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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2011133 páginasCódigo CVM 4030Versão 1Recebida em 26/03/2012valores em R$ mil

DFP 2011 de COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL

COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL · CNPJ 33.042.730/0001-04

COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL
CNPJ 33.042.730/0001-04
DFP 2011
Exercício 2011
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Metadados

Empresa
COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL
CNPJ
33.042.730/0001-04
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
133
Ano de referência
2011*
Publicado em
26/03/2012 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:41

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201131/12/2010Var.
1Ativo Total46.869.70238.055.44523,2%
1.01Ativo Circulante21.944.30615.793.68838,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa15.417.39310.239.27850,6%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber1.616.2061.367.75918,2%
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques3.734.9843.355.78611,3%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar584.273473.78723,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes591.450357.07865,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante24.925.39622.261.75712,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo4.856.7215.919.110−17,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo139.679112.48424,2%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber10.04358.485−82,8%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos1.840.7731.592.94115,6%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas0479.120−100,0%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes2.866.2263.676.080−22,0%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos2.088.2252.103.624−0,7%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado17.377.07613.776.56726,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível603.374462.45630,5%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

AoConselho de Administração e aos Acionistas daCompanhia Siderúrgica NacionalSão Paulo - SP Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia Siderúrgica Nacional ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia Siderúrgica Nacional em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Companhia Siderúrgica Nacional em 31 de dezembro de 2011, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emtidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.Ênfase Conforme descrito na nota explicativa 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Companhia Siderúrgica Nacional essas práticas diferem da IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.São Paulo, 26 de março de 2012KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Anselmo Neves MacedoContador CRC 1SP160482/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Na qualidade de Diretores Executivos da Companhia Siderúrgica Nacional, declaramos nos termos do Art. 25, parágrafo 1º, item VI, da Instrução CVM 480 de 07 de dezembro de 2009, que analisamos, discutimos e concordamos com as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2011.São Paulo, 26 de março de 2012.______________________________Benjamin SteinbruchDiretor-Presidente______________________________Enéas Garcia DinizDiretor Executivo______________________________José TaraganoDiretor Executivo______________________________Luis Fernando Barbosa Martinez Diretor Executivo______________________________David Moise SalamaDiretor Executivo de Relações com Investidores______________________________Juarez Saliba de AvelarDiretor Executivo

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Na qualidade de Diretores Executivos da Companhia Siderúrgica Nacional, declaramos nos termos do Art. 25, parágrafo 1º, item V, da Instrução CVM 480 de 07 de dezembro de 2009, que analisamos, discutimos e concordamos com os termos do parecer dos auditores externos relativo às Demonstrações Financeiras do exercício social findo em 31 de dezembro de 2011.São Paulo, 26 de março de 2012.______________________________Benjamin SteinbruchDiretor-Presidente______________________________Enéas Garcia DinizDiretor Executivo______________________________José TaraganoDiretor Executivo______________________________Luis Fernando Barbosa Martinez Diretor Executivo______________________________David Moise SalamaDiretor Executivo de Relações com Investidores______________________________Juarez Saliba de AvelarDiretor Executivo

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Data: 26 de março de 2012Rel. n.º: 77Participantes Nome UnidadeFernando Perrone Membro do Comitê de AuditoriaYoshiaki Nakano Membro do Comitê de AuditoriaPiedade Mota da Fonseca Diretoria de Auditoria InternaRogério Leme Santos Diretoria de ControladoriaDaniel Milani Diretoria de ControladoriaCarla Bellangero KPMG Auditores IndependentesMarcos Montesani KPMG Auditores IndependentesFábio Trindade KPMG Auditores IndependentesAngélica Maria de Queiroz Consultora do ComitêClaudia Maria Sarti Secretária da ReuniãoO Comitê de Auditoria reuniu-se para revisão das Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011.Antes da reunião, as demonstrações financeiras preliminares foram circuladas para o Comitê de Auditoria, que enviou para a administração os seus comentários.O Sr. Rogério Leme Santos apresentou os resultados da Companhia em 2011.Em seguida, o Comitê de Auditoria recebeu os representantes da KPMG, que apresentaram o processo de finalização da auditoria das Demonstrações Financeiras de 2011.Após rever e discutir as demonstrações financeiras auditadas e o Relatório Anual da Administração, obtendo os esclarecimentos necessários, o Comitê de Auditoria decidiu recomendar ao Conselho de Administração que as demonstrações financeiras auditadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011 fossem aprovadas.AssinaturasFernando PerroneYoshiaki NakanoClaudia Maria Sarti - secretária

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.