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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016167 páginasCódigo CVM 2461Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 11/04/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de CENTRAIS ELETRICAS DE SANTA CATARINA SA

CENTRAIS ELETRICAS DE SANTA CATARINA SA · CNPJ 83.878.892/0001-55

Versões deste exercício: v1 (28/03/2017) · v2 (11/04/2017), esta

CENTRAIS ELETRICAS DE SANTA CATARINA SA
CNPJ 83.878.892/0001-55
DFP 2016 (V2)
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
CENTRAIS ELETRICAS DE SANTA CATARINA SA
CNPJ
83.878.892/0001-55
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
167
Ano de referência
2016*
Publicado em
11/04/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total8.628.7157.988.9288,0%
1.01Ativo Circulante3.765.5393.589.1414,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa917.464922.047−0,5%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber1.270.1051.474.884−13,9%
1.01.03.01Clientes1.128.2991.344.321−16,1%
1.01.03.01.01Clientes1.520.5881.684.821−9,7%
1.01.03.01.02Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa−392.289−340.500−15,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber141.806130.5638,6%
1.01.04Estoques10.0068.03624,5%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar121.761158.667−23,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar121.761158.667−23,3%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.446.2031.025.50741,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros1.446.2031.025.50741,0%
1.01.08.03.01Dividendos a Receber00—
1.01.08.03.02Ativo Indenizatório - concessão00—
1.01.08.03.03Dividendos a Receber7.9596821.067,0%
1.01.08.03.04Outros Créditos1.410.002776.36781,6%
1.01.08.03.05Ativo Financeiro - Parcela A0248.458−100,0%
1.01.08.03.06Ativo Financeiro - Bonificação de Outorga28.2420—
1.02Ativo Não Circulante4.863.1764.399.78710,5%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.418.149952.46248,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo137.478137.4780,0%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação137.261137.2610,0%
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda2172170,0%
1.02.01.01.03Títulos de Empréstimos e Recebíveis00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber36.81418.037104,1%
1.02.01.03.01Clientes31.49715.91897,9%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber5.3172.119150,9%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos514.870214.282140,3%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos514.870214.282140,3%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas6.47213.140−50,7%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores5.98412.652−52,7%
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas4884880,0%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes722.515569.52526,9%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Tributos a Recuperar17.98515.23118,1%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais124.336160.873−22,7%
1.02.01.09.05Ativo Indenizatório - Concessão346.620196.52076,4%
1.02.01.09.06Ativo Financeiro Parcela A - CVA liquido0196.901−100,0%
1.02.01.09.07Ativo Financeiro - Bonificação de Outorga233.5740—
1.02.02Investimentos227.554201.64912,8%
1.02.02.01Participações Societárias227.554201.64912,8%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas130.43772.15880,8%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias97.117129.491−25,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado158.495174.856−9,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível3.058.9783.070.820−0,4%
1.02.04.01Intangíveis3.058.9783.070.820−0,4%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão3.046.9543.055.684−0,3%
1.02.04.01.02Outros Intangíveis12.02415.136−20,6%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Acionistas, Conselheiros e Administradores daCentrais Elétricas de Santa Catarina S.A.Florianópolis - SCOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. ÊnfaseReapresentação dos valores correspondentes referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015Conforme mencionado na nota explicativa n° 3.1.1, em decorrência das reclassificações descritas na referida nota explicativa, os valores correspondentes referentes às demonstrações consolidadas do resultado e do valor adicionado para o exercício findo em 31 de dezembro de 2015, apresentados para fins de comparação, foram ajustados e estão sendo reapresentados como previsto no CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudanças de Estimativa e Retificação de Erro e a IAS 8 - Accounting Policies, Changes in Accounting Estimates and Errors e CPC 26(R1) - Apresentação das Demonstrações Contábeis e a IAS 1 - Presentation of Financial Statements. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto. Principais assuntos de auditoria"Principais assuntos de auditoria" são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Reconhecimento de receita - fornecimento de energia elétricaConforme mencionado nas notas explicativas nº 3.23 e 28.1 às demonstrações financeiras, o faturamento da energia elétrica que compõe a receita da Companhia é volumoso e pulverizado. A valorização das quantidades de energia faturadas deve estar em conformidade com os critérios regulatórios específicos das classes de consumidores e tarifas determinadas pelo Órgão Regulador do setor. Concluído o processamento do faturamento, a adequação do registro contábil depende da correta integração entre os sistemas de faturamento e contábil. Observa-se ainda, que as transações de fornecimento de energia elétrica da Companhia são processadas substancialmente por meio de rotinas e controles automatizados. A finalização do processo de reconhecimento da receita ainda inclui o julgamento do auditor sobre a estimativa da Administração em relação a parcela da receita de fornecimento de energia no mês, que somente será faturada no mês seguinte, de acordo com regime de competência.Nossos procedimentos de auditoria para endereçamento do risco significativo de reconhecimento de receita incluíram, dentre outros, o seguinte: avaliação dos controles internos sobre o faturamento e a receita, envolvendo nossos especialistas de Tecnologia da Informação realização de procedimentos de análise de variação dos saldos testes de amostragem, confrontando as informações do faturamento com os dados de consumo individual e tarifas aprovadas pelo Órgão Regulador e teste da integridade entre os sistemas de faturamento e contábil.Benefícios pós-emprego - passivo atuarialConforme mencionado nas notas explicativas nº 3.20 e 25 às demonstrações financeiras, a Companhia possui planos vitalícios de benefício pós emprego, concedidos a funcionários e ex-funcionários, relativos a previdência, assistência médica, programa de demissão voluntária e outros. Os planos classificados como "benefício definido" geram passivos relevantes, os quais são calculados com referência a premissas atuariais que incluem taxa de desconto, taxa estimada de inflação e tábua de mortalidade. Esses passivos podem ser total ou parcialmente compensados pelos valores justos dos ativos dos respectivos planos. Os planos de saúde, em adição, incluem fatores de idade e incrementos futuros no custo dos planos na determinação dos passivos relacionados. Devido ao fato de se tratarem de valores relevantes e que envolvem alto grau de julgamento pela Administração na definição das premissas envolvidas na valorização dos ativos e na mensuração das obrigações atuariais dos planos de benefício definido e de saúde complementar, consideramos este assunto relevante para nossa auditoria.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o teste, em base amostral, da consistência dos dados dos participantes que foram utilizados pelo atuário responsável pela avaliação atuarial de 2016 a avaliação dos principais critérios para a determinação da reserva individual de participantes selecionados e a avaliação das hipóteses atuariais e premissas adotadas pelo atuário, tais como tabua de mortalidade, taxa de desconto, taxa de inflação e taxa de crescimento salarial em comparação com a legislação aplicável, bem como com as práticas de mercado. Nossos procedimentos foram executados com a assistência de nossos especialistas atuariais e incluíram também a avaliação das divulgações efetuadas pela Companhia nas demonstrações financeiras.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor ad icionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditor A Administração da Companhia é responsável por essas outras informações, que compreendem o Relatório da Administração e o Balanço Social, obtidos antes da data deste relatório, e também o Relatório de Sustentabilidade, que deve ser disponibilizado após a data desse relatório. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração, o Balanço Social e o Relatório de Sustentabilidade e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esses relatórios. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler essas outras informações, ao fazê-lo, considerar se esse estão, de forma relevante, inconsistentes com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante nas outras informações obtidas antes da data desse relatório, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidade da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do Grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do Grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal co municação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Joinville, 27 de março de 2017DELOITTE TOUCHE TOHMATSAuditores IndependentesCRC n.º 2 SP-011.609/O-8 F-SCRicardo Schenk DuqueContadorCRC n.º RS.060571/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Os Diretores da Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. - Celesc declaram que examinaram, revisaram e concordam com todas as informações contidas nas Demonstrações Financeiras (individual e consolidada)._____________________________Cleverson SiewertDiretor Presidente______________________________ Antônio José LinharesDiretor de AssuntosRegulatórios e Jurídicos_________________________Eduardo Cesconeto de Souza Diretor Comercial ______________________________ Enio Andrade Branco Diretor de Geração e Transmissão eNovos Negócios _____________________________ James Alberto Giacomazzi Diretor de Distribuição ____________________________ Nelson Marcelo SantiagoDiretor de Gestão Corporativa _____________________________ Rubens José Della VolpeDiretor de Planejamento e Controle Interno____________________________José Carlos OnedaDiretor de Finanças e Relações com Investidores________________________________José Braulino StähelinContador - CRC/SC 18.996/O-8

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os Diretores da Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. declaram que examinaram, revisaram e concordam com todas as informações contidas no Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras._____________________________Cleverson SiewertDiretor Presidente______________________________ Antônio José LinharesDiretor de AssuntosRegulatórios e Jurídicos_________________________Eduardo Cesconeto de Souza Diretor Comercial ______________________________ Enio Andrade Branco Diretor de Geração e Transmissão eNovos Negócios _____________________________ James Alberto Giacomazzi Diretor de Distribuição ____________________________ Nelson Marcelo SantiagoDiretor de Gestão Corporativa _____________________________ Rubens José Della VolpeDiretor de Planejamento e Controle Interno____________________________José Carlos OnedaDiretor de Finanças e Relações com Investidores________________________________José Braulino StähelinContador - CRC/SC 18.996/O-8

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O Conselho Fiscal da Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. - Celesc, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, dando cumprimento ao que dispõe o artigo 163, da Lei 6.404/76 e suas posteriores alterações, examinou:1) O Relatório da Administração, as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016. Com base nos trabalhos, entrevistas e acompanhamentos realizados ao longo do exercício social, e, considerando, ainda, o conteúdo do Relatório dos Auditores da Deloitte Touche Tohmatsu, datado de 27 de março de 2017, opina que tais documentos estão em condições de serem submetidos à apreciação dos Senhores Acionistas.2) Proposta da Administração para o orçamento de capital para o exercício de 2017. O Conselho Fiscal da Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. - Celesc, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, se manifesta favoravelmente a proposta de orçamento de capital.Florianópolis/SC, 27 de março de 2017.________________________________Paulo da Paixão Borges de Andrade______________________________ Antonio Ceron________________________Fabrício Santos Debortoli_____________________________ Luiz Hilton Temp _________________________Telma Suzana Mezia

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.