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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016159 páginasCódigo CVM 19550Versão 1Recebida em 22/02/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de NATURA COSMETICOS S/A

NATURA COSMETICOS S/A · CNPJ 71.673.990/0001-77

NATURA COSMETICOS S/A
CNPJ 71.673.990/0001-77
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
NATURA COSMETICOS S/A
CNPJ
71.673.990/0001-77
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
159
Ano de referência
2016*
Publicado em
22/02/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total8.421.5799.394.981−10,4%
1.01Ativo Circulante4.802.9006.018.706−20,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.091.4701.591.843−31,4%
1.01.02Aplicações Financeiras1.207.4591.191.8361,3%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo1.207.4591.191.8361,3%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber1.051.901909.01315,7%
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques835.922963.675−13,3%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar329.409320.3922,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes286.7391.041.947−72,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros286.7391.041.947−72,5%
1.01.08.03.01Instrumentos Financeiros derivativos0734.497−100,0%
1.01.08.03.02Outros286.739307.450−6,7%
1.02Ativo Não Circulante3.618.6793.376.2757,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.099.737807.44436,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos492.996212.608131,9%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos492.996212.608131,9%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes606.741594.8362,0%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos Judiciais303.074287.7955,3%
1.02.01.09.04Impostos a Recuperar280.634289.437−3,0%
1.02.01.09.05Outros ativos não circulantes23.03317.60430,8%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado1.734.6881.752.350−1,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível784.254816.481−3,9%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Acionistas, Conselheiros e Administradores daNatura Cosméticos S.A.São Paulo - SPOpinião Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Natura Cosméticos S.A. ("Sociedade"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Sociedade em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Sociedade e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opiniãoPrincipais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras, individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Recuperabilidade dos ativos intangíveis - Ágio De acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as IFRSs, a Sociedade é requerida a proceder anualmente um teste de recuperabilidade (teste de impairment) dos valores registrados como ativos intangíveis de vidas úteis indefinidas, tais como o ágio por rentabilidade futura. Em 31 de dezembro de 2016 o saldo consolidado relacionado ao ágio totalizava R$ 177.666 mil, e está divulgado nas notas explicativas 2 e 14 das demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Esse tema foi considerado um principal assunto de auditoria devido ao processo de avaliação da recuperabilidade desse ativo intangível ser complexo e envolver um alto grau de subjetividade, bem como ser baseado em diversas premissas tais como: determinação da unidade geradora de caixa, taxa de desconto utilizada no fluxo de caixa, percentuais de crescimento dos mercados e rentabilidade de seus negócios para vários anos futuros. Tais premissas poderão ser afetadas, de forma relevante, pelas condições de mercado ou cenários econômicos futuros os quais ainda não podem ser estimados com precisão.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, utilização de profissionais especializados em avaliação para nos auxiliar na avaliação das premissas e metodologia usadas pela Sociedade, em particular relacionadas às estimativas de vendas futuras, taxa de crescimento, taxa de desconto utilizada no fluxo de caixa, margem de lucro da unidade geradora de caixa. Também focamos na adequação das divulgações efetuadas pela Sociedade sobre as premissas utilizadas nos cálculos de recuperabilidade do referido ativo intangível. Reconhecimento de receita O processo de reconhecimento de receita da Sociedade envolve um número elevado de controles com o objetivo de se assegurar que todos os produtos faturados tenham sido entregues aos seus respectivos compradores dentro do período contábil adequado e que, portanto, as receitas de vendas foram reconhecidas dentro de seus períodos de competência corretos, conforme estabelecem as práticas contábeis adotadas no Brasil. Considerando o volume, pulverização das vendas e características da regionalização dos negócios da Sociedade, o processo de reconhecimento da receita envolve uma alta dependência do funcionamento adequado dos controles internos.Esse item foi considerado como um principal assunto de auditoria tendo em vista que o controle que assegura a correta apuração e reconhecimento das receitas envolve estimativas relacionadas à apuração dos prazos médios de entrega das vendas no mercado nacional para cada uma das regiões do país. Adicionalmente, este processo é complexo e requer atenção da administração para peculiaridades de cada região geográfica atendida pela Sociedade. Eventuais falhas no controle que envolve a apuração do prazo médio de entrega poderiam impactar o reconhecimento adequado das receitas e, consequentemente, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Nossos procedimentos de auditoria para cobrir o risco de erros materiais no reconhecimento da receita incluíram, entre outros: Entendimento e teste de controles internos que abrangem a estimativa do prazo médio de entrega por região geográfica no Brasil, bem como a identificação das vendas não entregues e que, consequentemente, não cumprem os critérios para reconhecimentoRecálculo dos valores dos ajustes efetuados pela Sociedade para estornar receitas de vendas faturadas e não entregues no período contábil adequadoTeste documental de amostra de notas fiscais e comprovantes de entrega, a fim de corroborar a adequação do relatório que demonstra as notas fiscais faturadas e não entregues no período. Tal relatório é base para o cálculo de estorno da receita de vendas faturadas e não entregue. Adicionalmente, avaliamos a adequação das divulgações efetuadas pela Sociedade sobre esse assunto, incluídas nas notas explicativas 2 e 22 das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Discussões judiciais e acordos firmados envolvendo obrigações tributárias Por determinações legais, os produtos comercializados pela Sociedade devem ter o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços - ICMS recolhido pela própria Sociedade de forma a compensar o tributo que não será recolhido nas demais fases da cadeia de venda. Este método de tributação é denominado Substituição Tributária e prevê a utilização de Margem de Valor Agregado ("MVA") para determinar a base de cálculo do ICMS. Como nem todos os Estados regulam em sua legislação essa regra, a Sociedade possui, em determinados Estados brasileiros, regimes especiais de tributação para prever disposições específicas sobre obrigações acessórias e a base de cálculo do ICMS Substituição Tributária a ser utilizada em cada operação de venda da Sociedade.Esse item foi considerado como um principal assunto de nossa auditoria devido à magnitude dos valores envolvidos, a diversidade destes acordos e o fato de não haver linearidade nas condições entre eles. Nossos procedimentos de auditoria para cobrir o risco de erros materiais no recolhimento das obrigações tributárias incluíram, entre outros: Utilização de profissionais especializados em tributos para nos auxiliar na revisão de uma amostra dos regimes especiais firmados entre a Sociedade e os Estados brasileiros, bem como de seus impactos nas demonstrações financeiras individuais e consolidadasEntendimento e teste de controles internos que abrangem a revisão e atualização de uma amostra dos regimes especiais firmados com os Estados brasileiros envolvendo a revisão da uma amostra das bases de cálculo do ICMS substituição tributária e as alíquotas aplicáveis às operações Inspeção física de documentação suporte para uma amostra de transações que geram ICMS substituição tributária, além do recálculo das alíquotas e MVA aplicadas para recolhimento do tributo em questão. Adicionalmente, avaliamos a adequação das divulgações efetuadas pela Sociedade sobre esse assunto, incluídas na nota explicativa 17 das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Sociedade, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Sociedade. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Sociedade é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Sociedade continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Sociedade e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Sociedade e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Sociedade e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Sociedade e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Sociedade e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras, do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 22 de fevereiro de 2017.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S.CRC-2SP015199/O-6Drayton Teixeira de MeloContador CRC-1SP236947/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm conformidade com o artigo 25, § 1º, inciso VI da Instrução CVM 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2016. São Paulo, 22 de fevereiro de 2017 JOÃO PAULO BROTTO GONÇALVES FERREIRADiretor Presidente JOSÉ ROBERTO LETTIEREDiretor Financeiro e de Relações com Investidores AGENOR LEÃO DE ALMEIDA JÚNIOR Diretor Executivo OperacionalROBERT CLAUS CHATWINDiretor Executivo OperacionalANDREA FIGUEIREDO TEIXEIRA ÁLVARES Diretora Executiva Operacional

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE O RELATÓRIO DOS AUDITORESEm conformidade com o artigo 25, § 1º, inciso V da Instrução CVM 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concorda com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes em relação às Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2016. São Paulo, 22 de fevereiro de 2017 JOÃO PAULO BROTTO GONÇALVES FERREIRADiretor Presidente JOSÉ ROBERTO LETTIEREDiretor Financeiro e de Relações com Investidores AGENOR LEÃO DE ALMEIDA JÚNIOR Diretor Executivo OperacionalROBERT CLAUS CHATWINDiretor Executivo OperacionalANDREA FIGUEIREDO TEIXEIRA ÁLVARES Diretora Executiva Operacional

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.