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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201993 páginasCódigo CVM 3077Versão 1Recebida em 27/03/2020valores em R$ mil

DFP 2019 de CIA DE FIACAO E TECIDOS CEDRO E CACHOEIRA

CIA DE FIACAO E TECIDOS CEDRO E CACHOEIRA · CNPJ 17.245.234/0001-00

CIA DE FIACAO E TECIDOS CEDRO E CACHOEIRA
CNPJ 17.245.234/0001-00
DFP 2019
Exercício 2019
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Metadados

Empresa
CIA DE FIACAO E TECIDOS CEDRO E CACHOEIRA
CNPJ
17.245.234/0001-00
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
93
Ano de referência
2019*
Publicado em
27/03/2020 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:27

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201931/12/2018Var.
1Ativo Total732.471709.5173,2%
1.01Ativo Circulante315.249318.104−0,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa17.28813.75025,7%
1.01.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa6.3404.44742,6%
1.01.01.02Ativos financeiros00—
1.01.01.03Bancos Conta Vinculada10.9489.30317,7%
1.01.02Aplicações Financeiras3.2353.0944,6%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado3.2353.0944,6%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber139.817154.133−9,3%
1.01.03.01Clientes139.817154.133−9,3%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques106.991103.0723,8%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar29.24224.65918,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar29.24224.65918,6%
1.01.06.01.01Impostos e Contribuições a Recuperar28.18623.86218,1%
1.01.06.01.02Imposto de renda e contribuição social antecipados1.05679732,5%
1.01.07Despesas Antecipadas1.7231.35926,8%
1.01.08Outros Ativos Circulantes16.95318.037−6,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda15.28415.2840,0%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros1.6692.753−39,4%
1.02Ativo Não Circulante417.222391.4136,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo94.25975.44724,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber1.0583.024−65,0%
1.02.01.04.01Clientes1.0583.024−65,0%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos00—
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes93.20172.42328,7%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Impostos e Contribuições a Recuperar84.00857.28946,6%
1.02.01.10.04Depósitos Judiciais Outras Ações2372.231−89,4%
1.02.01.10.05Titulos e Certificados8.21812.202−32,7%
1.02.01.10.06Outros7387015,3%
1.02.02Investimentos2.9262.7108,0%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento2.9262.7108,0%
1.02.03Imobilizado317.630310.6632,2%
1.02.03.01Imobilizado em Operação308.445310.663−0,7%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento9.1850—
1.02.04Intangível2.4072.593−7,2%
1.02.04.01Intangíveis2.4072.593−7,2%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAosAdministradores e AcionistasCia. de Fiação e Tecidos Cedro e CachoeiraBelo Horizonte - MGOpinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasExaminamos as demonstrações financeiras da Cia. de Fiação e Tecidos Cedro e Cachoeira ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem os balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2019 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e contábil, individual e consolidada, da Cia. de Fiação e Tecidos Cedro e Cachoeira em 31 de dezembro de 2019, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Base para opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras, individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Determinamos que os assuntos descritos abaixo são os principais assuntos de auditoria a serem comunicados em nosso relatório. Operações de Arrendamento Mercantil - Adoção inicial do CPC 06 (R2)A Companhia e sua controlada, Cia. de Fiação e Tecidos Santo Antônio, mantêm compromissos decorrentes de contratos de arrendamentos, principalmente de imóveis alugados e sede administrativa, dentro outros.O novo pronunciamento contábil CPC 06 (R2) - Operações de Arrendamento Mercantil, que entrou em vigor a partir de 1º de janeiro de 2019, introduziu requerimentos contábeis complexos que servem de base para mensuração do direito de uso de um ativo, assim como do passivo de arrendamento, e estão relacionados à: i) determinação da taxa de desconto de cada contrato de arrendamento ii) determinação dos prazos de cada contrato de arrendamento, o que inclui a avaliação sobre direitos de renovações e/ou rescisões antecipadas iii) determinação dos componentes de arrendamento e de não arrendamento dos contratos.Devido característica que envolve o julgamento e as premissas de mensuração do ativo de direito de uso e do passivo de arrendamento, bem como pelo fato das variações das premissas utilizadas poderem impactar as demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício findo em 31 de dezembro de 2019, consideramos esse assunto como significativo para a nossa auditoria. Resposta da auditoria ao assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram as seguintes avaliações:Avaliação do processo da Administração para identificação dos contratos de arrendamento e os controles internos implementados para identificação do ativo de direito de uso e a mensuração do passivo de arrendamento.Avaliação da razoabilidade das premissas utilizadas na determinação das taxas de desconto utilizadas.Com base em uma amostra dos contratos, comparamos os prazos de arredamentos e valores considerados na mensuração com os respectivos contratos, bem como avaliamos a razoabilidade dos julgamentos aplicados pela Companhia para determinação dos prazos de arrendamento, incluindo a avaliação da Companhia quanto a razoável certeza de renovações contratuais.Avaliação se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e as respectivas notas explicativas seguiram as premissas mínimas de divulgações requeridas pela norma.Por meio de nossos exames, identificamos que a Companhia utilizou uma taxa de desconto padrão para as classes de ativos de direito de uso na mensuração do passivo de arrendamento. A administração entende que efeito da identificação da taxa de desconto segregada por classes de ativos de direito de uso para mensuração do passivo de arrendamento é imaterial em suas demonstrações financeiras individuais e consolidadas em 31 de dezembro de 2019.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos razoável a mensuração do ativo de direito de uso e do passivo de arrendamento, bem como as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2019. Avaliação de perda por impairmentEm 31 de dezembro de 2019, a Companhia apresenta imobilizado nos montantes de R$ 159.635 mil na controladora e R$ 308.445 mil no consolidado, conforme divulgação na Nota Explicativa nº 15. De acordo com o CPC 01(R1) - Valor Recuperável de Ativos, correspondente ao IAS 36, a Companhia deve avaliar ao fim de cada período de reporte se há alguma indicação de que um ativo possa ter sofrido desvalorização. Se houver alguma indicação, a Companhia deve estimar o valor recuperável do ativo.A Administração elabora anualmente teste para avaliar a necessidade ou não de redução de seus ativos ao seu valor recuperável (teste de impairment). Para esse teste, considera cada uma das Companhias ("Cia. de Fiação e Tecidos Cedro e Cachoeira - CCC" e "Cia. de Fiação e Tecidos Santo Antônio - CSA") como Unidades Geradoras de Caixa ("UGC") separadas. No entanto, na visão da Administração, as UGCs são complementares com finalidade de geração de fluxos de caixa consolidado. A metodologia utilizada para os cálculos de impairment foi a de fluxo de caixa descontado. Na elaboração dos testes do valor recuperável dos ativos da Companhia e de sua controlada, Cia. de Fiação e Tecidos Santo Antônio, são consideradas premissas de crescimento de receita específicas por empresas de acordo com a realidade de demanda dos seus mercados. Essas premissas de crescimento de receita de 2019 foram projetadas para os anos de 2020 a 2024 na Companhia e em sua controlada, Cia. de Fiação e Tecidos Santo Antônio, embasadas nas iniciativas presentes no plano de negócios, considerando: i) atualização constante do seu mix de produtos ii) aumento do volume de produção, principalmente no segmento de tecidos profissionais. As expectativas de cr escimento das receitas foram bastantes conservadoras, considerando que para o período da projeção colocamos estimativas de produções anuais abaixo da capacidade total instalada.Desta forma, a Companhia entende que ela e sua controlada terão melhoria de sua rentabilidade para os próximos anos, combinando as ações de aumento de receita e diluição de custos, não havendo necessidade de constituição de perda por impairment.Em função dos aspectos mencionados acima, consideramos esse tema como um foco em nossa auditoria. Resposta da auditoria ao assuntoO referido teste de avaliação de perda por impairment foi considerado como um dos principais assuntos em nossa auditoria devido à complexidade envolvendo estimativas e julgamentos, especificamente com relação a projeções da receita, custo e taxa de desconto, os quais são afetados pelas condições futuras de mercado e da economia.Avaliamos e questionamos as previsões de fluxo de caixa futuro das UGCs preparadas pela Administração e o processo usado na sua elaboração, inclusive a comparação com os seus planos mais recentes de negócios e realizamos o teste do valor em uso. Questionamos as principais premissas da Administração para as taxas de crescimento de longo prazo nas previsões, por meio da comparação com previsões econômicas e setoriais, e a taxa de desconto, avaliando o custo de capital para a Companhia, bem como a adequação das divulgações realizadas na Nota Explicativa nº 15 às demonstrações financeiras.Como resultado dos procedimentos descritos acima, consideramos que os julgamentos e premissas utilizados pela Administração para a avaliação do valor recuperável das UGCs são razoáveis e as divulgações são consistentes com dados e informações obtidos. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2019, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Reclassificação de valores correspondentes ao exercício anteriorSem modificar nossa opinião, chamamos a atenção para a Nota Explicativa nº 1 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, onde determinados valores incluídos nas demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2018, apresentados para fins de comparação, foram reclassificados para melhor comparabilidade.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório dos auditoresA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accouting Standards Board (IASB) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade da Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:?Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais?Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas?Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração?Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e sua controlada a não mais se manter em continuidade operacional?Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada ?Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações contábeis das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Belo Horizonte, 20 de março de 2020. BDO RCS Auditores Independentes SSCRC 2 MG 009485/F-0Francisco de Paula dos Reis JúniorContador CRC 1 SP 139268/O-6 - S - MG

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em atendimento a Instrução da CVM nº 480 de 7 de dezembro de 2009, artº 25 parágrafo 1º inciso VI, a Diretoria da Companhia de Fiação e Tecidos Cedro e Cachoeira declara que revisou, discutiu e concordou com as demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2019.Marco Antônio Branquinho Junior - Diretor PresidenteFábio Mascarenhas Alves - Diretor Administrativo-Financeiro e de Relações com InvestidoresLuiz César Guimarães - Diretor Comercial

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em atendimento a Instrução da CVM nº 480 de 7 de dezembro de 2009, artº 25 parágrafo 1º inciso V, a Diretoria da Companhia de Fiação e Tecidos Cedro e Cachoeira declara que revisou, discutiu e concordou com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes, sobre as demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2019.Marco Antônio Branquinho Junior - Diretor PresidenteFábio Mascarenhas Alves - Diretor Administrativo-Financeiro e de Relações com InvestidoresLuiz César Guimarães - Diretor Comercial

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.