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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2022292 páginasCódigo CVM 19348Versão 1Recebida em 07/02/2023valores em R$ mil

DFP 2022 de ITAU UNIBANCO HOLDING S.A.

ITAU UNIBANCO HOLDING S.A. · CNPJ 60.872.504/0001-23

ITAU UNIBANCO HOLDING S.A.
CNPJ 60.872.504/0001-23
DFP 2022
Exercício 2022
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Metadados

Empresa
ITAU UNIBANCO HOLDING S.A.
CNPJ
60.872.504/0001-23
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
292
Ano de referência
2022*
Publicado em
07/02/2023 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:48

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202231/12/2021Var.
1Ativo Total2.323.440.0002.069.206.00012,3%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa35.381.00044.512.000−20,5%
1.02Ativos Financeiros2.172.726.0001.915.573.00013,4%
1.02.01Ativos Financeiros Avaliados a Valor Justo através do Resultado464.682.000434.169.0007,0%
1.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.03Depositos Compulsórios no Banco Central00—
1.02.01.04Títulos e Valores Mobiliários385.099.000364.967.0005,5%
1.02.01.05Derivativos78.208.00069.045.00013,3%
1.02.01.06Outros Ativos Financeiros1.375.000157.000775,8%
1.02.02Ativos Financeiros Avaliados a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes121.052.000105.622.00014,6%
1.02.02.01Títulos e Valores Mobiliários121.052.000105.622.00014,6%
1.02.03Ativos Financeiros Avaliados ao Custo Amortizado1.586.992.0001.375.782.00015,4%
1.02.03.01Aplicações em Depósitos Interfinanceiros59.592.00069.942.000−14,8%
1.02.03.02Aplicações no Mercado Aberto221.779.000169.718.00030,7%
1.02.03.03Títulos e Valores Mobiliários219.315.000147.746.00048,4%
1.02.03.04Operações de Crédito e Arrendamento Mercantil Financeiro909.422.000822.590.00010,6%
1.02.03.05Outros Ativos Financeiros111.823.00096.473.00015,9%
1.02.03.06(-) Provisão para Perda Esperada−50.687.000−41.079.000−23,4%
1.02.03.07Depositos Compulsórios no Banco Central115.748.000110.392.0004,9%
1.02.03.08Aplicações Voluntárias no Banco Central do Brasil00—
1.03Tributos Diferidos59.480.00058.433.0001,8%
1.03.01Imposto de Renda e Contribuição Social - A Compensar1.647.0001.636.0000,7%
1.03.02Imposto de Renda e Contribuição Social - Diferido51.469.00050.831.0001,3%
1.03.03Outros6.364.0005.966.0006,7%
1.04Outros Ativos17.529.00016.494.0006,3%
1.04.01Ativos Não Correntes a Venda00—
1.04.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.04.03Outros17.529.00016.494.0006,3%
1.05Investimentos7.443.0006.121.00021,6%
1.05.01Participações em Coligadas00—
1.05.02Participações em Controladas em Conjunto00—
1.05.03Propriedades para Investimento00—
1.05.04Outros Investimentos00—
1.06Imobilizado7.767.0006.963.00011,5%
1.06.01Imobilizado de Uso00—
1.06.02Direito de Uso em Arrendamento00—
1.07Intangível23.114.00021.110.0009,5%
1.07.01Intangíveis00—
1.07.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadasAo Conselho de Administração e AcionistasItaú Unibanco Holding S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais do Itaú Unibanco Holding S.A. ("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2022 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, assim como as demonstrações contábeis consolidadas do Itaú Unibanco Holding S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2022 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Itaú Unibanco Holding S.A. e do Itaú Unibanco Holding S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2022, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o semestre e exercício findos nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2022. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Porque é um PAA Provisão para créditos de liquidação duvidosa (PDD) (Notas 2 (b) III, 2 (c) VIII e 6) A apuração do valor da provisão para créditos de liquidação duvidosa requer julgamento da administração. A identificação de situações de comprometimento do valor recuperável dos créditos e a determinação do valor da provisão para créditos de liquidação duvidosa envolve um processo com várias premissas e fatores, incluindo a avaliação de risco da contraparte, os fluxos de caixa futuros esperados, os valores estimados de recuperação e mensuração das garantias.O uso de diferentes técnicas e premissas de modelagem poderia resultar em estimativa de valor de recuperação diferente. Ademais, o gerenciamento de risco de crédito é complexo e dependente de base de dados completa e íntegra, incluindo as garantias e as renegociações por se tratarem de aspectos importantes na determinação da PDD. Ademais, em decorrência do atual ambiente econômico, a administração revisou alguns dos julgamentos e estimativas utilizados na determinação da PDD, como por exemplo a ponderação dos cenários macroeconômicos, com a finalidade de adaptar as premissas anteriormente aplicadas ao atual cenário das operações do Banco e suas controladas.Considerando o exposto acima, essa área manteve-se como foco em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria consideraram, entre outros:Teste do desenho e da efetividade dos principais controles para apuração da provisão para créditos de liquidação duvidosa, incluindo: (i) totalidade e integridade da base de dados (ii) modelos e premissas adotados pela administração na determinação do valor recuperável da carteira de créditos (iii) monitoramento e valorização das garantias (iv) identificação, aprovação e monitoramento das operações renegociadas e (v) processos estabelecidos pela administração para cumprimento das normas do Banco Central do Brasil e do Conselho Monetário Nacional relacionadas à constituição da PDD, bem como para as divulgações em notas explicativas.Para a PDD calculada individualmente, testamos as premissas relevantes adotadas para identificação da situação de perda do valor recuperável e consequente determinação dos ratings dos devedores, bem como as previsões de fluxos de caixa futuros e as estimativas de recuperação de créditos vencidos. Para a PDD calculada numa base coletiva, testamos os modelos e critérios complementares, incluindo o processo de aprovação de modelos e de validação das principais premissas adotadas para determinação das estimativas de perdas e de recuperação.Para selecionadas entradas de dados para os modelos, quando disponíveis e em base de testes, comparamos determinados dados e premissas com informações de mercado.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração na determinação e registro da provisão para créditos de liquidação duvidosa são apropriados e consistentes.Porque é um PAA Mensuração do valor justo dos instrumentos financeiros com pouca liquidez e/ou sem mercado ativo (Notas 2 (b) II, 2 (c) V, 2 (c) VI, 5 e 17) A mensuração do valor justo de instrumentos financeiros com pouca liquidez e/ou sem mercado ativo é uma área que inclui subjetividade, uma vez que depende de técnicas de avaliação realizadas com base em modelos internos e que envolvem premissas da administração para sua valorização. Adicionalmente, o gerenciamento de risco de mercado é complexo, especialmente em momentos de alta volatilidade, bem como em situações onde os preços observáveis ou parâmetros de mercado não estão disponíveis. Esses instrumentos financeiros são substancialmente compostos por aplicações em títulos emitidos por empresas e por contratos de derivativos.Essa é uma área que permanece como foco em nossa auditoria, uma vez que o uso de diferentes técnicas de avaliação e premissas poderiam produzir estimativas de valor justo significativamente diferentes.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria consideraram, entre outros:Teste do desenho e da efetividade dos principais controles estabelecidos para valorização desses instrumentos financeiros, bem como da aprovação dos modelos e divulgações requeridas.Com o apoio de nossos especialistas, analisamos as principais metodologias de valorização desses instrumentos financeiros e as premissas mais significativas adotadas pela administração mediante a comparação com metodologias e premissas independentes. Executamos, em base amostral, recálculo da valorização de determinadas operações, bem como comparamos as premissas e metodologias utilizadas pela administração com nosso conhecimento sobre práticas de valorização usualmente adotadas e analisamos a consistência dessas metodologias com as aplicadas em períodos anteriores.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração na mensuração do valor justo desses instrumentos financeiros são apropriados e consistentes com as divulgações em notas explicativas. Ambiente de tecnologia da informação O Banco e suas controladas são dependentes da sua estrutura de tecnologia para processamento de suas operações e consequente elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas. A tecnologia representa aspecto fundamental na evolução dos negócios do Banco e suas controladas e nos últimos anos, foram feitos investimentos significativos de curto e longo prazo em sistemas e processos de tecnologia da informação.A estrutura de tecnologia, portanto, é composta por mais de um ambiente com processos distintos e controles segregados. Adicionalmente, parte substancial das equipes do Banco e suas subsidiárias continuam realizando suas atividades de forma remota (home office) o que ocasionou a necessidade de adaptações aos processos e infraestrutura de tecnologia para a manutenção da continuidade das operações.A não adequação do ambiente de controles gerais de tecnologia e de seus controles dependentes poderia acarretar em processamento incorreto de informações críticas utilizadas para a elaboração das demonstrações contábeis, bem como ocasionar riscos relacionados à segurança da informação e cybersecurity. Dessa forma, essa área continuou como foco de nossos trabalhos de auditoria.Como parte de nossos procedimentos de auditoria, com o auxílio de nossos especialistas, atualizamos nossa avaliação do ambiente de tecnologia da informação, incluindo os controles automatizados dos sistemas aplicativos relevantes para a elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas.Os procedimentos executados envolveram a combinação de testes do desenho e da efetividade dos principais controles relevantes, bem como a execução de testes relacionados com a segurança da informação, incluindo gestão de acesso, segregação de função e monitoramento da capacidade de operação da infraestrutura de tecnologia.Os procedimentos de auditoria aplicados, resultaram em evidências apropriadas que foram consideradas na determinação da natureza, época e extensão dos demais procedimentos de auditoria. Provisões e passivos contingentes (Notas 2 (b) VII, 2 (c) XVI e 9)O Banco e suas controladas apresentam provisões e passivos contingentes decorrentes principalmente de processos judiciais e administrativos, inerentes ao curso normal dos seus negócios, movidos por terceiros, ex-empregados e órgãos públicos em ações cíveis, trabalhistas e de natureza fiscal e previdenciária.Normalmente os referidos processos são encerrados após um longo tempo e envolvem não só discussões acerca do mérito, mas também aspectos processuais complexos, de acordo com a legislação vigente. Além dos aspectos subjetivos na determinação da possibilidade de perda atribuída a cada processo, a evolução da jurisprudência sobre determinadas causas nem sempre é uniforme. Considerando a relevância dos valores e as incertezas e julgamentos envolvidos, como descrito acima, para a determinação e constituição da provisão e divulgações requeridas das provisões e dos passivos contingentes, continuamos considerando essa uma área de foco de auditoria.Confirmamos nosso entendimento e testamos o desenho e efetividade dos principais controles para identificação, avaliação, monitoramento, mensuração, registro e divulgação das provisões e dos passivos contingentes, incluindo a totalidade e integridade da base de dados. Testamos os modelos utilizados para quantificação dos processos judiciais massificados de natureza cível e trabalhista. Em nossos testes da avaliação do risco dos processos judiciais individualizados, para uma amostra de itens de natureza tributária, cível e trabalhista, utilizamos o apoio de nossos especialistas nas respectivas áreas, quando aplicável, de acordo com a natureza dos processos.Também, realizamos procedimentos de confirmação, em base de testes, junto aos advogados internos e externos responsáveis pelos processos.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração para a determinação e constituição da provisão, bem como as divulgações efetuadas, são apropriados. Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA) referentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2022, elaboradas sob a responsabilidade da administração do Banco, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e apresentada como informação suplementar para fins do Banco Central do Brasil (BACEN), foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração e a Análise Gerencial da Operação.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e a Análise Gerencial da Operação e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esses relatórios.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e a Análise Gerencial da Operação e, ao fazê-lo, considerar se esses relatórios estão, de forma relevante, inconsistentes com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparentam estar distorcidos de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração e/ou na Análise Gerencial da Operação, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banco ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que, eventualmente, tenham sido identificadas durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de 31 de dezembro de 2022 e que, dessa maneira, constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 7 de fevereiro de 2023PricewaterhouseCoopersAuditores Independentes Ltda.CRC 2SP000160/O-5Emerson Laerte da SilvaContador CRC 1SP171089/O-3Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis consolidadasAo Conselho de Administração e AcionistasItaú Unibanco Holding S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis consolidadas do Itaú Unibanco Holding S.A. ("Banco") e suas controladas, que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2022 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Itaú Unibanco Holding S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2022, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício de 2022. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Porque é um PAAMensuração de ativos e passivos financeiros e provisão para perda esperada em conformidade com o IFRS 9 - Financial Instruments (Notas 2 (c) II, 2 (c) VI, 2 (d) IV, 4 a 10 e 28) A provisão para perda esperada continuou como área de foco em nossa auditoria, uma vez que envolve julgamento da administração na determinação da provisão necessária mediante a aplicação de metodologia e processos que utilizam várias premissas, incluindo, entre outros, informações prospectivas e critérios para determinação de aumento ou redução significativa no risco de crédito.Ademais, em decorrência do atual ambiente econômico, a administração revisou alguns dos julgamentos e estimativas utilizados na determinação da provisão para perda esperada, como por exemplo a ponderação dos cenários macroeconômicos, com a finalidade de adaptar as premissas anteriormente aplicadas ao atual cenário das operações do Banco e suas controladas.Os instrumentos financeiros mensurados ao val or justo incluem determinadas operações com pouca liquidez e/ou sem mercado ativo, substancialmente compostos por aplicações em títulos emitidos por empresas e por contratos de derivativos. A mensuração do valor justo desses instrumentos financeiros é sujeita a subjetividade, uma vez que depende de técnicas de avaliação baseadas em modelos internos e que envolvem premissas da administração para sua valorização. Adicionalmente, o gerenciamento de risco de mercado é complexo, especialmente em momentos de alta volatilidade, bem como em situações onde os preços observáveis ou parâmetros de mercado não estão disponíveis.Esses assuntos continuaram como foco de nossa auditoria do exercício findo em 31 de dezembro de 2022 em função da relevância e do grau de subjetividade, como mencionado acima.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaConfirmamos nosso entendimento do processo de mensuração da provisão para perda esperada e dos ativos e passivos financeiros em conformidade com o IFRS 9. Em relação à metodologia de provisão para perda esperada, aplicamos determinados procedimentos de auditoria, substancialmente relacionados a: (i) análise das políticas contábeis da administração em comparação com os requisitos do IFRS 9 (ii) testes sobre os controles relacionados à mensuração da provisão para perda esperada que consideram base de dados, modelos e premissas adotadas pela administração (iii) testes dos modelos, incluindo o seu processo de aprovação e de validação de premissas adotadas para determinação das estimativas de perdas e de recuperação. Adicionalmente, realizamos testes sobre a documentação da administração relacionada às garantias, projeções de fluxos de caixa, renegociações de crédito, avaliação de risco da contraparte, atrasos e outros aspectos que possam resultar em aumento significativo no risco de crédito, bem como a alocação das operações nos seus respectivos estágios conforme requisitos do IFRS 9 (iv) testes das entradas de dados para os modelos e, quando disponíveis, comparação de determinados dados e premissas com informações de mercado e (v) análise das divulgações realizadas pela administração nas demonstrações contábeis em atendimento aos requisitos do IFRS 7 - Financial Instruments: Disclosures e IFRS 9.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração na determinação e registro da provisão para perda esperada são apropriados e consistentes, em todos os aspectos relevantes, no contexto das demonstrações contábeis consolidadas.Em relação a mensuração dos ativos e passivos financeiros, aplicamos os seguintes principais procedimentos de auditoria: (i)análise das políticas contábeis da administração em comparação com os requerimentos do IFRS 9 (ii) atualização do nosso entendimento sobre a metodologia de valorização desses instrumentos financeiros e as principais premissas adotadas pela administração, bem como a realização de comparação com metodologias e premissas independentes. Executamos, em base amostral, recálculo da valorização de determinadas operações e analisamos a consistência dessas metodologias com as aplicadas em períodos anteriores.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração na mensuração desses instrumentos financeiros são apropriados e consistentes com as divulgações em notas explicativas. Ambiente de tecnologia da informaçãoO Banco e suas controladas são dependentes da sua estrutura de tecnologia para processamento de suas operações e consequente elaboração das demonstrações contábeis. A tecnologia representa aspecto fundamental na evolução dos negócios do Banco e suas controladas e nos últimos anos, foram feitos investimentos significativos de curto e longo prazo em sistemas e processos de tecnologia da informação.A estrutura de tecnologia, portanto, é composta por mais de um ambiente com processos distintos e controles segregados. Adicionalmente, parte substancial das equipes do Banco e suas subsidiárias continuam realizando suas atividades de forma remota (home office) o que ocasionou a necessidade de adaptações aos processos e infraestrutura de tecnologia para a manutenção da continuidade das operações.A não adequação do ambiente de controles gerais de tecnologia e de seus controles dependentes poderia acarretar em processamento incorreto de informações críticas utilizadas para a elaboração das demonstrações contábeis, bem como ocasionar riscos relacionados à segurança da informação e cybersecurity. Dessa forma, essa área continuou como foco de nossos trabalhos de auditoria.Como parte de nossos procedimentos de auditoria, com o auxílio de nossos especialistas, atualizamos nossa avaliação do ambiente de tecnologia da informação, incluindo os controles automatizados dos sistemas aplicativos relevantes para a elaboração das demonstrações contábeis.Os procedimentos executados envolveram a combinação de testes do desenho e da efetividade dos principais controles relevantes, bem como a execução de testes relacionados com a segurança da informação, incluindo gestão de acesso, segregação de função e monitoramento da capacidade de operação da infraestrutura de tecnologia.Os procedimentos de auditoria aplicados, resultaram em evidências apropriadas que foram consideradas na determinação da natureza, época e extensão dos demais procedimentos de auditoria. Porque é um PAAProvisões e passivos contingentes (Notas 2 (c) X, 2 (d) XIV e 29) O Banco e suas controladas apresentam provisões e passivos contingentes decorrentes principalmente de processos judiciais e administrativos, inerentes ao curso normal dos seus negócios, movidos por terceiros, ex-empregados e órgãos públicos em ações cíveis, trabalhistas e de natureza fiscal e previdenciária.Normalmente os referidos processos são encerrados após um longo tempo e envolvem não só discussões acerca do mérito, mas também aspectos processuais complexos, de acordo com a legislação vigente. Além dos aspectos subjetivos na determinação da possibilidade de perda atribuída a cada processo, a evolução da jurisprudência sobre determinadas causas nem sempre é uniforme. Considerando a relevância dos valores e as incertezas e julgamentos envolvidos, como descrito acima, para a determinação e constituição da provisão e divulgações requeridas das provisões e dos passivos contingentes, continuamos considerando essa uma área de foco de auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaConfirmamos nosso entendimento e testamos o desenho e efetividade dos principais controles para identificação, avaliação, monitoramento, mensuração, registro das provisões e divulgação dos passivos contingentes, incluindo a totalidade e integridade da base de dados. Testamos os modelos utilizados para quantificação dos processos judiciais massificados de natureza cível e trabalhista. Em nossos testes da avaliação do risco de processos judiciais individualizados, para uma amostra de itens, de natureza tributária, cível e trabalhista, utilizamos o apoio de nossos especialistas nas respectivas áreas, quando aplicável, de acordo com a natureza dos processos.Também, realizamos procedimentos de confirmação, em base de testes, junto aos advogados internos e externos responsáveis pelos processos.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração para a determinação e constituição da provisão, bem como as divulgações efetuadas, são apropriados.Outros assuntosDemonstração consolidada do Valor AdicionadoA demonstração consolidada do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2022, elaborada sob a responsabilidade da administração do Banco e apresentada como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis consolidadas do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações contábeis consolidadas e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo está de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações contábeis consolidadas tomadas em conjunto.Conciliação do lucro líquido e do patrimônio líquido (Nota 33 (e))A conciliação do lucro líquido e do patrimônio líquido das demonstrações contábeis individuais preparadas de acordo com as práticas contábeis aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (BACEN) e das demonstrações contábeis consolidadas preparadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) ("conciliação BACEN GAAP e IFRS"), referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2022, elaborada sob a responsabilidade da administração do Banco, conforme descrito na Nota 33 (e), em atendimento às normas do BACEN, é apresentada como informação suplementar para fins do IFRS. Essa informação foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis consolidadas do Banco com o objetivo de expressarmos opinião se ela está conciliada com as demonstrações contábeis consolidadas e registros contábeis, conforme aplicável. Em nossa opinião, essa conciliação BACEN GAAP e IFRS foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes e de forma consistente em relação às demonstrações contábeis consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis consolidadas e o relatório do auditorA Administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis consolidadas ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis consolidadas A administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade do Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banco ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que eventualmente, tenham sido identificadas durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados co mo mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2022 e que, dessa maneira, constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 7 de fevereiro de 2023PricewaterhouseCoopersAuditores Independentes Ltda.CRC 2SP000160/O-5Emerson Laerte da SilvaContador CRC 1SP171089/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.CNPJ 60.872.504/0001-23Companhia AbertaNIRE 35300010230Demonstrações Financeiras em BRGAAP relativas a 31/12/2022.Os Diretores responsáveis pela elaboração das demonstrações financeiras consolidadas e individuais, em conformidade com as disposições do artigo 29, §1º, inciso II, e do artigo 25, § 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM Nº 480/2009 e no artigo 45, §3º, inciso V, da Resolução BCB nº 2/2020, declaram que: a) são responsáveis pelas informações contidas neste arquivo b) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes sobre essas demonstrações financeiras e c) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia.Este arquivo contém:. Relatório da Administração. Balanço Patrimonial. Demonstração de Resultados. Demonstração do Resultado Abrangente. Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido. Demonstração dos Fluxos de Caixa. Demonstração do Valor Adicionado. Notas Explicativas. Resumo do Relatório do Comitê de Auditoria. Relatório da Auditoria Independente. Parecer do Conselho FiscalAsdemonstraçõesreferidasforam divulgadas em 07/02/2023 no sítio eletrônico da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e de Relações com Investidores desta instituição (https://www.itau.com.br/relacoes-com-investidores).Milton Maluhy FilhoDiretor PresidenteAlexsandro Broedel LopesDiretorGustavo Jorge Laboissière LoyolaPresidente do Comitê de AuditoriaArnaldo Alves dos Santos ContadorITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.CNPJ 60.872.504/0001-23 Companhia Aberta NIRE 35300010230Demonstrações Financeiras em IFRS relativas a 31/12/2022.Os Diretores responsáveis pela elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, em conformidade com as disposições do artigo 29, §1º, inciso II, e do artigo 25, § 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM Nº 480/2009 e no artigo 45, §3º, inciso V, da Resolução BCB nº 2/2020, declaram que: a) são responsáveis pelas informações contidas neste arquivo b) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes sobre essas demonstrações financeiras e c) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia.Este arquivo contém:. Relatório da Auditoria Independente. Relatório da Administração. Balanço Patrimonial. Demonstração de Resultados. Demonstração do Resultado Abrangente. Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido. Demonstração dos Fluxos de Caixa. Demonstração do Valor Adicionado. Notas Explicativas.As demonstrações referidas foram divulgadas em 07/02/2023 no sítio eletrônico da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e de Relações com Investidores desta instituição (https://www.itau.com.br/relacoes-com-investidores).Milton Maluhy FilhoDiretor PresidenteAlexsandro Broedel LopesDiretorGustavo Jorge Laboissière LoyolaPresidente do Comitê de AuditoriaArnaldo Alves dos Santos Contador

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.CNPJ 60.872.504/0001-23Companhia AbertaNIRE 35300010230Demonstrações Financeiras em BRGAAP relativas a 31/12/2022.Os Diretores responsáveis pela elaboração das demonstrações financeiras consolidadas e individuais, em conformidade com as disposições do artigo 29, §1º, inciso II, e do artigo 25, § 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM Nº 480/2009 e no artigo 45, §3º, inciso V, da Resolução BCB nº 2/2020, declaram que: a) são responsáveis pelas informações contidas neste arquivo b) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes sobre essas demonstrações financeiras e c) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia.Este arquivo contém:. Relatório da Administração. Balanço Patrimonial. Demonstração de Resultados. Demonstração do Resultado Abrangente. Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido. Demonstração dos Fluxos de Caixa. Demonstração do Valor Adicionado. Notas Explicativas. Resumo do Relatório do Comitê de Auditoria. Relatório da Auditoria Independente. Parecer do Conselho FiscalAsdemonstraçõesreferidasforam divulgadas em 07/02/2023 no sítio eletrônico da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e de Relações com Investidores desta instituição (https://www.itau.com.br/relacoes-com-investidores).Milton Maluhy FilhoDiretor PresidenteAlexsandro Broedel LopesDiretorGustavo Jorge Laboissière LoyolaPresidente do Comitê de AuditoriaArnaldo Alves dos Santos ContadorITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.CNPJ 60.872.504/0001-23 Companhia Aberta NIRE 35300010230Demonstrações Financeiras em IFRS relativas a 31/12/2022.Os Diretores responsáveis pela elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, em conformidade com as disposições do artigo 29, §1º, inciso II, e do artigo 25, § 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM Nº 480/2009 e no artigo 45, §3º, inciso V, da Resolução BCB nº 2/2020, declaram que: a) são responsáveis pelas informações contidas neste arquivo b) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes sobre essas demonstrações financeiras e c) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia.Este arquivo contém:. Relatório da Auditoria Independente. Relatório da Administração. Balanço Patrimonial. Demonstração de Resultados. Demonstração do Resultado Abrangente. Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido. Demonstração dos Fluxos de Caixa. Demonstração do Valor Adicionado. Notas Explicativas.As demonstrações referidas foram divulgadas em 07/02/2023 no sítio eletrônico da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e de Relações com Investidores desta instituição (https://www.itau.com.br/relacoes-com-investidores).Milton Maluhy FilhoDiretor PresidenteAlexsandro Broedel LopesDiretorGustavo Jorge Laboissière LoyolaPresidente do Comitê de AuditoriaArnaldo Alves dos Santos Contador

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.CNPJ 60.872.504/0001-23 Companhia Aberta NIRE 35300010230PARECER DO CONSELHO FISCALConcluído o exame das Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social de 2022 e considerando o relatório sem ressalvas da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, os membros efetivos do Conselho Fiscal do ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. são da opinião de que esses documentos refletem adequadamente a situação patrimonial, a posição financeira e as atividades desenvolvidas pela sociedade no período e reúnem condições de serem submetidos à apreciação e aprovação dos Senhores Acionistas.São Paulo (SP), 07 de fevereiro de 2023.GILBERTO FRUSSAPresidenteARTEMIO BERTHOLINI Conselheiro EDUARDO HIROYUKI MIYAKIConselheiro

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.CNPJ. 60.872.504/0001-23Companhia AbertaNIRE. 35300010230RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO SEGUNDO SEMESTRE DE 2022O Comitê de Auditoria ("Comitê") é um órgão estatutário que reporta ao Conselho de Administração ("Conselho") e atua de acordo com o estabelecido em seu Regulamento (disponível no site: https://www.itau.com.br/relacoes-com-investidores/). Atualmente, é composto por cinco membros efetivos e independentes, eleitos observados os critérios constantes da regulamentação do Conselho Monetário Nacional ("CMN"), e do Conselho Nacional de Seguros Privados ("CNSP"), da Lei Sarbanes-Oxley ("SOX") e das normas da New York Stock Exchange ("NYSE"), nesses dois últimos casos no que for aplicável aos emissores estrangeiros, Foreign Private Issuers ("FPIs"). Em 02/01/2023, Maria Helena dos Santos Fernandes de Santana foi empossada como membro do Comitê atuando como integrante do Conselho. O membro Ricardo Baldin atende a exigência de que, pelo menos um de seus integrantes, possua conhecimentos que o qualifiquem como especialista financeiro.O Comitê é único para as instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil ("BACEN") e para as sociedades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados ("SUSEP"), que fazem parte do Conglomerado Financeiro Itaú Unibanco, abrangendo o Itaú Unibanco e suas controladas, diretas ou indiretas ("Conglomerado"). O Comitê na sua atuação segue as exigências aplicáveis da normativa do CMN, CNSP, Comissão de Valores Mobiliários ("CVM"), assim como normativa para FPIs, sendo responsável pela supervisão dos processos de controles internos e de gestão de riscos, das atividades da Auditoria Interna ("AI") e das empresas de auditoria independente do Conglomerado.O processo de supervisão efetuado pelo Comitê baseia-se nas informações recebidas da Administração, nas apresentações efetuadas pelas diversas diretorias das áreas de negócios e de suporte, no resultado dos trabalhos dos auditores independentes, dos auditores internos e dos responsáveis pelo gerenciamento de riscos e de capital, pelos controles internos e compliance, assim como em suas próprias análises decorrentes de observação direta.A elaboração das demonstrações contábeis do Conglomerado é de responsabilidade da Administração, cabendo-lhe estabelecer os procedimentos necessários para assegurar a qualidade dos processos dos quais se originam as informações utilizadas na preparação das demonstrações e na geração dos relatórios. A Administração também é responsável pelas atividades de controle e monitoramento de riscos, pela supervisão das atividades corporativas de controles internos e por zelar pela conformidade com as normas legais e regulamentares.A AI tem como missão aferir a qualidade e a aderência dos sistemas de controles internos, de gerenciamento de riscos e de capital e o cumprimento das políticas e procedimentos definidos, inclusive aqueles adotados na elaboração dos relatórios contábeis e financeiros.A PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes ("PwC") é a responsável pela auditoria independente das demonstrações contábeis individuais e consolidadas do Itaú Unibanco Holding S.A., devendo atestar se elas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira individual e consolidada do Conglomerado, e o desempenho individual e consolidado das operações, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais emitidas pelo International Accounting Standards Board ("IASB"), sendo também de sua responsabilidade, neste exercício e nos dois anos anteriores, auditar as demonstrações contábeis do Conglomerado Prudencial e Relato Integrado. Os mesmos auditores devem, ainda, emitir anualmente opinião sobre a qualidade e a eficácia dos controles internos vinculados aos relatórios financeiros.A Ernst & Young Auditores Independentes ("EY") é responsável pela auditoria das demonstrações contábeis das empresas de Consórcio do Conglomerado, preparadas de acordo com práticas contábeis adotadas no Brasil.Atividades do ComitêO planejamento anual de trabalhos do Comitê é realizado no início de cada exercício, considerando os principais produtos e processos referentes aos negócios e áreas de suporte do Conglomerado, bem como seus possíveis impactos nas demonstrações contábeis e no sistema de controles internos e de administração de riscos, sendo revisado periodicamente à medida da evolução de suas atividades. O Comitê manteve neste semestre o modelo de reuniões remotas, atuando no debate da forma de operar das áreas de negócio e suporte neste contexto, visando manter o monitoramento dos principais riscos. Essas ações incluíram a discussão com as áreas de tecnologia e segurança corporativa sobre a infraestrutura para suportar as operações em ambiente remoto.No cumprimento de suas atribuições, o Comitê desenvolveu durante o período, entre outras, as seguintes atividades:Zelar pela atuação, independência e qualidade do trabalho da Auditoria Interna:Foram efetuadas reuniões mensais com o Diretor Executivo de Auditoria Interna ("DEAI") e com as Diretorias que compõem a AI do Conglomerado para acompanhamento da execução do planejamento e as alterações propostas, dos resultados dos trabalhos realizados, dos principais relatórios emitidos, conclusões e recomendações. A AI apresentou ao Comitê os indicadores das atividades realizadas pela área em 2022, os aspectos do planejamento para 2023, incluindo visão de riscos, e os resultados do Quality Assessment Review referente ao primeiro semestre de 2022. O Comitê deliberou pela aprovação do planejamento de 2023 da AI e recomendar sua aprovação pelo Conselho.O Comitê tomou conhecimento da obtenção neste período pela AI da certificação quinquenal de independência profissional junto ao IIA, assim como o andamento da execução da auditoria exponencial e revisão da forma de operação e metodologia das operações em conjunto (combined assurance) da AI e DRO. Finalmente, o Comitê efetuou o processo de avaliação da AI e deliberou pela aprovação das propostas de alterações da Política de Auditoria Interna.Zelar pela atuação, independência e qualidade das empresas de Auditoria Independente:Mantido com os auditores independentes canal regular de comunicação para discussão do escopo, planejamento e resultados de seus trabalhos, temas para maior foco de atenção e aspectos contábeis relevantes. Os aspectos relacionados à Certificação SOX, IFRS/SEC (20F) e a avaliação, pelos auditores independentes, da qualidade e adequação do sistema de controles internos foram apresentados e discutidos com o Comitê. O auditor independente do Conglomerado, e o auditor responsável pela auditoria independente das empresas de consórcio, informaram ao Comitê que, no decorrer de seus trabalhos de auditoria das demonstrações contábeis, não identificaram aspectos que possam ter impacto relevante no capital regulatório, outros indicadores regulatórios ou nas informações contábeis fornecidas ao regulador. A PwC e a EY reportaram o processo interno de controle de qualidade de trabalhos de auditoria e de independência, e os resultados de revisões de qualidade efetuados internamente por pares ou por reguladores. Também foi informado pelos auditores independentes o atendimento aos requisitos referentes aprovação em exame de certificação e carga horária mínima de participação em programa de educação continuada dos profissionais com funções gerenciais. No período, foi realizada reunião com o sócio líder da PwC para discussões iniciais do processo de rodízio de sócios.Como parte de suas atribuições, o Comitê está liderando o processo de negociação dos honorários do Auditor Independente do Conglomerado para 2023.Zelar pela qualidade e integridade das Demonstrações Contábeis:Os principais critérios utilizados na preparação das demonstrações contábeis, bem como das notas explicativas e os relatórios da Admin istração e das empresas de auditoria independente, foram apresentados previamente ao Comitê pela Administração, auditoria independente e pela AI. Foram efetuadas reuniões com a Diretoria de Operações e Pagamentos ("DOP") para acompanhamento do ambiente de controle do processamento de finanças, pessoal, fiscal e pagamentos, esteira trabalhista, cível e ofícios, com a área de Finanças sobre destaques normativos, com diretorias responsáveis pelo acompanhamento do ambiente de controle do processamento contábil e com a área de Finanças sobre temas contábeis relevantes para as demonstrações contábeis.O Comitê acompanha os critérios adotados para constituição da Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) através da apresentação pela PwC do relatório de revisão dos critérios de classificação das operações de crédito e constituição da PDD, preparado em atendimento a Resolução CMN 2682/99, e de reuniões efetuadas com a Diretoria de Mesas e Produtos Market para acompanhamento do ambiente de controle e gestão de riscos e controle de garantias, Diretorias de Recuperação de Crédito e Crédito Empresas para acompanhamento do ambiente de controle e gestão de riscos (pessoa jurídica).O Comitê também acompanhou a elaboração e a divulgação das demonstrações contábeis consolidadas, preparadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro ("IFRS"). Os aspectos relacionados à Certificação SOX, IFRS/SEC (20F) e sua avaliação, pelos auditores independentes foram apresentados e discutidos com o Comitê.Zelar pelo cumprimento das exigências legais e regulamentares:O Comitê acompanhou os processos para verificar o cumprimento pela Administração dos dispositivos legais e regulamentares e das normas internas. O auditor independente do Conglomerado, e o auditor responsável pela auditoria independente das empresas de consórcio, informaram ao Comitê que, no decorrer de seus trabalhos de auditoria das demonstrações contábeis, não identificaram aspectos que possam ter impacto relevante no capital regulatório, outros indicadores regulatórios ou nas informações contábeis fornecidas ao regulador. Em reunião com o BACEN/DESUP o Comitê apresentou os assuntos em andamento quanto a verificação de aspectos Regulatórios, a saber: Open Finance e candidatura IRB Agro Política de Relacionamento Clientes - Resolução 4539/2016 Faróis de Efetividade Termo de Compromisso de Tarifas / PLD / TAEC / ANBIMA e Centralidade no cliente e públicos vulneráveis.Zelar pelo cumprimento das exigências legais e regulamentares-Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PLD), Financiamento ao Terrorismo (FT) e fraude:Durante o período foram realizadas reuniões com a AI, Diretoria de Compliance Corporativo e Prevenção a Lavagem de Dinheiro ("DCCPLD") e Diretoria de Segurança Corporativa ("DSC") para acompanhamento das atividades de PLD/FT e fraude no Brasil e nas Unidades Internacionais ("UIs"). A DCCPLD informou ao Comitê que não houve casos enquadráveis no critério de materialidade com relação a recepção e tratamento de informações relativas ao descumprimento de dispositivos regulamentares e fraudes ou erros de Controles Internos, Contabilidade e Auditoria (Global), bem como a comunicação de erros e fraudes por membros do Conselho, de comitês estatutários e da diretoria, funcionários e terceiros. Nos casos de denúncias ou informações públicas, o Comitê, quando considera conveniente, solicita a atuação da AI, formalizando seu pedido e, se for o caso, os procedimentos mínimos esperados na apuração.Zelar pelo pela qualidade e efetividade dos sistemas de controles internos e de gerenciamento de riscos:Em reuniões com o Chief Risk Officer ("CRO"), áreas de controles internos, risco operacional, Área de Tecnologia ("AT"), compliance, segurança corporativa, AI e de negócios, o Comitê acompanhou os aspectos significativos relativos à qualidade e à efetividade dos sistemas de controles internos, de gerenciamento de riscos e de capital existentes no Conglomerado, bem como teve oportunidade de apresentar questionamentos que foram esclarecidos pelo CRO. Reuniões foram efetuadas com os executivos responsáveis pelas diversas áreas de negócio e de produtos para apresentação da estrutura de governança e de gestão de riscos. Efetuadas reuniões com a auditoria interna, Diretoria de Risco de Crédito e Modelagem ("DRCM"), Diretoria de Compliance Corporativo Prevenção a Lavagem de Dinheiro ("DCCPLD") e Diretoria de Segurança Corporativa ("DSC") para acompanhamento das atividades de Prevenção a Lavagem de Dinheiro ("PLD") no Brasil e Unidades Internacionais. A Diretoria de Risco Operacional ("DRO") apresentou ao Comitê o status dos apontamentos que foram reportados no Relatório de Efetividade do Bacen, emitido em março/2022, e seu planejamento de trabalho para 2023. Efetuadas reuniões trimestrais com a DSC para discutir o ambiente de segurança da informação e cyber security, processo de migração para o Cloud e acompanhamento das atividades de prevenção a fraudes internas e externas e com a Diretoria Risco de Crédito e Modelagem para acompanhamento do monitoramento do apetite de risco. Foram também realizadas reuniões bimestrais com a área de tecnologia para acompanhamento da evolução do ambiente de controle e da gestão de riscos de tecnologia da informação. O Comitê tem acompanhado o processo de implementação e execução do Open Finance e PIX, tendo analisado relatório produzido pela AI sobre esse assunto.O Comitê acompanha a governança do risco socioambiental e principais desafios ao Conglomerado referentes risco socioambiental, climático e agenda Environmental, Social and Governance ("ESG") e sustentabilidade através de reuniões periódicas com o Conselho, Chief Executive Officer ("CEO"), DCCPLD, DRCM e área de Sustentabilidade. O Comitê também tem acompanhado as atividades do Comitê de Risco Socioambiental (CRSA) e da execução da Política de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental. O Comitê participa das reuniões do Comitê de Gestão de Risco e Capital, com a presença do seu Presidente como observador, com o objetivo de acompanhar suas atividades para definições do Comitê.Como parte de suas atribuições, no período, o Comitê efetuou as avaliações anuais da DRO e da DCCPLD.Elaborar o Regulamento que disciplina o seu funcionamento:Os membros do Comitê realizaram a revisão anual do seu Regulamento, com a inclusão de alterações derivadas da aprovação pelo Banco Central do novo Estatuto Social do Itaú Unibanco Holding, aprovando sua redação final, as correções de redação e a adição de itens relacionados ao reporte, mandato, recondução e posse de novos membros. Esta nova versão revisada foi aprovada pelo Conselho.Discutido e aprovado o Planejamento do Comitê para 2023 que, entre outras alterações, deliberou o aumento da frequência das reuniões do Comitê com o Conselho Fiscal de anual para trimestral.Órgãos Reguladores:O Comitê tomou conhecimento dos resultados de inspeções e observações dos órgãos reguladores, as correspondentes ações da Administração, recebendo informações da AI e da área de Compliance sobre o follow-up dos apontamentos de órgãos reguladores do Brasil e das unidades internacionais. Foram efetuadas reuniões com supervisores do Departamento de Supervisão Bancária do BACEN ("BACEN/DESUP") e do Departamento de Supervisão de Conduta do BACEN ("BACEN/DECON"). O Comitê efetuou reuniões com o Conselho, com os Copresidentes do Conselho e diversos executivos do Conglomerado para acompanhamento dos termos regulatórios em andamento a saber: processo de implementação da Norma BACEN-Risco de Contágio, plano de implementação da Resolução CMN 4966/2021, política de relacionamento clientes - Resolução 4539/76 - faróis de efetividade e termos de compromisso em andamento. Também acompanhou através da área de Finanças a atualização de temas contábeis e regulatórios relevantes para o exercício em curso e próximo.A AI apresentou ao Comitê, o resultado da avaliação efetuada da adequação da apuração do patrimônio de referência, dos capitais regulatórios, dos limites mínimos de capital requeridos pelos reguladores e da consistência dos reportes destas informações, para o período de julho a setembro de 2022.Por solicitação do Comitê, a AI avaliou a aderência das responsabilidades do Comitê frente aos normativos externos de órgão reguladores para o período de dezembro de 2021 a setembro de 2022. A AI verificou que o Comitê atende aos requisitos regulatórios exigidos, dentro da periodicidade requerida e com adequada formalização. Relativamente à Ouvidoria e Relacionamento com clientes:Realizadas reuniões com o Departamento de Supervisão de Conduta do BACEN/DECON e as diretorias das áreas de negócio e de suporte, jurídica e ouvidoria para acompanhamento do ambiente de controle e da evolução dos temas com impacto em clientes, incluindo discussões sobre suitability e qualidade da venda dos produtos e serviços. O Comitê teve oportunidade de conhecer as atividades que estão sendo executadas pela Ouvidoria para atendimento aos clientes, sendo apresentado os projetos da área, expectativas e os principais aspectos de atenção.Unidades Internacionais e Subsidiarias e ColigadasAtravés de reuniões com executivos das empresas investidas, AI Diretoria de Compliance Corporativo ("DCC"), e de reunião com o CEO, e diretores das áreas de Risco, Negócios Proprietários e Jurídico Atacado, o Comitê acompanhou o processo de governança nas empresas investidas e parcerias. Durante o período o Comitê realizou reuniões com executivos locais e membros dos Comitês de Auditoria de diversas unidades internacionais, bem como com os responsáveis por esses negócios na matriz, para discutir as operações, gestão de riscos e controles internos, com foco especial naqueles que podem ter maior impacto para o Conglomerado, tais como segurança de informação, Cyber Security, novos negócios e PLD. Também acompanhou a atuação dos diversos Comitês de Auditoria à luz das políticas internas sobre sua composição, quórum, periodicidade de reuniões e agenda de atuação. Reuniões bimestrais são efetuadas com o DCCPLD, para acompanhamento das atividades de PLD/FT. O presidente do Comitê efetuou uma visita a unidade Chile, onde teve oportunidade de se reunir com executivos locais e representantes dos órgãos reguladores. Obrigações incluídas nos Regulamentos e Políticas do Conglomerado:Os membros do Comitê analisaram as Políticas Corporativas, encaminhadas pela DCCPLD, revisando seu conteúdo, propondo alterações e verificando os ajustes efetuados pelas Diretorias responsáveis. No atendimento de suas atribuições, o Comitê compilou informações e realizou reuniões com a DCCPLD para acompanhamento da execução do planejamento de 2022 e apresentação dos indicadores do Programa de Integridade e Ética e da Política Corporativa de Prevenção e Combate a Atos Ilícitos e com a DSC para supervisionar a estratégia de gestão de riscos, seus respectivos processos e controles internos, bem como para acompanhar os projetos de segurança de informação do Conglomerado e a avaliação dos indicadores de prevenção a fraudes. A AI apresentou ao Comitê a consolidação do resultado referente aos trabalhos de auditoria que abordaram temas relacionados ao Programa de Integridade e Ética. Avaliar o cumprimento, pela administração, das recomendações feitas pelos auditores independentes ou internos:A Auditoria Interna apresentou ao Comitê o relatório de Acompanhamento do processo de follow-up dos apontamentos da Auditoria Interna e Externa. Durante as reuniões mantidas com o CEO e Copresidentes do Conselho, o Comitê acompanha o atendimento das recomendações anteriormente efetuadas.Estabelecer e divulgar procedimentos para recepção e tratamento de informações acerca do descumprimento de dispositivos legais e regulamentares, além de regulamentos e códigos internos:Os procedimentos para recepção e tratamento de denúncias estão amplamente divulgados no site do Conglomerado e em outras ações de divulgação utilizadas pelo Conglomerado. Os membros do Comitê analisaram o Relatório Canal de Denúncia (Resolução CMN 4.859/20) - 1º Semestre/22, revisando seu conteúdo, e deliberando por sua aprovação. A AI apresentou o trabalho feito sobre a avaliação da integridade do Relatório Canal de Denúncia. A DSC informou ao Comitê que não houve casos enquadráveis nos critérios de materialidade na recepção e tratamento de informações relativas ao descumprimento de dispositivos regulamentares e fraudes ou erros de Controles Internos, Contabilidade e Auditoria (Global), com relação a comunicação de erros e fraudes por membros do Conselho de Administração, de comitês estatutários e da diretoria, funcionários e terceiros. O Comitê supervisiona a Política Corporativa de Prevenção à Corrupção e Tratamento das Denúncias Recebidas, a partir de informações compiladas e apresentadas pela DSC, bem como de outros mecanismos de que dispõe. A DSC informou ao Comitê que não houve casos enquadráveis no critério de materialidade definido na política interna, com relação a comunicação de erros e fraudes por membros do Conselho, de comitês estatutários e da diretoria, funcionários e terceiros. Reunir-se com o conselho fiscal, diretoria e o conselho de administração para discutir sobre políticas, práticas e procedimentos identificados no âmbito das suas respectivas competências e recomendar à diretoria da instituição a correção ou o aprimoramento de políticas, práticas e procedimentos identificados no âmbito de suas atribuições:Foram apresentados relatos periódicos das atividades do Comitê para o Conselho e mantidas reuniões trimestrais conjuntas com os Copresidentes do Conselho e com o Diretor Presidente do Itaú Unibanco Holding S.A. para discussão de temas relevantes decorrentes do exercício de suas funções. Anualmente, o Comitê se reúne com o Conselho Fiscal, sendo que no próximo exercício, essas reuniões serão trimestrais.Novos temas inseridos no planejamento e abordagens e solicitações efetuadas no período.Novos temas inseridos no planejamento: (i) implementação da Resolução CMN 4966/2021 (ii) criptoativos (iii) governança de empresas investidas (iv) modelo de provisão de perda esperada e (v) sucessão sócio líder PwC. Abordagens e solicitações efetuadas no período: (i) atualização do ambiente de governança CIP (ii) exposição de crédito grupo de transportes (iii) levantamento de trabalhos requeridos por reguladores locais nas UIs (iv) cessão de carteiras de operações de crédito (v) processo de encerramento Itaú Luxemburgo (vi) acompanhamento apontamentos FINMA (vii) indicadores de cancelamentos de consórcios e (viii) acesso as informações financeiras.Para realização das atividades e execução dos procedimentos acima descritos, o Comitê reuniu-se 31 dias no período de 16 de agosto de 2022 a 31 de janeiro de 2023, totalizando 155 reuniões, devidamente formalizadas em atas.No decorrer das atividades executadas, o Comitê não tomou conhecimento sobre a ocorrência de fraudes ou de descumprimento de normas legais e regulamentares ou de erros de controles internos, contabilidade e auditoria que pudessem colocar em risco a continuidade do Conglomerado.ConclusõesPonderadas devidamente as suas responsabilidades e as limitações naturais decorrentes do alcance da sua atuação, e com base nas atividades que desenvolveu no período, o Comitê conclui que durante o semestre findo em 31.12.2022:os sistemas de controles internos, a política de conformidade (compliance) e as estruturas de gerenciamento de riscos e de capital são adequados ao porte e complexidade do Conglomerado e ao apetite de riscos aprovado, tendo sido acompanhado o cumprimento do disposto na regulamentação vigente, com evidenciação das deficiências detectadasa cobertura e a qualidade dos trabalhos da Auditoria Interna são satisfatórias, inclusive quanto a verificação do cumprimento de dispositivos legais e regulamentares e dos regulamentos e códigos internos, com evidenciação das deficiências detectadas e atuando com adequada independênciaas práticas contábeis relevantes adotadas pelo Conglomerado estão alinhadas com as adotadas no Brasil, incluindo o cumprimento das normas emanadas do Conselho Monetário Nacional e do BACEN, bem como com as normas contábeis internacionais emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) esão adequadas as informações fornecidas pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes (PwC), inclusive quanto a verificação do cumprimento de dispositivos legais e regulamentares e dos regulamentos e códigos internos, com evidenciação das deficiências detectadas, nas quais o Comitê apoia sua recomendação sobre as demonstrações contábeis, não sendo identificada qualquer situação que pudesse prejudicar a objetividade e independência do Auditor Independente.Com base nos trabalhos e avaliações realizadas e considerando o contexto e a limitação de suas atribuições, o Comitê recomenda a aprovação pelo Conselho de Administração, das demonstrações contábeis consolidadas do Itaú Unibanco Holding S.A., para o ano e semestre findo em 31.12.2022.São Paulo, 07 de fevereiro de 2023.O Comitê de AuditoriaGustavo Jorge Laboissière Loyola - Presidente Alexandre BarrosLuciana Pires Dias Maria Helena dos Santos Fernandes de SantanaRogério Carvalho BragaRicardo Baldin (Especialista Financeiro)

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.CNPJ. 60.872.504/0001-23Companhia AbertaNIRE. 35300010230RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO SEGUNDO SEMESTRE DE 2022O Comitê de Auditoria ("Comitê") é um órgão estatutário que reporta ao Conselho de Administração ("Conselho") e atua de acordo com o estabelecido em seu Regulamento (disponível no site: https://www.itau.com.br/relacoes-com-investidores/). Atualmente, é composto por cinco membros efetivos e independentes, eleitos observados os critérios constantes da regulamentação do Conselho Monetário Nacional ("CMN"), e do Conselho Nacional de Seguros Privados ("CNSP"), da Lei Sarbanes-Oxley ("SOX") e das normas da New York Stock Exchange ("NYSE"), nesses dois últimos casos no que for aplicável aos emissores estrangeiros, Foreign Private Issuers ("FPIs"). Em 02/01/2023, Maria Helena dos Santos Fernandes de Santana foi empossada como membro do Comitê atuando como integrante do Conselho. O membro Ricardo Baldin atende a exigência de que, pelo menos um de seus integrantes, possua conhecimentos que o qualifiquem como especialista financeiro.O Comitê é único para as instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil ("BACEN") e para as sociedades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados ("SUSEP"), que fazem parte do Conglomerado Financeiro Itaú Unibanco, abrangendo o Itaú Unibanco e suas controladas, diretas ou indiretas ("Conglomerado"). O Comitê na sua atuação segue as exigências aplicáveis da normativa do CMN, CNSP, Comissão de Valores Mobiliários ("CVM"), assim como normativa para FPIs, sendo responsável pela supervisão dos processos de controles internos e de gestão de riscos, das atividades da Auditoria Interna ("AI") e das empresas de auditoria independente do Conglomerado.O processo de supervisão efetuado pelo Comitê baseia-se nas informações recebidas da Administração, nas apresentações efetuadas pelas diversas diretorias das áreas de negócios e de suporte, no resultado dos trabalhos dos auditores independentes, dos auditores internos e dos responsáveis pelo gerenciamento de riscos e de capital, pelos controles internos e compliance, assim como em suas próprias análises decorrentes de observação direta.A elaboração das demonstrações contábeis do Conglomerado é de responsabilidade da Administração, cabendo-lhe estabelecer os procedimentos necessários para assegurar a qualidade dos processos dos quais se originam as informações utilizadas na preparação das demonstrações e na geração dos relatórios. A Administração também é responsável pelas atividades de controle e monitoramento de riscos, pela supervisão das atividades corporativas de controles internos e por zelar pela conformidade com as normas legais e regulamentares.A AI tem como missão aferir a qualidade e a aderência dos sistemas de controles internos, de gerenciamento de riscos e de capital e o cumprimento das políticas e procedimentos definidos, inclusive aqueles adotados na elaboração dos relatórios contábeis e financeiros.A PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes ("PwC") é a responsável pela auditoria independente das demonstrações contábeis individuais e consolidadas do Itaú Unibanco Holding S.A., devendo atestar se elas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira individual e consolidada do Conglomerado, e o desempenho individual e consolidado das operações, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais emitidas pelo International Accounting Standards Board ("IASB"), sendo também de sua responsabilidade, neste exercício e nos dois anos anteriores, auditar as demonstrações contábeis do Conglomerado Prudencial e Relato Integrado. Os mesmos auditores devem, ainda, emitir anualmente opinião sobre a qualidade e a eficácia dos controles internos vinculados aos relatórios financeiros.A Ernst & Young Auditores Independentes ("EY") é responsável pela auditoria das demonstrações contábeis das empresas de Consórcio do Conglomerado, preparadas de acordo com práticas contábeis adotadas no Brasil.Atividades do ComitêO planejamento anual de trabalhos do Comitê é realizado no início de cada exercício, considerando os principais produtos e processos referentes aos negócios e áreas de suporte do Conglomerado, bem como seus possíveis impactos nas demonstrações contábeis e no sistema de controles internos e de administração de riscos, sendo revisado periodicamente à medida da evolução de suas atividades. O Comitê manteve neste semestre o modelo de reuniões remotas, atuando no debate da forma de operar das áreas de negócio e suporte neste contexto, visando manter o monitoramento dos principais riscos. Essas ações incluíram a discussão com as áreas de tecnologia e segurança corporativa sobre a infraestrutura para suportar as operações em ambiente remoto.No cumprimento de suas atribuições, o Comitê desenvolveu durante o período, entre outras, as seguintes atividades:Zelar pela atuação, independência e qualidade do trabalho da Auditoria Interna:Foram efetuadas reuniões mensais com o Diretor Executivo de Auditoria Interna ("DEAI") e com as Diretorias que compõem a AI do Conglomerado para acompanhamento da execução do planejamento e as alterações propostas, dos resultados dos trabalhos realizados, dos principais relatórios emitidos, conclusões e recomendações. A AI apresentou ao Comitê os indicadores das atividades realizadas pela área em 2022, os aspectos do planejamento para 2023, incluindo visão de riscos, e os resultados do Quality Assessment Review referente ao primeiro semestre de 2022. O Comitê deliberou pela aprovação do planejamento de 2023 da AI e recomendar sua aprovação pelo Conselho.O Comitê tomou conhecimento da obtenção neste período pela AI da certificação quinquenal de independência profissional junto ao IIA, assim como o andamento da execução da auditoria exponencial e revisão da forma de operação e metodologia das operações em conjunto (combined assurance) da AI e DRO. Finalmente, o Comitê efetuou o processo de avaliação da AI e deliberou pela aprovação das propostas de alterações da Política de Auditoria Interna.Zelar pela atuação, independência e qualidade das empresas de Auditoria Independente:Mantido com os auditores independentes canal regular de comunicação para discussão do escopo, planejamento e resultados de seus trabalhos, temas para maior foco de atenção e aspectos contábeis relevantes. Os aspectos relacionados à Certificação SOX, IFRS/SEC (20F) e a avaliação, pelos auditores independentes, da qualidade e adequação do sistema de controles internos foram apresentados e discutidos com o Comitê. O auditor independente do Conglomerado, e o auditor responsável pela auditoria independente das empresas de consórcio, informaram ao Comitê que, no decorrer de seus trabalhos de auditoria das demonstrações contábeis, não identificaram aspectos que possam ter impacto relevante no capital regulatório, outros indicadores regulatórios ou nas informações contábeis fornecidas ao regulador. A PwC e a EY reportaram o processo interno de controle de qualidade de trabalhos de auditoria e de independência, e os resultados de revisões de qualidade efetuados internamente por pares ou por reguladores. Também foi informado pelos auditores independentes o atendimento aos requisitos referentes aprovação em exame de certificação e carga horária mínima de participação em programa de educação continuada dos profissionais com funções gerenciais. No período, foi realizada reunião com o sócio líder da PwC para discussões iniciais do processo de rodízio de sócios.Como parte de suas atribuições, o Comitê está liderando o processo de negociação dos honorários do Auditor Independente do Conglomerado para 2023.Zelar pela qualidade e integridade das Demonstrações Contábeis:Os principais critérios utilizados na preparação das demonstrações contábeis, bem como das notas explicativas e os relatórios da Admini stração e das empresas de auditoria independente, foram apresentados previamente ao Comitê pela Administração, auditoria independente e pela AI. Foram efetuadas reuniões com a Diretoria de Operações e Pagamentos ("DOP") para acompanhamento do ambiente de controle do processamento de finanças, pessoal, fiscal e pagamentos, esteira trabalhista, cível e ofícios, com a área de Finanças sobre destaques normativos, com diretorias responsáveis pelo acompanhamento do ambiente de controle do processamento contábil e com a área de Finanças sobre temas contábeis relevantes para as demonstrações contábeis.O Comitê acompanha os critérios adotados para constituição da Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) através da apresentação pela PwC do relatório de revisão dos critérios de classificação das operações de crédito e constituição da PDD, preparado em atendimento a Resolução CMN 2682/99, e de reuniões efetuadas com a Diretoria de Mesas e Produtos Market para acompanhamento do ambiente de controle e gestão de riscos e controle de garantias, Diretorias de Recuperação de Crédito e Crédito Empresas para acompanhamento do ambiente de controle e gestão de riscos (pessoa jurídica).O Comitê também acompanhou a elaboração e a divulgação das demonstrações contábeis consolidadas, preparadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro ("IFRS"). Os aspectos relacionados à Certificação SOX, IFRS/SEC (20F) e sua avaliação, pelos auditores independentes foram apresentados e discutidos com o Comitê.Zelar pelo cumprimento das exigências legais e regulamentares:O Comitê acompanhou os processos para verificar o cumprimento pela Administração dos dispositivos legais e regulamentares e das normas internas. O auditor independente do Conglomerado, e o auditor responsável pela auditoria independente das empresas de consórcio, informaram ao Comitê que, no decorrer de seus trabalhos de auditoria das demonstrações contábeis, não identificaram aspectos que possam ter impacto relevante no capital regulatório, outros indicadores regulatórios ou nas informações contábeis fornecidas ao regulador. Em reunião com o BACEN/DESUP o Comitê apresentou os assuntos em andamento quanto a verificação de aspectos Regulatórios, a saber: Open Finance e candidatura IRB Agro Política de Relacionamento Clientes - Resolução 4539/2016 Faróis de Efetividade Termo de Compromisso de Tarifas / PLD / TAEC / ANBIMA e Centralidade no cliente e públicos vulneráveis.Zelar pelo cumprimento das exigências legais e regulamentares-Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PLD), Financiamento ao Terrorismo (FT) e fraude:Durante o período foram realizadas reuniões com a AI, Diretoria de Compliance Corporativo e Prevenção a Lavagem de Dinheiro ("DCCPLD") e Diretoria de Segurança Corporativa ("DSC") para acompanhamento das atividades de PLD/FT e fraude no Brasil e nas Unidades Internacionais ("UIs"). A DCCPLD informou ao Comitê que não houve casos enquadráveis no critério de materialidade com relação a recepção e tratamento de informações relativas ao descumprimento de dispositivos regulamentares e fraudes ou erros de Controles Internos, Contabilidade e Auditoria (Global), bem como a comunicação de erros e fraudes por membros do Conselho, de comitês estatutários e da diretoria, funcionários e terceiros. Nos casos de denúncias ou informações públicas, o Comitê, quando considera conveniente, solicita a atuação da AI, formalizando seu pedido e, se for o caso, os procedimentos mínimos esperados na apuração.Zelar pelo pela qualidade e efetividade dos sistemas de controles internos e de gerenciamento de riscos:Em reuniões com o Chief Risk Officer ("CRO"), áreas de controles internos, risco operacional, Área de Tecnologia ("AT"), compliance, segurança corporativa, AI e de negócios, o Comitê acompanhou os aspectos significativos relativos à qualidade e à efetividade dos sistemas de controles internos, de gerenciamento de riscos e de capital existentes no Conglomerado, bem como teve oportunidade de apresentar questionamentos que foram esclarecidos pelo CRO. Reuniões foram efetuadas com os executivos responsáveis pelas diversas áreas de negócio e de produtos para apresentação da estrutura de governança e de gestão de riscos. Efetuadas reuniões com a auditoria interna, Diretoria de Risco de Crédito e Modelagem ("DRCM"), Diretoria de Compliance Corporativo Prevenção a Lavagem de Dinheiro ("DCCPLD") e Diretoria de Segurança Corporativa ("DSC") para acompanhamento das atividades de Prevenção a Lavagem de Dinheiro ("PLD") no Brasil e Unidades Internacionais. A Diretoria de Risco Operacional ("DRO") apresentou ao Comitê o status dos apontamentos que foram reportados no Relatório de Efetividade do Bacen, emitido em março/2022, e seu planejamento de trabalho para 2023. Efetuadas reuniões trimestrais com a DSC para discutir o ambiente de segurança da informação e cyber security, processo de migração para o Cloud e acompanhamento das atividades de prevenção a fraudes internas e externas e com a Diretoria Risco de Crédito e Modelagem para acompanhamento do monitoramento do apetite de risco. Foram também realizadas reuniões bimestrais com a área de tecnologia para acompanhamento da evolução do ambiente de controle e da gestão de riscos de tecnologia da informação. O Comitê tem acompanhado o processo de implementação e execução do Open Finance e PIX, tendo analisado relatório produzido pela AI sobre esse assunto.O Comitê acompanha a governança do risco socioambiental e principais desafios ao Conglomerado referentes risco socioambiental, climático e agenda Environmental, Social and Governance ("ESG") e sustentabilidade através de reuniões periódicas com o Conselho, Chief Executive Officer ("CEO"), DCCPLD, DRCM e área de Sustentabilidade. O Comitê também tem acompanhado as atividades do Comitê de Risco Socioambiental (CRSA) e da execução da Política de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental. O Comitê participa das reuniões do Comitê de Gestão de Risco e Capital, com a presença do seu Presidente como observador, com o objetivo de acompanhar suas atividades para definições do Comitê.Como parte de suas atribuições, no período, o Comitê efetuou as avaliações anuais da DRO e da DCCPLD.Elaborar o Regulamento que disciplina o seu funcionamento:Os membros do Comitê realizaram a revisão anual do seu Regulamento, com a inclusão de alterações derivadas da aprovação pelo Banco Central do novo Estatuto Social do Itaú Unibanco Holding, aprovando sua redação final, as correções de redação e a adição de itens relacionados ao reporte, mandato, recondução e posse de novos membros. Esta nova versão revisada foi aprovada pelo Conselho.Discutido e aprovado o Planejamento do Comitê para 2023 que, entre outras alterações, deliberou o aumento da frequência das reuniões do Comitê com o Conselho Fiscal de anual para trimestral.Órgãos Reguladores:O Comitê tomou conhecimento dos resultados de inspeções e observações dos órgãos reguladores, as correspondentes ações da Administração, recebendo informações da AI e da área de Compliance sobre o follow-up dos apontamentos de órgãos reguladores do Brasil e das unidades internacionais. Foram efetuadas reuniões com supervisores do Departamento de Supervisão Bancária do BACEN ("BACEN/DESUP") e do Departamento de Supervisão de Conduta do BACEN ("BACEN/DECON"). O Comitê efetuou reuniões com o Conselho, com os Copresidentes do Conselho e diversos executivos do Conglomerado para acompanhamento dos termos regulatórios em andamento a saber: processo de implementação da Norma BACEN-Risco de Contágio, plano de implementação da Resolução CMN 4966/2021, política de relacionamento clientes - Resolução 4539/76 - faróis de efetividade e termos de compromisso em andamento. Também acompanhou através da área de Finanças a atualização de temas contábeis e regulatórios relevantes para o exercício em curso e próximo.A AI apresentou ao Comitê, o resultado da avaliação efetuada da adequação da apur ação do patrimônio de referência, dos capitais regulatórios, dos limites mínimos de capital requeridos pelos reguladores e da consistência dos reportes destas informações, para o período de julho a setembro de 2022.Por solicitação do Comitê, a AI avaliou a aderência das responsabilidades do Comitê frente aos normativos externos de órgão reguladores para o período de dezembro de 2021 a setembro de 2022. A AI verificou que o Comitê atende aos requisitos regulatórios exigidos, dentro da periodicidade requerida e com adequada formalização. Relativamente à Ouvidoria e Relacionamento com clientes:Realizadas reuniões com o Departamento de Supervisão de Conduta do BACEN/DECON e as diretorias das áreas de negócio e de suporte, jurídica e ouvidoria para acompanhamento do ambiente de controle e da evolução dos temas com impacto em clientes, incluindo discussões sobre suitability e qualidade da venda dos produtos e serviços. O Comitê teve oportunidade de conhecer as atividades que estão sendo executadas pela Ouvidoria para atendimento aos clientes, sendo apresentado os projetos da área, expectativas e os principais aspectos de atenção.Unidades Internacionais e Subsidiarias e ColigadasAtravés de reuniões com executivos das empresas investidas, AI Diretoria de Compliance Corporativo ("DCC"), e de reunião com o CEO, e diretores das áreas de Risco, Negócios Proprietários e Jurídico Atacado, o Comitê acompanhou o processo de governança nas empresas investidas e parcerias. Durante o período o Comitê realizou reuniões com executivos locais e membros dos Comitês de Auditoria de diversas unidades internacionais, bem como com os responsáveis por esses negócios na matriz, para discutir as operações, gestão de riscos e controles internos, com foco especial naqueles que podem ter maior impacto para o Conglomerado, tais como segurança de informação, Cyber Security, novos negócios e PLD. Também acompanhou a atuação dos diversos Comitês de Auditoria à luz das políticas internas sobre sua composição, quórum, periodicidade de reuniões e agenda de atuação. Reuniões bimestrais são efetuadas com o DCCPLD, para acompanhamento das atividades de PLD/FT. O presidente do Comitê efetuou uma visita a unidade Chile, onde teve oportunidade de se reunir com executivos locais e representantes dos órgãos reguladores. Obrigações incluídas nos Regulamentos e Políticas do Conglomerado:Os membros do Comitê analisaram as Políticas Corporativas, encaminhadas pela DCCPLD, revisando seu conteúdo, propondo alterações e verificando os ajustes efetuados pelas Diretorias responsáveis. No atendimento de suas atribuições, o Comitê compilou informações e realizou reuniões com a DCCPLD para acompanhamento da execução do planejamento de 2022 e apresentação dos indicadores do Programa de Integridade e Ética e da Política Corporativa de Prevenção e Combate a Atos Ilícitos e com a DSC para supervisionar a estratégia de gestão de riscos, seus respectivos processos e controles internos, bem como para acompanhar os projetos de segurança de informação do Conglomerado e a avaliação dos indicadores de prevenção a fraudes. A AI apresentou ao Comitê a consolidação do resultado referente aos trabalhos de auditoria que abordaram temas relacionados ao Programa de Integridade e Ética. Avaliar o cumprimento, pela administração, das recomendações feitas pelos auditores independentes ou internos:A Auditoria Interna apresentou ao Comitê o relatório de Acompanhamento do processo de follow-up dos apontamentos da Auditoria Interna e Externa. Durante as reuniões mantidas com o CEO e Copresidentes do Conselho, o Comitê acompanha o atendimento das recomendações anteriormente efetuadas.Estabelecer e divulgar procedimentos para recepção e tratamento de informações acerca do descumprimento de dispositivos legais e regulamentares, além de regulamentos e códigos internos:Os procedimentos para recepção e tratamento de denúncias estão amplamente divulgados no site do Conglomerado e em outras ações de divulgação utilizadas pelo Conglomerado. Os membros do Comitê analisaram o Relatório Canal de Denúncia (Resolução CMN 4.859/20) - 1º Semestre/22, revisando seu conteúdo, e deliberando por sua aprovação. A AI apresentou o trabalho feito sobre a avaliação da integridade do Relatório Canal de Denúncia. A DSC informou ao Comitê que não houve casos enquadráveis nos critérios de materialidade na recepção e tratamento de informações relativas ao descumprimento de dispositivos regulamentares e fraudes ou erros de Controles Internos, Contabilidade e Auditoria (Global), com relação a comunicação de erros e fraudes por membros do Conselho de Administração, de comitês estatutários e da diretoria, funcionários e terceiros. O Comitê supervisiona a Política Corporativa de Prevenção à Corrupção e Tratamento das Denúncias Recebidas, a partir de informações compiladas e apresentadas pela DSC, bem como de outros mecanismos de que dispõe. A DSC informou ao Comitê que não houve casos enquadráveis no critério de materialidade definido na política interna, com relação a comunicação de erros e fraudes por membros do Conselho, de comitês estatutários e da diretoria, funcionários e terceiros. Reunir-se com o conselho fiscal, diretoria e o conselho de administração para discutir sobre políticas, práticas e procedimentos identificados no âmbito das suas respectivas competências e recomendar à diretoria da instituição a correção ou o aprimoramento de políticas, práticas e procedimentos identificados no âmbito de suas atribuições:Foram apresentados relatos periódicos das atividades do Comitê para o Conselho e mantidas reuniões trimestrais conjuntas com os Copresidentes do Conselho e com o Diretor Presidente do Itaú Unibanco Holding S.A. para discussão de temas relevantes decorrentes do exercício de suas funções. Anualmente, o Comitê se reúne com o Conselho Fiscal, sendo que no próximo exercício, essas reuniões serão trimestrais.Novos temas inseridos no planejamento e abordagens e solicitações efetuadas no período.Novos temas inseridos no planejamento: (i) implementação da Resolução CMN 4966/2021 (ii) criptoativos (iii) governança de empresas investidas (iv) modelo de provisão de perda esperada e (v) sucessão sócio líder PwC. Abordagens e solicitações efetuadas no período: (i) atualização do ambiente de governança CIP (ii) exposição de crédito grupo de transportes (iii) levantamento de trabalhos requeridos por reguladores locais nas UIs (iv) cessão de carteiras de operações de crédito (v) processo de encerramento Itaú Luxemburgo (vi) acompanhamento apontamentos FINMA (vii) indicadores de cancelamentos de consórcios e (viii) acesso as informações financeiras.Para realização das atividades e execução dos procedimentos acima descritos, o Comitê reuniu-se 31 dias no período de 16 de agosto de 2022 a 31 de janeiro de 2023, totalizando 155 reuniões, devidamente formalizadas em atas.No decorrer das atividades executadas, o Comitê não tomou conhecimento sobre a ocorrência de fraudes ou de descumprimento de normas legais e regulamentares ou de erros de controles internos, contabilidade e auditoria que pudessem colocar em risco a continuidade do Conglomerado.ConclusõesPonderadas devidamente as suas responsabilidades e as limitações naturais decorrentes do alcance da sua atuação, e com base nas atividades que desenvolveu no período, o Comitê conclui que durante o semestre findo em 31.12.2022:os sistemas de controles internos, a política de conformidade (compliance) e as estruturas de gerenciamento de riscos e de capital são adequados ao porte e complexidade do Conglomerado e ao apetite de riscos aprovado, tendo sido acompanhado o cumprimento do disposto na regulamentação vigente, com evidenciação das deficiências detectadasa cobertura e a qualidade dos trabalhos da Auditoria Interna são satisfatórias, inclusive quanto a verificação do cumprimento de dispositivos legais e regulamentares e dos regulamentos e códigos inter nos, com evidenciação das deficiências detectadas e atuando com adequada independênciaas práticas contábeis relevantes adotadas pelo Conglomerado estão alinhadas com as adotadas no Brasil, incluindo o cumprimento das normas emanadas do Conselho Monetário Nacional e do BACEN, bem como com as normas contábeis internacionais emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) esão adequadas as informações fornecidas pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes (PwC), inclusive quanto a verificação do cumprimento de dispositivos legais e regulamentares e dos regulamentos e códigos internos, com evidenciação das deficiências detectadas, nas quais o Comitê apoia sua recomendação sobre as demonstrações contábeis, não sendo identificada qualquer situação que pudesse prejudicar a objetividade e independência do Auditor Independente.Com base nos trabalhos e avaliações realizadas e considerando o contexto e a limitação de suas atribuições, o Comitê recomenda a aprovação pelo Conselho de Administração, das demonstrações contábeis consolidadas do Itaú Unibanco Holding S.A., para o ano e semestre findo em 31.12.2022.São Paulo, 07 de fevereiro de 2023.O Comitê de AuditoriaGustavo Jorge Laboissière Loyola - Presidente Alexandre BarrosLuciana Pires Dias Maria Helena dos Santos Fernandes de SantanaRogério Carvalho BragaRicardo Baldin (Especialista Financeiro)

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias4.958.2900
Preferenciais4.845.8453.269
Total9.804.1353.269

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.