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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2019123 páginasCódigo CVM 21466Versão 1Recebida em 28/02/2020valores em R$ mil

DFP 2019 de BANCO RCI BRASIL S.A

BANCO RCI BRASIL S.A · CNPJ 62.307.848/0001-15

BANCO RCI BRASIL S.A
CNPJ 62.307.848/0001-15
DFP 2019
Exercício 2019
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Metadados

Empresa
BANCO RCI BRASIL S.A
CNPJ
62.307.848/0001-15
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
123
Ano de referência
2019*
Publicado em
28/02/2020 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:27

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201931/12/2018Var.
1Ativo Total12.052.0089.849.50822,4%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa489.400422.83015,7%
1.01.01Disponibilidades e Reservas no Banco Central do Brasil489.400422.83015,7%
1.02Ativos Financeiros11.304.2619.250.15222,2%
1.02.01Ativos Financeiros Avaliados a Valor Justo através do Resultado14.28987.126−83,6%
1.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo14.28987.126−83,6%
1.02.02Ativos Financeiros Avaliados a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes252.213162.62855,1%
1.02.02.01Títulos anteriormente classificados como disponíveis para venda00—
1.02.02.02Ativos Financeiros Mensurados ao Valor Justo por meio de Outros Resultados Abrangentes252.213162.62855,1%
1.02.03Ativos Financeiros Avaliados ao Custo Amortizado11.037.7599.000.39822,6%
1.02.03.01Empréstimos e outros valores com instituições de crédito609.755226.691169,0%
1.02.03.02Empréstimos e adiantamentos a clientes10.428.0048.773.70718,9%
1.03Tributos Diferidos246.854152.85261,5%
1.03.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos230.848143.31661,1%
1.03.02Imposto de Renda e Contribuição Social Correntes16.0069.53667,8%
1.04Outros Ativos7.74620.951−63,0%
1.04.01Ativos Não Correntes a Venda1.1086.292−82,4%
1.04.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.04.03Outros6.60114.659−55,0%
1.04.04Derivativos Utilizados como Hedge370—
1.05Investimentos00—
1.05.01Participações em Coligadas00—
1.05.02Participações em Controladas em Conjunto00—
1.05.03Propriedades para Investimento00—
1.05.04Outros Investimentos00—
1.06Imobilizado3.1681.68787,8%
1.06.01Imobilizado de Uso3.1681.68787,8%
1.06.02Direito de Uso em Arrendamento00—
1.07Intangível5791.036−44,1%
1.07.01Intangíveis5791.036−44,1%
1.07.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais AoConselho de Administração e aos Acionistas doBanco RCI Brasil S.A.Curitiba - PROpinião com ressalva Examinamos as demonstrações financeiras individuais do Banco RCI Brasil S.A. ("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2019 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, exceto pelos efeitos do assunto descrito no parágrafo "Base para Opinião com ressalva" abaixo, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco RCI Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2019, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - Bacen.Base para Opinião com ressalva O Banco registra as suas operações e elabora as suas demonstrações financeiras com a observância das diretrizes contábeis estabelecidas pelo Banco Central do Brasil, que requerem o ajuste a valor presente da carteira de arrendamento mercantil como provisão para superveniência e insuficiência de depreciação, classificada no ativo permanente, conforme mencionado na nota explicativa às demonstrações financeiras nº 3.j.4. Essas diretrizes não requerem a reclassificação das operações, que permanecem registradas de acordo com as disposições da Lei nº 6.099/74, para as rubricas do ativo circulante e realizável a longo prazo, e rendas e despesas de arrendamento, mas resultam na apresentação do resultado líquido e do patrimônio líquido, correspondentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2019, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação ao Banco de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas Normas Profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do semestre e exercício correntes. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Além do assunto descrito na seção "Base para opinião com ressalva", determinamos que os assuntos descritos abaixo são os principais assuntos de auditoria a serem comunicados em nosso relatório.- Provisão para créditos de liquidação duvidosa Conforme mencionado em nota explicativa nº 3.h, para fins de mensuração da provisão para créditos de liquidação duvidosa, o Banco classifica suas operações (que compreendem as operações de crédito e de arrendamento mercantil), em nove níveis de risco. A determinação da provisão para créditos de liquidação duvidosa leva em consideração a avaliação de diversas premissas e fatores (internos e externos), incluindo os níveis de inadimplência e garantia das carteiras, cenário econômico atual e prospectivo, setor de atividade econômica e demais fatores e premissas definidas na regulamentação vigente, sendo "AA" o risco mínimo e "H" o risco máximo. A classificação das operações de crédito em níveis de risco envolve premissas e julgamento do Banco. A provisão para créditos de liquidação duvidosa é constituída levando-se em consideração as normas regulamentares do Banco Central do Brasil - BACEN, notadamente a Resolução do Conselho Monetário Nacional - CMN 2.682, e é fundamentada nas análises das operações de crédito em aberto (vencidas e vincendas), de acordo com políticas internas que consideram o estabelecimento de ratings (classificação de risco) de crédito. Devido à relevância das operações de crédito, às incertezas e julgamentos relacionados as premissas utilizadas e os eventuais impactos que poderiam gerar nos valores registrados nas demonstrações financeiras, consideramos esse assunto como significativo para a auditoria.Como nossa auditoria endereçou esse assuntoAvaliamos e atualizamos nosso entendimento sobre os controles internos, bem como realizamos testes nos controles existentes no Banco e relacionados aos processos de apuração e reconhecimento da provisão para liquidação duvidosa, contemplando substancialmente os seguintes processos: aprovação da política de crédito, classificação e atualização dos níveis de risco ("ratings") das operações de crédito e de arrendamento mercantil e as principais premissas utilizadas no cálculo da provisão para créditos de liquidação duvidosa, processamento e contabilização das provisões, reconciliação dos saldos contábeis com a posição analítica. Com base em amostragem, avaliamos se o Banco atendeu aos requisitos mínimos estabelecidos pela regulamentação vigente, relacionados à apuração da provisão para créditos de liquidação duvidosa e se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras, descritas na nota explicativa nº 8, estão de acordo com as regras aplicáveis.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos que o nível de provisionamento e as divulgações são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. -Provisões para passivos contingentes fiscais Conforme descrito na nota explicativa nº 3.l, o Banco é parte passiva em processos judiciais e administrativos de natureza fiscal, decorrentes do curso normal de suas operações. As estimativas do desfecho e do efeito financeiro são determinadas pela natureza das ações e pelo julgamento do Banco, por meio da opinião dos assessores jurídicos, com base nos elementos do processo, complementadas pela experiência de demandas semelhantes. Devido a essa avaliação realizada pelo Banco envolver estimativas complexas e relevantes na mensuração, definição do momento para o reconhecimento e divulgações das Provisões e Passivos Contingentes, consideramos esse assunto como significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria endereçou esse assuntoAvaliamos a determinação do risco processual das causas fiscais para assuntos e valores relevantes do Banco. Adicionalmente, avaliamos a suficiência das provisões reconhecidas e dos valores de contingências divulgados, considerando a avaliação dos assessores externos. Analisamos também as mudanças na estimativa em relação a períodos anteriores, quando aplicável, as respostas de advogados circularizados, conciliação das bases analíticas dos processos fiscais com a posição contábil e confrontamos as atribuições das classificações dos riscos de perda (remoto, possível e pro vável) com a política do Banco. Avaliamos também se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras, descritas na nota explicativa nº 17, consideram as regras aplicáveis.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos que o nível de provisionamento e as divulgações são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. - Realização de ativos fiscais diferidosAs demonstrações financeiras incluem ativos relativos a créditos tributários (nota explicativa nº 3.m), relativos as diferenças temporárias de provisão para crédito de liquidação duvidosa, provisão para contingências e ajuste a valor justo de instrumentos financeiros derivativos, cuja realização está suportada por estimativas de rentabilidade futura baseadas no plano de negócios e orçamento preparados pelo Banco e aprovados em seus níveis de governança. Para elaborar as projeções de resultados futuros para fins, entre outros, de verificar a realização desses ativos, o Banco adota premissas baseadas em suas estratégias corporativas e no cenário macroeconômico, considerando o desempenho atual e passado e o crescimento esperado no mercado de atuação e se o estudo atende as exigências do Conselho Monetário Nacional e Banco Central do Brasil. Devido à relevância dos saldos relativos a esses ativos, por basearem-se em estimativas de rentabilidade futura e pelo impacto que eventuais alterações das premissas poderiam gerar nos valores registrados nas demonstrações financeiras, consideramos esse assunto como significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria endereçou esse assuntoAvaliamos e atualizamos nosso entendimento sobre os controles internos, bem como realizamos testes nos controles existentes no Banco, referentes ao processo de aprovação do Estudo Técnico de Realização dos Créditos Tributários, o qual é base para a contabilização dos valores relativos a ativos fiscais diferidos. Avaliamos a razoabilidade das premissas utilizadas pelo Banco, o recálculo das projeções baseadas em tais premissas e se o registro dos ativos fiscais diferidos estava de acordo com as exigências do Conselho Monetário Nacional e Banco Central do Brasil. Com o apoio dos nossos especialistas da área tributária, avaliamos as bases de apuração em que são aplicadas as alíquotas vigentes dos tributos e o estudo de capacidade de realização dos ativos fiscais diferidos. Avaliamos também se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras, descritas na nota explicativa nº 9, consideram as regras aplicáveis.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos que o reconhecimento do valor dos ativos fiscais diferidos e divulgações são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Outros assuntos - Demonstração do valor adicionado A demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao semestre findo em 30 de junho de 2019 elaborada sob a responsabilidade da administração do Banco, e apresentada como informação suplementar em relação às práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - Bacen, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está reconciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente preparada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditorA Administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no relatório da Administração somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade do Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a continuidade da entidade e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras a não ser que a Administração pretenda liquidar o Banco ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectarão as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles in ternos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza significativa em relação a eventos ou circunstâncias que possa causar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco. Se concluirmos que existe uma incerteza significativa devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive eventuais as deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar consideravelmente nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do semestre corrente, e que, dessa maneira constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública de um assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deveria ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação poderiam, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Curitiba, 20 de fevereiro de 2020KPMG Auditores IndependentesCRC PR-007945/F-7Eduardo Tomazelli RemediContador CRC 1SP259915/O-0***************************************************************************************************************************Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras consolidadas AoConselho de Administração e aos Acionistas doBanco RCI Brasil S.A.Curitiba - PROpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras consolidadas do Banco RCI Brasil S.A.("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2019 e asrespectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações dopatrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como ascorrespondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas eoutras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentamadequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeiraconsolidada do Banco RCI Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2019, o desempenhoconsolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa consolidados para oexercício findo nessa data, de acordo com as Normas Internacionais de RelatórioFinanceiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais deauditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritasna seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria dasdemonstrações financeiras consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco esuas Entidades de propósito específico, de acordo com os princípios éticos relevantesprevistos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidaspelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidadeséticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida ésuficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foramos mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foramtratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e naformação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, nãoexpressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.- Provisão para perdas por redução ao valor recuperávelConforme descrito na nota explicativa nº 1.3, para fins de mensuração da perda esperada(provisão para perdas por redução ao valor recuperável nas operações de crédito -"impairment"), o Banco considera os seguintes fatores: exposição a inadimplência (EADexposure at default), probabilidade de inadimplência (PD-probability of default), perdaefetiva dada inadimplência (LGD-loss given default), e a taxa de desconto. A exposição(EAD) utiliza como base o calendário de pagamentos previsto para juros e amortização deprincipal. Nas operações de crédito e arrendamento mercantil a perda esperada émensurada considerando as garantias prestadas ao Banco, podendo inclusive ser opróprio objeto de crédito ou mesmo garantias financeiras recebidas (segmento Atacado).Para a PD é levado em conta o rating da contraparte, onde são avaliadas as condições dacontraparte e histórico de comportamento junto ao Banco. A LGD avalia a experiênciahistórica de recuperação em casos de inadimplência em grupos de produtos. Devido àrelevância das operações de crédito e de arrendamento mercantil, as incertezas relacionadas à estimativa de provisão para perdas por redução ao valor recuperável e aoimpacto que eventuais alterações das premissas poderiam gerar nos valores registradosnas demonstrações financeiras consolidadas, consideramos esse assunto como significativo para a auditoria.Como nossa auditoria endereçou esse assuntoAvaliamos o desenho e a efetividade operacional dos controles internos relevantes,relacionados aos processos de aprovação e registro das operações. Realizamos o entendimento do processo desenvolvido pelo Banco, elaborado em conexão com as políticas do Grupo RCI Banque, para análise e avaliação da perda esperada, bem como efetuamos determinados procedimentos de auditoria, com o auxílio de nossos especialistas em análise e gerenciamento de riscos para instrumentosfinanceiros, relacionados a aderência aos requisitos da referida norma.Em relação à metodologia de impairment, aplicamos procedimentos de auditoriarelacionados a: (i) análise das políticas contábeis da adminis tração em comparação comos requisitos do IFRS 9 (ii) entendimento relacionado à mensuração da provisão paraperda esperada, que consideram base de dados, modelos e premissas adotadas pelaadministração (iii) revisão dos critérios de modelagem (iv) realizamos as análises das fundamentações teóricas aplicadas para estimativa dos fatores de risco PD, LGD e EAD, considerando a política do cliente (v) avaliamos a aderência dos critérios de alocação de estágios conforme previsto no IFRS9 (vi) Efetuamos recálculo da perda esperada (provisão) a partir dos parâmetros (PD, EAD, LGD), considerando a base de dados das operações de crédito.Adicionalmente, obtivemos junto ao auditor do Grupo na França o resultado das análisesrelacionadas a: (i) cálculo da provisão prospectiva baseada no país (Brasil) (forward looking) (ii) aprovação e validação de premissas adotadas para determinação das estimativas de perdas e de recuperação (iii) monitoramento da expectativa da perda esperada (provisão) e (iv) análise da alocação dos estágios, premissas e parâmetros utilizados no modelo de cálculo da perda esperada. As conclusões obtidas pelo auditor do Grupo foram revisadas considerando o envolvimento de nossos especialistas em análise e gerenciamento de riscos para instrumentos financeiro.Avaliamos também se as divulgações realizadas pela administração nas demonstraçõesfinanceiras consideram as regras estabelecidas pelo IFRS9.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados,consideramos que o nível de provisionamento e as divulgações são aceitáveis no contextodas demonstrações financeiras consolidadas tomadas em conjunto, referentes ao exercíciofindo em 31 de dezembro de 2019.- Provisões para passivos contingentes fiscaisConforme descrito na nota explicativa nº 2.p, o Banco é parte passiva em processosjudiciais e administrativos de natureza fiscal, decorrentes do curso normal de suasoperações. As estimativas do desfecho e do efeito financeiro são determinadas pelanatureza das ações e pelo julgamento do Banco, por meio da opinião dos assessoresjurídicos, com base nos elementos do processo, complementadas pela experiência dedemandas semelhantes. Devido a essa avaliação realizada pelo Banco envolverestimativas complexas e relevantes na mensuração, definição do momento para oreconhecimento e divulgações das Provisões e Passivos Contingentes, consideramos esseassunto como significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria endereçou esse assuntoAvaliamos a determinação do risco processual das causas fiscais para assuntos e valoresrelevantes do Banco. Adicionalmente, avaliamos a suficiência das provisões reconhecidase dos valores de contingências divulgados, considerando a avaliação dos assessoresexternos. Analisamos também as mudanças na estimativa em relação a períodosanteriores, quando aplicável, as respostas de advogados circularizados, conciliação dasbases analíticas dos processos fiscais com a posição contábil e confrontamos asatribuições das classificações dos riscos de perda (remoto, possível e provável) com apolítica do Banco. Avaliamos também se as divulgações efetuadas nas demonstraçõesfinanceiras, descritas na nota explicativa nº 14, consideram as regras aplicáveis.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados,consideramos que o nível de provisionamento e as divulgações são aceitáveis no contextodas demonstrações financeiras consolidadas tomadas em conjunto.- Realização de ativos fiscais diferidosAs demonstrações financeiras incluem ativos relativos a créditos tributários (nota explicativa nº 2.s), relativos as diferenças temporárias de provisão para crédito de liquidação duvidosa, provisão para contingências e ajuste a valor justo de instrumentos financeiros derivativos, cuja realização está suportada por estimativas de rentabilidade futura baseadas no plano de negócios e orçamento preparados pelo Banco e aprovados em seus níveis de governança. Para elaborar as projeções de resultados futuros para fins, entre outros, de verificar a realização desses ativos, o Banco adota premissas baseadas em suas estratégias corporativas e no cenário macroeconômico, considerando o desempenho atual e passado e o crescimento esperado no mercado de atuação e se o estudo atende as exigências do Conselho Monetário Nacional e Banco Central do Brasil. Devido à relevância dos saldos relativos a esses ativos, por basearem-se em estimativas de rentabilidade futura e pelo impacto que eventuais alterações das premissas poderiam gerar nos valores registrados nas demonstrações financeiras, consideramos esse assunto como significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria endereçou esse assuntoAvaliamos e atualizamos nosso entendimento sobre os controles internos, bem comorealizamos testes nos controles existentes no Banco, referentes ao processo de aprovaçãodo Estudo Técnico de Realização dos Créditos Tributários, o qual é base para acontabilização dos valores relativos a ativos fiscais diferidos. Avaliamos as premissasutilizadas pelo Banco, o recálculo das projeções baseadas em tais premissas e se osregistros dos ativos fiscais diferidos consideram as exigências do Conselho Monetário Nacional e Banco Central do Brasil. Com o apoio dos nossos especialistas da áreatributária, avaliamos as bases de apuração em que são aplicadas as alíquotas vigentesdos tributos e o estudo de capacidade de realização dos ativos fiscais diferidos. Avaliamostambém se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras, descritas na notaexplicativa nº 15, consideram as regras aplicáveis.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados,entendemos que o reconhecimento do valor dos ativos fiscais diferidos e divulgações sãoaceitáveis no contexto das demonstrações financeiras consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntos - Demonstração do valor adicionadoA demonstração consolidada do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31de dezembro de 2019, elaborada sob a responsabilidade da administração do Banco, eapresentada como informação suplementar para fins das IFRS, foi submetida aprocedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstraçõesfinanceiras do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstraçãoestá reconciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conformeaplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos noPronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião,essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente preparada, em todos osaspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e sãoconsistentes em relação às demonstrações financeiras consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras consolidadas eo relatório do auditorA administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendemo Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas não abrange o Relatórioda Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobreesse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras consolidadas, nossaresponsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esserelatório está, de forma relevante, inconsistente com a s demonstrações financeiras consolidadas ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstraçõesfinanceiras consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação dasdemonstrações financeiras consolidadas de acordo com as Normas Internacionais deRelatório Financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board(IASB) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir aelaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade do Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banco e suas Entidades de propósito específico ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco e suas Entidades de propósito específico sãoaqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração dasdemonstrações financeiras.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeirasconsolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeirasconsolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante,independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendonossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantiade que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais deauditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorçõespodem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando,individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável,as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstraçõesfinanceiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais deauditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longoda auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstraçõesfinanceiras consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro,planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bemcomo obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossaopinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior doque o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controlesinternos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria paraplanejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, como objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco esuas Entidades de propósito específico. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade dasestimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil decontinuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existeincerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvidasignificativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco e suasEntidades de propósito específico. Se concluirmos que existe incerteza relevante,devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivasdivulgações nas demonstrações financeiras consolidadas ou incluir modificação emnossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estãofundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório.Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco e suas Entidades depropósito específico a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstraçõesfinanceiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras consolidadasrepresentam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível como objetivo de apresentação adequada. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informaçõesfinanceiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar umaopinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis peladireção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pelaopinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos,do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria,inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamosdurante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimoscom as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, ecomunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar,consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivassalvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança,determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria dasdemonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem osprincipais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório deauditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto,ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto nãodeve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de talcomunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios dacomunicação para o interesse público.Curitiba, 20 de fevereiro de 2020.KPMG Auditores IndependentesCRC PR-007945/F-7Eduardo Tomazelli RemediContador CRC 1SP259915/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Para fins de atendimento ao disposto no artigo 25, § 1º, inciso VI, da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) 480, de 7 de dezembro de 2009, os membros da Diretoria do Banco RCI Brasil S.A. declaram que discutiram, revisaram e concordam com as Demonstrações Financeiras da Companhia, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2019, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e os documentos que as compõem, sendo: Relatório da administração, balanços patrimoniais, demonstração dos resultados, demonstração das mutações do patrimônio líquido, demonstração dos fluxos de caixa, demonstração do valor adicionado e notas explicativas, os quais foram elaborados de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, conforme a Lei das Sociedades por Ações, as normas do Conselho Monetário Nacional, do Banco Central do Brasil de acordo com o modelo do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (COSIF) e demais regulamentação e legislação aplicáveis, bem como, as Demonstrações Financeiras pelo critério IFRS (International Financial Reporting Standards) e os documentos que as compõem, sendo: relatório da administração, balanço patrimonial consolidado, demonstrações consolidadas do resultado, demonstrações do resultado abrangente, demonstrações consolidadas do fluxo de caixa, demonstrações consolidadas das mutações do patrimônio líquido e notas explicativas, os quais foram elaborados de acordo com as normas internacionais de contabilidade internacional emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Membros da Diretoria da Companhia:Diretor PresidenteJean-Philippe Jacques Maurice ValleeDiretor de Relações InstitucionaisAndre de Carvalho NovaesDiretor de RiscoMurilo Azevedo BrunoDiretor GeralEnrico RossiniDiretor Administrativo FinanceiroFabien Jean Michel TournierCuritiba, 20 de fevereiro de 2020.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Para fins de atendimento ao disposto no artigo 25, § 1º, inciso VI, da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) 480, de 7 de dezembro de 2009, os membros da Diretoria do Banco RCI Brasil S.A. declaram que discutiram, revisaram e concordam com as opiniões expressas no Relatório de Auditoria dos Auditores Independentes relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2019, sobre as Demonstrações Financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e os documentos que as compõem, sendo: Relatório da administração, balanços patrimoniais, demonstração dos resultados, demonstração das mutações do patrimônio líquido, demonstração dos fluxos de caixa, demonstração do valor adicionado e notas explicativas, os quais foram elaborados de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, conforme a Lei das Sociedades por Ações, as normas do Conselho Monetário Nacional, do Banco Central do Brasil de acordo com o modelo do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (COSIF) e demais regulamentação e legislação aplicáveis, bem como, as Demonstrações Financeiras pelo critério IFRS (International Financial Reporting Standards) e os documentos que as compõem, sendo: relatório da administração, balanço patrimonial consolidado, demonstrações consolidadas do resultado, demonstrações do resultado abrangente, demonstrações consolidadas do fluxo de caixa, demonstrações consolidadas das mutações do patrimônio líquido e notas explicativas, os quais foram elaborados de acordo com as normas internacionais de contabilidade internacional emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Membros da Diretoria da Companhia:Diretores PresidentesJean-Philippe Jacques Maurice ValleeDiretor de Relações InstitucionaisAndre de Carvalho NovaesDiretor de RiscoMurilo Azevedo BrunoDiretor GeralEnrico RossiniDiretor Administrativo FinanceiroFabien Jean Michel TournierCuritiba, 20 de fevereiro de 2020.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.