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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016109 páginasCódigo CVM 1228Versão 1Recebida em 16/02/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA

BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA · CNPJ 07.237.373/0001-20

BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA
CNPJ 07.237.373/0001-20
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA
CNPJ
07.237.373/0001-20
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
109
Ano de referência
2016*
Publicado em
16/02/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total46.321.12841.421.93511,8%
1.01Ativo Circulante20.985.04821.269.638−1,3%
1.01.01Disponibilidades184.575209.975−12,1%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez9.465.28312.445.108−23,9%
1.01.02.01Aplicações no Mercado Aberto9.314.93312.444.473−25,1%
1.01.02.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros150.35063523.577,2%
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários4.050.575253.3021.499,1%
1.01.03.01Carteira Própria2.907.381227.7971.176,3%
1.01.03.02Vinculados a Compromisso de Recompra855.6900—
1.01.03.03Instrumentos Financeiros Derivativos00—
1.01.03.04Vinculados à Prestação de Garantias287.50425.5051.027,2%
1.01.04Relações Interfinanceiras221.155178.16824,1%
1.01.04.01Pagamentos e Recebimentos a Liquidar1.1901.378−13,6%
1.01.04.02Depósitos no Banco Central218.335173.60925,8%
1.01.04.03Tesouro Nacional Recursos do Crédito Rural0102−100,0%
1.01.04.04Repasses Interfinanceiros7841.885−58,4%
1.01.04.05Correspondentes8461.194−29,1%
1.01.05Relações Interdependências00—
1.01.06Operações de Crédito4.774.6415.476.359−12,8%
1.01.06.02Setor Público238.571243.022−1,8%
1.01.06.03Setor Privado5.084.0995.734.502−11,3%
1.01.06.04(Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa)−548.029−501.165−9,4%
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.01.08Outros Créditos2.257.0192.674.731−15,6%
1.01.08.01Créditos por Avais e Fianças Honrados029−100,0%
1.01.08.02Carteira de Câmbio612.278818.089−25,2%
1.01.08.03Rendas a Receber13.92113.0756,5%
1.01.08.04Negociação e Intermediação de Valores124200,0%
1.01.08.05Diversos1.826.3462.049.212−10,9%
1.01.08.06(Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa)−195.538−205.6784,9%
1.01.09Outros Valores e Bens31.80031.995−0,6%
1.01.09.01Outros Valores e Bens14.44213.9963,2%
1.01.09.02(Provisões para Desvalorizações)−613−6251,9%
1.01.09.03Despesas Antecipadas17.97118.624−3,5%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo25.121.51119.917.80826,1%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez00—
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários16.798.30112.073.96939,1%
1.02.02.01Carteira Própria16.322.7189.455.53572,6%
1.02.02.02Vinculados a Compromissos de Recompra44.0991.606.140−97,3%
1.02.02.03Intrumentos Financeiros Derivativos403.488610.474−33,9%
1.02.02.04Vinculados à Prestação de Garantias27.996401.820−93,0%
1.02.03Relações Interfinanceiras66.07545.49345,2%
1.02.03.01Tesouro Nacional Recursos de Crédito Rural62200,0%
1.02.03.02SFH - Sistema Financeiro da Habitação66.06944.54948,3%
1.02.03.03Repasses Interfinanceiros0942−100,0%
1.02.04Relações Interdependências00—
1.02.05Operações de Crédito6.363.7666.723.551−5,4%
1.02.05.02Setor Público1.141.9481.381.893−17,4%
1.02.05.03Setor Privado5.909.3395.762.9032,5%
1.02.05.04(Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa)−687.521−421.245−63,2%
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.02.07Outros Créditos1.893.3691.074.79576,2%
1.02.07.01Créditos por Avais e Fianças Honrados0117−100,0%
1.02.07.02Rendas a Receber018.049−100,0%
1.02.07.03Diversos1.922.1931.103.21874,2%
1.02.07.04(Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa)−28.824−46.58938,1%
1.02.08Outros Valores e Bens00—
1.03Ativo Permanente214.569234.489−8,5%
1.03.01Investimentos1.9091.8662,3%
1.03.01.01Dependências no Exterior00—
1.03.01.02Participações em Controladas00—
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00—
1.03.01.04Outros Investimentos7.2127.1690,6%
1.03.01.05Provisão para Perdas−5.303−5.3030,0%
1.03.02Imobilizado de Uso192.757215.976−10,8%
1.03.02.01Imóveis de Uso170.087168.4131,0%
1.03.02.02Reavaliações de Imóveis de Uso107.628107.6280,0%
1.03.02.03Outras Imobilizações de Uso273.752263.8403,8%
1.03.02.04(Depreciações Acumuladas)−358.710−323.905−10,7%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento00—
1.03.04Intangível19.90316.61019,8%
1.03.04.01Ativos Intangíveis19.90316.61019,8%
1.03.05Diferido037−100,0%
1.03.05.01Gastos de Organização e Expansão0358−100,0%
1.03.05.02(Amortização Acumulada)0−321100,0%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Ao Conselho de Administração, Acionistas e Administradores do Banco do Nordeste do Brasil S.A. OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras do Banco do Nordeste do Brasil S.A. ("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras referidas acima apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco do Nordeste do Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação ao Banco, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. 1.ContingênciasConforme mencionado na nota explicativa 22, o Banco é parte em diversos processos administrativos e judiciais envolvendo questões de naturezas trabalhistas, fiscais e cíveis, oriundos do curso ordinário de seus negócios. Consideramos um assunto relevante de auditoria devido ao fato de que a expectativa de perda e os montantes atribuídos envolverem julgamentos da Administração e de seus assessores jurídicos, sobre temas muitas vezes complexos. Abordagem de auditoria:Dentre outros procedimentos, obtivemos confirmações, quanto aos processos em andamento, diretamente dos assessores jurídicos do Banco e confrontamos as estimativas de perda e montantes atribuídos com os controles operacionais e registros contábeis do Banco. Para os processos mais relevantes, testamos o cálculo dos valores registrados e divulgados e analisamos a razoabilidade das estimativas em relação a jurisprudência e teses jurídicas conhecidas. Analisamos, também, as comunicações recebidas dos reguladores relacionadas a processos, autuações das quais o Banco é parte, e a suficiência das divulgações relacionadas às questões oriundas de contingências e das provisões registradas.2.Planos de benefício pós-empregoO Banco possui passivos relevantes relacionados a planos de benefícios pós-emprego que, conforme mencionado na nota explicativa 25, compreendem benefícios de aposentadoria, saúde e seguro de vida. Consideramos um assunto relevante de auditoria devido à magnitude dos valores envolvidos e à complexidade dos modelos de avaliação dos passivos atuariais, que contemplam a utilização de premissas de longo prazo, tais como: mortalidade geral entrada em invalidez custos médicos crescimento salarial composição familiar taxa de desconto e inflação.Abordagem de auditoria:Dentre outros procedimentos, analisamos, com o suporte de nossos especialistas, a metodologia e as principais premissas utilizadas pela Administração na avaliação das obrigações atuariais decorrentes dos planos de benefício pós-emprego, verificando a acurácia matemática do cálculo e analisando a consistência dos resultados face aos parâmetros utilizados e às avaliações anteriores. Também fez parte dos procedimentos de auditoria, testes das bases de dados cadastrais utilizadas nas projeções atuariais e a suficiência das divulgações relacionadas aos planos de benefício pós-emprego. 3.Créditos tributáriosO Banco possui ativo fiscal diferido, constituído sobre diferenças temporárias na apuração da base de cálculo do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro líquido, decorrentes principalmente de despesas de provisão para créditos de liquidação duvidosa - PCLD (perdas de credito), despesas de outras provisões contingenciais, ajustes a valor de mercado das operações de TVM, SWAP e EUROBÔNUS.Consideramos um assunto relevante de auditoria devido ao expressivo montante registrado, e pelo fato do estudo de realização desses ativos envolver um alto grau de julgamento na determinação de premissas sobre a performance futura do Banco, conforme descrito na nota explicativa 21.Abordagem de auditoria:Dentre outros procedimentos, analisamos a metodologia e as premissas utilizadas pela administração no estudo de realização dos créditos tributários, incluindo as projeções de resultados futuros, bem como o atendimento aos requerimentos do Banco Central do Brasil. Verificamos a acuracidade matemática no cálculo e a consistência entre os dados utilizados e os saldos contábeis, assim como as avaliações anteriores e a razoabilidade das premissas utilizadas. Também analisamos a sensibilidade sobre tais premissas, para avaliar o comportamento das projeções com suas oscilações e a suficiência das divulgações em notas explicativas.4.Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros DerivativosConforme mencionado na nota explicativa 7, o cálculo do valor justo dos títulos de renda fixa de risco privado considerados de baixa liquidez, classificados como disponíveis para venda, a exemplo das Letras Financeiras e das Debêntures atualmente em carteira, é realizado com base em modelo de precificação próprio do Banco, que considera o spread de risco de crédito do emissor, determinado de acordo com as políticas do Banco e dos fluxos de caixa estimados. Consideramos a determinação do valor justo dos ativos financeiros não cotados em mercado, como um dos principais assuntos de auditoria, em função da relevância dos valores e da subjetividade inerente nas avaliações baseadas em modelos próprios.Abordagem de auditoria:Os nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a avaliação da metodologia de precificação do Banco, a adequação das principais premissas utilizadas e a acuracidade matemática na aplicação dos modelos. Revisamos, também, a avaliação econômica e financeira feita pelo Banco no momento de classificação do risco dos emissores, os fluxos de caixa esperados, as taxas de desconto utilizadas na precificação dos títulos e a suficiência das divulgações nas notas explicativas. 5. Provisão para Créditos de Liquidação DuvidosaConforme mencionado na nota explicativa 9, o Banco classifica o nível de risco das operações de crédito, levando em consideração a conjuntura econômica, a experiência passada, as garantias atreladas, os atrasos e o histórico de renegociações, conforme os parâmetros estabelecidos pela Resolução CMN n° 2.682. Co nsideramos um assunto relevante de auditoria devido à relevância dos montantes, e pelo fato da classificação de nível de risco dos clientes e da avaliação das garantias envolverem julgamento por parte da Administração.Abordagem de auditoria:Efetuamos, entre outros testes, análise da avaliação econômica e financeira realizada pelo Banco no momento de classificação de nível de risco dos clientes, por meio de uma amostra selecionada para teste e recalculamos a provisão para crédito de liquidação duvidosa com base nos parâmetros estabelecidos pela Resolução CMN n° 2.682. Analisamos também a suficiência das divulgações em notas explicativas6.Ambiente de tecnologiaAs operações do Banco são extremamente dependentes do funcionamento apropriado da estrutura de tecnologia e seus sistemas, razão pela qual consideramos o ambiente de tecnologia como um dos principais assuntos de auditoria. Abordagem de auditoria:Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a avaliação do desenho e da eficácia operacional dos controles gerais de TI ("ITGC") implementados pelo Banco para os sistemas considerados relevantes para o processo de auditoria. A avaliação dos ITGC incluiu procedimentos de auditoria para avaliar os controles sobre os acessos lógicos, gestão de mudanças e outros aspectos de tecnologia. No que se refere à auditoria dos acessos lógicos, analisamos, em bases amostrais, o processo de autorização e concessão de novos usuários, de revogação tempestiva de acesso a colaboradores transferidos ou desligados e de revisão periódica de usuários.Além disso, avaliamos as políticas de senhas, configurações de segurança e acesso aos recursos de tecnologia. No que se refere ao processo de gestão de mudanças, avaliamos se as mudanças nos sistemas foram devidamente autorizadas e aprovadas pelo Banco. Nos processos considerados significativos para as demonstrações financeiras, identificamos os principais controles automatizados ou que dependem de TI, para, em bases amostrais, efetuarmos testes com foco no desenho e na efetividade operacional de tais controles. Outros assuntosDemonstração do Valor Adicionado A demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e é apresentada como informação suplementar para fins de práticas contábeis aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditor A administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o relatório da administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o relatório da administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o relatório da administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no relatório da administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banco ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras, e incluem a Administração, o Comitê de Auditoria e o Conselho Fiscal do Banco.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas, não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza relevante e m relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco. Se concluirmos que existe uma incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 13 de fevereiro de 2017. ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S. CRC-2SP015199/O-6Eduardo WellichenContador CRC- 1SP184050/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Nós, Diretores do Banco do Nordeste do Brasil S.A., declaramos para fins de atendimento às disposições do Artigo 25, parágrafo 1º, Inciso VI, da Instrução nº 480, de 7 de dezembro de 2009, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que tomamos conhecimento, revimos, discutimos e concordamos com o inteiro teor das demonstrações financeiras do Banco do Nordeste do Brasil S.A., levantadas em 31 de dezembro de 2016. Fortaleza, 31 de janeiro de 2017DIRETORIA: Marcos Costa Holanda (Presidente) - Antônio Rosendo Neto Júnior (Diretor de Negócios) - Henrique Teixeira Moura (Diretor de Administração) - Nicola Moreira Miccione (Diretor de Controle e Risco) - Perpétuo Socorro Cajazeiras (Diretor de Planejamento) - Romildo Carneiro Rolim (Diretor Financeiro e de Crédito)

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Nós, Diretores do Banco do Nordeste do Brasil S.A., declaramos para fins de atendimento às disposições do Artigo 25, parágrafo 1º, Inciso V, da Instrução nº 480, de 7 de dezembro de 2009, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que tomamos conhecimento, revimos, discutimos e concordamos com o inteiro teor do Relatório, exarado em 13 de fevereiro de 2017, pela Ernst & Young Auditores Independentes S.S. sobre as demonstrações financeiras do Banco do Nordeste do Brasil S.A., levantadas em 31 de dezembro de 2016. Fortaleza, 13 de fevereiro de 2017DIRETORIA: Marcos Costa Holanda (Presidente) - Antônio Rosendo Neto Júnior (Diretor de Negócios) - Henrique Teixeira Moura (Diretor de Administração) - Nicola Moreira Miccione (Diretor de Controle e Risco) - Perpétuo Socorro Cajazeiras (Diretor de Planejamento) - Romildo Carneiro Rolim (Diretor Financeiro e de Crédito)

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O Conselho Fiscal do Banco do Nordeste do Brasil S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, procedeu ao exame do Relatório da Administração, do Balanço Patrimonial, das Demonstrações do Resultado, das Mutações do Patrimônio Líquido, dos Fluxos de Caixa e do Valor Adicionado do Banco do Nordeste do Brasil S.A., relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, os quais foram aprovados, nesta data, pelo Conselho de Administração.Com base nos exames efetuados, nas informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício e no Relatório dos Auditores Independentes - ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S.S., sem ressalvas, nesta data expedido, o Conselho Fiscal opina que o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis estão em condições de serem encaminhados para deliberação da Assembleia Geral Ordinária dos Acionistas.Fortaleza (CE), 13 de fevereiro de 2017CONSELHO FISCAL: Maria Teresa Pereira Lima (Presidente Substituta) - Carlos Henrique Soares Nuto - José Mário Valle - Manuel dos Anjos Marques Teixeira

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.