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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201054 páginasCódigo CVM 15083Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 12/04/2011valores em R$

DFP 2010 de KOSMOS COMERCIO DE VESTUARIO S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL

KOSMOS COMERCIO DE VESTUARIO S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL · CNPJ 00.354.053/0001-00

Versões deste exercício: v1 (04/04/2011) · v2 (12/04/2011), esta

KOSMOS COMERCIO DE VESTUARIO S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ 00.354.053/0001-00
DFP 2010 (V2)
Exercício 2010
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Metadados

Empresa
KOSMOS COMERCIO DE VESTUARIO S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ
00.354.053/0001-00
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
54
Ano de referência
2010*
Publicado em
12/04/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total105.68975.68039,7%
1.01Ativo Circulante44.68642.6674,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.3071.407−7,1%
1.01.02Aplicações Financeiras01.141−100,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado01.141−100,0%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento01.141−100,0%
1.01.03Contas a Receber2.0602.412−14,6%
1.01.03.01Clientes2.0602.412−14,6%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques7.1687.362−2,6%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar30.10526.27514,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar30.10526.27514,6%
1.01.07Despesas Antecipadas073−100,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes4.0463.9971,2%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros4.0463.9971,2%
1.01.08.03.01Contas a Receber Venda de Imóveis00—
1.01.08.03.02Arrematação de Imóveis2.9672.9670,0%
1.01.08.03.03Outros Créditos1.0791.0304,8%
1.02Ativo Não Circulante61.00333.01384,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo18.93813.70538,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos Judiciais00—
1.02.02Investimentos110,0%
1.02.02.01Participações Societárias110,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias110,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado41.84819.127118,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível21618020,0%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONTRAÇÕES CONTÁBEISIlmos. Srs. Administradores e Acionistas da LOJAS ARAPUÃ S.AExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas de LOJAS ARAPUÃ S/A, identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeisA administração da companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações contábeis individuaisEm nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira de LOJAS ARAPUÃ S/A em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada de LOJAS ARAPUÃ S/A em 31 de dezembro de 2010, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas conábeis adotadas no Brasil.Ênfase Conforme descrito na nota explicativa 2, as demonstrações contábeis individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso de LOJAS ARAPUÃ, essas práticas diferem da IFRS, aplicável às demonstrações contábeis separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. As Demonstrações Contábeis foram preparadas no pressuposto da continuidade normal dos negócios da Companhia. Conforme descrito no relatório da administração, em 22 de Junho de 1998 foi impetrada a concordata da Companhia, que previa o pagamento de 40% dos seus passivos ao final do primeiro ano do decreto da concordata e os restantes 60% ao final do segundo ano. O referido pagamento foi efetuado parcialmente aos credores que possuíam créditos até o valor de R$ 100 mil e, para os demais, a administração elaborou um plano de reestruturação, o qual conta com a adesão de cerca de 90% dos credores da referida concordata. Doravante, nos autos da recuperação judicial, será elaborado um plano de recuperação, o qual será analisado pelos credores que vierem a participar da Assembléia Geral de Credores, oportunamente designada. Adicionalmente, ao final do exercício de 2010, a Companhia apresentava uma situação financeira e patrimonial deficitária, inclusive com passivo a descoberto, gerando dúvidas quanto à sua possibilidade de continuar em operação. Os detalhes dos planos da administração com relação a esse assunto estão descritos na Nota Explicativa n° 1. As Demonstrações Contábeis não incluem quaisquer ajustes às contas de ativo e passivo que poderiam ser requeridos no caso de eventual paralisação das operações da Companhia.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e como informação suplementar pelas IFRSs que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.São Paulo, 28 de Março de 2011.CRC 1SP 002000/O-0Member MILTON MIRANDA RODRIGUESSócio DiretorContador - CRC 1SP 112905/O-5CPF Nº 032.231.618-99

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em observância á Instrução CVM nº 480/200 art. 25 - inc. V e VI a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2.010.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em observância á Instrução CVM nº 480/200 art. 25 - inc. V e VI a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com a opinião expressa no Relatório dos Auditores Independentes relativo ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2.010.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.