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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2011118 páginasCódigo CVM 21520Versão 1Recebida em 05/11/2012valores em R$ mil

DFP 2011 de MULTINER S.A.

MULTINER S.A. · CNPJ 08.935.054/0001-50

MULTINER S.A.
CNPJ 08.935.054/0001-50
DFP 2011
Exercício 2011
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Metadados

Empresa
MULTINER S.A.
CNPJ
08.935.054/0001-50
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
118
Ano de referência
2011*
Publicado em
05/11/2012 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:41

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201131/12/2010Var.
1Ativo Total1.551.0531.615.462−4,0%
1.01Ativo Circulante220.293346.775−36,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa24.383109.612−77,8%
1.01.02Aplicações Financeiras67.84054.13325,3%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber101.986137.636−25,9%
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar3.93220.775−81,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas3.8797.543−48,6%
1.01.08Outros Ativos Circulantes18.27317.0767,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros18.27317.0767,0%
1.01.08.03.03Leasing Financeiro a Receber7.5315.25543,3%
1.01.08.03.04Adiantamentos a Fornecedores3.0215.727−47,2%
1.01.08.03.05Outros Créditos7.7166.09026,7%
1.01.08.03.07Depósitos Vinculados00—
1.01.08.03.08Partes Relacionadas5425,0%
1.02Ativo Não Circulante1.330.7601.268.6874,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo316.268355.563−11,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos28.04671.867−61,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas66.50671.356−6,8%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes221.716212.3404,4%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Leasing Financeiro a Receber164.021159.4852,8%
1.02.01.09.04Adiantamentos a Fornecedores16.88032.226−47,6%
1.02.01.09.05Outros Créditos00—
1.02.01.09.06Impostos e Contribuições a Recuperar40.60520.46598,4%
1.02.01.09.07Depósitos Vinculados21016428,0%
1.02.02Investimentos4.8712.64784,0%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento4.8712.64784,0%
1.02.03Imobilizado786.792624.97125,9%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível222.829285.506−22,0%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAoConselho de Administração e Acionistas daMultiner S.A. Rio de Janeiro - RJ1. Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Multiner S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras2. A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes 3. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.4. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.5. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalvas.Base para opinião com ressalvas6. Conforme mencionado na Nota Explicativa nº 22, a Companhia possui 445.620 ações preferenciais resgatáveis, conversíveis em ações ordinárias, registradas no patrimônio líquido. Essas ações são conversíveis no quarto ano contado da data de aprovação da sua emissão, que ocorreu em 5 de dezembro de 2008. Decorrido esse prazo, caso o acionista opte pela não-conversão de suas ações, as mesmas serão resgatadas pela Companhia, de acordo com as condições descritas na nota 22. Nessas condições, de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 39 (IAS 32) - Instrumentos Financeiros - Apresentação, as ações preferenciais resgatáveis emitidas pela Companhia representam um passivo financeiro e deveriam ter sido registradas no grupo do passivo não circulante, pelo seu valor justo, ao invés de classificadas como capital social, no patrimônio líquido. Em função da não observância do Pronunciamento Técnico CPC 39 (IAS 32), em 31 de dezembro de 2011 o patrimônio líquido está aumentado em R$ 609.594 mil, o passivo não circulante está diminuído em R$ 609.594 mil e o prejuízo do exercício de 2011 está diminuído em R$ 68.064 mil. Adicionalmente, caso o efeito desse assunto fosse considerado no cálculo do prejuízo por ação, o prejuízo por ação básico e diluído passaria de R$ 161 para R$ 192.7. As demonstrações financeiras consolidadas apresentam, na rubrica de ativo imobilizado, investimentos efetuados na construção das UTEs Monte Pascoal (R$ 65.859 mil), Itapebi (R$ 65.849 mil) e Pernambuco IV (R$ 4.648 mil). Nas demonstrações financeiras individuais, esses investimentos estão representados por R$ 53.043 mil, referentes a adiantamentos para fornecimento de equipamentos, registrados na conta de ativo imobilizado. A revogação das outorgas para construção dessas UTEs pela ANEEL, mencionada na Nota Explicativa nº 1, representa um indicativo de que esses investimentos podem estar registrados por valor superior ao seu valor recuperável. A Companhia não efetuou análise do valor recuperável desses investimentos em 31 de dezembro de 2011, conforme requerido pelo pronunciamento técnico CPC 1 e IAS 36. Como conseqüência, não foi possível nos satisfazermos quanto à necessidade ou não de ajustes do saldo da conta de ativo imobilizado, das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e na conta de investimentos, nas demonstrações financeiras individuais, em decorrência desse assunto.8. Conforme mencionado na Nota Explicativa nº 14, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas apresentam saldo de ativo intangível referentes a gastos com desenvolvimento dos projetos Pernambuco (R$ 8.102 mil) e Iraí (R$ 254 mil). A Companhia não efetuou análise do valor recuperável desses ativos em 31 de dezembro de 2011, conforme requerido pelo pronunciamento técnico CPC 1 e IAS 36. Como conseqüência, não foi possível nos satisfazermos quanto à necessidade ou não de ajustes do saldo da conta de ativo intangível em decorrência desse assunto.9. Conforme mencionado na Nota Explicativa nº 15, a Companhia e suas controladas possuem empréstimos cujos contratos determinam o cumprimento de certas obrigações e a manutenção de certos índices financeiros (Covenants) que, em caso de descumprimento, garantem ao credor o direito de exigir o pagamento antecipado do valor total da dívida. No entanto, em 31 de dezembro de 2011 a Companhia e suas controladas não avaliaram o efeito desse assunto em suas demonstrações financeiras, principalmente no que tange a possível reclassificação da dívida do passivo não circulante para o passivo circulante, nos casos em que a Companhia ou suas controladas não tenham cumprido os covenants estipulados contratualmente. Como conseqüência, não foi possível nos satisfazermos quanto à necessidade ou não de reclassificações de dívidas do passivo não circulante para o passivo circulante.Opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras individuais10. Em nossa opinião, exceto pelo efeito do assunto mencionado do parágrafo 6 e pelo possível efeito, se algum, decorrente da resolução dos assuntos mencionados nos parágrafos 7 a 9 da "Base para opinião com ressalvas", as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas11. Em nossa opinião, exceto pelo efeito do assunto mencionado do parágrafo 6 e pelo potencial efeito, se al gum, decorrente da resolução dos assuntos mencionados nos parágrafos 7 a 9 da "Base para opinião com ressalvas" as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Companhia em 31 de dezembro de 2011, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.Ênfases12. Sem modificar nossa opinião, chamamos a atenção para a Nota Explicativa nº 21, no qual está descrito que a Companhia está se defendendo em diversas ações de natureza cível e regulatória. A Administração da Companhia avaliou como possível as chances de êxito nessas ações e, portanto, nenhuma provisão foi registrada nas demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2011. No entanto, caso essas ações tenham um desfecho negativo para a Companhia, a posição financeira da Companhia deverão sofrer um impacto relevante.13. Sem modificar nossa opinião, chamamos a atenção para o fato de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Multiner S.A. foram preparadas considerando a continuidade normal dos negócios da Companhia. Os prejuízos decorrentes das operações, o fluxo de caixa negativo da Companhia e outros assuntos relacionados à sua atividade operacional indicam a existência de incerteza significativa que pode levantar dúvida significativa quanto à sua continuidade operacional. Adicionalmente, conforme mencionado nas Notas Explicativas nº 1, 14 e 21, alguns projetos da Companhia encontram-se com o cronograma atrasado e com falta de cumprimento de cláusulas contratuais, o que acarretou em penalidades financeiras e operacionais relevantes, que estão sendo discutidas judicialmente pela Administração da Companhia. Um eventual desfecho negativo desses processos também pode afetar de forma material a posição financeira e continuidade operacional da Companhia. Os planos da Administração a respeito destes assuntos estão descritos na Nota Explicativa nº 1. As demonstrações financeiras individuais e consolidadas não incluem nenhum ajuste relativo à recuperação e classificação de ativos ou aos valores e a classificação dos passivos, que poderia ser necessário em função da resolução destas incertezas.14. Sem modificar nossa opinião, chamamos a atenção para a Nota Explicativa nº 20, que menciona que a Companhia mantém operações com partes relacionadas com valores relevantes e sob condições específicas. Como conseqüência, a posição patrimonial e financeira da Companhia em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data podem estar diferentes daqueles que seriam obtidos em transações com terceiros. As demonstrações financeiras individuais e consolidadas anexas devem ser lidas nesse contexto.15. Conforme descrito na nota explicativa nº 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Multiner S.A. essas práticas diferem das IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo e pela opção pela manutenção do saldo de ativo diferido, existente em 31 de dezembro de 2008, que vem sendo amortizado. Nossa opinião não está ressalvada em função desses assuntos.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado16. Examinamos também as demonstrações, individual e consolidada, do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, elaborada sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e tratada como informação suplementar pelas IFRS. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, exceto pelo efeito do assunto mencionado do parágrafo 6 e pelo possível efeito, se algum, decorrente da resolução dos assuntos mencionados nos parágrafos 7 a 9 da "Base para opinião com ressalva", estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Rio de Janeiro, 5 de outubro de 2012KPMG Auditores IndependentesCRC SP-014428/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASDeclaramos, em atendimento à Instrução CVM n° 480, de 7 de dezembro de 2009, que revisamos, discutimos e concordamos com as Demonstrações Financeiras da Multiner S.A., relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, tendo sido tomada a decisão no sentido de sua aprovação em reunião realizada em 26 de outubro de 2012.Rio de Janeiro, 26 de outubro de 2012.Paulo Cezar RutzenDiretor-PresidenteAntônio Álvaro Rodrigues FradeDiretor Financeiro e de Relação com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESDeclaramos, em atendimento à Instrução CVM n° 480, de 7 de dezembro de 2009, que revisamos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia - KPMG, emitido sobre as Demonstrações Financeiras da Multiner S.A., relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, tendo sido tomada a decisão no sentido de sua aprovação em reunião realizada em 26 de outubro de 2012.Rio de Janeiro, 26 de outubro de 2012.Paulo Cezar RutzenDiretor-PresidenteAntônio Álvaro Rodrigues FradeDiretor Financeiro e de Relação com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Multiner S.A., instalado em 30 de outubro de 2012, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, em reunião realizada nesta data, examinou o Relatório Anual da Administração da Companhia e as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31/12/2011. Tendo também por base o Relatório dos Auditores Independentes, emitido pela KPMG em 05 de outubro de 2012, e já consideradas as observações apresentadas pelos Auditores Independentes relativas à ressalva e as ênfases contidas em seu relatório, os membros do Conselho Fiscal consideram que as citadas demonstrações podem ser encaminhadas para apreciação e deliberação da Assembleia Geral Ordinária de Acionistas.Rio de Janeiro, 30 de outubro de 2012.José Lino FontanaPresidente do Conselho FiscalArnildo Freitas MenezesConselheiroCarlos Frederico Aires DuqueConselheiroArthur Simões NetoConselheiroGianna Sonego BolognesiConselheira

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.