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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201286 páginasCódigo CVM 9989Versão 1Recebida em 09/09/2013valores em R$ mil

DFP 2012 de REFINARIA DE PETROLEOS DE MANGUINHOS S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL

REFINARIA DE PETROLEOS DE MANGUINHOS S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL · CNPJ 33.412.081/0001-96

REFINARIA DE PETROLEOS DE MANGUINHOS S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ 33.412.081/0001-96
DFP 2012
Exercício 2012
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Metadados

Empresa
REFINARIA DE PETROLEOS DE MANGUINHOS S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ
33.412.081/0001-96
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
86
Ano de referência
2012*
Publicado em
09/09/2013 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total319.092602.377−47,0%
1.01Ativo Circulante81.389288.282−71,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa46856−94,6%
1.01.01.01Caixa e Bancos46856−94,6%
1.01.01.02Titulos e Valores Mobiliarios00—
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber13.18675.563−82,5%
1.01.03.01Clientes13.18675.563−82,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques29.97736.337−17,5%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar8.79815.101−41,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar8.79815.101−41,7%
1.01.07Despesas Antecipadas340669−49,2%
1.01.08Outros Ativos Circulantes29.042159.756−81,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros29.042159.756−81,8%
1.01.08.03.01Adiantamento a Fornecedores4.03091.922−95,6%
1.01.08.03.03Outros Ativos Circulantes25.01267.834−63,1%
1.02Ativo Não Circulante237.703314.095−24,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo6.72720.366−67,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Créditos Diversos00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes6.72720.366−67,0%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Tributos a Recuperar014.048−100,0%
1.02.01.09.04Depositos Judiciais6.7276.3186,5%
1.02.01.09.05Outras Contas a Receber00—
1.02.01.09.06Créditos com Pessoas LIgadas00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado230.976293.653−21,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação230.756254.009−9,2%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento22039.644−99,4%
1.02.04Intangível076−100,0%
1.02.04.01Intangíveis076−100,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEISAos Administradores e AcionistasRefinaria de Petróleos de Manguinhos S.A.Rio de Janeiro - RJExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, da Refinaria de Petróleos de Manguinhos S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do passivo a descoberto e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais praticas contábeis e as demais notas explicativas. RESPONSABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEISA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações contábeis, livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro.RESPONSABILIDADE DOS AUDITORES INDEPENDENTESNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter uma segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorções relevantes.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das praticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.BASE PARA OPINIÃO COM RESSALVA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASa.Conforme descrito nas notas explicativas nos 1 e 15 a Companhia teve suas operações de refino e produção impactadas pelo decreto datado de 15 de Outubro de 2012 de desapropriação do Governador do Estado do Rio de Janeiro. Em virtude desse fato, a Companhia reduziu drasticamente suas atividades e consequentemente deixou de recolher as obrigações fiscais desde o mês de outubro de 2012 e contribuições sociais em dezembro de 2012, que em 31 de dezembro de 2012 apresentam o montante de R$ 141.894mil. Como consequência, não foi possível, nas circunstâncias, efetuar procedimentos de auditoria que nos possibilitassem opinar quanto à adequação dos referidos saldos contábeis, bem como avaliar os impactos nas demonstrações contábeis.b.A Companhia não concluiu para data base de 31 de dezembro de 2012, o processo de inventário físico dos bens referente a móveis e utensílios, máquinas e equipamentos e computadores e periféricos que totalizavam R$ 12.409 mil. Não foi possível, nas circunstancias efetuar procedimentos alternativos de auditoria que nos possibilitassem concluir quanto à adequação dos referidos saldos contábeis, bem como avaliar adequação do valor justo de recuperação.OPINIÃO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS COM RESSALVAEm nossa opinião, exceto pelos efeitos dos assuntos descritos no parágrafo "base para opinião com ressalva", as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Refinaria de Petróleos de Manguinhos S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.OPINIÃO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CONSOLIDADASEm nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Refinaria de Petróleos de Manguinhos S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board -IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊNFASEA Companhia apresentou, no exercício findo em 31 de dezembro de 2012, prejuízo líquido de R$367.202mil e, nessa data, o seu passivo circulante excedia o ativo circulante em R$135.815mil. Adicionalmente, as projeções do fluxo de caixa da Companhia indicam necessidade de captação de relevantes recursos no curto prazo para possibilitar a manutenção de suas atividades. A continuidade dos negócios da Companhia dependerá do sucesso das medidas que estão sendo tomadas pela Administração, portanto, as demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2012 não incluem quaisquer ajustes relativos à realização e classificação dos valores de ativos ou aos valores e à classificação de passivos que seriam requeridos na impossibilidade de a Companhia continuar operando. DEMONSTRAÇÕES DO VALOR ADICIONADOExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Rio de Janeiro, 28 de junho de 2013.Ismael MartinezContador CRC 1SP146322/O-2 "S" RJKSI Brasil Auditores IndependentesCRC 2SP018460/O-1 "S" RJ

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Servimo-nos da presente para, em atenção ao disposto no Art. 25, inciso VI da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, declarar que, na qualidade de diretores da Refinaria de Petróleos de Manguinhos S.A., revisamos, discutimos e concordamos com as informações contidas nas demonstrações financeiras da Refinaria de Petróleos de Manguinhos S.A Controladora e Consolidado, referentes aos exercícios sociais findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011.Permanecemos à inteira disposição para esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários.Paulo Henrique Oliveira de MenezesPresidenteRonaldo de Almeida NobreDiretor de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Servimo-nos da presente para, em atenção ao disposto no Art. 25, inciso V da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, declarar que, na qualidade de diretores da Refinaria de Petróleos de Manguinhos S.A., nós revisamos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes (KSI BRASIL AUDITORES INDEPENDENTES) relativo às demonstrações financeiras da Refinaria de Petróleos de Manguinhos S.A Controladora e Consolidado, referentes aos exercícios sociais findos em 31 de dezembro de 2012 e de 2011.Permanecemos à inteira disposição para esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários.Paulo Henrique Oliveira de MenezesPresidenteRonaldo de Almeida NobreDiretor de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

A Companhia esclarece que no exercício findo em 31.12.2012 o Conselho Fiscal não estava instalado.A não instalação do Conselho Fiscal se justifica tendo em vista o fato de não ter existido, por parte dos acionistas, deliberação neste sentido. Deste modo, nos termos do artigo 161 da Lei nº 6.404/76, que torna facultativa a instalação do Conselho Fiscal, quando identificadas às hipóteses legais, informa a Companhia que, tendo em vista o não funcionamento deste órgão, não será exarado parecer.Paulo Henrique Oliveira de MenezesPresidenteRonaldo de Almeida NobreDiretor de Relações com Investidores

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.