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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2011147 páginasCódigo CVM 18821Versão 1Recebida em 07/03/2012valores em R$ mil

DFP 2011 de MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A.

MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A. · CNPJ 02.846.056/0001-97

MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A.
CNPJ 02.846.056/0001-97
DFP 2011
Exercício 2011
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Metadados

Empresa
MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A.
CNPJ
02.846.056/0001-97
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
147
Ano de referência
2011*
Publicado em
07/03/2012 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:41

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201131/12/2010Var.
1Ativo Total12.851.36612.767.5310,7%
1.01Ativo Circulante1.380.7391.721.541−19,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa30.00633.626−10,8%
1.01.01.01Numerário Disponível16.93114.94313,3%
1.01.01.02Banco Conta Movimento13.07518.683−30,0%
1.01.02Aplicações Financeiras733.3291.145.046−36,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo733.3291.145.046−36,0%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda733.3251.145.043−36,0%
1.01.02.01.03Conta Reserva4333,3%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber430.261321.19334,0%
1.01.03.01Clientes430.261321.19334,0%
1.01.03.01.01Contas a Receber240.865184.73530,4%
1.01.03.01.02Contas a Receber de Partes Relacionadas163.199126.90928,6%
1.01.03.01.03Mútuos - partes relacionadas26.1979.549174,3%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar39.97092.658−56,9%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar39.97092.658−56,9%
1.01.07Despesas Antecipadas43.18539.8478,4%
1.01.07.01Despesas Antecipadas43.18539.8478,4%
1.01.08Outros Ativos Circulantes103.98889.17116,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros103.98889.17116,6%
1.01.08.03.01Outros Créditos20.5037002.829,0%
1.01.08.03.02Investimentos Temporários00—
1.01.08.03.03Dividendos, Juros sobre o Capital Próprio6125.692−89,2%
1.01.08.03.04Pagamentos Antecipados Relacionados a Concessão82.87382.7790,1%
1.02Ativo Não Circulante11.470.62711.045.9903,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo3.585.2183.272.0969,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo6341.577−59,8%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Conta Reserva6341.577−59,8%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber5.4912.154154,9%
1.02.01.03.01Clientes5.4912.154154,9%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos878.214671.61230,8%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos878.214671.61230,8%
1.02.01.06.02Impostos e Contrinbuições a Recuperar00—
1.02.01.06.03Tributos Retidos na Fonte00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas17.66213.72128,7%
1.02.01.07.01Despesas Antecipadas17.66213.72128,7%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas4.4763.43830,2%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas4.4763.43830,2%
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes2.678.7412.579.5943,8%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Outros13.18615.060−12,4%
1.02.01.09.04Impostos e Contribuições a Recuperar149.83889.86766,7%
1.02.01.09.05Pagamentos Antecipados Relacionados a Concessão2.515.7172.474.6671,7%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado431.073393.1229,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação292.345254.33714,9%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento138.728138.785−0,0%
1.02.04Intangível7.454.3367.380.7721,0%
1.02.04.01Intangíveis7.454.3367.380.7721,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão7.454.3367.380.7721,0%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAo Conselho de Administração e Acionistas daCCR S.A.São Paulo - SPExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da CCR S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da CCR S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da CCR S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accouting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseConforme descrito na nota explicativa 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da CCR S.A. essas práticas diferem da IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo e pela opção pela manutenção do saldo de ativo diferido, existente em 31 de dezembro de 2011, que vem sendo amortizado. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.São Paulo, 29 de fevereiro de 2012KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Wagner BottinoContador CRC 1SP196907/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIAEm observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, de 07 de dezembro de 2009, a Diretoria da Companhia declara que discutiu, reviu e concordou, por unanimidade, com as opiniões expressas no Relatório da KPMG Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia, emitido em 29 de fevereiro de 2012 e com as demonstrações contábeis relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011.São Paulo, 29 de fevereiro de 2012.Renato Alves ValeDiretor Presidente Italo RoppaDiretor Vice-Presidente de Gestão de NegóciosJosé Braz CioffiDiretor Vice-Presidente de Gestão de NegóciosRicardo Antonio Mello CastanheiraDiretor Vice-Presidente de Relações InstitucionaisAntonio Linhares da CunhaDiretorArthur Piotto Filho Diretor de Relações com InvestidoresLeonardo Couto ViannaDiretorMarcus Rodrigo de SennaDiretorPaulo Yukio FukuzakiDiretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIAEm observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, de 07 de dezembro de 2009, a Diretoria da Companhia declara que discutiu, reviu e concordou, por unanimidade, com as opiniões expressas no Relatório da KPMG Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia, emitido em 29 de fevereiro de 2012 e com as demonstrações contábeis relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011.São Paulo, 29 de fevereiro de 2012.Renato Alves ValeDiretor Presidente Italo RoppaDiretor Vice-Presidente de Gestão de NegóciosJosé Braz CioffiDiretor Vice-Presidente de Gestão de NegóciosRicardo Antonio Mello CastanheiraDiretor Vice-Presidente de Relações InstitucionaisAntonio Linhares da CunhaDiretorArthur Piotto Filho Diretor de Relações com InvestidoresLeonardo Couto ViannaDiretorMarcus Rodrigo de SennaDiretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da CCR S.A. ("CCR"), no uso de suas atribuições legais, em reunião realizada nesta data, examinou o Relatório Anual da Administração e as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2011, bem como a revisão do orçamento de capital e a proposta de destinação dos resultados do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011. Com base nos exames efetuados, considerando ainda o Relatório da KPMG Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia e o Parecer do Comitê de Auditoria, emitidos em 29 de fevereiro de 2012, manifesta-se, por unanimidade, favoravelmente às referidas demonstrações, bem como à revisão do orçamento de capital e a proposta de destinação dos resultados do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011, que estão em condições de serem votadas pela Assembléia Geral dos Acionistas. São Paulo, 29 de fevereiro de 2012.Sr. Newton Brandão Ferraz RamosSr. Adalgiso Fragoso de FariasSr. José Valdir Pesce

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.