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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201025 páginasCódigo CVM 21466Versão 1Recebida em 25/03/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de BANCO RCI BRASIL S.A

BANCO RCI BRASIL S.A · CNPJ 62.307.848/0001-15

BANCO RCI BRASIL S.A
CNPJ 62.307.848/0001-15
DFP 2010
Exercício 2010
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Metadados

Empresa
BANCO RCI BRASIL S.A
CNPJ
62.307.848/0001-15
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
25
Ano de referência
2010*
Publicado em
25/03/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total1.377.321918.14050,0%
1.01Ativo Circulante52.395287.826−81,8%
1.01.01Disponibilidades3.0702.62517,0%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez0263.288−100,0%
1.01.02.01Aplicações em Depósitos Interfinanceiros0263.288−100,0%
1.01.02.08Diversos00—
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários00—
1.01.04Relações Interfinanceiras00—
1.01.05Relações Interdependências00—
1.01.06Operações de Crédito00—
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil2.552−1.003354,4%
1.01.07.01Arrendamentos a Receber - Setor Privado81.07543.18187,8%
1.01.07.02(Rendas a Apropriar de Arrendamento Mercantil)−75.648−41.081−84,1%
1.01.07.03(Provisão para Créditos de Arrendamento Mercantil de Liquidação Duvidosa)−2.875−3.1037,3%
1.01.08Outros Créditos46.22021.880111,2%
1.01.08.01Créditos Tributários34.50516.045115,1%
1.01.08.02Diversos11.7155.835100,8%
1.01.09Outros Valores e Bens5531.036−46,6%
1.01.09.01Outros Valores e Bens466738−36,9%
1.01.09.02Despesas Antecipadas87298−70,8%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo15.22011.54931,8%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez00—
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários00—
1.02.03Relações Interfinanceiras00—
1.02.04Relações Interdependências00—
1.02.05Operações de Crédito00—
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil3.467401764,6%
1.02.06.01Arrendamentos a Receber - Setor Privado156.83974.706109,9%
1.02.06.02(Rendas a Apropriar de Arrendamento Mercantil)−148.717−71.121−109,1%
1.02.06.03(Provisão para Créditos de Arrendamento Mercantil de Liquidação Duvidosa)−4.655−3.184−46,2%
1.02.07Outros Créditos11.58410.9056,2%
1.02.07.01Créditos Tributários5.2538.555−38,6%
1.02.07.02Diversos6.3312.350169,4%
1.02.08Outros Valores e Bens169243−30,5%
1.02.08.01Despesas Antecipadas169243−30,5%
1.03Ativo Permanente1.309.706618.765111,7%
1.03.01Investimentos00—
1.03.01.01Dependências no Exterior00—
1.03.01.02Participações em Controladas00—
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00—
1.03.01.04Outros Investimentos00—
1.03.01.05Provisão para Perdas00—
1.03.02Imobilizado de Uso00—
1.03.03Imobilizado de Arrendamento1.309.706618.765111,7%
1.03.03.01Bens Arrendados1.286.919611.935110,3%
1.03.03.02(Depreciações Acumuladas)22.7876.830233,6%
1.03.04Intangível00—
1.03.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASAosAcionistas e Administradores daCompanhia de Arrendamento Mercantil RCI BrasilCuritiba - PRExaminamos as demonstrações financeiras da Companhia de Arrendamento Mercantil RCI Brasil ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as Demonstrações Financeiras A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeira da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações financeirasA Companhia registra suas operações e elabora suas demonstrações financeiras com a observância das diretrizes estabelecidas pelo Banco Central do Brasil às sociedades de arrendamento mercantil, que requerem o ajuste ao valor presente da carteira de arrendamento mercantil como superveniência ou insuficiência de depreciação, classificada no ativo permanente. Essas diretrizes, embora propiciem a apuração do lucro e do patrimônio líquido de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, não requerem a reclassificação das operações para as rubricas de ativo circulante e realizável a longo prazo e rendas de arrendamento, que permanecem registradas de acordo com as disposições da Lei n° 6.099/74.Opinião Em nossa opinião, exceto pela não reclassificação descrita no parágrafo base para opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras, as demonstrações financeiras referidas acima apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, da Companhia de Arrendamento Mercantil RCI Brasil em 31 dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoExaminamos, também, a demonstração do valor adicionado (DVA), para o semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Curitiba, 4 de fevereiro de 2011DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Fernando CarrascoAuditores Independentes Contador CRC nº. 2SP 011.609/O-8/F/PR CRC nº 1 SP 157760/O-3 S-PR

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Após análise das Demonstrações Financeiras da Companhia, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010, acompanhadas do Relatório da Administração, do balanço patrimonial, demais peças das demonstrações financeiras, parecer dos auditores independentes e Relatório do Comitê de Auditoria ("Demonstrações Financeiras"), os membros da Diretoria, para fins de atendimento ao disposto no artigo 25, § 1º, inciso VI, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, DECLARAM QUE discutiram, reviram e concordam com as Demonstrações Financeiras.Membros da Diretoria da Companhia:Diretor GeralAlain Gérard BalluDiretor de RiscoThierry Gérard AlauxDiretor de Relações InstitucionaisLuís Felix Cardamone NetoDiretor Administrativo FinanceiroGaspar José Pinto Martins Rodrigues

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Após análise das Demonstrações Financeiras da Companhia, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010, acompanhadas do Relatório da Administração, do balanço patrimonial, demais peças das demonstrações financeiras, parecer dos auditores independentes e Relatório do Comitê de Auditoria, os membros da Diretoria, para fins de atendimento ao disposto no artigo 25, § 1º, inciso V, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, DECLARAM QUE discutiram, reviram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes.Membros da Diretoria da Companhia:Diretor GeralAlain Gérard BalluDiretor de RiscoThierry Gérard AlauxDiretor de Relações InstitucionaisLuís Felix Cardamone NetoDiretor Administrativo FinanceiroGaspar José Pinto Martins Rodrigues

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.