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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 19836Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 26/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de COSAN S.A.

COSAN S.A. · CNPJ 50.746.577/0001-15

Versões deste exercício: v1 (22/02/2018) · v2 (26/03/2018), esta

COSAN S.A.
CNPJ 50.746.577/0001-15
DFP 2017 (V2)
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
COSAN S.A.
CNPJ
50.746.577/0001-15
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
26/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total28.539.27327.299.8294,5%
1.01Ativo Circulante7.780.0486.303.85723,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa3.150.3283.990.930−21,1%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber918.423713.46828,7%
1.01.03.01Clientes918.423713.46828,7%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques380.770346.17310,0%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar375.271290.38629,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar375.271290.38629,2%
1.01.06.01.01Outros tributos a recuperar118.17494.80624,6%
1.01.06.01.02Crédito de imposto de renda e contribuição social257.097195.58031,5%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes2.955.256962.900206,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros2.955.256962.900206,9%
1.01.08.03.01Títulos e valores mobiliários700.035371.16788,6%
1.01.08.03.02Instrumentos financeiros derivativos317.10217.7711.684,4%
1.01.08.03.03Recebíveis de partes relacionadas55.59750.25710,6%
1.01.08.03.04Dividendos e juros sobre capital próprio a receber13.114142.856−90,8%
1.01.08.03.05Ativos mantidos para venda00
1.01.08.03.06Outros ativos financeiros1.686.71870.4872.292,9%
1.01.08.03.07Outros ativos182.690310.362−41,1%
1.02Ativo Não Circulante20.759.22520.995.972−1,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo2.289.0912.531.998−9,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber32.27840.501−20,3%
1.02.01.03.01Clientes32.27840.501−20,3%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos474.804330.21243,8%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos474.804330.21243,8%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes1.782.0092.161.285−17,5%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Recebíveis de partes relacionadas151.669208.853−27,4%
1.02.01.09.04Outros tributos a recuperar80.76379.0442,2%
1.02.01.09.05Depósitos judiciais434.412414.2144,9%
1.02.01.09.06Instrumentos financeiros derivativos735.003729.6400,7%
1.02.01.09.07Outros ativos380.162729.534−47,9%
1.02.02Investimentos8.707.2118.746.495−0,4%
1.02.02.01Participações Societárias8.707.2118.746.495−0,4%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas259.412240.1008,0%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias8.447.7998.506.395−0,7%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado412.325389.3295,9%
1.02.03.01Imobilizado em Operação412.325389.3295,9%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível9.350.5989.328.1500,2%
1.02.04.01Intangíveis9.350.5989.328.1500,2%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Intangíveis e ágio9.350.5989.328.1500,2%
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e Acionistas daCosan S.A. Indústria e ComércioSão Paulo - SPOpinião Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Cosan S.A. Indústria e Comércio (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Cosan S.A. Indústria e Comércio em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Valorização de instrumentos financeiros (Notas explicativas 3.3 e 32) - Controladora e ConsolidadoPara financiamento de suas operações e investimentos em ativos não monetários, a Companhia e suas controladas captam recursos de terceiros, cujas condições as expõem a riscos relacionados a oscilações de moeda estrangeira e taxas de juros. De forma a reduzir tal exposição, a Companhia e suas controladas contratam instrumentos financeiros derivativos, principalmente swaps de taxa de juros e câmbio, e contratos a termo. Os instrumentos financeiros derivativos, incluindo os instrumentos designados para proteção de risco (hedge de valor justo) e determinados instrumentos de dívida designados a valor justo por meio do resultado, são valorizados utilizando técnicas de valorização que geralmente envolvem o exercício de julgamento, uso de premissas e estimativas. Devido à relevância, esse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram testes de controles internos sobre o processo de identificação, valorização, gerenciamento, reconhecimento e classificação desses instrumentos financeiros. Obtivemos a lista das instituições financeiras com as quais a Companhia e suas controladas detém contratos de instrumentos financeiros e obtivemos carta de confirmação sobre os saldos em aberto em 31 de dezembro de 2017. Com o auxílio dos nossos especialistas em instrumentos financeiros, efetuamos recálculo independente do valor justo dos instrumentos financeiros derivativos e instrumentos de dívida designados a valor justo por meio do resultado utilizando dados observáveis, como preços cotados em mercados ativos ou fluxos descontados com base em curvas de mercado. Avaliamos também a adequação das divulgações feitas nas demonstrações financeiras, em especial em relação as análises de sensibilidade, risco de taxas de juros e câmbio e a classificação dos instrumentos.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos que a valorização dos instrumentos financeiros derivativos e instrumentos de dívida designados a valor justo por meio do resultado é aceitável no contexto das demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 tomadas em conjunto.Designação e efetividade dos instrumentos financeiros derivativos para contabilidade de proteção - hedge de valor justo (Notas explicativas 3.3 e 32) - Controladora e ConsolidadoA Companhia e suas controladas contratam instrumentos financeiros derivativos para gerir a sua exposição ao risco cambial e de taxa de juros, que surgem durante o curso normal do seu negócio. Quando apropriado, certos contratos de instrumentos financeiros derivativos de taxa de juros (swaps) são designados para a contabilidade de proteção (hedge de valor justo) com o objetivo de contrapor a exposição da Companhia e suas controladas a variação da taxa de juros. Devido à relevância dos instrumentos financeiros protegidos, ao alto grau de julgamento e estimativas utilizadas e os possíveis impactos sobre as demonstrações financeiras, esse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram testes de controles internos sobre o processo de identificação, designação, valorização e gerenciamento desses instrumentos financeiros. Com o auxílio de nossos especialistas em instrumentos financeiros, avaliamos a suficiência da documentação preparada pela Companhia e suas controladas para demonstrar a conciliação entre o objeto do hedge versus o instrumento designado para contabilidade de proteção e efetuamos o recálculo do teste de efetividade de cobertura prospectivo e retrospectivo preparados pela Companhia e suas controladas. Consideramos ainda a adequação e suficiência das divulgações feitas nas demonstrações financeiras.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos que são aceitáveis as premissas e metodologias utilizadas para a comprovação da designação e efetividade dos instrumentos financeiros derivativos para contabilidade de proteção - hedge de valor justo no contexto das demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 tomadas em conjunto.Realização de saldo de imposto de renda e contribuição social diferidos (Notas explicativas 3.14 e 23) - ConsolidadoA controlada da Companhia do segmento de lubrificantes reconheceu ativos fiscais diferidos, relativos a diferenças temporárias e prejuízos fiscais, considerados recuperáveis com base na geração de lucros tributáveis futuros.A estimativa de geração de lucros tributáveis futuros requer julgamento e interpretação de leis tributárias. O valor recuperável dos ativos fiscais diferidos reconhecidos pode variar significativamente se forem aplicadas diferentes premissas de projeção dos lucros tributáveis futuros e na capacidade de utilização de prejuízos fiscais, o que pode impactar o valor do ativo fiscal diferido reconhecido nas demonstrações financeiras e na alíquota efetiva do período. Por essas razões esse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho, implementação e efetividade operacional dos controles internos relevantes relacionados com a preparação e revisão da projeção de lucros tributáveis futuros, especificamente do plano de negócios e orçamento. Comparamos os orçamentos aprovados para o exercício anterior com os valores reais apurados de forma a verificar a habilidade da controlada da Companhia em projetar resultados futuros. Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos a razoabilidade das principais premissas utilizadas para suportar a projeção de lucros tributáveis futuros, incluindo taxas de crescimento e de desconto. Adicionalmente, com o auxílio de nossos especialistas em impostos, consideramos a adequação da aplicação das leis tributárias e das deduções fiscais. Avaliamos ainda se as projeções indicam lucros tributáveis futuros suficientes contra os quais os prejuízos fiscais não utilizados e as diferenças temporárias dedutíveis possam ser utilizados, bem como a adequação das divulgações feitas nas demonstrações financeiras.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos descritos acima, consideramos aceitável o valor do imposto de renda e contribuição social diferidos no contexto das demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 tomadas em conjunto.Avaliação do valor recuperável de ágio sobre combinações de negócios (Notas explicativas 3.7 e 18) - Controladora e ConsolidadoA aquisição das operações de lubrificantes em anos anteriores resultou em reconhecimento de ágio, cujo valor recuperável deve ser avaliado anualmente. A avaliação do valor recuperável das unidades geradoras de caixa da Companhia envolve julgamentos significativos na determinação das premissas utilizadas nas projeções dos fluxos de caixa, incluindo taxas de crescimento e de desconto, e pode resultar em impacto relevante no valor do ágio. Por essas razões esse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos os controles internos chave relativos a identificação e mensuração do valor recuperável das unidades geradoras de caixa da Companhia. Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos as premissas chave utilizadas nos fluxos de caixa descontados, incluindo taxas de crescimento e de desconto, baseados em informações históricas. Avaliamos a sensibilidade de resultados considerando mudanças razoavelmente possíveis nas premissas chave e comparamos os orçamentos aprovados para o exercício anterior com os valores reais apurados de forma a verificar a habilidade da Companhia em projetar resultados futuros. Adicionalmente, comparamos o valor recuperável apurado com base nos fluxos de caixa descontados, por unidade geradora de caixa, com o valor contábil das respectivas unidades geradoras de caixa e avaliamos a adequação das divulgações feitas nas demonstrações financeiras. Baseado nos procedimentos de auditoria efetuados para testar a mensuração do valor recuperável do ágio preparada pela Companhia, e nas evidências de auditoria obtidas, consideramos que a mensuração preparada pela Companhia é aceitável, no contexto das demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 tomadas em conjunto.Equivalência patrimonial de controlada em conjunto (Nota explicativa 16) - Controladora e ConsolidadoA Companhia possui participação indireta em controlada em conjunto que atua no negócio de produção e comércio de açúcar, etanol e cogeração de energia, principalmente, produzida a partir do bagaço de cana de açúcar. Em função do segmento em que atua, a valorização dos ativos biológicos está sujeita a julgamento significativo envolvendo: área estimada de colheita, produtividade prevista, taxas de desconto, quantidade e preços projetados. Devido à relevância do investimento na controlada em conjunto e ao grau de julgamento e estimativas utilizadas para valorização dos ativos biológicos, esse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoEfetuamos o planejamento e comunicação do escopo de nossos trabalhos, discussão dos riscos de distorção relevante e envio das instruções aos auditores da controlada em conjunto. Realizamos reuniões com os auditores responsáveis pela controlada em conjunto, e efetuamos a avaliação do trabalho realizado sobre a valorização de ativos biológicos, as evidências de auditoria obtidas e a documentação dos especialistas envolvidos na auditoria da controlada em conjunto. Analisamos as comunicações e os relatórios enviados pelo auditor da controlada em conjunto, bem como dos procedimentos realizados e das conclusões obtidas, especificamente a determinação da materialidade, o efeito de distorções não corrigidas e procedimentos de auditoria executados para responder aos riscos. Avaliamos também a adequação das divulgações feitas nas demonstrações financeiras. Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos descritos acima, consideramos que os procedimentos realizados para a valorização dos ativos biológicos da controlada em conjunto e consequentemente seu efeito na equivalência patrimonial reconhecida pela Companhia são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 tomadas em conjunto.Outros AssuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos qu e há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidade da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:-Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.-Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.-Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.-Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.-Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.-Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 22 de fevereiro de 2018KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Rogério Hernandez GarciaContador CRC 1SP213431/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASNos termos do artigo 25, parágrafo 1º, inciso 6º da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que reviu discutiu e concorda com as Demonstrações Financeiras, referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2017.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE O PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTESNos termos do artigo 25, parágrafo 1º, inciso 5º da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que reviu discutiu e concorda com opiniões expressas no parecer dos auditores independentes emitido em 22 de fevereiro de 2018 pela KPMG Auditores Independentes, CRC 2SP014428/O-6.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALCOSAN S.A. INDÚSTRIA E COMÉRCIOCNPJ/MF 50.746.577/0001-15NIRE 35.300.177.045O Conselho Fiscal da COSAN S.A. INDÚSTRIA E COMÉRCIO, no uso de suas atribuições legais, examinou o Relatório Anual da Administração e as Demonstrações Financeiras, compreendendo: Balanço Patrimonial, Demonstrações do Resultado, Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido, Demonstrações dos Fluxos de Caixa, Demonstrações dos Valores Adicionados e Notas Explicativas, relativos ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2017. Com base nos exames efetuados, nos esclarecimentos prestados pela Administração, considerando ainda, o Relatório dos Auditores Independentes sobre as demonstrações financeiras emitido sem ressalvas, pela KPMG Auditores Independentes, concluiu que as demonstrações financeiras acima referidas, em todos os seus aspectos relevantes, estão adequadamente apresentadas e recomendam para o encaminhamento para deliberação da Assembleia Geral de Acionistas.São Paulo (SP), 21 de fevereiro de 2018NADIR DANCINI BARSANULFOMARCELO CURTIALBERTO ASATOJOSÉ MAURICIO D''ISEP COSTALUIZ CARLOS NANNINI

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

ANEXO IPARECER DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIO DA COSAN S/AOs membros do Comitê de Auditoria da Cosan ("Companhia), no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto no artigo IV.13 do Regimento Interno do Comitê de Auditoria, procederam ao exame e análise das Demonstrações Financeiras da Companhia, acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes, relativos ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2017, e, considerando as informações prestadas pela administração da Companhia e pela KPMG Auditores Independentes, opinam, por unanimidade, sem qualquer ressalva, que referidos documentos refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes, as posições patrimonial e financeira da Companhia, e recomendam a aprovação dos documentos retro mencionados, nos termos do artigo 9º, Parágrafo único, III da ICVM 481/09, pelos Conselhos de Administração da Companhia, com o posterior encaminhamento e análise deste pela Assembleia Geral Ordinária da Companhia. São Paulo, 21 de fevereiro de 2018.Mailson Ferreira da NobregaMembro do Comitê de Auditoria da Cosan S/AFelício MascarenhasMembro do Comitê de Auditoria da Cosan S/AJoão Ricardo Ducatti Membro do Comitê de Auditoria da Cosan S/A

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RELATÓRIO ANUAL DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIO - 2017Sobre o ComitêO Comitê de Auditoria Estatutário (CAE) da Cosan S.A. Indústria e Comércio é um órgão estatutário de funcionamento permanente instituído em 28 de março de 2012, dentro das melhores práticas de Governança Corporativa. O Comitê é composto por 3 (três) membros com mandato de 2 anos, reelegíveis por no máximo 10 anos. Todos os membros são independentes e sendo que 1 (um) atua também como conselheiro de administração. Sendo o Sr. Maílson Ferreira da Nóbrega o membro especialista financeiro. De acordo com Regimento Interno cabe ao Comitê zelar pela qualidade e integridade das demonstrações contábeis da Cosan S.A. Indústria e Comércio, pelo cumprimento das exigências legais e regulamentares, pela atuação, independência e qualidade dos trabalhos das empresas de auditoria independente e da auditoria interna, assim como pela qualidade e efetividade do sistema de controles internos e da administração de riscos. As avaliações do Comitê baseiam-se nas informações recebidas da Administração, dos auditores independentes, da auditoria interna, dos responsáveis pelo gerenciamento de riscos e de controles internos, dos gestores dos canais de denúncia e ouvidoria e nas suas próprias análises decorrentes de observação direta. A KPMG Auditores Independentes é a empresa responsável pela auditoria das demonstrações contábeis conforme normas profissionais emanadas do Conselho Federal de Contabilidade - CFC - e certos requisitos específicos da Comissão de Valores Monetários - CVM. Os auditores independentes são igualmente responsáveis pela revisão especial dos informes trimestrais (ITRs) enviados para a Comissão de Valores Mobiliários - CVM. O relatório dos auditores independentes reflete o resultado de suas verificações e apresenta a sua opinião a respeito da fidedignidade das demonstrações contábeis do exercício em relação aos princípios de contabilidade oriundos do CFC em consonância com as normas emitidas pelo International Accounting Standard Board (IASB) e pelo Financial Accounting Standards Board (FASB), normas da CVM e preceitos da legislação societária brasileira. Com relação ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2017, os referidos auditores independentes emitiram relatório em 1 de março de 2018 contendo opinião sem ressalvas. Os trabalhos de Auditoria Interna são realizados por equipe interna. O Comitê de Auditoria Estatutário é responsável pela contratação e aprovação do plano de auditoria interna que na sua execução é acompanhado e orientado pelo gerente da área de Auditoria, Riscos e Controles Internos e desenvolve sua atuação de forma ampla e independente observando, principalmente, a cobertura das áreas, processos e atividades que apresentam os riscos mais sensíveis à operação e impactos mais significativos na implementação da estratégia da Companhia. Atividades do Comitê de Auditoria em 2017O Comitê reuniu-se 4 (quatro) vezes no período de fevereiro de 2017 a fevereiro de 2018. Dentre as atividades realizadas durante o exercício e assuntos discutidos, cabe destacar os seguintes aspectos: a) aprovação e acompanhamento do Programa Anual de Trabalho da Auditoria Interna, inclusive quanto a integração com as demais atividades relacionadas à gestão de riscos e compliance b) tomar conhecimento dos pontos de atenção e das recomendações decorrentes dos trabalhos da Auditoria Interna, bem como fazer o acompanhamento das providências saneadoras adotadas pela Administração c) monitoramento do sistema de controles internos quanto a sua efetividade e processos de melhoria, do monitoramento de riscos de fraudes com base nas manifestações e reuniões com os Auditores Internos e com os Auditores Independentes, com a área de Controles Internos, Compliance e Ouvidoria d) análise do processo de certificação dos Controles Internos - SOX junto aos Administradores e aos Auditores Independentes e) acompanhamento da metodologia adotada para gestão de riscos e dos resultados obtidos, de acordo com o trabalho apresentado e desenvolvido pela área especializada e por todos os gestores responsáveis pelos riscos sob sua gestão, com o objetivo de garantir a evidenciação dos riscos relevantes para Empresa f) análise, aprovação e acompanhamento do Programa Anual de Trabalho da Auditoria Independente e sua execução tempestiva g) acompanhamento do processo de elaboração e revisão das demonstrações financeiras, do Relatório da Administração e dos Release de Resultados, notadamente, mediante reuniões com os administradores e com os auditores independentes para discussão das informações trimestrais (ITRs) e demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2017 h) acompanhamento do canal de denúncias, aberto a acionistas, colaboradores, estabelecimentos, emissores, fornecedores e ao público em geral, com responsabilidade da área de Auditoria no recebimento e apuração das denúncias ou suspeitas de violação ao Código de Ética, respeitando a confidencialidade e independência do processo e, ao mesmo tempo, garantindo os níveis apropriados de transparência i) realização de reuniões periódicas com os principais executivos da Empresa, a fim de tomar conhecimento das principais estratégias de negócio, bem como acompanhar as melhorias operacionais e sistêmicas para fortalecimento do processamento e segurança das transações k) atenção às transações com partes relacionadas com objetivo de garantir a qualidade e transparência das informações l) acompanhamento dos programas de Compliance Jurídico e do processo de gestão de riscos, atualização da Matriz ERM e do sistema de apoio (VP). O Comitê reuniu-se 3 (três) vezes em 2017 para deliberar assuntos extraordinários, são eles:a) Operação de crédito REFISb) Operação de put Shellc) Operação de cessão de direitos creditóriosConclusão Os membros do Comitê de Auditoria Estatutário da Cosan S.A. Indústria e Comércio, no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto no Regimento Interno do próprio comitê, procederam à análise das demonstrações financeiras, acompanhadas do relatório dos auditores independentes e do relatório anual da administração relativo ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017. Tomando em conta as informações prestadas pela administração da Companhia e pela KPMG Auditores Independentes, considerando que este reflete adequadamente, em todos os aspectos relevantes, as posições patrimonial e financeira da Companhia e de suas controladas, e recomendam, por unanimidade, a aprovação dos documentos pelo Conselho de Administração da Companhia e o seu encaminhamento à Assembleia Geral Ordinária de Acionistas, nos termos da Lei das Sociedades por Ações. São Paulo, 20 de março de 2018.Maílson Ferreira da NóbregaJoão Ricardo DucattiFelício Mascarenhas de Andrade

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.