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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201174 páginasCódigo CVM 1228Versão 1Recebida em 15/02/2012valores em R$ mil

DFP 2011 de BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA

BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA · CNPJ 07.237.373/0001-20

BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA
CNPJ 07.237.373/0001-20
DFP 2011
Exercício 2011
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Metadados

Empresa
BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA
CNPJ
07.237.373/0001-20
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
74
Ano de referência
2011*
Publicado em
15/02/2012 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:41

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201131/12/2010Var.
1Ativo Total26.435.58823.783.71611,1%
1.01Ativo Circulante10.584.65910.838.392−2,3%
1.01.01Disponibilidades97.08682.39117,8%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez3.240.2833.872.110−16,3%
1.01.02.01Aplicações no Mercado Aberto3.036.4543.451.521−12,0%
1.01.02.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros203.829420.589−51,5%
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários233.1921.026.946−77,3%
1.01.03.01Carteira Própria233.158809.265−71,2%
1.01.03.02Vinculados a Compromissos de Recompra00—
1.01.03.03Instrumentos Financeiros Derivativos34210−83,8%
1.01.03.04Vinculados a Prestação de Garantias0217.471−100,0%
1.01.04Relações Interfinanceiras267.274238.26812,2%
1.01.04.01Pagamentos e Recebimentos a Liquidar902.320−96,1%
1.01.04.02Depósito no Banco Central260.563230.04813,3%
1.01.04.03Tesouro Nacional Recursos do Crédito Rural4.9843.97125,5%
1.01.04.04Repasses Interfinanceiros90580512,4%
1.01.04.05Correspondentes7321.124−34,9%
1.01.05Relações Interdependências0285−100,0%
1.01.05.01Transferência Interna de Recursos0285−100,0%
1.01.06Operações de Crédito4.950.7154.224.16417,2%
1.01.06.01Setor Público78.44658.37834,4%
1.01.06.02Setor Privado5.173.3294.411.86017,3%
1.01.06.03(Prov. para Operações de Crédito de Liq. Duvidosa)−301.060−246.074−22,3%
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.01.08Outros Créditos1.778.9881.380.52528,9%
1.01.08.01Créditos por Avais e Fianças Honrados08−100,0%
1.01.08.02Carteria de Câmbio641.071521.84322,8%
1.01.08.03Rendas a Receber22.90225.570−10,4%
1.01.08.04Diversos1.118.570851.42531,4%
1.01.08.05(Prov. para Outros Créditos de Liq. Duvidosa)−3.555−18.32180,6%
1.01.09Outros Valores e Bens17.12113.70324,9%
1.01.09.01Outros Valores e Bens6.1696.702−8,0%
1.01.09.02(Provisões para Desvalorizações)−1.248−1.3024,1%
1.01.09.03Despesas Antecipadas12.2008.30346,9%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo15.662.08912.753.26922,8%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez00—
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários9.874.5956.739.82046,5%
1.02.02.01Carteira Própria8.878.6596.293.64741,1%
1.02.02.02Vinculados a Compromissos de Recompra672.509437.94853,6%
1.02.02.03Instrumentos Financeiros Derivativos44.8609547.121,1%
1.02.02.04Vinculados à Prestação de Garantias278.5678.1303.326,4%
1.02.03Relações Interfinanceiras36.86332.47413,5%
1.02.03.01Tesouro Nacional - Rec. do Crédito Rural42232928,3%
1.02.03.02SFH - Sistema Financeiro da Habitação32.36927.71816,8%
1.02.03.03Repasses Interfinanceiros4.0724.427−8,0%
1.02.04Relações Interdependências00—
1.02.05Operações de Crédito5.639.6155.910.740−4,6%
1.02.05.01Setor Público1.255.6011.209.1933,8%
1.02.05.02Setor Privado4.704.7925.036.407−6,6%
1.02.05.03(Prov. para Operações de Crédito de Liq. Duvidosa)−320.778−334.8604,2%
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.02.07Outros Créditos111.01670.23558,1%
1.02.07.01Crédito por Avais Fianças Honrados012−100,0%
1.02.07.02Diversos161.747155.5924,0%
1.02.07.03(Prov. para Outros Créditos de LIq. Duvidosa)−50.731−85.36940,6%
1.02.08Outros Valores e Bens00—
1.03Ativo Permanente188.840192.055−1,7%
1.03.01Investimentos1.5681.4299,7%
1.03.01.01Dependências no Exterior00—
1.03.01.02Participações em Controladas00—
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00—
1.03.01.04Outros Investimentos6.8716.7322,1%
1.03.01.05Provisão para Perdas−5.303−5.3030,0%
1.03.02Imobilizado de Uso185.569188.219−1,4%
1.03.02.01Imóveis de Uso137.759132.6153,9%
1.03.02.02Reavaliações de Imóveis de Uso105.410111.628−5,6%
1.03.02.03Outras Imobilizações de Uso166.672151.30210,2%
1.03.02.04(Depreciações Acumuladas)−224.272−207.326−8,2%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento00—
1.03.04Intangível00—
1.03.05Diferido1.7032.407−29,2%
1.03.05.01Gastos de Organização e Expansão4.6246.096−24,1%
1.03.05.02(Amortização Acumulada)−2.921−3.68920,8%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
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RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASAoConselho de Administração, Acionistas e Administradores doBanco do Nordeste do Brasil S.A.Fortaleza - CE Examinamos as demonstrações financeiras do Banco do Nordeste do Brasil S.A. ("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data e ao semestre findo em 31 de dezembro de 2011, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as Demonstrações Financeiras A Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras referidas acima apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, do Banco do Nordeste do Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data e ao semestre findo em 31 de dezembro de 2011, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoExaminamos, também, a demonstração do valor adicionado (DVA) para o exercício findo em 31 de dezembro de 2011, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Fortaleza, 7 de fevereiro de 2012DELOITTE TOUCHE TOHMATSUClaudio Lino LipiAuditores IndependentesContadorCRC 2SP 011.609/O-8 "F" CECRC 1SP 097.866 - TPE S/CE

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃONós, Diretores do Banco do Nordeste do Brasil S.A., declaramos para fins de atendimento às disposições do Artigo 25, Inciso VI, da Instrução nº 480, de 7 de dezembro de 2009, da Comissão de Valores Mobiliários - CVM, que tomamos conhecimento, revimos, discutimos e concordamos com o inteiro teor das demonstrações financeiras do Banco do Nordeste do Brasil S.A., levantadas em 31 de dezembro de 2011. Fortaleza, 07 de fevereiro de 2012DIRETORIA: Jurandir Vieira Santiago (Presidente) - Fernando Passos (Diretor Financeiro e de Mercado de Capitais) - Isidro Moraes de Siqueira (Diretor de Controle e Risco) - José Sydrião de Alencar Junior (Diretor de Gestão do Desenvolvimento) - Paulo Sérgio Rebouças Ferraro (Diretor de Negócios) - Stélio Gama Lyra Junior (Diretor Administrativo e de Tecnologia da Informação).

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃONós, Diretores do Banco do Nordeste do Brasil S.A., declaramos para fins de atendimento às disposições do Artigo 25, Inciso V, da Instrução nº 480, de 7 de dezembro de 2009, da Comissão de Valores Mobiliários - CVM, que tomamos conhecimento, revimos, discutimos e concordamos com o inteiro teor do Parecer, exarado em 7 de fevereiro de 2012, pela Deloitte Touche Tohmatsu - Auditores Independentes sobre as demonstrações financeiras do Banco do Nordeste do Brasil S.A., levantadas em 31 de dezembro de 2011. Fortaleza, 7 de fevereiro de 2012DIRETORIA: Jurandir Vieira Santiago (Presidente) - Fernando Passos (Diretor Financeiro e de Mercado de Capitais) - Isidro Moraes de Siqueira (Diretor de Controle e Risco) - José Sydrião de Alencar Junior (Diretor de Gestão do Desenvolvimento) - Paulo Sérgio Rebouças Ferraro (Diretor de Negócios) - Stélio Gama Lyra Junior (Diretor Administrativo e de Tecnologia da Informação).

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O Conselho Fiscal do Banco do Nordeste do Brasil S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, após haver procedido ao exame do Relatório da Administração, do Balanço Patrimonial, das Demonstrações do Resultado, das Mutações do Patrimônio Líquido, dos Fluxos de Caixa e do Valor Adicionado do Banco do Nordeste do Brasil S.A., relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, e com base no Parecer dos Auditores Independentes - Deloitte Touche Tohmatsu, de 7 de fevereiro de 2012, é de opinião que o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis refletem adequadamente as atividades desenvolvidas, a situação financeira e patrimonial e o resultado das operações do Banco do Nordeste do Brasil S.A, no exercício de 2011. Fortaleza (CE), 7 de fevereiro de 2012.CONSELHO FISCAL: Cláudio Xavier Seefelder Filho (Presidente em exercício) - Cláudia da Costa Martinelli Wehbe - Frederico Schettini Batista - Marco Antonio Fiori - Roberta Carvalho de Alencar

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.