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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016169 páginasCódigo CVM 18821Versão 1Recebida em 06/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A.

MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A. · CNPJ 02.846.056/0001-97

MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A.
CNPJ 02.846.056/0001-97
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A.
CNPJ
02.846.056/0001-97
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
169
Ano de referência
2016*
Publicado em
06/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total24.555.84721.683.49413,2%
1.01Ativo Circulante4.244.3863.704.62314,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa2.821.2202.296.42022,9%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Conta Reserva00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber873.636909.174−3,9%
1.01.03.01Clientes873.636909.174−3,9%
1.01.03.01.01Contas a Receber866.800565.14653,4%
1.01.03.01.02Contas a Receber de Partes Relacionadas6.836344.028−98,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar143.299108.02332,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas65.27177.925−16,2%
1.01.08Outros Ativos Circulantes340.960313.0818,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros340.960313.0818,9%
1.01.08.03.01Contas a Receber com Operações de Derivativos26.717165.577−83,9%
1.01.08.03.02Dividendos, Juros sobre Capital Próprio053.241−100,0%
1.01.08.03.03Pagamentos Antecipados Relacionados a Concessão81.88882.032−0,2%
1.01.08.03.04Adiantamento a fornecedor232.35512.2311.799,7%
1.02Ativo Não Circulante20.311.46117.978.87113,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo5.708.0364.523.87626,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo0233−100,0%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Conta Reserva0233−100,0%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber1.246.620371.985235,1%
1.02.01.03.01Clientes1.246.620371.985235,1%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos732.161496.27847,5%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos732.161496.27847,5%
1.02.01.07Despesas Antecipadas9641.499−35,7%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas324.872276.05117,7%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas324.872276.05117,7%
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes3.403.4193.377.8300,8%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Contas a Receber com Operações de Derivativos283.814421.595−32,7%
1.02.01.09.04Tributos a Recuperar37.488162.589−76,9%
1.02.01.09.05Pagamentos Antecipados Relacionados a Concessão2.885.2532.772.4094,1%
1.02.01.09.06Depósitos Judiciais e Outros196.86421.237827,0%
1.02.02Investimentos1.170.6521.327.206−11,8%
1.02.02.01Participações Societárias1.170.6521.327.206−11,8%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado1.108.408774.58743,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação950.201557.74370,4%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento158.207216.844−27,0%
1.02.04Intangível12.324.36511.353.2028,6%
1.02.04.01Intangíveis12.324.36511.353.2028,6%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS Aos Acionistas, Conselheiros e Administradores daCCR S.A.São Paulo - SPOpinião Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da CCR S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais práticas contábeis.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira individual da CCR S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da CCR S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. a) Avaliação da realização de ativos financeiros Conforme nota explicativa n° 2(j). certas controladas e/ou investidas reconhecem ativo financeiro à medida em que possuem o direito contratual incondicional de receber caixa ou outro ativo financeiro do poder concedente, substancialmente por serviços de construção. Tais ativos financeiros são mensurados pelo valor justo no reconhecimento inicial e após são mensurados pelo custo amortizado. Consequentemente, há um possível risco relacionado à realização desses ativos frente aos históricos de recebimentos. Consequentemente, efetuamos procedimentos de auditoria, que incluem, mas não se limitam a, entendimento dos controles internos e da avaliação dos procedimentos utilizados pela administração que suportam a realização de tais ativos financeiros de acordo com as práticas contábeis vigentes.b) Adições ao ativo intangível da Companhia relacionadas às obrigações frente ao contrato de concessãoConforme nota explicativa nº 2(t), para os contratos de concessão de serviços sobre direito de exploração de infraestrutura, o concessionário tem acesso para construir e/ou operar a infraestrutura para a prestação dos serviços públicos em nome do concedente, nas condições previstas no contrato. Nos termos dos contratos de concessão, o concessionário atua como prestador de serviço, construindo ou melhorando a infraestrutura (serviços de construção ou melhoria) usada para prestar um serviço público, além de operar e manter essa infraestrutura (serviços de operação) durante determinado prazo, sendo esses ativos registrados como intangível, pois são revertidos ao Poder Concendente após o encerramento do respectivo contrato. Desta forma, o assunto foi considerado em nossa auditoria como um risco na constituição dos ativos intangíveis, uma vez que as adições podem representar custos não qualificáveis ou que não representem obras efetivamente realizadas para ativação de acordo com as normas contábeis. Consequentemente, efetuamos procedimentos específicos de auditoria, que incluem, mas não se limitam a, entendimento dos controles internos e testes substantivos de detalhe com base em amostragem para verificação das documentações que suportam referidas transações.c) Avaliação de risco de redução ao valor recuperável de ativos não financeiros relacionados às concessõesA Companhia possui montante significativo de ativos não financeiros relacionados às suas concessões. O principal procedimento adotado pela Administração para o teste anual de recuperação desses ativos não financeiros, quando há indicativos de impairment, contempla a preparação de um fluxo de caixa futuro para cada concessão, incluindo a expectativa de obras e melhoramentos. Esse teste envolve um grau significativo de julgamento e baseia-se em premissas que são afetadas por condições futuras esperadas da economia e do mercado e dos aspectos regulatórios previstos nos contratos de concessão, notadamente a questão do desequilíbrio econômico-financeiro. Os nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a utilização de especialistas para nos auxiliar na avaliação das premissas e das metodologias utilizadas pela Companhia, em especial aquelas que se referem ao crescimento previsto da receita decorrente de arrecadação para cada modelo de negócio, na leitura dos contratos de concessão e das cartas dos advogados relativas às discussões em curso com o poder concedente para o equacionamento do desequilíbrio econômico-financeiro, como, por exemplo, a discussão mencionada na nota explicativa nº 12(k), relacionada à controlada Barcas, e na comparação das projeções com os resultados históricos.d) Realização do imposto de renda e contribuição social diferidosAs concessionárias controladas pela Companhia possuem imposto de renda e contribuição social diferidos decorrentes de diferenças temporárias e prejuízos fiscais. Tais saldos são reconhecidos na medida em que seja provável que lucro tributável futuro esteja disponível e contra o qual as diferenças temporárias e os prejuízos fiscais acumulados podem ser realizados. Consideramos este assunto como significativo para a nossa auditoria porque o processo de avaliação da realização do saldo de imposto de renda e contribuição social diferido envolve um grau significativo de julgamento e estimativa e baseia-se em premissas que são afetadas por condições futuras esperadas da economia e do mercado, além de premissas de crescimento da receita decorrente de cada atividade operacional da Companhia, que podem ser impactados pelas reduções ou crescimentos econômicos, as taxas de inflação esperadas , a evolução demográfica, volume de tráfego, entre outras premissas fiscais. Em nossa auditoria, avaliamos se estas estimativas justificam uma expectativa de geração de lucros tributáveis futuros suficientes para a realização das diferenças temporárias e prejuízos fiscais acumulados. Consideramos também a adequação das divulgações nas notas explicativas nº 4 "principais práticas contábeis" e nº 10 "Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos" sobre os impostos diferidos reconhecidos.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado ("DVA"), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeirasindividuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o relatório da administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o relatório da administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o relatório da administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no relatório da administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da Administração e da governança pelasdemonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeira (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstraçõesfinanceiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtivemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da companhia e suas controladas.  Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 3 de março de 2017DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAlexandre Cassini DecourtAuditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 276957/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA Em observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, conforme alterada, a Diretoria da Companhia declara que discutiu, reviu e concordou, por unanimidade, com as opiniões expressas no Relatório da Deloitte Tohmatsu Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia, emitido nesta data, com as demonstrações contábeis relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016.São Paulo, 03 de março de 2017.Renato Alves ValeDiretor Presidente Italo RoppaDiretor Vice-Presidente de Gestão de NegóciosJosé Braz Cioffi Diretor Vice-Presidente de Gestão de Negócios Ricardo Antônio Mello CastanheiraDiretor Vice-Presidente de Relações InstitucionaisAntônio Linhares da CunhaDiretor de Desenvolvimento Empresarial Arthur Piotto Filho Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresFrancisco de Assis Nunes BulhõesDiretor de Comunicação e SustentabilidadeLeonardo Couto ViannaDiretor de Novos NegóciosMarcus Rodrigo de SennaDiretor JurídicoPaulo Yukio FukuzakiDiretor de Planejamento e ControleRicardo Bisordi de Oliveira LimaDiretor de Negócios

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA Em observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, conforme alterada, a Diretoria da Companhia declara que discutiu, reviu e concordou, por unanimidade, com as opiniões expressas no Relatório da Deloitte Tohmatsu Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia, emitido nesta data, com as demonstrações contábeis relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016.São Paulo, 03 de março de 2017.Renato Alves ValeDiretor Presidente Italo RoppaDiretor Vice-Presidente de Gestão de NegóciosJosé Braz Cioffi Diretor Vice-Presidente de Gestão de Negócios Ricardo Antônio Mello CastanheiraDiretor Vice-Presidente de Relações InstitucionaisAntônio Linhares da CunhaDiretor de Desenvolvimento Empresarial Arthur Piotto Filho Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresFrancisco de Assis Nunes BulhõesDiretor de Comunicação e SustentabilidadeLeonardo Couto ViannaDiretor de Novos NegóciosMarcus Rodrigo de SennaDiretor JurídicoPaulo Yukio FukuzakiDiretor de Planejamento e ControleRicardo Bisordi de Oliveira LimaDiretor de Negócios

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros do Conselho Fiscal da CCR S.A., no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto no artigo 163 da Lei das Sociedades por Ações, em reunião realizada nesta data, procederam ao exame e análise do Relatório Anual da Administração e das Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016 ("Demonstrações Financeiras e Anuais de 2016"), bem como revisaram o orçamento de capital e a proposta de destinação dos resultados do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016 e, com base nas informações prestadas pela Deloitte Tohmatsu Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras, manifestam-se, por unanimidade, favoravelmente às referidas demonstrações, bem como à revisão do orçamento de capital e à proposta de destinação de resultados do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016, que estão em plenas condições de serem votados pela Assembleia Geral de Acionistas da Companhia.São Paulo, 16 de fevereiro de 2017.Newton Brandão Ferraz RamosAdalgiso Fragoso de FariaJosé Valdir Pesce

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.