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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201068 páginasCódigo CVM 9989Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 07/06/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de REFINARIA DE PETROLEOS DE MANGUINHOS S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL

REFINARIA DE PETROLEOS DE MANGUINHOS S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL · CNPJ 33.412.081/0001-96

Versões deste exercício: v1 (01/06/2011) · v2 (07/06/2011), esta

REFINARIA DE PETROLEOS DE MANGUINHOS S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ 33.412.081/0001-96
DFP 2010 (V2)
Exercício 2010
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Metadados

Empresa
REFINARIA DE PETROLEOS DE MANGUINHOS S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ
33.412.081/0001-96
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
68
Ano de referência
2010*
Publicado em
07/06/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total569.677407.06139,9%
1.01Ativo Circulante268.77493.492187,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa680108529,6%
1.01.01.01Caixa e Bancos680108529,6%
1.01.01.02Titulos e Valores Mobiliarios00—
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber47.4936.786599,9%
1.01.03.01Clientes47.4936.786599,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques105.58422.999359,1%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar4.0184.336−7,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar4.0184.336−7,3%
1.01.07Despesas Antecipadas545268103,4%
1.01.08Outros Ativos Circulantes110.45458.99587,2%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros110.45458.99587,2%
1.01.08.03.01Adiantamento a Fornecedores51.81658.763−11,8%
1.01.08.03.03Outros Ativos Circulantes58.63823225.175,0%
1.02Ativo Não Circulante300.903313.569−4,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo40.44856.227−28,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Créditos Diversos00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes40.44856.227−28,1%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Tributos a Recuperar33.39048.752−31,5%
1.02.01.09.04Depositos Judiciais5.5587.475−25,6%
1.02.01.09.05Outras Contas a Receber1.5000—
1.02.01.09.06Créditos com Pessoas LIgadas00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado260.311257.1341,2%
1.02.03.01Imobilizado em Operação260.311257.1341,2%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível144208−30,8%
1.02.04.01Intangíveis144208−30,8%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEISAos Administradores daRefinaria de Petróleos de ManguinhosRio de Janeiro - RJExaminamos as demonstrações contábeis individuais da Refinaria de Petróleos de Manguinhos ("Companhia" ou "Controladora") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do passivo a descoberto e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e demais notas explicativas. O inventário físico e apresentação das informações trimestrais de março, junho e setembro para o exercício findo em 31 de dezembro de 2010, foi conduzido sob responsabilidade de outros auditores independentes. O nosso relatório, no que se refere ao valor do estoque e a essas informações trimestrais, está baseado exclusivamente no relatório desses outros auditores independentes.Examinamos também as demonstrações contábeis consolidadas da Refinaria de Petróleos de Manguinhos que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeisA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações contábeis, livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter uma segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorções relevantes.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das praticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações contábeis individuaisEm nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patnial e financeira da Refinaria de Petróleos de Manguinhos S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Refinaria de Petróleos de Manguinhos S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil.Demonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.ÊnfaseAs informações contábeis foram preparadas no pressuposto na continuidade normal de suas operações. A Companhia vem apresentando prejuízos consecutivos ao longo dos últimos anos, dessa forma, a manutenção econômica das atividades da Companhia e a mudança no cenário de prejuízos para os próximos períodos dependem da efetividade das ações da Administração (nota 1), podendo ser necessário aporte de recursos por parte do acionista controlador para a manutenção normal das atividades. Adicionalmente, a realização dos saldos de tributos a recuperar nos montantes de R$ 33.391 mil (R$ 48.763 mil em 2009) e R$ 34.152mil (R$ 48.777 mil em 2009) controladora e consolidado, respectivamente também dependem do sucesso dessas ações. As demonstrações contábeis não incluem quaisquer ajustes às contas de ativos e passivos que poderiam ser requeridos na impossibilidade da Companhia continuar operando.Auditoria dos valores correspondentes aos exercícios anterioresOs valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2009, apresentados para fins de comparação, foram anteriormente auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório datado de 31 de março de 2010, com parágrafo de ênfase semelhante descrita em nosso relatório. Rio de Janeiro, 27 de Maio de 2011.Ismael MartinezContador CRC 1SP146322/O-2 "S" RJKSI Brasil Auditores IndependentesCRC 2SP018460/O-1 "S" RJ

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Servimo-nos da presente para, em atenção ao disposto no Art. 25, inciso VI da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, declarar que, na qualidade de diretores da Refinaria de Petróelos de Manguinhos S.A.., revisamos, discutimos e concordamos com as informações contidas nas demonstrações financeiras da Refinaria de Petróelos de Manguinhos S.A Controladora e Consolidado, referentes aos exercícios sociais findos em 31 de dezembro de 2010 e de 2009. Permanecemos à inteira disposição para esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários.Carlos Henrique Pedrosa LopesDiretor Financeiro e de Relações com InvestidoresPaulo Henrique Oliveira de MenezesDIretor Comercial e de MarketingAndré Luiz Anton de SouzaDiretor Industrial e Operacional

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Servimo-nos da presente para, em atenção ao disposto no Art. 25, inciso V da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, declarar que, na qualidade de diretores da Refinaria de Petróleos de Manguinhos S.A., nós revisamos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes (Ksi Brasil Auditores Independetes) relativo às demonstrações financeiras da Refinaria de Petróleos de Manguinhos S.A Controladora e Consolidado, referentes aos exercícios sociais findos em 31 de dezembro de 2010 e de 2009. Permanecemos à inteira disposição para esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários. Carlos Henrique Pedrosa LopesDiretor Financeiro e de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

A Companhia esclarece que no exercício findo em 31.12.2010 o Conselho Fiscal não estava instalado.A não instalação do Conselho Fiscal se justifica tendo em vista o fato de não ter existido, por parte dos acionistas, deliberação neste sentido. Deste modo, nos termos do artigo 161 da Lei nº 6.404/76, que torna facultativa a instalação do Conselho Fiscal, quando identificadas as hipóteses legais, informa a Companhia que, tendo em vista o não funcionamento deste órgão, não será exarado parecer.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.