Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017112 páginasCódigo CVM 9067Versão 1Recebida em 06/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de SUZANO HOLDING S.A.

SUZANO HOLDING S.A. · CNPJ 60.651.809/0001-05

SUZANO HOLDING S.A.
CNPJ 60.651.809/0001-05
DFP 2017
Exercício 2017
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
SUZANO HOLDING S.A.
CNPJ
60.651.809/0001-05
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
112
Ano de referência
2017*
Publicado em
06/03/2018 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total28.645.79729.502.617−2,9%
1.01Ativo Circulante6.845.5818.077.498−15,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.120.0121.654.578−32,3%
1.01.02Aplicações Financeiras1.631.5052.080.615−21,6%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber2.304.0061.622.33742,0%
1.01.03.01Clientes2.304.0061.622.33742,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques1.207.9611.313.143−8,0%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar306.948430.032−28,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar306.948430.032−28,6%
1.01.06.01.01Imposto de Renda e Contribuição Social a Recuperar59.046286.331−79,4%
1.01.06.01.02Demais Impostos a Recuperar247.902143.70172,5%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes275.149976.793−71,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda14.8893.365342,5%
1.01.08.01.08Ativos Mantidos para Venda14.8893.365342,5%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros260.260973.428−73,3%
1.01.08.03.01Créditos a Receber de Venda de Energia00—
1.01.08.03.02Dividendos e Juros s/ Capital Próprio a Receber00—
1.01.08.03.03Ganhos não realizados em Operações com derivativos77.090367.145−79,0%
1.01.08.03.04Ativos Mantidos para Venda00—
1.01.08.03.05Créditos a Receber Imóveis e Florestas00—
1.01.08.03.06Outras Contas a Receber133.935113.25818,3%
1.01.08.03.07Adiantamentos a Fornecedores49.235493.025−90,0%
1.02Ativo Não Circulante21.800.21621.425.1191,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo5.393.3574.968.9328,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber203222−8,6%
1.02.01.03.01Clientes203222−8,6%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos4.548.8974.072.52811,7%
1.02.01.06Tributos Diferidos15.40819.354−20,4%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos15.40819.354−20,4%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas26.55525.0346,1%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas26.55525.0346,1%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes802.294851.794−5,8%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Impostos e Contribuições Sociais a Compensar283.757349.536−18,8%
1.02.01.09.04Ganhos não realizados em Operações com Derivativos56.82077.035−26,2%
1.02.01.09.05Créditos a Receber de Precatório Indenizatório60.97556.7217,5%
1.02.01.09.06Adiantamentos a Fornecedores221.555216.5782,3%
1.02.01.09.07Depósitos Judiciais147.221114.48928,6%
1.02.01.09.08Outras Contas a Receber31.96637.435−14,6%
1.02.02Investimentos6.764873674,8%
1.02.02.01Participações Societárias6.764873674,8%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias6.764873674,8%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado16.211.66916.235.726−0,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação15.719.22615.834.107−0,7%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado8.70810.948−20,5%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento483.735390.67123,8%
1.02.04Intangível188.426219.588−14,2%
1.02.04.01Intangíveis188.426219.588−14,2%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Ágio45.44545.4450,0%
1.02.04.01.03Demais Ativos Intangíveis142.981174.143−17,9%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeirasindividuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasSuzano Holding S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Suzano Holding S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Suzano Holding S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Suzano Holding S.A. e da Suzano Holding S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Porque é um PAA Valor justo dos ativos biológicos (Nota Explicativa 13) Os ativos biológicos da controlada Suzano Papel e Celulose S.A. ("Controlada") são mensurados ao valor justo, aplicando-se a metodologia de fluxo de caixa descontado. Esse método faz uso de premissas significativas que envolvem julgamento por parte da administração, incluindo taxa de crescimento médio das florestas, custos de transporte e principalmente o preço de madeira em diferentes regiões, incluindo naquelas onde não há mercado suficientemente ativo ou fonte de preços verificáveis.Adicionalmente, consistente com a indústria, esse cálculo envolve informações com grande nível de detalhes, uma vez que existem várias áreas de plantio, em diferentes etapas de crescimento, acumuladas nos sistemas de gestão e controle de florestas, que depois de coletadas, são consolidadas em planilhas eletrônicas.Essa é uma área de atenção de nossa auditoria, considerando o risco associado às características descritas no parágrafo anterior, bem como o risco inerente na mensuração e reconhecimento desses ativos, cujos julgamentos e estimativas da Administração podem ter impacto relevante na determinação do valor justo e, por consequência, no resultado do exercício, individual e consolidado, da Companhia.Tributos diferidos (Nota explicativa 12) A Companhia e suas controladas têm registrado, em 31 de dezembro de 2017, valores relevantes de imposto de renda e contribuição social diferidos ativos e passivos. Esses tributos diferidos são decorrentes de diferenças temporárias tributáveis e dedutíveis e prejuízos fiscais. A movimentação desses valores depende de controles manuais, envolvendo bases diversas, com formação em diversos anos anteriores. A relevância desses valores, a sua formação histórica, os controles manuais, em conjunto com o fato de ser esse o nosso primeiro ano de auditoria, nos leva a tratar essa área como de nossa atenção nesse primeiro ano de auditoria.Provisão para contingências (Nota explicativa 21) A Companhia e suas controladas são parte passiva em processos judiciais e administrativos, de natureza tributária, previdenciária, trabalhista e cível, decorrentes do curso normal de suas operações. Especialmente no caso daqueles de natureza tributária, eles são, relativos a créditos tributários e autos de infração, entre outros. A administração, com o apoio de seus consultores tributários internos e externos, estima os possíveis desfechos para esses diversos assuntos e provisiona aqueles considerados de perda provável e divulga aqueles considerados como de perda possível.A determinação das chances de perda, e mesmo dos valores objeto da disputa, envolvem julgamento da administração da Companhia e de suas controladas, considerando aspectos subjetivos e evoluções jurisprudenciais, que podem mudar ao longo do processo. Não está sob o seu controle quando haverá uma decisão final bem como o desfecho das ações. Com isso, o desfecho, quando ocorrer, e os valores envolvidos definitivos, podem ser diferentes daqueles considerados para provisão ou divulgação e, por essa razão, entendemos que essa é uma área que mereceu especial atenção da auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o entendimento dos controles internos estabelecidos pela administração para mensurar esses ativos, bem como o método de avaliação ao valor justo e premissas utilizadas no correspondente cálculo.Envolvemos nossos especialistas da área de valorização de ativos biológicos, que nos apoiaram na análise dos cálculos e das premissas utilizadas. Também avaliamos a consistência desses cálculos e premissas com o exercício anterior.Especialmente no que se refere a preços de madeira em regiões onde não havia mercado ativo, avaliamos a razoabilidade das estimativas e critérios adotados pela administração. Avaliamos se as informações divulgadas nas notas explicativas estavam consistentes com os requisitos da norma contábil e com as premissas utilizadas nos cálculos.Da aplicação dos procedimentos acima, observamos um aumento na importância do julgamento da administração, especialmente pela falta de informações em determinadas regiões com atuação praticamente exclusiva da Controlada na negociação e compra de madeira. Também observamos a utilização de preços brutos de madeira, suportada em avaliação da administração e aplicada de maneira consistente com o último exercício. Efetuamos, entre outros procedimentos, o entendimento dos controles internos estabelecidos pela administração da Companhia e de suas controladas para identificar e determinar os valores das diferenças temporárias e sua realização e os saldos dos tributos diferidos, especialmente os controles auxiliares que os suportam. Efetuamos o entendimento da natureza dessas diferenças temporárias e, para as mais relevantes, testamos a razoabilidade de sua formação histórica. Com o apoio de nossos especialistas tributários, efetuamos testes sobre os cálculos de imposto de renda e contribuição social correntes e diferidos, avaliando questões tais como alíquotas, benefícios fiscais, adições e exclusões e questionamentos fiscais recentes.Também avaliamos se as divulgações incluídas nas demonstrações financeiras estão alinhadas com os requisitos das normas contábeis relevantes.Da aplicação dos procedimentos de auditoria descritos acima, obtivemos evidências que demonstram que a apuração e apresentação dos referidos tributos estão consistentes com o nosso entendimento, e suportados pelos controles auxiliares, quando aplicável.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros, o entendimento dos controles internos estabelecidos pela administração para identificar e avaliar essas contingências.Em conjunto com os nossos especialistas da área tributária entendemos o objeto das principais contingências e processos em andamento, obtivemos a documentação suporte da avaliação da administração da Companhia e de suas controladas, incluindo a determinação de valores e opinião de especialistas externos contratados pela Companhia e suas controladas e avaliamos e discutimos a razoabilidade das conclusões da Administração.Solicitamos e obtivemos confirmação direta dos consultores jurídicos responsáveis pelos processos nas esferas administrativa e judicial.Testamos, por amostragem, os cálculos dos valores utilizados para o provisionamento e ou divulgação e avaliamos se as divulgações realizadas estão alinhadas com as normas contábeis relevantes e documentação suporte. Observamos que as conclusões da administração e a documentação suporte, incluindo as posições dos assessores internos e externos, estão consistentes entre si e com o nosso entendimento sobre os objetos das disputas, e com as divulgações incluídas nas demonstrações financeiras.Manutenção de controle na Suzano Papel e Celulose S.A. ("Controlada") (Nota explicativa 1.1 (b)) Conforme mencionado na Nota 14, o investimento na Controlada é relevante para a Companhia, representando 95% do total dos seus ativos em 31 de dezembro de 2017. Em setembro de 2017, a Controlada migrou suas ações para o Novo Mercado da B3, convertendo a totalidade de suas ações preferenciais em ordinárias. Com isso, a Companhia, que anteriormente detinha 99,99% do capital votante dessa investida, por meio de ações ordinárias, passou a deter 33,66% do capital votante.Essa é uma área de atenção de nossa auditoria, considerando que a administração da Companhia exerceu seu julgamento na avaliação da manutenção do controle sobre a referida Controlada, à luz da celebração do "Acordo de Voto" por alguns dos acionistas, membros da Família Feffer, controladores da Companhia, os quais também detém, diretamente, ações da Controlada.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros, a discussão com a administração da Companhia e seus assessores societários internos e externos sobre os impactos da migração da Controlada para o Novo Mercado, bem como a leitura e o entendimento do acordo de acionistas e demais documentos relacionados, e a revisão das atas de reunião do Conselho de Administração da Controlada e da Companhia.Discutimos com a Administração sobre a manutenção do tratamento contábil de controlada para o investimento mantido na Suzano Papel e Celulose S.A., considerando os referidos atos e documentos societários, incluindo acordo de acionistas, e analisamos as divulgações relacionadas ao tema.Como resultado desses procedimentos, obtivemos evidências que suportam a conclusão da administração sobre a manutenção do controle da investida.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorO exame das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2016 foi conduzido sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria, com data de 8 de março de 2017, sem ressalva. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstraçõ es financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 6 de março de 2018PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5Tadeu Cendón FerreiraContador CRC 1SP188352/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASPARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da Suzano Holding S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 1355 - 9º andar (parte), Pinheiros, CEP 01452-919, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 60.651.809/0001-05 ("Companhia"), nos termos do inciso VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, que revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras da Companhia, referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017.São Paulo, 06 de março de 2018.DAVID FEFFERDiretor PresidenteCLAUDIO THOMAZ LOBO SONDERDiretor Vice-Presidente ExecutivoORLANDO DE SOUZA DIASDiretor Vice-Presidente Executivo e de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTESPARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da Suzano Holding S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 1355 - 9º andar (parte), Pinheiros, CEP 01452-919, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 60.651.809/0001-05 ("Companhia"), nos termos do inciso V do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia, referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017.São Paulo, 06 de março de 2018.DAVID FEFFERDiretor PresidenteCLAUDIO THOMAZ LOBO SONDERDiretor Vice-Presidente ExecutivoORLANDO DE SOUZA DIASDiretor Vice-Presidente Executivo e de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Suzano Holding S.A., no desempenho de suas atribuições legais e estatutárias, examinou:a) o Relatório da Administração, as Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas e respectivas Notas Explicativas referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017, acompanhados do relatório da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes - PWC, apresentado sem ressalvas, datado de 06 de março de 2018 eb) a proposta de destinação do lucro líquido de R$ 584.275.895,77, apurado pela Companhia no exercício de 2017.Com base nos exames efetuados, o Conselho Fiscal concluiu que referidos documentos estão em condições de serem aprovados pelos acionistas da Companhia na Assembleia Geral Ordinária.São Paulo, 06 de março de 2018.RICARDO SCALZO PresidenteJOSÉ CARLOS GARBES Vice-PresidenteHERALDO GILBERTO DE OLIVEIRAMembro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.