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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 24295Versão 1Recebida em 26/02/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de VIBRA ENERGIA S.A

VIBRA ENERGIA S.A · CNPJ 34.274.233/0001-02

VIBRA ENERGIA S.A
CNPJ 34.274.233/0001-02
DFP 2018
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
VIBRA ENERGIA S.A
CNPJ
34.274.233/0001-02
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
26/02/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total25.345.00023.762.0006,7%
1.01Ativo Circulante12.803.00010.703.00019,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa3.057.000483.000532,9%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber5.327.0005.528.000−3,6%
1.01.03.01Clientes00
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques2.923.0003.245.000−9,9%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar735.000673.0009,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar735.000673.0009,2%
1.01.06.01.01Imposto de renda e contribuição social13.000151.000−91,4%
1.01.06.01.02Impostos e Contribuições722.000522.00038,3%
1.01.07Despesas Antecipadas45.00040.00012,5%
1.01.08Outros Ativos Circulantes716.000734.000−2,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros716.000734.000−2,5%
1.01.08.03.01Adiantamento a Fornecedores12.00074.000−83,8%
1.01.08.03.02Bonificações antecipadas concedidas a clientes591.000514.00015,0%
1.01.08.03.03Outros113.000146.000−22,6%
1.02Ativo Não Circulante12.542.00013.059.000−4,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo6.236.0006.754.000−7,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.04Contas a Receber1.155.000376.000207,2%
1.02.01.04.01Clientes00
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos2.361.0003.703.000−36,2%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos1.863.0003.162.000−41,1%
1.02.01.07.02Impostos e contribuições498.000541.000−7,9%
1.02.01.08Despesas Antecipadas180.000182.000−1,1%
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes2.540.0002.493.0001,9%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Adiantamento a Fornecedores00
1.02.01.10.04Depósitos judiciais1.051.0001.000.0005,1%
1.02.01.10.05Bonificações antecipadas concedidas a clientes1.467.0001.469.000−0,1%
1.02.01.10.06Outros Realizáveis a Longo Prazo22.00024.000−8,3%
1.02.02Investimentos33.00036.000−8,3%
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.05Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado5.797.0005.816.000−0,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível476.000453.0005,1%
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas Ao Conselho de Administração e Acionistas da Petrobras Distribuidora S.A.Rio de Janeiro - RJOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Petrobras Distribuidora S.A ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Opinião sobre as demonstrações contábeis individuaisEm nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Petrobras Distribuidora S.A em 31 de dezembro de 2018, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada, da Petrobras Distribuidora S.A em 31 de dezembro de 2018, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.1 - Premissas utilizadas no cálculo da obrigação atuarial dos planos de pensão e saúdeConforme Notas Explicativas nº [4.13] e [21] das demonstrações contábeis individuais e consolidadas.Principal assunto de auditoriaA Companhia patrocina planos de pensão e planos de saúde que asseguram a complementação de benefícios de aposentadoria e assistência médica a seus empregados.A obrigação atuarial dos planos de pensão e saúde é determinada com base em cálculo atuarial elaborado anualmente pela Companhia com suporte de atuário independente, de acordo com o método de crédito unitário projetado, com referência em premissas atuariais que incluem: estimativas demográficas e econômicas, estimativas dos custos médicos, bem como dados históricos sobre as despesas e contribuições dos empregados. Devido ao alto grau de julgamento por parte da Companhia para determinação dessas estimativas, bem como geração dos dados históricos sobre as despesas e contribuições dos empregados, que pode impactar o valor destes passivos nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, consideramos esse assunto como significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a avaliação do desenho, implementação e efetividade dos controles internos chave adotados pela Companhia, associados ao processo de mensuração e divulgação do passivo atuarial. Realizamos procedimentos sobre as informações das bases de dados utilizadas nos cálculos das obrigações, com base em amostragem, bem como obtivemos informações sobre a competência técnica e experiência do atuário independente responsável pelo cálculo atuarial.Com o auxílio dos nossos especialistas em cálculos atuariais, avaliamos as premissas e as metodologias de cálculos utilizadas pela Companhia na mensuração passivo atuarial e comparamos com dados obtidos de fontes externas, quando disponível, como: taxa de desconto, crescimento salarial, rotatividade do plano de pensão e saúde, tábua de mortalidade e invalidez e custos médicos. Avaliamos também as respectivas divulgações dessas premissas e das obrigações atuariais efetuadas nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas.Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos que a mensuração do passivo atuarial, bem como as divulgações relacionadas são aceitáveis no contexto das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.2 - Contas a receber do setor elétricoConforme Notas Explicativas nº [7] das demonstrações contábeis individuais e consolidadas.Principal assunto de auditoriaA Companhia fornece óleo combustível e óleo diesel, para as distribuidoras de energia (controladas da Centrais Elétricas Brasileiras S.A - "Eletrobras", e produtores independentes de energia - "PIE"), integrantes do sistema isolado de energia na região norte do país.Parte significativa do valor utilizado na liquidação financeira das contas a receber pelo setor elétrico provém do fundo setorial denominado Conta de Consumo de Combustíveis. Contudo, foram impostas restrições legais que reduziram os valores ressarcidos pelo referido fundo, o que acarretou um aumento da inadimplência das empresas que operam neste setor.Durante o exercício, uma série de medidas foram tomadas para que as garantias corporativas e financeiras relacionadas a esses recebíveis fossem reestabelecidas, ocasionando na remensuração das contas a receber do setor elétrico.Devido às circunstâncias supracitadas, à relevância do saldo das contas a receber do setor elétrico, bem como ao grau significativo de julgamento por parte da Companhia para determinação da estimativa contábil das perdas em crédito esperada, que pode impactar o valor destes ativos nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, consideramos esse assunto como significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a avaliação do desenho, implementação e efetividade dos controles internos chaves, adotados pela Companhia associados a captura dos processos, avaliação de risco, mensuração e reconhecimento contábil relacionado ao saldo das contas a receber do setor elétrico.Realizamos procedimentos para verificar a perda de crédito esperada das contas a receber do setor elétrico, analisamos todos os contratos de confissão de dívida e revisamos a composição das garantias apresentadas, bem como o risco de default relacionado e, com base em amostra gem, verificamos as liquidações do contas a receber do setor elétrico ocorridas no exercício.Avaliamos também as divulgações efetuadas nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas.No decorrer da nossa auditoria identificamos ajustes que afetavam a mensuração e a divulgação das contas a receber do setor elétrico, os quais não foram registrados e divulgados pela administração, por terem sido considerados imateriais.Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos que o saldo das contas a receber do setor elétrico, bem como as divulgações relacionadas, são aceitáveis no contexto das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esses relatórios.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:-Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.-Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.-Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.-Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.-Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.-Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolid adas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 2019KPMG Auditores IndependentesCRC SP-014428/O-6 F-RJBruno Bressan MarcondesContador CRC RJ- 112835/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em atendimento ao disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM n° 480, de 7 de dezembro de 2009, o presidente e os diretores da Petrobras Distribuidora S.A - BR, sociedade por ações de capital aberto, com sede na Rua Correia Vasques, 250, Rio de Janeiro, RJ, inscrita no CNPJ sob n° 34.274.233/0001-02, declaram que:(i) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações contábeis da Companhia do exercício findo em 31 de dezembro de 2018(ii) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório da KPMG Auditores Independentes, relativamente às demonstrações contábeis da Companhia do exercício findo em 31 de dezembro de 2018.Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 2019.Ivan de Sá Pereira JuniorPresidente Alípio Ferreira Pinto JuniorDiretor Executivo de Operação e LogísticaGustavo Henrique Braga CoutoDiretor Executivo de Mercado Corporativo e LubrificantesJosé Roberto LettiereDiretor Executivo Financeiro e de Relações com Investidores Marcelo Fernandes BragançaDiretor Executivo da Rede de Postos e Varejo

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em atendimento ao disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM n° 480, de 7 de dezembro de 2009, o presidente e os diretores da Petrobras Distribuidora S.A - BR, sociedade por ações de capital aberto, com sede na Rua Correia Vasques, 250, Rio de Janeiro, RJ, inscrita no CNPJ sob n° 34.274.233/0001-02, declaram que:(i) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações contábeis da Companhia do exercício findo em 31 de dezembro de 2018(ii) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório da KPMG Auditores Independentes, relativamente às demonstrações contábeis da Companhia do exercício findo em 31 de dezembro de 2018.Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 2019.Ivan de Sá Pereira JuniorPresidente Alípio Ferreira Pinto JuniorDiretor Executivo de Operação e LogísticaGustavo Henrique Braga CoutoDiretor Executivo de Mercado Corporativo e LubrificantesJosé Roberto LettiereDiretor Executivo Financeiro e de Relações com Investidores Marcelo Fernandes BragançaDiretor Executivo da Rede de Postos e Varejo

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da PETROBRAS DISTRIBUIDORA S.A., no exercício de suas funções legais e estatutárias, em reunião realizada nesta data, examinou as Demonstrações Contábeis do exercício de 2018 e suas respectivas notas explicativas, o Relatório Anual da Administração e a destinação do resultado do Exercício 2018 com proposta de distribuição de dividendos.Com base nos exames efetuados, nas informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício e no Relatório dos Auditores Independentes - KPMG Auditores Independentes, sem ressalvas, expedido nesta data, o Conselho Fiscal opina que os referidos documentos estão em condições de serem encaminhados para aprovação da Assembleia Geral dos Acionistas.Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 2019.BRUNO PASSOS DA SILVA MELOPresidenteJOÃO VERNER JUENEMANNConselheiroPRICILLA MARIA SANTANAConselheira

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

Aos Conselheiros de Administração da Petrobras Distribuidora S.A. 1. APRESENTAÇÃO E INFORMAÇÕES GERAISO Comitê de Auditoria foi instalado na Petrobras Distribuidora S.A. ("BR") em 3 de agosto de 2016, tendo suas responsabilidades e atribuições formalmente estabelecidas em Regimento Interno aprovado pelo Conselho de Administração.Em 31 de agosto de 2017, esse colegiado passou à condição de Comitê de Auditoria Estatutário ("CAE"), nos termos do artigo 24 da Lei 13.303, de 30 de junho de 2016 e do artigo 38 do Decreto 8.945, de 27 de dezembro de 2016 ("Estatuto Jurídico das Empresas Estatais").O Comitê de Auditoria Estatutário é órgão de caráter permanente, vinculado diretamente ao Conselho de Administração.Em conformidade com o Estatuto Social e com os normativos aplicáveis, em especial, a Lei 13.303/16 e a Instrução CVM 308/99 e alterações subsequentes, o CAE tem por finalidade assessorar o Conselho de Administração, atuando principalmente sobre: (i) a qualidade, transparência e integridade das demonstrações contábeis (ii) a efetividade dos processos de controles internos e de gestão de riscos (iii) a atuação, independência e qualidade dos trabalhos dos auditores independentes e dos auditores internos e (iv) as transações com partes relacionadas . O escopo das atribuições do CAE pode ser estendido às sociedades subsidiárias e controladas da BR, observada a legislação aplicável. Neste sentido, as atribuições do CAE foram estendidas à subsidiária integral Stratura Asfaltos S.A.No cumprimento de suas responsabilidades, o CAE não é responsável pelo planejamento ou condução de auditorias ou por qualquer afirmação de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas (doravante "demonstrações contábeis") da BR sejam completas e exatas e estejam apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as Normas Internacionais de Relatórios Financeiros (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Esta responsabilidade é da administração e dos auditores independentes. No cumprimento de suas responsabilidades descritas no Regimento Interno, os membros do CAE não estão desempenhando as funções de auditores ou contadores. Desta forma, é importante enfatizar que os administradores da BR são responsáveis por elaborar e garantir a integridade das demonstrações contábeis, gerir os riscos, manter sistemas de controles internos efetivos e zelar pela conformidade das atividades às normas legais e regulamentares.A Auditoria Interna, diretamente subordinada ao Conselho de Administração e supervisionada tecnicamente pelo CAE, responde pela realização de trabalhos periódicos, com foco nos principais riscos, avaliando de forma ampla e com independência, as ações de gerenciamento desses riscos e a adequação da governança e dos controles internos, contemplando as áreas e atividades que apresentam aqueles mais sensíveis às operações e à estratégia da BR. A Gerência de Governança, Risco e Conformidade - GGRC, também com subordinação hierárquica direta ao Conselho de Administração e sob a supervisão técnica do CAE, tem a atribuição de elaborar e monitorar a execução do modelo de governança, fortalecer a visão integrada dos riscos corporativos, por meio da identificação, avaliação, monitoramento e gestão dos riscos relevantes, planejar, orientar, coordenar e avaliar as atividades de conformidade e controle. A Ouvidoria, responsável também pelo recebimento e encaminhamento de denúncias, é subordinada diretamente ao Conselho de Administração e supervisionada pelo CAE, por meio de reuniões periódicas com relatos e debates sobre as suas atividades e dos conteúdos, tratamentos e conclusões de denúncias recebidas no período.Após a revisão do Estatuto Social da BR, em 25 de abril de 2018, o Comitê de Auditoria Estatutário também passou a acompanhar as atividades da Comissão de Ética da Petrobras Distribuidora S.A.A Auditoria Independente, que a partir de abril de 2017 é realizada pela KPMG Auditores Independentes ("KPMG"), atua de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Os relatórios dos auditores independentes refletem os resultados de suas verificações e opiniões a respeito da adequada apresentação das demonstrações contábeis da BR, considerados todos os seus aspectos relevantes, em consonância com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as Normas Internacionais de Relatórios Financeiros (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). 2. COMPOSIÇÃO DO COMITÊEm 30 de julho de 2018, o Conselho de Administração aprovou revisão do Regimento Interno do Comitê de Auditoria, alterando, entre outros aspectos, a composição do Comitê, a ser formado por 3(três) a 5(cinco) membros, escolhidos dentre os seus conselheiros, podendo um de seus membros ser externo, escolhido dentre pessoas de mercado de notória experiência e capacidade técnica, nomeados e destituíveis pelo Conselho de Administração. Atualmente, o CAE é constituído pelos seguintes membros: Conselheiro Clemir Carlos Magro (Presidente), Conselheiro Artemio Bertholini, nomeado em 03 de outubro de 2018 e Membro Externo Elionor Farah Jreige Weffort, nomeada em 30 de novembro de 2018. Em consonância com o artigo 25, § 2º da Lei 13.303/16, todos os membros do Comitê são especialistas em contabilidade societária.Destaca-se que todos os atuais membros do CAE atendem aos critérios de independência estabelecidos no artigo 22, § 1º da Lei 13.303/16 (Lei das Estatais) e no artigo 31-C §2º da Instrução CVM nº 308/99, de 14 de maio de 1999, alterada pela Instrução CVM no. 509 de 16 de novembro de 2011, bem como aos critérios de independência estabelecidos pelo IBGC - Instituto Brasileiro de Governança Corporativa.3.RESUMO DAS ATIVIDADES DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIO EM 2018/2019No período de 16 de março de 2018 a 22 de fevereiro de 2019, foram realizadas 37 reuniões ordinárias do CAE da BR, que contemplaram 193 pautas, envolvendo os membros do Conselho de Administração, Conselho Fiscal, Diretoria Executiva, Gerentes Executivos, Ouvidor, Auditores Internos e Auditores Independentes. As análises, manifestações e recomendações formuladas pelo CAE foram devidamente registradas em atas. O Presidente do CAE relatou mensalmente nas reuniões ordinárias do Conselho de Administração os principais temas tratados em suas reuniões, detalhando as atividades e recomendações dirigidas às diversas áreas da BR, os debates e os resultados dos monitoramentos das atividades dos Auditores Internos e dos Auditores Independentes, de forma resumida. Esses relatos são suportados por documentos constantes das atas do CAE. O CAE elaborou o Calendário Anual de Pautas de Reuniões para o exercício social de 2019, contemplando todos os assuntos pertinentes e demandados para o cumprimento das suas obrigações e responsabilidades. 3.1. AUDITORIAS INDEPENDENTESO CAE reuniu-se com os auditores independentes ("KPMG") para abordar os seguintes assuntos: (i) planejamento e execução dos trabalhos de auditoria das demonstrações contábeis trimestrais e anual do exercício de 2018 (ii) extensão dos principais procedimentos de auditoria e a materialidade adotada (iii) riscos de auditoria (iv) pontos de atenção identificados e (v) conclusões dos seus exames de auditoria.Adicionalmente, foram debatidos com os auditores independentes os Principais Assuntos de Auditoria, apontados no Relatório dos Auditores Independentes, a saber: (i) Benefícios a empregados - Planos de pensão e saúd e (ii) Contas a receber - Setor Elétrico. Cabe destacar, ainda, que foram obtidas informações para assegurar a independência dos auditores e a inexistência de conflitos de interesses em outros trabalhos que não os de auditorias das demonstrações contábeis. 3.2. CONTROLADORIA E PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIONo período de abrangência deste relatório, foram realizadas pautas de reuniões com a área de Controladoria tendo como objeto as demonstrações contábeis, trimestrais e anual, abordando as principais práticas contábeis adotadas, as estimativas contábeis efetuadas, bem como as apresentações da situação patrimonial e financeira, dos resultados financeiros, dos fluxos de caixas e dos valores adicionados e das notas explicativas às demonstrações contábeis. Essas pautas envolveram, ainda, a Auditoria Independente e o Conselho Fiscal, tanto da BR Distribuidora S.A. quanto da Stratura Asfaltos S.A.A classificação de riscos dos processos nas esferas judiciais e administrativas, as estimativas de valores e consequentes registros contábeis em provisões passivas e/ou divulgação em notas explicativas às demonstrações contábeis da BR, foram analisadas e discutidas em reuniões do CAE com a Gerência Executiva do Jurídico, Planejamento Tributário e com a Controladoria.A razoabilidade dos parâmetros em que se fundamentam os cálculos atuariais, bem como o resultado atuarial dos planos de benefícios mantidos pela Fundação Petrobras de Seguridade Social - Petros também foram avaliados pelo CAE, em reunião realizada com a KPMG e com os atuários da Deloitte.3.3. AUDITORIA INTERNANas diversas reuniões realizadas com a Auditoria Interna, o CAE tomou conhecimento dos pontos de atenção e das recomendações decorrentes das conclusões dos seus trabalhos, bem como efetuou um rigoroso e detalhado acompanhamento das providências saneadoras adotadas pela Administração para os apontamentos dos exames de auditoria. As pautas abordaram, ainda, o acompanhamento do Plano de Atividades (PAINT), os relatórios trimestrais e anual dos trabalhos da Auditoria Interna (RAINT), além do acompanhamento da realização dos testes dos controles SOx na BR.Para permitir um efetivo e adequado acompanhamento das atividades realizadas pela Auditoria Interna, o CAE manteve a determinação para que, após o encerramento de cada um dos seus trabalhos, a Auditoria Interna solicite avaliação formal compulsória do Gerente Executivo ou do Gerente Geral, responsável pela área auditada, conforme as questões previamente acordadas com este Comitê, como uma forma de manter um canal independente das Gerências Executivas auditadas, diretamente com o CAE. Ressalta-se a obtenção da Certificação de Qualidade (Quality Assessment) da Auditoria Interna, de acordo com as Normas Internacionais de Auditoria (The Institute of Internal Auditors - IIA), demonstrando que o Conselho de Administração, o Comitê de Auditoria e a Diretoria Executiva da BR promoveram esforços para que a auditoria interna esteja alinhada às Normas Internacionais, atuando com independência e imparcialidade, de modo a contribuir para a melhoria de processos de gerenciamento de riscos, controle e governança. Ademais, o Gerente Executivo de Auditoria Interna é convidado permanente em todas as reuniões do Comitê de Auditoria.3.4. GOVERNANÇA, RISCOS E CONFORMIDADE As reuniões realizadas com a participação da Gerência de Governança, Riscos e Conformidade contemplaram o acompanhamento e as recomendações pelo CAE pertinentes - mas não limitadas - aos seguintes temas principais: implantação da Política de Controles Internos, revisão da Política de Transações com Partes Relacionadas, monitoramento da apuração de denúncias, elaboração da Carta Anual de Políticas Públicas e de Governança Corporativa, revisão do guia de conduta da Companhia, monitoramento da participação da BR no processo de Certificação SOx da Petrobras, Plano de Remediação das Fraquezas Materiais, acompanhamento do processo de compliance concorrencial e revisão da Matriz de Riscos da Companhia. 3.5. OUVIDORIA As pautas de reuniões envolvendo a Ouvidoria abordaram: (i) a estrutura organizacional e os processos de controles e metodologia de trabalho desta área, (ii) o recebimento, apuração e tratamento de denúncias e (iii) as suspeitas de violação do Código de Ética, respeitando a confidencialidade e independência do processo e, ao mesmo tempo, garantindo os níveis apropriados de transparência.3.6. COMISSÃO DE ÉTICA DA PETROBRAS DISTRIBUIDORA As reuniões realizadas com os membros da Comissão de Ética da BR abordaram: (i) a revisão do regimento interno desta Comissão, vinculada administrativamente ao Conselho de Administração (ii) acompanhamento das atividades desempenhadas pela Comissão de Ética na BR e (iii) acompanhamento do plano de trabalho.3.7. TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADASCumprindo suas atribuições de avaliar e monitorar a adequação das transações com partes relacionadas realizadas pela BR e suas respectivas evidenciações, o CAE se reuniu com as áreas comerciais para examinar: (i) os pontos relevantes dos relatórios emitidos contendo os detalhes de tais transações e (ii) os documentos disponibilizados relativamente aos contratos a serem celebrados entre a BR e partes relacionadas, com evidências quanto à isonomia e comutatividade da transação, bem como a mitigação de conflitos de interesses eventualmente presentes nas referidas transações.3.8. OUTRAS ATIVIDADESAlém das atividades acima mencionadas, o CAE tratou de diversas outras pautas em reuniões periódicas com os principais executivos da BR Distribuidora e de sua subsidiária integral a Stratura Asfaltos S.A., a fim de tomar conhecimento das estratégias relevantes do negócio, bem como para acompanhar as melhorias operacionais, organizacionais e sistêmicas para fortalecimento do processamento e segurança das transações. O CAE também realizou reuniões conjuntas com o Conselho Fiscal, para análise e aprovação das demonstrações contábeis trimestrais e anuais da empresa, assim como com o Comitê de Riscos e Financeiro, para tratar de assuntos comuns à atuação de ambos os comitês.O atendimento às Resoluções CGPAR nºs 22 e 23, publicadas em 26 de janeiro de 2018, está sendo acompanhado pelo CAE, tendo examinado (i) o relatório consolidado sobre o custeio do Benefício Assistência Médica Supletiva (AMS) e (ii) o plano de metas do Benefício Assistência Médica Supletiva (AMS).Outrossim, no período abrangido pelo presente relatório, o CAE da BR realizou reportes trimestrais de suas atividades aos membros do CAE da holding. 4. COMUNICAÇÕES DO COMITÊ DE AUDITORIA4.1. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃOO CAE reporta suas atividades mensalmente nas reuniões ordinárias do Conselho de Administração, apresentando os assuntos tratados, seu posicionamento, recomendações e solicitações realizadas para as diversas áreas da Companhia, bem como os resultados dos monitoramentos das atividades dos Auditores Internos, dos Auditores Independentes, das Gerências de Conformidade, de Governança, de Suporte em Controles Internos e de Riscos Corporativos e da Ouvidoria.Adicionalmente, o CAE emite recomendações específicas ao Conselho de Administração sobre pautas submetidas para deliberação desse colegiado, como parte de suas atribuições estatutárias, além de emitir e apresentar o relatório das suas atividades anuais, que é divulgado junto com as demonstrações contábeis da BR.No período abrangido pelo presente relatório, foi realizado o processo de autoavaliação de desempenho e os resultados serão apresentados ao Conselho de Administração, na reunião de abril de 2019.4.2. ALTA ADMINISTRAÇÃO - DIRETORIA EXECUTIVA E GERENTES EXECUTIVOSPara todas as reuniões realizadas pelo CAE, as Diretorias Executivas envolvidas nos temas a serem discutidos são convidadas e indicam a participação dos Gerentes Executivos das áreas responsáveis pelas pautas a serem tratadas. Além disso, também ocorre destas Gerências Executivas proporem pautas para apresentação no CAE, no que for pertinente às atribuições deste comitê, principalmente àquelas matérias que serão submetidas para apreciação e deliberação do Conselho de Administração, permitindo a análise e emissão de recomendação deste Comitê ao Conselho. 5. RECOMENDAÇÕES À DIRETORIA EXECUTIVAEm decorrência de sua atuação anteriormente relatada, o CAE recomendou à Diretoria Executiva, dentre diversas outras, as seguintes ações: (i) Revisão periódica ao longo do exercício social dos riscos de perdas - classificados em chances prováveis, possíveis e remotas - nos julgamentos dos processos contenciosos judiciais e administrativos, bem como das estimativas de valores de eventuais dispêndios financeiros futuros, incluindo os honorários advocatícios (ii) Adoção de providências para a atendimento às Resoluções da CGPAR nºs. 22 e 23, publicadas em 26 de janeiro de 2018(iii) Adoção de um plano estruturado para gestão da inadimplência de clientes(iv) Alinhamento às orientações da Comissão de Ética Pública (CEP), no que se refere a Secretaria Executiva da Comissão de Ética da BR(v) Alinhamento de políticas corporativas com a holding, no que se refere às políticas e padrões de atuação das diversas áreas da BR e da Stratura. O CAE entende que todos os itens destacados acima, cujos planos de ação já foram implementados ou encontram-se em andamento, contemplam procedimentos adequados para mitigar os riscos de controles internos e não geram impactos relevantes nas demonstrações contábeis do exercício social findo em 31 de dezembro de 2018.6. CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÃO AO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Os membros do Comitê de Auditoria Estatutário da Petrobras Distribuidora S.A., no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, procederam ao exame e análise das Demonstrações Contábeis do exercício social findo em 31 de dezembro de 2018, acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes. Também foram examinados os Relatórios Anuais da Administração, que acompanharam as Demonstrações Contábeis. Considerando todas as análises, estudos e debates realizados no transcorrer das reuniões e dos trabalhos de acompanhamento e supervisão efetuados pelo CAE - anteriormente descritos de forma sumarizada - assim como em razão das informações prestadas pela Administração da BR e pela KPMG Auditores Independentes, os membros do Comitê de Auditoria Estatutário entendem que todos os fatos relevantes estão adequadamente divulgados nas Demonstrações Contábeis auditadas relativa ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2018, recomendando sua aprovação pelo Conselho de Administração. Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 2019.Clemir Carlos Magro Conselheiro de Administração e Presidente do Comitê de Auditoria Artemio Bertholini Conselheiro de Administração e Membro do Comitê de AuditoriaElionor Farah Jreige WeffortMembro Externo do Comitê de Auditoria

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.