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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016Código CVM 20567Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 30/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de BANCO PINE S/A

BANCO PINE S/A · CNPJ 62.144.175/0001-20

Versões deste exercício: v1 (23/02/2017) · v2 (30/03/2017), esta

BANCO PINE S/A
CNPJ 62.144.175/0001-20
DFP 2016 (V2)
Exercício 2016
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
BANCO PINE S/A
CNPJ
62.144.175/0001-20
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2016*
Publicado em
30/03/2017 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total8.285.4668.916.154−7,1%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa663.981592.62612,0%
1.02Aplicações Financeiras2.987.7173.274.260−8,8%
1.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo2.987.7173.274.260−8,8%
1.02.01.01Títulos para Negociação1.000.822976.6412,5%
1.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda1.843.5441.731.1486,5%
1.02.01.03Instrumentos de Hedge (Derivativos)143.351566.471−74,7%
1.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.03Empréstimos e Recebíveis3.617.8123.912.917−7,5%
1.04Tributos Diferidos445.521489.973−9,1%
1.04.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos445.521489.973−9,1%
1.05Outros Ativos560.214634.113−11,7%
1.05.01Ativos Não Correntes a Venda292.234302.695−3,5%
1.05.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.05.03Outros267.980331.418−19,1%
1.06Investimentos00
1.06.01Participações em Coligadas00
1.06.02Outros00
1.07Imobilizado9.74511.484−15,1%
1.07.01Imobilizado de Uso9.74511.484−15,1%
1.07.02Imobilizado de Arrendamento00
1.08Intangível476781−39,1%
1.08.01Intangíveis476781−39,1%
1.08.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasBanco Pine S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais do Banco Pine S.A. ("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas do Banco Pine S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais práticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Pine S.A. e do Banco Pine S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o semestre e exercício findos nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco Pine S.A. e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Porque é um PAAValor justo de títulos de dívida emitidos por companhias de capital fechado Conforme divulgado nas notas 3(e) e 6(a), o Banco detêm investimentos em títulos de dívida de companhias de capital fechado classificados na categoria disponível para venda e mensurados ao valor justo.Esses investimentos em títulos de dívida não são cotados em mercado ativo. Dessa forma a Administração efetuou a mensuração do valor justo desses investimentos pelo método do fluxo de caixa descontado, que considera premissas estabelecidas internamente. Nesse processo de mensuração do valor justo, a Administração aplicou seu julgamento tanto em relação a definição do modelo quanto às premissas adotadas.Consideramos essa uma área de foco de auditoria, pois o uso de diferentes modelos de mensuração ou de premissas poderiam produzir variações no valor justo significativamente diferentes daquelas estimadas.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o entendimento do ambiente de controles e testes sobre os controles relevantes identificados nesse processo, tais como os controles de validação da captura das premissas e da aplicação dessas no processo de mensuração do valor justo dos títulos de dívida. Testamos os modelos de mensuração do valor justo desses ativos, efetuados pela Administração e analisamos a razoabilidade das premissas adotadas com as praticadas pelo mercado em instrumentos similares, bem como analisamos a consistência dessas premissas com as adotadas em períodos anteriores.Efetuamos, também, para uma amostra selecionada, testes independentes de precificação ao valor justo dos títulos de dívida.Os resultados dos procedimentos nos proporcionaram evidência apropriada e suficiente de auditoria no contexto das demonstrações financeiras.Porque é um PAAMensuração da provisão para créditos de liquidação duvidosa - PCLD Conforme descrito nas notas 3(h) e 7(d), o Banco mensurou a provisão para créditos de liquidação duvidosa por meio do estabelecimento de níveis de risco (rating) para cada operação, conforme previsto na Resolução n° 2.682/99, do Conselho Monetário Nacional (CMN).A definição de risco (rating) para cada operação considera julgamento por parte da Administração quanto a definição das premissas e nas considerações da conjuntura econômica, da experiência passada, dos níveis de inadimplência, de riscos específicos em relação às operações e aos devedores e suas respectivas garantias.Consideramos essa uma área de foco de auditoria, pois o uso desses julgamentos na apuração do valor da provisão para créditos de liquidação duvidosa poderiam resultar em variações significativas nessa estimativa.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos incluíram, entre outros, o entendimento e testes sobre os controles internos relevantes relacionados ao processo de classificação dos níveis de risco, de monitoramento das garantias recebidas, da totalidade e integridade da base de dados da carteira de crédito, que serve como base para apuração da provisão para créditos de liquidação duvidosa.Efetuamos, também, em base amostral, testes documentais sobre a suficiência de garantias apresentadas, bem como sobre a razoabilidade do julgamento e das premissas adotadas pela Administração para a determinação do rating e recálculo da provisão. Adicionalmente, efetuamos testes documentais sobre as principais variações na movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa. Os resultados dos procedimentos nos proporcionaram evidência apropriada e suficiente de auditoria no contexto das demonstrações financeiras.Porque é um PAAValor recuperável do crédito tributário Conforme divulgado nas notas 3(r) e 9(b), o Banco constituiu créditos tributários sobre as diferenças temporárias, prejuízos fiscais e bases negativas. Esses créditos foram constituídos com base em estudo de realização do valor recuperável do crédito tributário elaborado pela Administração, conforme requerido pelo Banco Central do Brasil.Para a elaboração do referido estudo, a Administração considerou, dentre outros, julgamentos e premissas na projeção de lucros tributários para os próximos 10 anos. Incluindo a distinção entre até e após dezembro de 2018, para refletir a majoração da alíquota de contribuição social de 15% para 20%.Consideramos essa uma área de foco de auditoria, pois a utilização de diferentes premissas poderia alterar significativamente a projeção de lucros tributários, consequentemente, os prazos previstos de realização do crédito tributário.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos principais procedimentos consideraram a análise da razo abilidade das premissas relevantes e da metodologia utilizadas na projeção de lucros tributáveis. Com o apoio dos nossos especialistas tributários analisamos os critérios de adições e dedutibilidade fiscal aplicados no estudo da projeção de lucros tributários. Também comparamos as premissas utilizadas com as projeções orçamentarias aprovadas pelo Conselho de Administração e com dados de mercado.Adicionalmente, discutimos com a Administração e com o Comitê de Auditoria os resultados dos procedimentos realizados.Como base no resultado dos procedimentos de auditoria e no contexto das incertezas inerentes de realização dos valores registrados como crédito tributário, consideramos que o resultado dos trabalhos executados estavam dentro de níveis aceitáveis de relevância das demonstrações financeiras.Porque é um PAAProvisões para contingências fiscais Conforme descrito nas notas 3(q) e 15, o Banco é parte em processos administrativos e judiciais, inerentes ao curso normal de suas operações, de natureza fiscal, os quais são avaliados de forma recorrente, com os impactos contábeis reconhecidos de acordo com a probabilidade de perda.A determinação da probabilidade de perda envolve elevado nível de julgamento por parte da Administração que conta com o apoio de seus assessores jurídicos internos e externos.As contingências fiscais podem ser encerradas após um longo espaço temporal e envolvem não só discussões acerca do mérito, mas também de aspectos processuais complexos, de acordo com a legislação vigente. Consideramos essa uma área de foco de auditoria, devido aos aspectos processuais e ao nível de julgamento envolvido na determinação da probabilidade de perda atribuída a cada processo.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos principais procedimentos consideraram, entre outros, o apoio de nossos especialistas na leitura e o entendimento dos processos administrativos ou judiciais relevantes, bem como realizamos reuniões com a Administração e assessores jurídicos. Adicionalmente realizamos a inspeção documental das principais movimentações dos processos.Realizamos o confronto dos saldos contábeis com os relatórios analíticos suporte e confirmamos com os assessores jurídicos, os dados dos processos que incluí a probabilidade de perda.Os resultados dos procedimentos nos proporcionaram evidência apropriada e suficiente de auditoria no contexto das demonstrações financeiras.Porque é um PAAAmbiente de tecnologia da informação Devido à diversidade e volume de transações o Banco é altamente dependente da sua estrutura de tecnologia para a gestão e geração de informações utilizadas no processamento de suas operações.A busca por maior eficiência operacional e criação de novas modalidades de transações requer também a sofisticação do portfólio de produtos e, principalmente, o desenvolvimento e aprimoramento das tecnologias utilizadas.Assim, a não adequação da estrutura de tecnologia e dos respectivos controles, poderia ocasionar o processamento impreciso de informações críticas para a tomada de decisões ou das próprias operações. Essa área possui alto risco inerente e nossa abordagem de auditoria considerou confiança em controles. Dessa forma foi uma área de foco de auditoria. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria consideraram os diferentes níveis de maturidade dos controles e incluíram, entre outros, o apoio de nossos especialistas de sistemas, para o entendimento e testes sobre a efetividade operacional dos controles gerais de tecnologia da informação que considera segurança da informação e gerenciamento de mudanças sistêmicas.Testamos também a efetividade dos principais controles automatizados ou dependentes de tecnologia, bem como os necessários controles compensatórios. Os resultados dos procedimentos nos proporcionaram evidência apropriada e suficiente de auditoria no contexto das demonstrações financeiras.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício e semestre findos em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da Administração do Banco, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e é apresentada como informação suplementar para fins do Banco Central do Brasil, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar o Banco e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as d emonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 23 de fevereiro de 2017.PricewaterhouseCoopersLuiz Antonio FossaAuditores IndependentesContador CRC 1SP196161/O-8CRC 2SP000160/O-5 **********************************************************************************************************************************************************************************************************************************************************************************************Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras consolidadasAos Administradores e AcionistasBanco Pine S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras consolidadas do Banco Pine S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais práticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada do Banco Pine S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2016, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria doexercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossaauditoria das demonstrações financeiras consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Porque é um PAAComo o assunto fo i conduzido em nossa auditoria Valor justo de títulos de dívida emitidos por companhias de capital fechado e ações de companhias abertas com baixa liquidez Conforme divulgado nas notas 3(c (i)) e 7, o Banco detêm investimentos em títulos de dívida de companhias de capital fechado e ações de companhias abertas com baixa liquidez classificados na categoria disponível para venda e mensurados ao valor justo.Os investimentos em títulos de dívida não possuem cotação em mercado ativo e as ações de companhias abertas possuem baixa liquidez no mercado. Dessa forma, a Administração efetuou a mensuração do valor justo desses investimentos pelo método do fluxo de caixa descontado, que considera premissas estabelecidas internamente. Nesse processo de mensuração do valor justo, a Administração aplicou seu julgamento tanto em relação a definição do modelo quanto às premissas adotadas.Consideramos essa uma área de foco de auditoria, pois o uso de diferentes modelos de mensuração ou de premissas poderiam produzir variações no valor justo significativamente diferentes daquelas estimadas.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o entendimento do ambiente de controles e testes sobre os controles relevantes identificados nesse processo, tais como os controles de validação da captura das premissas e da aplicação dessas no processo de mensuração do valor justo dos títulos de dívida e das ações de companhia aberta. Testamos os modelos de mensuração do valor justo desses ativos, efetuados pela Administração e analisamos a razoabilidade das premissas adotadas com as praticadas pelo mercado em instrumentos similares, bem como analisamos a consistência dessas premissas com as adotadas em períodos anteriores.Efetuamos, também, para uma amostra selecionada, testes independentes de precificação ao valor justo desses investimentos.Os resultados dos procedimentos nos proporcionaram evidência apropriada e suficiente de auditoria no contexto das demonstrações financeiras. Mensuração da provisão para perdas em empréstimos e adiantamentos a clientes (impairment) Conforme descrito nas notas 3(c (ii)) e 9, o Banco mensurou a provisão para perdas sobre empréstimos e adiantamentos a clientes por meio de julgamentos aplicados em suas matrizes de perda incorrida. A avaliação é realizada de forma individualizada e considera a existência de evidências de perdas incorridas no valor recuperável do crédito, bem como certas premissas que são aplicáveis aos modelos internos, tais como (i) probabilidade de inadimplência da operação, mitigada pelas respectivas garantias e (ii) as perdas históricas, através de dados observáveis de inadimplência de devedores classificados com risco de crédito semelhante. Consideramos essa uma área de foco de auditoria, pois o uso desses julgamentos na apuração do valor da provisão para créditos de liquidação duvidosa poderiam resultar em variações significativas nessa estimativa.Nossos procedimentos incluíram, entre outros, o entendimento e testes sobre os controles internos relevantes relacionados ao processo de classificação dos níveis de risco, de monitoramento das garantias recebidas, da totalidade e integridade da base de dados da carteira de crédito, que serve como base para apuração da provisão para perdas.Testamos, em bases amostrais, (i) as premissas utilizadas para apuração da probabilidade de inadimplência atribuída no cálculo da provisão, utilizando como base o histórico de inadimplência para devedores com risco de crédito semelhantes, (ii) a suficiência de garantias apresentadas, e (iii) a razoabilidade do julgamento e das premissas adotadas pela Administração.Adicionalmente, efetuamos testes documentais sobre as principais variações na movimentação da provisão para perdas. Os resultados dos procedimentos nos proporcionaram evidência apropriada e suficiente de auditoria no contexto das demonstrações financeiras.Valor recuperável do crédito tributário Conforme descrito nas notas 3(c - (iii)) e 38(e), o Banco constituiu créditos tributários sobre as diferenças temporárias, incluindo aquelas derivadas das diferenças entre as práticas contábeis adotadas no Brasil e as IFRS, prejuízos fiscais e bases negativas. Esses créditos foram constituídos com base em estudo de realização do valor recuperável do crédito tributário elaborado pela Administração.Para a elaboração do referido estudo, a Administração considerou, dentre outros, julgamentos e premissas na projeção de lucros tributários. Incluindo a distinção entre até e após dezembro de 2018, para refletir a majoração da alíquota de contribuição social de 15% para 20%.Consideramos essa uma área de foco de auditoria, pois a utilização de diferentes premissas poderia alterar significativamente a projeção de lucros tributários, consequentemente, os prazos previstos de realização do crédito tributário.Nossos principais procedimentos consideraram a análise da razoabilidade das premissas relevantes e da metodologia utilizadas na projeção de lucros tributáveis. Com o apoio dos nossos especialistas tributários analisamos os critérios de adições e dedutibilidade fiscal aplicados no estudo da projeção de lucros tributários. Comparamos as premissas utilizadas com as projeções orçamentarias aprovadas pelo Conselho de Administração e com dados de mercado, quando aplicável. Também analisamos o crédito tributário constituído sobre as diferenças entre as práticas contábeis adotadas no Brasil e as IFRS.Adicionalmente, discutimos com a Administração e com o Comitê de Auditoria os resultados dos procedimentos realizados.Como base no resultado dos procedimentos de auditoria e no contexto das incertezas inerentes de realização dos valores registrados como crédito tributário, consideramos que o resultado dos trabalhos executados estavam dentro de níveis aceitáveis de relevância das demonstrações financeiras.Provisões para riscos fiscaisConforme descrito na notas 3(c (iv)) e 22, o Banco é parte em processos administrativos e judiciais, inerentes ao curso normal de suas operações, de natureza fiscal, os quais são avaliados de forma recorrente, com os impactos contábeis reconhecidos de acordo com a probabilidade de perda.A determinação da probabilidade de perda envolve elevado nível de julgamento por parte da Administração que conta com o apoio de seus assessores jurídicos internos e externos.As contingências fiscais podem ser encerradas após um longo espaço temporal e envolvem não só discussões acerca do mérito, mas também de aspectos processuais complexos, de acordo com a legislação vigente. Consideramos essa uma área de foco de auditoria, devido aos aspectos processuais e ao nível de julgamento envolvido na determinação da probabilidade de perda atribuída a cada processo.Nossos principais procedimentos consideraram, entre outros, o apoio de nossos especialistas na leitura e o entendimento dos processos administrativos ou judiciais relevantes, bem como realizamos reuniões com a Administração e assessores jurídicos. Adicionalmente realizamos a inspeção documental das principais movimentações dos processos.Realizamos o confronto dos saldos contábeis com os relatórios analíticos suporte e confirmamos com os assessores jurídicos, os dados dos processos que incluí a probabilidade de perda.Os resultados dos procedimentos nos proporcionaram evidência apropriada e suficiente de auditoria no contexto das demonstrações financeiras.Ambiente de tecnologia da informação Devido à diversidad e e volume de transações o Banco é altamente dependente da sua estrutura de tecnologia para a gestão e geração de informações utilizadas no processamento de suas operações.A busca por maior eficiência operacional e criação de novas modalidades de transações requer também a sofisticação do portfólio de produtos e, principalmente, o desenvolvimento e aprimoramento das tecnologias utilizadas.Assim, a não adequação da estrutura de tecnologia e dos respectivos controles, poderia ocasionar o processamento impreciso de informações críticas para a tomada de decisões ou das próprias operações. Essa área possui alto risco inerente e nossa abordagem de auditoria considerou confiança em controles. Dessa forma foi uma área de foco de auditoria.Nossos procedimentos de auditoria consideraram os diferentes níveis de maturidade dos controles e incluíram, entre outros, o apoio de nossos especialistas de sistemas, para o entendimento e testes sobre a efetividade operacional dos controles gerais de tecnologia da informação que considera segurança da informação e gerenciamento de mudanças sistêmicas.Testamos também a efetividade dos principais controles automatizados ou dependentes de tecnologia, bem como os necessários controles compensatórios. Os resultados dos procedimentos nos proporcionaram evidência apropriada e suficiente de auditoria no contexto das demonstrações financeiras.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras consolidadas A Administração do Banco Pine S.A. e suas controladas é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeira (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade do Consolidado continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar o Consolidado ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco Pine S.A. e suas controladas.Avaliamos a adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco Pine S.A. e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco Pine S.A. e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras consolidadas, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras consolidadas do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse públi co.São Paulo, 30 de março de 2017PricewaterhouseCoopersLuiz Antonio FossaAuditores IndependentesContador CRC 1SP196161/O-8CRC 2SP000160/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

BANCO PINE S.A.Companhia AbertaCNPJ 62.144.175/0001-20DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASApós análise das Demonstrações Financeiras da Companhia, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016, acompanhadas do Relatório da Administração, do balanço patrimonial, demais peças das demonstrações financeiras, Relatório dos Auditores Independentes e Parecer do Comitê de Auditoria ("Demonstrações Financeiras"), os membros da Diretoria Executiva, para fins de atendimento ao disposto no artigo 25, § 1º, inciso VI, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, declaram que discutiram, reviram e concordam com as Demonstrações Financeiras.São Paulo, 23 de fevereiro de 2017.Membros da Diretoria ExecutivaNorberto Zaiet JuniorUlisses Marcio AlcantarillaJoão Vicente Peregrino de BritoMauro SanchezJefferson Dias MiceliWelinton Gesteira SouzaRaquel Varela BastosSergio Luis Patricio

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

BANCO PINE S.A.Companhia AbertaCNPJ 62.144.175/0001-20DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESApós análise das Demonstrações Financeiras da Companhia, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016, acompanhadas do Relatório da Administração, do balanço patrimonial, demais peças das demonstrações financeiras, Relatório dos Auditores Independentes e Parecer do Comitê de Auditoria, os membros da Diretoria Executiva, para fins de atendimento ao disposto no artigo 25, § 1º, inciso V, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, declaram que discutiram, reviram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes.São Paulo, 23 de fevereiro de 2017.Membros da Diretoria ExecutivaNorberto Zaiet JuniorUlisses Marcio AlcantarillaJoão Vicente Peregrino de BritoMauro SanchezJefferson Dias MiceliWelinton Gesteira SouzaRaquel Varela BastosSergio Luis Patricio

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

RESUMO DO COMITÊ DE AUDITORIAEXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2016O Comitê de Auditoria do Banco Pine S/A e das suas controladas é um órgão estatutário subordinado ao Conselho de Administração, implantado em atendimento às regulamentações do Banco Central do Brasil - BACEN e da Comissão de Valores mobiliários - CVM, e seu regimento está disponível no site ri.pine.com.A elaboração das Demonstrações Financeiras do Banco Pine S/A e de suas controladas ("Consolidado") de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil é de responsabilidade da sua Administração. Também, é sua responsabilidade (i) o estabelecimento de procedimentos que assegurem a qualidade das informações e dos processos utilizados na preparação das Demonstrações Financeiras, (ii) o gerenciamento dos riscos das operações do Conglomerado Pine e (iii) a supervisão das atividades de controle interno e compliance.A auditoria independente é responsável por examinar as Demonstrações Financeiras e emitir relatório sobre sua adequação, em todos os aspectos relevantes, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, decorrente da legislação societária e das normas do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central do Brasil.A auditoria interna tem suas atividades direcionadas para a avaliação da eficiência e eficácia dos controles internos e do gerenciamento de riscos e na aderência dos processos às normas e procedimentos estabelecidos pela Administração.Das atividades do Comitê no Exercício de 2016:O Plano de trabalho do Comitê de Auditoria, para o exercício de 2016, teve como objetivo principal a análise das estruturas, das operações, dos processos e dos sistemas inerentes aos negócios da Instituição, incluindo reuniões com os responsáveis pelas principais áreas de negócio do Conglomerado Pine.Reuniões específicas foram realizadas com a Auditoria Independente e com a Auditoria Interna, para tratar do plano anual e da sua execução, bem como o acompanhamento das ações estabelecidas pela Administração aos apontamentos de auditoria. Também foi realizada reunião com o Banco Central do Brasil para discussão desses planos anuais, dos fechamentos semestrais e de aspectos de sua regulamentação e normatização.Em sessão realizada em 21 de fevereiro de 2017, foram analisadas as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016 e elaborado o correspondente Resumo do Relatório do Comitê de Auditoria, das atividades desenvolvidas no exercício. Do Sistema de Controles Internos:Conforme cronograma e plano de trabalho definido para o exercício de 2016, o Comitê tomou conhecimento dos processos, métodos e sistema de controles e de informações do Conglomerado Pine, avaliando a sua qualidade e o comprometimento dos gestores na sua manutenção e aprimoramento.Todas as principais atividades da Instituição, inclusive as atividades exercidas por outras empresas (terceiros relevantes), foram analisadas e tiveram os seus riscos identificados, assim como os controles utilizados para reduzi-los a um nível considerado adequado de gerenciamento. Esses mapeamentos, riscos e controles são armazenados em um sistema eletrônico de dados adquirido de consultoria especializada e de renome no mercado.O Comitê, com base nas informações e observações colhidas durante suas reuniões, avalia como adequado ao porte e complexidade de operações do Conglomerado Pine, os sistemas de controles internos e contribuindo para a eficiência de seus negócios, para a adequação dos relatórios financeiros e para a observância às normas e regulamentações aplicáveis às suas transações.Da Administração de Riscos Consolidada:A Gestão de Risco do Conglomerado Pine é exercida de forma consolidada, compreendendo os principais riscos regulamentados pelo Banco Central do Brasil, quais sejam, Risco de Crédito, Risco de Mercado, Risco de Liquidez e Risco Operacional.Em reuniões de trabalho com a unidade de Gestão de Riscos, este Comitê teve a oportunidade de tomar conhecimento dos processos, métodos, sistemas e principais relatórios para a gestão de riscos de Mercado, Liquidez, Crédito, Operacional que incluem as atividades de um comitê específico de Riscos.Da Auditoria Independente:O Comitê manteve reuniões com a Auditoria Independente - PricewaterhouseCoopers (PwC) - para a apreciação das Informações Financeiras Trimestrais (ITR) e aprovação das Demonstração Financeira Semestral. Por ocasião destas reuniões foi discutido o Plano Anual de Auditoria, e verificado o cumprimento da sua Política de Independência.As recomendações incluídas nos relatórios sobre controles internos foram apresentadas e discutidas no Comitê e foram estabelecidos, em conjunto com a Auditoria Interna e com as áreas respectivas, Planos de Ação para solucioná-las. Não foram apontadas falhas no cumprimento da legislação, das regulamentações e das normas internas que possam colocar em risco a continuidade dos negócios da Instituição. O Comitê avalia como adequados o planejamento e os trabalhos dos auditores independentes para o porte e complexidade das operações do Conglomerado Pine.Da Auditoria Interna:O Comitê aprovou a estrutura da Auditoria Interna e o Plano Anual compreendendo todas as operações, riscos e processos da Instituição e acompanha em suas reuniões o seu cumprimento. Nas reuniões do Comitê, a presença permanente da Auditoria Interna proporciona o suporte necessário às atividades e o atendimento às demandas.Das Demonstrações Financeiras Consolidadas:O Comitê avaliou os processos de elaboração das informações financeiras, os balanços individuais e consolidados, os relatórios financeiros e as notas explicativas divulgadas em conjunto com as Demonstrações Financeiras. Discutiu com a PwC e com os executivos da Instituição as práticas relevantes utilizadas na elaboração das Demonstrações Financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.ConclusãoO Comitê de Auditoria, ponderadas devidamente suas responsabilidades e as limitações naturais decorrentes do escopo da sua atuação, recomenda a aprovação pelo Conselho de Administração das Demonstrações Financeiras do Banco Pine S/A e de suas controladas (" Consolidado") para o semestre e exercício findo em 31 de dezembro de 2016.São Paulo, 21 de fevereiro de 2017.Gustavo Diniz JunqueiraPresidenteWilliam Pereira Pinto(Especialista Financeiro)Harumi Susana Ueta WaldeckMembro Sérgio Machado Zica de CastroMembro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.