Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2010160 páginasCódigo CVM 6505Versão 1Recebida em 24/02/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de GRUPO CASAS BAHIA S.A.

GRUPO CASAS BAHIA S.A. · CNPJ 33.041.260/0652-90

GRUPO CASAS BAHIA S.A.
CNPJ 33.041.260/0652-90
DFP 2010
Exercício 2010
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
GRUPO CASAS BAHIA S.A.
CNPJ
33.041.260/0652-90
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
160
Ano de referência
2010*
Publicado em
24/02/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total9.891.8282.477.277299,3%
1.01Ativo Circulante7.760.6301.380.288462,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.352.29086.1411.469,9%
1.01.01.01Caixa e Bancos (nota 8)233.58440.470477,2%
1.01.01.02Aplicações Financeiras (nota 8)1.118.70645.6712.349,5%
1.01.02Aplicações Financeiras600.6130—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado600.6130—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento600.6130—
1.01.03Contas a Receber1.976.792246.133703,1%
1.01.03.01Clientes1.976.792246.133703,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques2.403.546727.071230,6%
1.01.04.01Estoques para Revenda (nota 12)2.399.940723.296231,8%
1.01.04.02Estoques Outros (nota 12)3.6063.775−4,5%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar558.517154.530261,4%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar558.517154.530261,4%
1.01.07Despesas Antecipadas132.36257.859128,8%
1.01.08Outros Ativos Circulantes736.510108.554578,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros736.510108.554578,5%
1.01.08.03.02JCP e Dividendos3.1551.92763,7%
1.01.08.03.03Partes Relacionadas (nota 15)547.93913.9653.823,7%
1.01.08.03.04Outras Contas a Receber (nota 14)185.41692.662100,1%
1.02Ativo Não Circulante2.131.1981.096.98994,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.134.751781.61045,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado7.3890—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento7.3890—
1.02.01.03Contas a Receber107.3690—
1.02.01.03.01Clientes107.3690—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos736.420555.23532,6%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos736.420555.23532,6%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas80.4140—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores79.5740—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas8400—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes203.159226.375−10,3%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos Judiciais98.697103.937−5,0%
1.02.01.09.04Outras Contas a Receber (nota 14)18.20910.99965,6%
1.02.01.09.05Impostos a Recuperar (nota 13)86.253111.439−22,6%
1.02.02Investimentos95.33685.37411,7%
1.02.02.01Participações Societárias95.33684.90912,3%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas95.33684.90912,3%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento0465−100,0%
1.02.02.02.01Outros Investimentos0465−100,0%
1.02.03Imobilizado777.513188.339312,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação698.771172.744304,5%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado57.4501.4883.760,9%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento21.29214.10750,9%
1.02.04Intangível123.59841.666196,6%
1.02.04.01Intangíveis123.59841.666196,6%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Conselheiros e Diretores da Globex Utilidades S.A.Rio de Janeiro - RJExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Globex Utilidades S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações financeiras individuais Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Globex Utilidades S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Globex Utilidades S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas iernacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil Ênfase Conforme descrito na nota explicativa 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Globex Utilidades S.A. essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo.Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anterior Os valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2009, apresentados para fins de comparação, foram anteriormente auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório datado em 26 de fevereiro de 2010, que não conteve qualquer modificação. Conforme mencionado na nota explicativa nº 2, durante o ano de 2009 foram aprovados pela CVM diversos Pronunciamentos, Interpretações e Orientações Técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), com vigência para 2010, que alteraram as práticas contábeis adotadas no Brasil. Essas alterações foram adotadas pela Companhia na elaboração das demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010. As demonstrações financeiras referentes ao exercício anterior, apresentadas para fins de comparação, foram ajustadas para incluir as mudanças das práticas contábeis adotadas no Brasil com vigência para 2010. Como parte de nossa auditoria das demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, auditamos também os ajustes descritos na nota explicativa nº 2 que foram efetuados para alterar as demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2009. Esses ajustes foram submetidos aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Não fomos contratados para auditar, revisar ou aplicar quaisquer outros procedimentos sobre as demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2009.Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 2011Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S.CRC 2SP015199/O-6-F-RJSócio - Antonio Carlos FioravanteContador CRC - 1SP184973/O-0-S-RJ

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração da diretoria sobre as demonstrações financeirasEm conformidade com o inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM n.o 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2010, autorizando a conclusão nesta data.Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 2011.DiretoriaRaphael Oscar KleinDiretor PresidenteJorge Fernando HerzogDiretor Vice-PresidenteOrivaldo PadilhaDiretor Financeiro e de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração da diretoria sobre o parecer dos auditores independentesEm conformidade com o inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM n.o 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2010, emitido nesta data.Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 2011.DiretoriaRaphael Oscar KleinDiretor PresidenteJorge Fernando HerzogDiretor Vice-PresidenteOrivaldo PadilhaDiretor Financeiro e de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL Globex Utilidades S.A O Conselho Fiscal, em cumprimento às disposições legais e estatutárias, examinou o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras de Globex Tilidades S.A referentes ao exercício social findo em 31.12. 2010. Nossos exames foram conduzidos de acordo com as disposições legais e compreenderam: a) análise das demonstrações financeiras elaboradas periodicamente pela Companhia b) acompanhamento dos trabalhos realizados pelos auditores externos e internos e c) indagações sobre atos e transações relevantes efetuadas pelos administradores. Com base nos nossos exames, nas informações e esclarecimentos recebidos e considerando o Parecer dos Auditores Independentes, o Conselho Fiscal é de parecer que o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras acima mencionadas refletem adequadamente as informações nelas contidas e estão em condições de serem apreciadas pela Assembléia Geral Ordinária. São Paulo, 23 de fevereiro de 2010. CONSELHEIROSMario ProbstFernando Maida Dall AcquaOswaldo Orsolin

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.