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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 8427Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 27/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de MANUFATURA DE BRINQUEDOS ESTRELA S A

MANUFATURA DE BRINQUEDOS ESTRELA S A · CNPJ 61.082.004/0001-50

Versões deste exercício: v1 (26/03/2018) · v2 (27/03/2018), esta

MANUFATURA DE BRINQUEDOS ESTRELA S A
CNPJ 61.082.004/0001-50
DFP 2017 (V2)
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
MANUFATURA DE BRINQUEDOS ESTRELA S A
CNPJ
61.082.004/0001-50
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
27/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total225.237227.687−1,1%
1.01Ativo Circulante108.512113.117−4,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa2.9382.49717,7%
1.01.01.01Caixa12840220,0%
1.01.01.02Bancos1.304125943,2%
1.01.01.03Aplicações financeiras liquidez imediata1.5062.332−35,4%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber85.02486.644−1,9%
1.01.03.01Clientes55.31164.315−14,0%
1.01.03.01.01Duplicatas a receber62.57370.360−11,1%
1.01.03.01.02(-) PDD−6.286−4.544−38,3%
1.01.03.01.03(-) Títulos descontados00
1.01.03.01.04(-) AVP−976−1.50135,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber29.71322.32933,1%
1.01.03.02.01Outros devedores18216311,7%
1.01.03.02.02Adiantamentos5.0143.88928,9%
1.01.03.02.03Investimentos a classificar6231.896−67,1%
1.01.03.02.04Aplicações financeiras7.8037.7221,0%
1.01.03.02.05Impostos a recuperar16.0918.65985,8%
1.01.04Estoques20.55023.976−14,3%
1.01.04.01Materia prima7.5828.724−13,1%
1.01.04.02Material de manutenção e consumo159252−36,9%
1.01.04.03Produtos acabados6.0826.280−3,2%
1.01.04.04Produtos para revenda5.0026.892−27,4%
1.01.04.05Produtos semi acabados2.7422.42912,9%
1.01.04.06Estoque em poder de terceiros1.7532.098−16,4%
1.01.04.07Estoque de terceiros em nosso poder38130724,1%
1.01.04.08Provisão p/ ajuste a valor mercado−3.151−3.006−4,8%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar00
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00
1.01.06.01.01Impostos a recuperar00
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes00
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros00
1.02Ativo Não Circulante116.725114.5701,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo91.66789.4802,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber00
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos00
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas7.7767.06910,0%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas7.7767.06910,0%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes83.89182.4111,8%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Creditos tributarios3.8293.7153,1%
1.02.01.09.04Deposito judicial79.11274.9335,6%
1.02.01.09.05Outras contas a receber9503.763−74,8%
1.02.02Investimentos00
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado23.41323.496−0,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação23.41323.496−0,4%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível1.6451.5943,2%
1.02.04.01Intangíveis1.6451.5943,2%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Marcas e patentes1.6451.5943,2%
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAosAcionistas, Conselheiros e Administradores daManufatura de Brinquedos Estrela S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, da MANUFATURA DE BRINQUEDOS ESTRELA S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial individual e consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações individuais e consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da MANUFATURA DE BRINQUEDOS ESTRELA S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado, de suas operações e os seus fluxos de caixa individuais e consolidados, para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Ênfases1. Incerteza Relevante relacionada à continuidade operacionalAs demonstrações contábeis individuais e consolidadas foram elaboradas no pressuposto da continuidade normal dos negócios da Companhia. Em 31 de dezembro de 2017, a Companhia apresentou patrimônio líquido negativo (passivo a descoberto) no montante de R$ 435.998 mil (R$ 392.417 em 2015) e capital circulante negativo de R$ 473.383 mil (R$ 414.794 mil no consolidado). Conforme descrito na nota explicativa 1, a administração da Companhia, em conjunto com os seus acionistas controladores, continua com seu plano de melhorar a eficiência e competividade, através de uma gestão que privilegia a melhor opção entre importar e produzir internamente, assim como de uma administração mais rigorosa do capital de giro, sempre com o objetivo de recuperação para a geração de lucros consistentes e, assim, suprir a insuficiência de capital de giro próprio e diminuir progressivamente seu passivo a descoberto. As demonstrações contábeis individuais e consolidadas não incluem quaisquer ajustes relativos à realização e classificação dos valores de ativos ou quanto aos valores e à classificação de passivos que seriam requeridos na impossibilidade de a Controladora e suas controladas continuarem em operação. Nossa opinião não contém modificação em função desse assunto.2. Incerteza relacionada ao Deferimento de Pedido de Parcelamento - REFIS 2014 e PERTChamamos a atenção para o fato da Companhia aguardar homologação, por parte da Receita Federal do Brasil, para a efetiva mensuração e reconhecimento contábil dos efeitos decorrentes do possível deferimento de inclusão nos programas especiais de parcelamento previstos na Lei n° 12.996/2014, denominado Refis 2014 (Nota Explicativa n° 14) e Lei 13.496/2017 (Nota Explicativa n° 14) referente ao Programa Especial de Regularização Tributária (PERT), que incluem vários débitos tributários, tais como aqueles inscritos no Refis 2009 (Nota Explicativa n° 14), as confissões de dívida de tributos correntes, créditos tributários provenientes de prejuízos fiscais e bases de cálculo negativas de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (Nota Explicativa n° 14) e liberação (desbloqueio judicial) dos Títulos da Dívida Agrária (Notas Explicativas n° 8 e 14). Assim sendo, as demonstrações contábeis não incluem quaisquer ajustes que porventura venham a ser requeridos por ocasião das consolidações definitivas dos referidos débitos fiscais. Nossa opinião não contém modificação em função desse assunto.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis, individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Continuidade OperacionalConsideramos a continuidade operacional como um dos principais assuntos em nossa auditoria pois, conforme descrito na Nota Explicativa nº 1 às demonstrações contábeis, a Companhia vem apresentando prejuízos recorrentes em suas operações, e cujo passivo a descoberto, em 31 de dezembro de 2017, monta em R$ 435.998 (R$ 392.417 em 2016). Neste exercício houve piora significativa nos resultados, agravando ainda mais a situação patrimonial e financeira e gerando incerteza relevante da capacidade de geração de lucros futuros que possam reverter o quadro atual de prejuízos acumulados.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, discussões com a administração acerca dos pedidos de parcelamentos tributários ainda não deferidos pelos órgãos competentes, ações operacionais de ampliação de negócios, análise de orçamentos que atestariam a possibilidade de continuidade operacional da Companhia, e revisão das divulgações relacionadas a este assunto nas notas explicativas às demonstrações contábeis.Títulos da Dívida AgráriaConforme mencionado na nota explicativa n° 8, a Companhia possui Títulos de Dívida Agrária, bloqueados judicialmente em função de processo tributário relativo à dívida de IPI geradas entre os exercícios de 1992 e 1994. Tendo em vista a existência de outros débitos tributários federais e solicitação de inclusão no programa de parcelamento denominado REFIS 2014, a Companhia requereu em juízo que os referidos títulos fossem utilizados para liquidação das dívidas, entretanto dependem do deferimento do pedido de parcelamento e homologação dos prejuízos fiscais apresentados à Receita Federal do Brasil.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoTrata-se de ativo relevante nas demonstrações financeiras, envolvido na incerteza sobre a conclusão do processo de parcelamento de obrigações tributárias, assim procedemos nossos exames na conferência dos cálculos de atualização desses títulos, utilização correta do valor de face de mercado por título adquirido e comprovação da existência e titularidade de tal crédito através de carta de confirmação emitida pela Caixa Econômica Federal, custodiante dos títulos.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidad e da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accouting Standards Board (IASB) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dedemonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade da Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião.Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:- Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais- Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas- Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração- Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manter em continuidade operacional- Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada- Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 23 de março de 2018.TRÍADE AUDITORES INDEPENDENTESCRC 2SP 015090/O-5Sergio de Andrade BehrendSócio-DiretorCRC 1SP197708/O-8CNAI 4690

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Os diretores declaram que reviram, discutiram e concordaram com as demonstrações financeiras (controladora e consolidado) da companhia Manufatura de Brinquedos Estrela S/A referente exercício findo em 31/12/2017.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os diretores declaram que concordam com as opiniões expressas pela Tríade Auditoria no parecer dos auditores.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Não há conselho fiscal.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.