diferidos48.960.00042.830.00014,3%
1.03.01Imposto de Renda e Contribuição Social - Correntes1.644.0002.831.000−41,9%
1.03.02Imposto de Renda e Contribuição Social - Diferido38.914.00032.781.00018,7%
1.03.03Outros8.402.0007.218.00016,4%
1.04Outros Ativos14.691.0009.282.00058,3%
1.04.01Ativos Não Correntes a Venda00—
1.04.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.04.03Outros14.691.0009.282.00058,3%
1.05Investimentos15.097.00012.019.00025,6%
1.05.01Participações em Coligadas00—
1.05.02Participações em Controladas em Conjunto00—
1.05.03Propriedades para Investimento00—
1.05.04Outros Investimentos00—
1.06Imobilizado7.166.0007.302.000−1,9%
1.06.01Imobilizado de Uso00—
1.06.02Direito de Uso em Arrendamento00—
1.07Intangível19.719.00019.329.0002,0%
1.07.01Intangíveis00—
1.07.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasItaú Unibanco Holding S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais do Itaú Unibanco Holding S.A. ("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2019 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, assim como as demonstrações contábeis consolidadas do Itaú Unibanco Holding S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2019 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Itaú Unibanco Holding S.A. e do Itaú Unibanco Holding S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2019, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o semestre e exercício findos nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício de 2019. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Nossa auditoria do exercício de 2019 foi planejada e executada considerando que as operações do Banco e do Consolidado não apresentaram modificações significativas em relação ao ano anterior. Nesse contexto, os Principais Assuntos de Auditoria, bem como nossa abordagem de auditoria, mantiveram-se substancialmente alinhados àqueles do exercício de 2018.Porque é um PAA Provisão para créditos de liquidação duvidosa (PCLD) (Notas 3(f) e 6) A apuração do valor da provisão para créditos de liquidação duvidosa requer julgamento da administração. A identificação de situações de comprometimento do valor recuperável dos créditos e a determinação do valor da provisão para créditos de liquidação duvidosa envolve um processo com várias premissas e fatores, incluindo a situação financeira da contraparte, os fluxos de caixa futuros esperados, os valores estimados de recuperação e realização das garantias.O uso de diferentes técnicas e premissas de modelagem poderia resultar em estimativa de valor de recuperação significativamente diferente. Adicionalmente, o gerenciamento de risco de crédito é complexo e dependente de base de dados completa e íntegra, incluindo as garantias e as renegociações por se tratarem de aspectos importantes na determinação da PCLD. Considerando o exposto acima, essa área manteve-se como foco em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria consideraram, entre outros:Teste do desenho e da efetividade dos principais controles para apuração da provisão para créditos de liquidação duvidosa, incluindo: (i) totalidade e integridade da base de dados (ii) modelos e premissas adotados pela administração na determinação do valor recuperável da carteira de créditos (iii) monitoramento e valorização das garantias (iv) identificação, aprovação e monitoramento das operações renegociadas e (v) processos estabelecidos pela administração para cumprimento das premissas e normas do Banco Central do Brasil e do Conselho Monetário Nacional, bem como para as divulgações em notas explicativas.Para a provisão para créditos de liquidação duvidosa calculada individualmente, testamos as premissas relevantes adotadas para identificação da situação de perda do valor recuperável e consequente determinação dos ratings dos devedores, bem como as previsões de fluxos de caixa futuros, as garantias subjacentes e as estimativas de recuperação de créditos vencidos. Para a provisão para créditos de liquidação duvidosa calculada numa base coletiva, testamos os modelos subjacentes, incluindo o processo de aprovação de modelos e de validação das premissas adotadas para determinação das estimativas de perdas e de recuperação, bem como a consistência dos modelos com os aplicados em períodos anteriores.Testamos as entradas para os modelos e, quando disponíveis, comparamos determinados dados e premissas com informações de mercado.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração na determinação e registro da provisão para créditos de liquidação duvidosa são apropriados e consistentes no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis. Mensuração do valor justo dos instrumentos financeiros com pouca liquidez e/ou sem mercado ativo (Notas 3(c), 3(d) e 5)A mensuração do valor justo de instrumentos financeiros com pouca liquidez e/ou sem mercado ativo é uma área que inclui subjetividade, uma vez que depende de técnicas de avaliação realizadas com base em modelos internos e que envolvem premissas da administração para sua valorização. Adicionalmente, o gerenciamento de risco de mercado é complexo, especialmente em momentos de alta volatilidade, bem como em situações onde os preços observáveis ou parâmetros de mercado não estão disponíveis. Esses instrumentos financeiros são substancialmente compostos por aplicações em títulos emitidos por empresas e por contratos de derivativos.Essa é uma área que permanece como foco em nossa auditoria, uma vez que o uso de diferentes técnicas de avaliação e premissas poderiam produzir estimativas de valor justo significativamente diferentes.Nossos procedimentos de auditoria consideraram, entre outros:Teste do desenho e da efetividade dos principais controles estabelecidos para valorização desses instrumentos financeiros, bem como a aprovação dos modelos e divulgações requeridas.Com o apoio de nossos especialistas, analisamos as principais metodologias de valorização desses instrumentos financeiros e as premissas mais significativas adotadas pela administração mediante a comparação com metodologias e premissas independentes. Reexecutamos, em base amostral, a valorização de determinadas operações, bem como comparamos as premissas e metodologias utilizadas pela administração com nosso conhecimento sobre práticas de valorização usualmente adotadas e analisamos a consistência dessas metodologias com as aplicadas em períodos anteriores.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração na mensuração do valor justo desses instrumentos financeiros são apropriados e consistentes com as divulgações em notas explicativas. Ambiente de tecnologia da informação O Itaú Unibanco Holding S.A. e suas controladas são dependentes da sua estrutura de tecnologia para processamento de suas operações e consequente elaboração das demonstrações contábeis. A tecnologia representa aspecto fundamental na evolução dos negócios do Itaú Unibanco e nos últimos anos, foram feitos investimentos significativos de curto e longo prazo em sistemas e processos de tecnologia da informação.A estrutura de tecnologia, devido ao histórico de aquisições e porte de suas operações, é composta por mais de um ambiente com processos distintos e controles segregados. A não adequação do ambiente de controles gerais de tecnologia e de seus controles dependentes poderia acarretar em processamento incorreto de informações críticas utilizadas para a elaboração das demonstrações contábeis, bem como ocasionar riscos relacionados à segurança da informação e cybersecurity. Dessa forma, essa área continuou como foco de nossos trabalhos de auditoria.Como parte de nossos procedimentos de auditoria, com o auxílio de nossos especialistas, atualizamos nossa avaliação do ambiente de tecnologia da informação, incluindo os controles automatizados dos sistemas aplicativos relevantes para a elaboração das demonstrações contábeis.Os procedimentos executados envolveram a combinação de testes do desenho e da efetividade dos principais controles relevantes e, quando necessário, testes dos controles compensatórios, bem como a execução de testes relacionados com a segurança da informação, incluindo gestão de acesso e segregação de função.Os procedimentos de auditoria aplicados, resultaram em evidências apropriadas que foram consideradas na determinação da natureza, época e extensão dos demais procedimentos de auditoria. Crédito tributário (Notas 3(p) e 11(b))O crédito tributário oriundo de diferenças temporárias, prejuízos fiscais do imposto de renda e base negativa de contribuição social é registrado à medida em que a administração considera provável que o Itaú Unibanco Holding S.A. e suas controladas irão gerar lucro tributário futuro suficiente para utilizar os referidos créditos tributários. A projeção de lucro tributário futuro contém diversas premissas de natureza subjetiva estabelecidas pela administração.Continuamos considerando essa área como foco de nossa auditoria, pois os valores envolvidos são relevantes e a utilização de diferentes premissas na projeção do lucro tributário futuro poderia modificar significativamente os valores e os prazos previstos para realização dos créditos tributários, com consequente impacto contábil.Confirmamos nosso entendimento e testamos o desenho e a efetividade dos principais controles estabelecidos pela administração para apuração dos créditos tributários seu registro e divulgações nos termos das normas contábeis e requisitos específicos do Banco Central do Brasil e do Conselho Monetário Nacional, que incluem a necessidade de análise das perspectivas de realização desses créditos, mediante projeções de lucros tributários futuros, para cada empresa integrante do Consolidado.Comparamos as premissas críticas utilizadas para a projeção dos resultados futuros com informações de projeções macroeconômicas divulgadas no mercado e com dados históricos para corroborar a consistência das estimativas.Com o auxílio de nossos especialistas na área tributária, realizamos testes sobre a natureza e os montantes das diferenças temporárias, prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social sobre o lucro líquido, passíveis de serem deduzidos das bases de tributos futuros. Consideramos que as premissas adotadas pela administração na apuração e registro dos créditos tributários são apropriadas e consistentes com as divulgações em notas explicativas. Realização dos valores registrados nas contas de ativo intangível e ágio (Notas 3(j), 3(k) e 12(b II))Os saldos do intangível e ágio são submetidos, semestralmente, a teste de perda por redução ao valor recuperável. Esse teste envolve estimativas e julgamentos significativos, incluindo a identificação de unidades geradoras de caixa. A determinação dos fluxos de caixa esperados e a taxa de juros ajustada ao risco para cada unidade geradora de caixa ou grupo de unidades geradoras de caixa requer o exercício de julgamento e o uso de estimativas por parte da administração.Continuamos considerando essa uma área de foco de auditoria por: (i) envolver a projeção de resultados futuros, em que a utilização de diferentes premissas pode modificar significativamente as perspectivas de realização desses ativos e a eventual necessidade de registro de redução ao valor recuperável, com consequente impacto nas demonstrações contábeis (ii) pela representatividade do saldo dessas contas no contexto das demonstrações contábeis.Confirmamos nosso entendimento e testamos o desenho e efetividade dos principais controles estabelecidos, incluindo a análise das premissas e julgamentos críticos utilizados pela administração.Testamos as projeções e as premissas mais representativas utilizadas pela administração para realização do teste do valor recuperável do intangível, com o objetivo de observar a razoabilidade dessas estimativas de realização.Consideramos que as premissas adotadas pela administração para avaliação da realização dos ativos intangíveis são razoáveis e as divulgações em notas explicativas são consistentes com as informações obtidas. Provisão para passivos contingentes (Notas 3(n) e 9)O Itaú Unibanco Holding S.A. e suas controladas apresentam passivos contingentes decorrentes principalmente de processos judiciais e administrativos, inerentes ao curso normal dos seus negócios, movidos por terceiros, ex-empregados e órgãos públicos em ações cíveis, trabalhistas e de natureza fiscal e previdenciária.Normalmente os referidos processos são encerrados após um longo tempo e envolvem não só discussões acerca do mérito, mas também aspectos processuais complexos, de acordo com a legislação vigente. Nas esferas cível e trabalhista, há a possibilidade de encerramento antecipado dos processos mediante acordos.Durante o exercício de 2019, continuaram os esforços para assinatura dos instrumentos de acordo para encerramento de processos judiciais cíveis relacionados a planos econômicos.Além dos aspectos subjetivos na determinação da possibilidade de perda atribuída a cada processo, a evolução da jurisprudência sobre determinadas causas nem sempre é uniforme. Considerando a relevância dos valores e as incertezas e julgamentos envolvidos, como descrito acima, para a determinação e constituição da provisão e divulgações requeridas de passivos contingentes, continuamos considerando essa uma área de foco de auditoria.Confirmamos nosso entendimento e testamos o desenho e efetividade dos principais controles para identificação, avaliação, monitoramento, mensuração, registro e divulgação das provisões e dos passivos contingentes, incluindo a totalidade e integridade da base de dados. Testamos os modelos utilizados para quantificação dos processos judiciais massificados de natureza cível e trabalhista. Em nossos testes da avaliação do risco dos processos judiciais individualizados de natureza t ributária, cível e trabalhista, utilizamos o apoio de nossos especialistas nas respectivas áreas, quando aplicável, de acordo com a natureza dos processos.Também, realizamos procedimentos de confirmação, em base de testes, junto aos advogados internos e externos responsáveis pelos processos.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração para a determinação da provisão para passivos contingentes, bem como as divulgações efetuadas, são apropriados no contexto das demonstrações contábeis. Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2019, elaboradas sob a responsabilidade da administração do Banco, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e apresentada como informação suplementar para fins do Banco Central do Brasil (BACEN), foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração e a Análise Gerencial da Operação.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e a Análise Gerencial da Operação e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esses relatórios.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e a Análise Gerencial da Operação e, ao fazê-lo, considerar se esses relatórios estão, de forma relevante, inconsistentes com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparentam estar distorcidos de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração e/ou na Análise Gerencial da Operação, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banco ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comuni camo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria, das constatações relevantes de auditoria e, quando eventualmente identificadas durante nossos trabalhos, as deficiências significativas nos controles internos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício de 2019 e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 10 de fevereiro de 2020PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5Emerson Laerte da SilvaContador CRC 1SP171089/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Os Diretores responsáveis pela elaboração das demonstrações financeiras, em conformidade com as disposições do artigo 25, § 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM Nº 480/2009, declaram que: a) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício social de 2019 b) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício social de 2019 e com o relatório de análise gerencial da operação. São Paulo (SP), 10 de fevereiro de 2020.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os Diretores responsáveis pela elaboração das demonstrações financeiras, em conformidade com as disposições do artigo 25, § 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM Nº 480/2009, declaram que: a) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício social de 2019 b) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício social de 2019 e com o relatório de análise gerencial da operação. São Paulo (SP), 10 de fevereiro de 2020.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.CNPJ 60.872.504/0001-23Companhia AbertaNIRE 35300010230Concluído o exame das Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social de 2019 e constatada a exatidão de todos os elementos apreciados, considerando o relatório sem ressalvas da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, os membros efetivos do Conselho Fiscal do ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. são da opinião de que esses documentos refletem adequadamente a situação patrimonial, a posição financeira e as atividades desenvolvidas pela sociedade no período e reúnem condições de serem submetidos à apreciação e aprovação dos Senhores Acionistas.São Paulo (SP), 10 de fevereiro de 2020.JOSÉ CARUSO CRUZ HENRIQUESPresidente do Conselho FiscalALKIMAR RIBEIRO MOURAConselheiroEDUARDO AZEVEDO DO VALLEConselheiro

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.CNPJ. 60.872.504/0001-23 Companhia Aberta NIRE. 35300010230RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIASEGUNDO SEMESTRE DE 2019. O Comitê de Auditoria (Comitê) é um órgão estatutário diretamente relacionado ao Conselho de Administração (Conselho) e atua de acordo com o estabelecido em seu Regulamento (disponível no site: https://www.itau.com.br/relacoes-com-investidores/). Atualmente, é composto por seis membros efetivos e independentes, sendo um integrante do Conselho, eleitos observados os critérios constantes da regulamentação do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP).O Comitê é único para as instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (BACEN) e para as sociedades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), que fazem parte do Conglomerado Financeiro Itaú Unibanco, que abrange o Itaú Unibanco e as suas controladas, diretas ou indiretas (Conglomerado). O Comitê é responsável pela supervisão dos processos de controles internos e de gestão de riscos, das atividades da Auditoria Interna e das empresas de auditoria independente do Conglomerado.O processo de supervisão efetuado pelo Comitê baseia-se nas informações recebidas da Administração, nas apresentações efetuadas pelas diversas diretorias das áreas de negócios e de suporte, no resultado dos trabalhos dos auditores independentes, dos auditores internos e dos responsáveis pelo gerenciamento de riscos e de capital, pelos controles internos e compliance, assim como em suas próprias análises decorrentes de observação direta.A elaboração das demonstrações contábeis do Conglomerado é de responsabilidade da Administração, cabendo-lhe estabelecer os procedimentos necessários para assegurar a qualidade dos processos dos quais se originam as informações utilizadas na preparação das demonstrações e na geração dos relatórios. A Administração também é responsável pelas atividades de controle e monitoramento de riscos, pela supervisão das atividades corporativas de controles internos e por zelar pela conformidade com as normas legais e regulamentares.A Auditoria Interna tem como missão aferir a qualidade e a aderência dos sistemas de controles internos, de gerenciamento de riscos e de capital e o cumprimento das políticas e procedimentos definidos, inclusive aqueles adotados na elaboração dos relatórios contábeis e financeiros.A PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes (PwC) é a responsável pela auditoria independente das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, devendo atestar se elas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira individual e consolidada do Conglomerado, e o desempenho individual e consolidado das operações, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), sendo também de sua responsabilidade auditar as demonstrações contábeis do Conglomerado Prudencial. Os mesmos auditores devem, ainda, emitir anualmente opinião sobre a qualidade e a eficácia dos controles internos vinculados aos relatórios financeiros.Atividades do ComitêNo cumprimento de suas atribuições, o Comitê desenvolveu no período, entre outras, as seguintes atividades:Estrutura de Gerenciamento de Riscos e de Capital, Controles Internos e Compliance - Em reuniões com as áreas responsáveis pelas funções de gestão e coordenação de controles internos e risco operacional, compliance, segurança corporativa e de negócios, o Comitê acompanhou os aspectos significativos relativos à qualidade e à efetividade dos sistemas de controles internos, de gerenciamento de riscos e de capital existentes no Conglomerado, os processos para verificar o cumprimento pela Administração dos dispositivos legais e regulamentares e das normas internas, incluindo os referentes ao risco socioambiental, assim como a evolução da governança de apetite de riscos e da cultura de risco.A Diretoria Executiva de Risco Operacional e Compliance (DEROC) apresentou ao Comitê seu planejamento das atividades para 2020. O Comitê efetuou a avaliação formal anual da atuação da Diretoria de Risco Operacional.Auditoria Independente - Mantido com o auditor independente um canal regular de comunicação para discussão do escopo, planejamento e resultados de seus trabalhos, temas para maior foco de atenção e aspectos contábeis relevantes, de maneira que permita aos seus membros fundamentar opinião acerca da integridade das demonstrações contábeis e relatórios financeiros. Os aspectos relacionados à avaliação, pelo auditor independente, da qualidade e adequação do sistema de controles internos foram apresentados e discutidos com o Comitê. O Comitê solicitou do auditor independente informações sobre seu sistema de revisão de qualidade de trabalhos de auditoria e sobre os resultados das revisões de qualidade efetuados internamente pela PwC, por pares e por reguladores.No semestre o Comitê encaminhou para aprovação do Conselho a política e procedimentos a serem seguidos para a contratação de serviços a serem prestados por auditor independente do Conglomerado.O Comitê liderou o processo de seleção do auditor independente para o ano 2020 apresentando sua recomendação ao Conselho de renomear a PwC como auditor independente de Itaú Unibanco Holding S.A e suas principais subsidiarias.Auditoria Interna - Efetuadas reuniões mensais com o Diretor Executivo de Auditoria Interna e com as três diretorias que compõem a Auditoria Interna (AI) do Conglomerado para acompanhamento da execução do planejamento e alterações propostas, dos resultados dos trabalhos realizados, dos relatórios emitidos, conclusões e recomendações. O Comitê aprovou as propostas apresentadas pela AI de revisão da estrutura e abordagem de trabalhos, que foram consideradas na preparação do planejamento para o ano de 2020, e analisou a política de auditoria interna, revisando seu conteúdo, e deliberando pela sua aprovação.Como parte de suas atribuições, o Comitê efetuou a avaliação formal anual da atuação da Auditoria Interna.Demonstrações Contábeis - Os principais critérios utilizados na preparação das demonstrações contábeis, bem como das notas explicativas e os relatórios da Administração e da empresa de auditoria independente, foram apresentados previamente ao Comitê pela Administração e pelo Auditor Independente. Foram efetuadas reuniões com as diretorias responsáveis pelo acompanhamento do ambiente de controle do processamento contábil e com a área de Finanças sobre temas contábeis relevantes.O Comitê também acompanhou a elaboração e a divulgação das demonstrações contábeis consolidadas, preparadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), incluindo a avaliação efetuada pela Diretoria Executiva de Finanças do ambiente de controle e evolução de processos IFRS 9 - Instrumentos Financeiros e lhe foi apresentado o resultado das demonstrações financeiras do Conglomerado Prudencial.Visão Consumerista - Realizadas reuniões com as diretorias das áreas de negócio e de suporte para acompanhamento do ambiente de controle e da evolução dos temas com impacto em clientes. O Comitê analisou o relatório emitido pela Ouvidoria, referente à sua atuação para o período encerrado em 30 de junho de 2019.Órgãos Reguladores - O Comitê tomou conhecimento dos resultados de inspeções e observações dos órgãos reguladores, as correspondentes ações d a Administração e recebeu informações da AI e da área de Compliance sobre o follow-up dos apontamentos de órgãos reguladores do Brasil e das Unidades Internacionais. Manteve também reuniões com supervisores do Departamento de Supervisão Bancária e do Departamento de Supervisão de Conduta do BACEN.O Comitê acompanhou as alterações regulatórias e normativas em andamento.Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PLD) e Prevenção a Fraude - Efetuadas reuniões com as áreas responsáveis para apresentação dos indicadores relativos aos riscos e do tratamento dado às principais ocorrências. A AI e a Diretoria de Risco de Credito, Modelagem e PLD (DRCM-PLD) , apresentaram ao Comitê o painel de cobertura de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PLD) no Brasil e nas Unidades Internacionais. Foram acompanhadas as atividades da Inspetoria com relação à prevenção de fraude interna e externa.Nos casos de denúncias ou informações públicas, o Comitê, quando considerado conveniente, solicita a atuação da Auditoria Interna, formalizando seu pedido e, se for o caso, os procedimentos mínimos esperados na apuração.Áreas de Negócio e Produtos - Reuniões realizadas com os executivos responsáveis pelas áreas de negócio e de produtos para apresentação da estrutura de governança e de gestão de riscos.Segurança da Informação - Acompanhamento dos temas referentes à proteção de dados, inclusive do plano de implementação para adequação pelo Conglomerado aos requisitos da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), assim como ações adotadas pela área de Tecnologia de Informação e discussão da abordagem e painel de cobertura pela AI referente a temas de segurança da informação e cyber security.Unidades Internacionais - O Comitê acompanhou os aspectos de gestão de risco pelas unidades internacionais com foco especial em aqueles que podem ter impacto reputacional para o Conglomerado tais como segurança de informação e PLD. Em particular, efetuou recomendações e acompanhou o modelo de governança desses riscos desde a matriz. O Comitê solicitou informações sobre o monitoramento desde a matriz dos indicadores sobre os risco de mercado e credito e liquidez, considerando o cenário político e econômico atual de alguns países da America Latina. Também acompanhou a atuação dos Comitês de Auditoria dessas unidades, incluindo reuniões com a AI e PwC sobre a aderência da atuação desses comitês às políticas da Holding e reuniões presenciais em São Paulo com presidentes de Comitês de Auditoria de algumas unidades selecionadas.Membros do Comitê visitaram diversas unidades, realizando reuniões com as áreas de negócios, de suporte, com os comitês de auditoria locais, com a Auditoria Interna, a área de Controles Internos e representantes de órgãos reguladores locais. Integrantes do Comitê atuam como membros efetivos, ou participam como observadores ou como convidados, em comitês de auditoria de unidades no exterior.Outras atividades desenvolvidas no período - O Comitê coordena suas atividades com as do Comitê de Gestão de Risco e Capital, incluindo a participação do seu Presidente como observador nas reuniões desse comitê.O Comitê apresentou relatos mensais das suas atividades para o Conselho e manteve reuniões trimestrais com os Copresidentes do Conselho e com o Diretor Presidente do Itaú Unibanco Holding S.A. para discussão de temas relevantes decorrentes do exercício de suas funções. O Comitê também se reuniu durante o ano com o Conselho Fiscal.No atendimento de suas atribuições, o Comitê realizou reuniões com a Diretoria de Compliance Corporativo (DCC) para: (i) acompanhar a execução do Programa de Integridade e Ética de 2019, incluindo a análise dos indicadores e do planejamento para 2020 no Brasil e Unidades Internacionais e (ii) supervisionar o Programa Corporativo de Prevenção a Atos Ilícitos a partir de informações compiladas e apresentadas pelo DCC, bem como de outros mecanismos de que dispõe. De ressaltar a renovação do selo Pró Ética para 2018/2019.Para realização das atividades e execução dos procedimentos acima descritos, o Comitê reuniu-se 27 dias no período de 19 de agosto de 2019 a 06 de fevereiro de 2020, totalizando 132 reuniões, devidamente formalizadas em atas. Em 2019, membros do Comitê participaram de atividades de treinamento, palestras e programas de atualização de temas relacionados às suas atividades.No decorrer das atividades executadas, o Comitê não tomou conhecimento de violações dos termos Política de Transações com partes Relacionadas que devessem ser objeto de seu exame. Também, não chegou ao conhecimento do Comitê a ocorrência de fraudes ou de descumprimento de normas legais e regulamentares ou de erros de controles internos, contabilidade e auditoria que pudessem colocar em risco a continuidade do Conglomerado.ConclusõesPonderadas devidamente as suas responsabilidades e as limitações naturais decorrentes do alcance da sua atuação, e com base nas atividades que desenvolveu no período, o Comitê conclui que:Os sistemas de controles internos, a política de conformidade (compliance) e as estruturas de gerenciamento de riscos e de capital são adequados ao porte e à complexidade do Conglomerado e ao apetite de riscos aprovadoA cobertura e a qualidade dos trabalhos de Auditoria Interna são satisfatórias, atuando com adequada independênciaAs práticas contábeis relevantes adotadas pelo Conglomerado estão alinhadas com as adotadas no Brasil, incluindo as requeridas pelo BACEN, bem como com as normas contábeis internacionais emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) eSão adequadas as informações fornecidas pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes (PwC), nas quais o Comitê apóia sua recomendação sobre as demonstrações contábeis, não sendo identificada qualquer situação que pudesse prejudicar a objetividade e a independência do Auditor Independente.Com base nos trabalhos e avaliações realizadas e considerando o contexto e a limitação de suas atribuições, o Comitê recomenda a aprovação, pelo Conselho de Administração, das demonstrações contábeis consolidadas do Itaú Unibanco Holding S.A., para o exercício e o semestre findos em 31.12.2019.São Paulo, 10 de fevereiro de 2020.O Comitê de AuditoriaGustavo Jorge Laboissière Loyola - PresidenteAntonio Carlos Barbosa de OliveiraAntonio Francisco de Lima NetoDiego Fresco GutierrezMaria Helena dos Santos Fernandes de Santana

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.