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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2021132 páginasCódigo CVM 25755Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 23/02/2022valores em R$ mil

DFP 2021 de BANCO MODAL S.A.

BANCO MODAL S.A. · CNPJ 30.723.886/0001-62

Versões deste exercício: v1 (22/02/2022) · v2 (23/02/2022), esta

BANCO MODAL S.A.
CNPJ 30.723.886/0001-62
DFP 2021 (V2)
Exercício 2021
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Metadados

Empresa
BANCO MODAL S.A.
CNPJ
30.723.886/0001-62
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
132
Ano de referência
2021*
Publicado em
23/02/2022 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:42

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202131/12/2020Var.
1Ativo Total6.942.8674.405.75157,6%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa2.186.5462.057.5926,3%
1.02Ativos Financeiros3.834.8081.768.530116,8%
1.02.01Ativos Financeiros Avaliados a Valor Justo através do Resultado1.476.866422.969249,2%
1.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.03Títulos e valores Mobiliários1.295.241335.712285,8%
1.02.01.04Derivativos181.62587.257108,1%
1.02.02Ativos Financeiros Avaliados a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes862.593892.544−3,4%
1.02.02.01Títulos e valores Mobiliários862.593892.544−3,4%
1.02.03Ativos Financeiros Avaliados ao Custo Amortizado1.495.349453.017230,1%
1.02.03.01Títulos e valores Mobiliários53.1810—
1.02.03.02Outros Ativos Financeiros396.376318.22424,6%
1.02.03.03Depósitos Compulsórios no Banco Central do Brasil17.08314.97814,1%
1.02.03.04Operações de crédito1.032.917127.821708,1%
1.02.03.05(-) Provisão para Perda Esperada−4.208−8.00647,4%
1.03Tributos Diferidos144.711112.16129,0%
1.03.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos94.59075.23525,7%
1.03.02Imposto de renda recuperável50.12136.92635,7%
1.04Outros Ativos459.241350.05331,2%
1.04.01Ativos Não Correntes a Venda278.331332.828−16,4%
1.04.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.04.03Outros180.91017.225950,3%
1.05Investimentos1.0362.117−51,1%
1.05.01Participações em Coligadas1.0362.117−51,1%
1.05.02Participações em Controladas em Conjunto00—
1.05.03Propriedades para Investimento00—
1.05.04Outros Investimentos00—
1.06Imobilizado48.89733.87944,3%
1.06.01Imobilizado de Uso38.33521.75576,2%
1.06.02Direito de Uso em Arrendamento10.56212.124−12,9%
1.07Intangível267.62881.419228,7%
1.07.01Intangíveis00—
1.07.02Goodwill267.62881.419228,7%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras consolidadasAos Administradores e AcionistasBanco Modal S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras consolidadas do Banco Modal S.A. ("Instituição") e suas controladas, que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2021 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Modal S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2021, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadas". Somos independentes em relação à Instituição e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Porque é um PAA- Mensuração do valor justo de ativos com cláusula de conversibilidade, instrumentos financeiros derivativos e dos fundos de investimento em participações (notas explicativas 3(h), 4(a), 11.1.1(b) e 36(c)) A mensuração do valor justo de ativos com cláusula de conversibilidade e instrumentos financeiros derivativos é uma área que inclui subjetividade, uma vez que utiliza modelos de precificação desenvolvidos pela Administração que considera como premissa, (i) dados observáveis de mercado, como preços de mercado de instrumentos financeiros com características semelhantes, (ii) modelos matemáticos, e (iii) quando aplicável modelos e práticas de avaliação econômica utilizadas no mercado que se baseiam em premissas e dados não observáveis. Adicionalmente, a mensuração do valor justo dos Fundos de Investimentos em Participações considera a adoção de premissas e julgamentos por parte da administração que envolvem elevado nível de julgamento na avaliação ao valor justo por método de fluxo de caixa descontado evolutivo e involutivo. Neste caso são utilizados modelos desenvolvidos internamente e/ou por avaliadores externos que não se baseiam em dados observáveis de mercado. Assim, devido a relevância dos saldos dessas operações e os fatos antes expostos, consideramos que esse assunto é um principal assunto de auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria:Nossos principais procedimentos de auditoria consideraram, entre outros, o entendimento dos controles internos, incluindo aqueles desenvolvidos pela Administração para mensuração ao valor justo dos instrumentos financeiros derivativos e dos ativos sem liquidez. Para os instrumentos financeiros derivativos, com o apoio dos nossos especialistas, efetuamos, em base amostral, o recálculo independente da valorização dos derivativos mensurados ao valor justo, utilizando premissas observáveis no mercado.Adicionalmente, para os fundos de investimento em participações, com a ajuda dos nossos especialistas, realizamos o entendimento quanto às metodologias de cálculo para precificação, também analisamos a razoabilidade das premissas críticas utilizadas pela Administração nas construções de modelos internos, bem como analisamos o alinhamento destas premissas e modelos com as práticas utilizadas de mercado.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração na mensuração do valor justo dos instrumentos financeiros derivativos e dos Fundos de investimentos em Participações são razoáveis, tendo em vista as práticas utilizadas no mercado e as práticas contábeis vigentes.- Combinação de negócios (notas explicativas 4(e) e 15)A Instituição adquiriu o controle de empresas dos setores de educação financeira e serviços, durante o semestre e exercício findo em 31 de dezembro de 2021. As normas contábeis requerem a identificação dos ativos e passivos adquiridos em uma combinação de negócios quando ocorre a aquisição de controle de uma companhia, o que envolve elevado nível de julgamento e adoção de premissas e critérios para determinação do valor justo desses ativos e a determinação do montante do valor do goodwill relativo a parcela do preço não alocada.A mensuração do preço da transação e da identificação e mensuração de ativos adquiridos e passivos assumidos foi conduzida pela administração com o auxílio de avaliadores externos. Essa foi uma área de foco em nossa auditoria devido a subjetividade na mensuração desses ativos e passivos e a relevância dos saldos dessas transações no contexto das demonstrações financeiras.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos principais procedimentos de auditoria, consideraram, entre outros:Leitura dos contratos e atas de reunião relacionados com as aquisições, bem como obtenção de evidências que fundamentaram a determinação das datas da efetivação da transação e aquisição de controleCom o auxílio de nossos especialistas, analisamos a metodologia utilizada pela Instituição para mensuração a valor justo preliminar dos ativos adquiridos e passivos assumidos e avaliamos a razoabilidade das premissas utilizadas e cálculos efetuados pela administração e avaliadores.Efetuamos análise de sensibilidade das principais premissas utilizadas e os impactos de possíveis mudanças em tais premissas sobre os valores justos preliminares apuradosCom base nas informações e documentos obtidos, efetuamos ainda o recálculo da determinação do ágio apurado nas transações.Consideramos que os critérios adotados pela administração na mensuração do valor justo preliminar desses ativos e passivos decorrentes das combinações de negócios são apropriados e consistentes com as divulgações nas demonstrações financeiras avaliadas como um todo.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoA demonstração consolidada do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2021, elaborada sob a responsabilidade da administração da Instituição e apresentada como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras consolidadas da Instituição. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstr ações financeiras consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras consolidadas e o relatório do auditorA administração da Instituição é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras consolidadasA administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Instituição continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Instituição ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Instituição e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Instituição e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Instituição. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Instituição a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que, eventualmente, tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Rio de Janeiro, 22 de fevereiro de 2022PricewaterhouseCoopersAuditores Independentes Ltda.CRC 2SP000160/O-5Marcelo Luis Teixeira SantosContador CRC 1PR050377/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasOs Diretores infra assinados, responsáveis por fazer elaborar as demonstrações financeiras anuais do BANCO MODAL S.A., sociedade anônima de capital aberto, com sede na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, na Praia de Botafogo, nº 501, 5 andar - parte, bloco 01, bairro Botafogo, CEP 22250-040, inscrita no CNPJ/ME sob o nº 30.723.886/0001-62 ("Companhia"), declaram, nos termos do artigo 25, parágrafo 1º, inciso VI, da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários nº 480, de 7 de dezembro de 2009, conforme alterada, que reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras anuais da Companhia, relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2021.Rio de Janeiro, 22 de fevereiro de 2022.Cristiano Maron AyresDiretor PresidenteBruno José Albuquerque de CastroDiretor de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃOPARA FINS DO ARTIGO 25, §1º, V DA INSTRUÇÃO CVM 480Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores IndependentesOs Diretores infra assinados, responsáveis por fazer elaborar as demonstrações financeiras anuais do BANCO MODAL S.A., sociedade anônima de capital aberto, com sede na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, na Praia de Botafogo, nº 501, 5 andar - parte, bloco 01, bairro Botafogo, CEP 22250-040, inscrita no CNPJ/ME sob o nº 30.723.886/0001-62 ("Companhia"), declaram, nos termos do artigo 25, parágrafo 1º, inciso V, da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários nº 480, de 7 de dezembro de 2009, conforme alterada, que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia referente às demonstrações financeiras anuais, relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2021.Rio de Janeiro, 22 de fevereiro de 2022.Cristiano Maron AyresDiretor PresidenteBruno José Albuquerque de CastroDiretor de Relações com Investidores

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RELATÓRIO RESUMIDO DO COMITÊ DE AUDITORIA DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2021Ao Conselho de Administração do Banco Modal S.A.INTRODUÇÃOEste relatório tem por objetivo apresentar os trabalhos e atividades desenvolvidas pelo Comitê de Auditoria (Comitê) do Banco Modal S.A. (Modal) e de suas controladas, assim como os correspondentes resultados. As atividades do Comitê foram desenvolvidas conforme estabelecido no artigo 30º do Estatuto Social do Modal, tendo como principal atribuição o assessoramento do Conselho de Administração na supervisão das demonstrações financeiras e do ambiente de controles da instituição.O Comitê do Modal foi constituído e funciona de acordo com as normas emanadas pela Resolução do Conselho Monetário Nacional no 4.910 de 27 de maio de 2021.RESPONSABILIDADESCompete ao Comitê assessorar o Conselho de Administração na supervisão (i) da qualidade e integridade das demonstrações financeiras (ii) do cumprimento das disposições legais e regulatórias (iii) da qualificação, independência e atuação dos auditores independentes (iv) do desempenho da auditoria interna (v) das atividades de gerenciamento de riscos e de controles internos, e (vi) da operacionalização da Estrutura de Gestão de Riscos e sua adequação. É responsabilidade da Administração da empresa a elaboração das demonstrações financeiras em conformidade com a legislação e regulamentação vigentes no Brasil, a definição e manutenção de controles internos adequados para garantir a qualidade e integridade das demonstrações financeiras, bem como do sistema de controle e gerenciamento de riscos.A Auditoria Interna, diretamente subordinada ao Conselho de Administração, inclui, a verificação da qualidade e aderência dos sistemas de controles internos e de gerenciamento de riscos existentes e o cumprimento de políticas e normativos definidos, inclusive aqueles com impacto na elaboração das demonstrações contábeis.Os auditores independentes são responsáveis pela auditoria das demonstrações contábeis da Companhia e da sua controlada, devendo opinar se elas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades supervisionadas pelo Banco Central do Brasil (BACEN).As avaliações do Comitê baseiam-se nas informações recebidas da Administração, dos auditores independentes, da auditoria interna, dos responsáveis pelo gerenciamento de riscos e de controles internos, e de outras áreas julgadas necessárias pelos membros do Comitê, além das próprias análises e avaliações efetuadas pelo Comitê. O Comitê foi constituído pela Assembleia Geral Extraordinária realizada em 22 de fevereiro de 2021, após as aprovações regulatórias do BACEN. Por meio da Reunião do Conselho de Administração realizada em 07 de abril de 2021, foram eleitos os membros do Comitê, composto, naquela data, de 3 (três) membros, com mandato de 5 (cinco) anos, nomeados pelo Conselho de Administração, devendo um deles ser designado Coordenador, os quais vem exercendo suas funções desde então. Adicionalmente, através da Reunião do Conselho de Administração realizada em 10 de setembro de 2021, foi eleito um membro adicional ao Comitê, que passou a ser composto por 4 (quatro) membros.ATIVIDADES DO COMITÊ DURANTE O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2021O Estatuto da Companhia prevê que o Comitê se reúna ordinariamente no mínimo a cada trimestre, conforme calendário anual das reuniões do Conselho de Administração.O Comitê desenvolveu as seguintes atividades no exercício findo em 31 de dezembro de 2021, através de 18 reuniões realizadas ao longo do exercício com as áreas indicadas abaixo: I.ÓRGÃO REGULADOR E AUTOREGULADORO Comitê tomou conhecimento do resultado das inspeções e apontamentos de órgãos reguladores realizados no período e das respectivas providências adotadas pela Administração para seu atendimento, interagindo com a Auditoria Interna e área de Gestão de Riscos e de Controles Internos sobre o acompanhamento dos apontamentos. II.AUDITORIA INTERNAO Comitê realizou reuniões para acompanhamento do Plano de Trabalho para o exercício findo em 31 de dezembro de 2021, que abrangeu trabalhos em diversas áreas de atuação, como auditorias em processos de negócios e tecnologia, abrangendo temas relevantes como fraudes, prevenção a lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo, cibersegurança, Lei Geral de Proteção de Dados - LGPD, dentre outros.Nas reuniões foram apresentados os resultados dos trabalhos executados, relatórios emitidos com as respectivas recomendações e acompanhamento da implementação das recomendações. As recomendações em aberto no início do exercício totalizaram 56. Ao longo do exercício de 2021, 89 novas recomendações foram feitas e destas, 42 foram regularizadas. As recomendações em aberto são recorrentemente revistas junto às Diretorias responsáveis e ao Comitê Executivo. O Plano de Auditoria para o exercício de 2022 foi apreciado pelo Comitê que irá submeter ao Conselho de Administração para aprovação. III.CANAL DE DENÚNCIAS E OUVIDORIAO Comitê efetuou análise das denúncias recebidas, através do Canal de Denúncias, cuja responsabilidade pelo recebimento e encaminhamento interno é da Auditoria Interna. As reclamações são direcionadas a Ouvidoria sob a responsabilidade do Departamento Jurídico.O Comitê tomou conhecimento das estatísticas mensais da Ouvidoria, assim como dos relatórios correspondentes ao 1º e 2º semestre de 2021 emitidos pelo Ouvidor, e processo de recebimento e tratamento das reclamações recebidas pela Ouvidoria. IV.AUDITORIA EXTERNAO Comitê avaliou o plano e cronograma dos trabalhos para a auditoria das demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2021 (escopo e abrangência), independência e qualificação da equipe de auditoria, processos e controles testados, resultados dos trabalhos e fatos relevantes identificados, ajustes sugeridos e relatórios emitidos, não tendo sido identificadas situações que pudessem comprometer sua independência. O Comitê revisou os relatórios dos auditores independentes referentes as demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2021, preparados de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis a instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, emitido sem ressalvas. O Comitê, também, se reuniu com os responsáveis pela elaboração dessas demonstrações para discussão de práticas e temas contábeis relevantes.V.GESTÃO DE RISCOS E COMPLIANCEO Comitê avaliou a estrutura e processos para gerenciamento de riscos, que versa sobre a implantação de área específica para gestão de riscos, avaliação dos controles internos, processos para gerenciamento do atendimento às normas legais e regulatórias, ações de melhoria para a Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro e Financiamento ao Terrorismo (PLD/FT), entre outras atividades. O Comitê, também, acompanhou os planos da Companhia para atendimento aos normativos publicados com impacto para 2021, como também, os normativos emitidos em 2021 que irão impactar mudanças em processos e estrutura da Companhia. O Comitê, no âmbito de suas atribuições de assessoramento, realizou ao longo do exercício reuniões recorrentes com a Gestora de Riscos e, como resultado de suas avaliações, entende que a Estrutura de Gestão de Riscos da Companhia é adequada. VI.CONTROLADORIA/CONTABILIDADE/TRIBUTOSO Comitê revisou integralmente as demonstrações financeiras em 30 de junho e 31 de dezembro de 2021, incluindo as demonstrações financeiras consolidadas, e correspondentes notas explicativas, os relatórios da Administração e os Relatórios dos Auditores Independentes sobres essas demonstrações financeiras. Os temas mais relevantes nas discussões sobre as demonstrações financeiras com os responsáveis pela contabilidade, assim como com os auditores independentes, foram mensuração do valor j usto instrumentos financeiros com cláusula de conversibilidade, instrumentos financeiros derivativos e dos fundos de investimento em participações e combinação de negócios. VII.OUTROS ASSUNTOSEm complemento às atividades descritas anteriormente, como parte dos trabalhos inerentes às suas atribuições, o Comitê também esteve envolvido no acompanhamento, junto às áreas responsáveis, dos seguintes assuntos: (i) implantação dos procedimentos de controle de antifraude (ii) implantação dos procedimentos de controle de cibersegurança (iii) acompanhamento de políticas e programas de treinamento (iv) efeitos decorrentes da pandemia (v) resultados da avaliação da aplicação de procedimentos de prevenção de fraudes e práticas abusivas e apuração de reflexos nas demonstrações financeiras.Por fim, o Comitê não identificou outros assuntos relevantes ou de risco de interesse da Administração que não tenham sido tratados nestas reuniões. APROVAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASConsiderando os resultados das atividades desenvolvidas, incluindo a revisa~o das demonstrac¸o~es financeiras e as correspondentes notas explicativas, bem como o resultado dos trabalhos efetuados pelos auditores independentes referentes ao exame das demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2021, o Comite^ entende que os sistemas de controles internos e gerenciamento de riscos da Companhia esta~o estruturados para propiciar o adequado registro e controle das suas operac¸o~es, a adere^ncia com os normativos internos, legais e regulato´rios, e recomenda ao Conselho de Administrac¸a~o a aprovac¸a~o para divulgação das demonstrac¸o~es financeiras do Banco Modal S.A. e empresas controladas, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2021. Rio de Janeiro, 22 de fevereiro de 2022.Maria Salete Garcia PinheiroCoordenadora do Comitê de AuditoriaAna Cláudia Aparecida da Silva Leoni Membro do Comitê de Auditoria e do Conselho de Administração Marcos José Rodrigues Torres Membro do Comitê de Auditoria e do Conselho de AdministraçãoHenrique de Rezende VergaraMembro do Comitê de Auditoria

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias412.566.0019.143.400
Preferenciais291.633.99918.286.800
Total704.200.00027.430.200

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.