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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201678 páginasCódigo CVM 3077Versão 1Recebida em 28/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de CIA DE FIACAO E TECIDOS CEDRO E CACHOEIRA

CIA DE FIACAO E TECIDOS CEDRO E CACHOEIRA · CNPJ 17.245.234/0001-00

CIA DE FIACAO E TECIDOS CEDRO E CACHOEIRA
CNPJ 17.245.234/0001-00
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
CIA DE FIACAO E TECIDOS CEDRO E CACHOEIRA
CNPJ
17.245.234/0001-00
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
78
Ano de referência
2016*
Publicado em
28/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total527.224585.697−10,0%
1.01Ativo Circulante208.059182.35414,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa6.2696.757−7,2%
1.01.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa3.9744.239−6,3%
1.01.01.02Ativos financeiros2.2952.518−8,9%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber115.12984.29936,6%
1.01.03.01Clientes115.12984.29936,6%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques71.12584.281−15,6%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar12.2893.426258,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar12.2893.426258,7%
1.01.06.01.01Impostos e Contribuições a Recuperar12.0512.316420,3%
1.01.06.01.02Imposto de Renda e Contribuição Social Antecipados2381.110−78,6%
1.01.07Despesas Antecipadas1.3981.737−19,5%
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.8491.854−0,3%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros1.8491.854−0,3%
1.02Ativo Não Circulante319.165403.343−20,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo9.95622.384−55,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos0563−100,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos0563−100,0%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes9.95621.821−54,4%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Impostos e Contribuições a Recuperar9.07918.572−51,1%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais da Contribuição Social00—
1.02.01.09.05Depósitos Judiciais Outras Ações5012.825−82,3%
1.02.01.09.06Titulos e Cerificados00—
1.02.01.09.07Outros376424−11,3%
1.02.02Investimentos2.8513.010−5,3%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento2.8513.010−5,3%
1.02.03Imobilizado304.089375.310−19,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação304.089375.310−19,0%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível2.2692.639−14,0%
1.02.04.01Intangíveis2.2692.639−14,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Administradores e AcionistasCia. de Fiação e Tecidos Cedro e Cachoeira S.A.Belo Horizonte - MGOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras da Cia. de Fiação e Tecidos Cedro e Cachoeira S.A. ("Companhia" ou "Controladora"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Cia. de Fiação e Tecidos Cedro e Cachoeira S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional Sem ressalvar a nossa opinião, chamamos atenção para a nota explicativa nº 1 às demonstrações financeiras, que indica que a Companhia apresentou no exercício findo em 31 de dezembro de 2016 prejuízo de R$140.276 mil na controladora e R$142.627 mil no consolidado, fluxo de caixa operacional negativo de R$19.913 mil na controladora e R$19.233 mil no consolidado e capital circulante líquido negativo de R$99.543 mil na controladora e R$67.148 mil no consolidado. Esses eventos ou condições, juntamente com outros assuntos descritos na referida nota explicativa, indicam a existência de incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Além do assunto descrito na seção "Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional", determinamos que os assuntos descritos abaixo são os principais assuntos de auditoria a serem comunicados em nosso relatório.Impairment de ativosEm 31 de dezembro de 2016 a Companhia possuía reconhecido em suas demonstrações financeiras saldos de R$137.192 mil na controladora e R$ 306.358 mil no consolidado, relativo a ativo imobilizado e intangível, os quais apresentam suas divulgações nas notas 15 e 16, respectivamente. De acordo com o CPC 01(R1) - Valor Recuperável de Ativos, correspondente ao IAS 36, a Companhia deve avaliar ao fim de cada período de reporte, se há alguma indicação de que um ativo possa ter sofrido desvalorização. Se houver alguma indicação, a Companhia deve estimar o valor recuperável do ativo.Diante das condições de deterioração do mercado e incertezas significativas da indústria têxtil, a análise de impairment para o exercício findo em 31 de dezembro de 2016 foi considerada um principal assunto para a nossa auditoria. Adicionalmente, o processo de análise da administração é complexo, envolvendo estimativas e julgamentos, especificamente relacionado a projeções da receita, custo e taxa de desconto, os quais são afetados pelas condições futuras de mercado e da economia.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, principalmente, o exame das divulgações em nota explicativa, desafio aos julgamentos e estimativas utilizados pela Administração, o envolvimento de especialistas no suporte para avaliação das premissas e metodologia usada pela Companhia. O envolvimento dos especialistas apresentou a seguinte abordagem: (i) verificação da consistência matemática do modelo econômico-financeiro preparado pela Administração (ii) revisão da metodologia utilizada para a estimativa do valor em uso, de acordo com os critérios estabelecidos pelo CPC 01(R1) - Valor Recuperável de Ativos, correspondente ao IAS 36 (iii) análise da razoabilidade das premissas adotadas e (iv) análise da razoabilidade da taxa de desconto adotada. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito. Outros AssuntosDemonstrações do valor adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Responsabilidade da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individua is e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Belo Horizonte, 28 de março de 2017.DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Antonio Marcos Lima DultraAuditores Independentes ContadorCRC-2SP 011.609/O-8 F/MG CRC-1BA 21.440/O-8

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em atendimento a Instrução da CVM nº 480 de 7 de dezembro de 2009, artº 25 parágrafo 1º inciso VI, a Diretoria da Companhia de Fiação e Tecidos Cedro e Cachoeira declara que revisou, discutiu e concordou com as demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2016.Marco Antônio Branquinho Júnior - Diretor PresidenteFábio Mascarenhas Alves - Diretor Administrativo-Financeiro e de Relações com InvestidoresLuiz César Guimarães - Diretor ComercialFrancisco Geraldo Batista Cavalcanti - Diretor de Operações Industriais

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em atendimento a Instrução da CVM nº 480 de 7 de dezembro de 2009, artº 25 parágrafo 1º inciso V, a Diretoria da Companhia de Fiação e Tecidos Cedro e Cachoeira declara que revisou, discutiu e concordou com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes, sobre as demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2016.Marco Antônio Branquinho Júnior - Diretor PresidenteFábio Mascarenhas Alves - Diretor Administrativo-Financeiro e de Relações com InvestidoresLuiz César Guimarães - Diretor ComercialFrancisco Geraldo Batista Cavalcanti - Diretor de Operações Industriais

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.