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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2019105 páginasCódigo CVM 1228Versão 1Recebida em 19/02/2020valores em R$ mil

DFP 2019 de BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA

BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA · CNPJ 07.237.373/0001-20

BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA
CNPJ 07.237.373/0001-20
DFP 2019
Exercício 2019
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Metadados

Empresa
BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA
CNPJ
07.237.373/0001-20
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
105
Ano de referência
2019*
Publicado em
19/02/2020 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:27

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201931/12/2018Var.
1Ativo Total58.630.77158.677.741−0,1%
1.01Ativo Circulante13.326.45316.409.154−18,8%
1.01.01Disponibilidades168.525133.42826,3%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez3.376.3587.779.984−56,6%
1.01.02.01Aplicação no Mercado Aberto3.275.9277.626.446−57,0%
1.01.02.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros100.431153.538−34,6%
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários1.747.7831.296.31334,8%
1.01.03.01Carteira Própria1.362.688701.75094,2%
1.01.03.02Vinculados a Compromisso de Recompra242.8190—
1.01.03.03Instrumentos Financeiros Derivativos0585.664−100,0%
1.01.03.04Vinculados à Prestação de Garantias142.2768.8991.498,8%
1.01.04Relações Interfinanceiras526.650502.5794,8%
1.01.04.01Pagamentos e Recebimentos a Liquidar5081.362−62,7%
1.01.04.02Depósitos no Banco Central525.291500.0195,1%
1.01.04.03Correspondentes8511.198−29,0%
1.01.05Relações Interdependências00—
1.01.06Operações de Crédito5.082.1174.268.17219,1%
1.01.06.01Setor Público75.318185.614−59,4%
1.01.06.02Setor Privado5.336.9774.429.32120,5%
1.01.06.03(Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa)−330.178−346.7634,8%
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.01.08Outros Créditos2.395.0682.402.198−0,3%
1.01.08.01Carteira de Câmbio855.128868.658−1,6%
1.01.08.02Rendas a Receber18.31915.93814,9%
1.01.08.03Negociação e Intermediação de Valores201266,7%
1.01.08.04Diversos1.611.3621.528.3195,4%
1.01.08.05(Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa)−89.761−10.729−736,6%
1.01.09Outros Valores e Bens29.95226.48013,1%
1.01.09.01Outros Valores e Bens15.41215.868−2,9%
1.01.09.02(Provisão para Desvalorização)−581−6328,1%
1.01.09.03Despesas Antecipadas15.12111.24434,5%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo45.071.84542.026.8077,2%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez00—
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários37.942.24135.077.0318,2%
1.02.02.01Carteira Própria36.056.16033.398.5988,0%
1.02.02.02Vinculados a Compromisso de Recompra1.304.4441.238.1715,4%
1.02.02.03Vinculados a Prestação de Garantias575.692440.26230,8%
1.02.02.04Títulos Objeto de Operações Compromissadas com Livre Movimentação5.9450—
1.02.02.05Instrumentos Financeiros Derivativos00—
1.02.03Relações Interfinanceiras74.90370.5816,1%
1.02.03.01Tesouro Nacional - Recursos do Crédito Rural1520—
1.02.03.02SFH - Sistema Financeiro da Habitação74.75170.5815,9%
1.02.04Relações Interdependências00—
1.02.05Operações de Crédito4.348.9974.774.644−8,9%
1.02.05.01Setor Público370.603429.654−13,7%
1.02.05.02Setor Privado4.252.3854.615.157−7,9%
1.02.05.03(Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa)−273.991−270.167−1,4%
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.02.07Outros Créditos2.705.7042.104.55128,6%
1.02.07.01Diversos2.733.0582.132.39928,2%
1.02.07.02(Provisão para Outros Créditos de LIquidação Duvidosa)−27.354−27.8481,8%
1.02.08Outros Valores e Bens00—
1.03Ativo Permanente232.473241.780−3,8%
1.03.01Investimentos1.5921.5910,1%
1.03.01.01Dependências no Exterior00—
1.03.01.02Participações em Controladas00—
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00—
1.03.01.04Outros Investimentos6.8786.8770,0%
1.03.01.05Provisão para Perdas−5.286−5.2860,0%
1.03.02Imobilizado de Uso230.318220.2414,6%
1.03.02.01Imóveis de Uso174.027169.7522,5%
1.03.02.02Reavaliações de Imóveis de Uso107.132107.1320,0%
1.03.02.03Outras Imobilizações de Uso314.731303.5833,7%
1.03.02.04(Depreciação Acumulada)−365.572−360.226−1,5%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento00—
1.03.04Intangível56319.948−97,2%
1.03.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeirasAo Conselho de Administração, Acionistas e Administradores do Banco do Nordeste do Brasil S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras do Banco do Nordeste do Brasil S.A. ("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2019 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras referidas acima apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco do Nordeste do Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2019, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação ao Banco, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. ÊnfaseReapresentação dos valores correspondentesChamamos atenção à nota explicativa nº 3 às demonstrações financeiras, que descreve que balanço patrimonial, demonstração de resultado, demonstração de resultado abrangente, demonstração do fluxo de caixa, demonstrações das mutações do patrimônio líquido, demonstrações do valor adicionado foram alterados para refletir o recalculo da vida útil dos bens do ativo imobilizado, em consonância com o que preconiza a Resolução CMN nº 4.535, de 24.11.2016, cujos efeitos foram contabilizados nas contas de Lucros ou Prejuízos Acumulados e de Despesas de Depreciação. Os valores correspondentes referentes ao exercício anterior, apresentados para fins de comparação, foram ajustados e estão sendo retificados como previsto na NBC TG 23 Práticas Contábeis, Mudanças de Estimativa e Retificação de Erro. Nossa opinião não contém ressalva em relação a esse assunto.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Para cada assunto abaixo, a descrição de como nossa auditoria tratou o assunto, incluindo quaisquer comentários sobre os resultados de nossos procedimentos, é apresentado no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Nós cumprimos as responsabilidades descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras", incluindo aquelas em relação a esses principais assuntos de auditoria. Dessa forma, nossa auditoria incluiu a condução de procedimentos planejados para responder a nossa avaliação de riscos de distorções significativas nas demonstrações financeiras. Os resultados de nossos procedimentos, incluindo aqueles executados para tratar os assuntos abaixo, fornecem a base para nossa opinião de auditoria sobre as demonstrações financeiras do Banco.1.ContingênciasConforme mencionado na Nota Explicativa n° 21, o Banco é parte em diversos processos administrativos e judiciais envolvendo questões de naturezas trabalhistas, fiscais e cíveis, oriundos do curso ordinário de seus negócios. Consideramos um assunto relevante de auditoria, devido ao fato de que a expectativa de perda e os montantes atribuídos envolverem julgamentos da administração e de seus assessores jurídicos, sobre temas muitas vezes complexos. Como nossa auditoria conduziu o assuntoDentre outros procedimentos, obtivemos confirmações quanto aos processos em andamento, diretamente dos assessores jurídicos do Banco e confrontamos as estimativas de perda e montantes atribuídos com os controles operacionais e registros contábeis do Banco. Para os processos mais relevantes, testamos o cálculo dos valores registrados e divulgados e analisamos a razoabilidade das estimativas em relação a jurisprudência e teses jurídicas conhecidas. Analisamos, também, as comunicações recebidas dos reguladores relacionadas a processos, autuações das quais o Banco é parte e a suficiência das divulgações relacionadas às questões oriundas de contingências e das provisões registradas.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre o saldo de contingências, que está consistente com a avaliação da administração, consideramos que os critérios e premissas de avaliação das estimativas de perda associadas às contingências adotadas pela administração, assim como as respectivas divulgações na Nota Explicativa n° 21, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Planos de benefício pós-empregoO Banco possui passivos relevantes relacionados a planos de benefícios pós-emprego que, conforme mencionado na Nota Explicativa n° 23, compreendem benefícios de aposentadoria, saúde e seguro de vida. Consideramos um assunto relevante de auditoria devido à magnitude dos valores envolvidos e à complexidade dos modelos de avaliação dos passivos atuariais, que contemplam a utilização de premissas de longo prazo, tais como: mortalidade geral entrada em invalidez custos médicos crescimento salarial composição familiar taxa de desconto e inflação.Como nossa auditoria conduziu o assuntoDentre outros procedimentos, analisamos, com o suporte de nossos especialistas, a metodologia e as principais premissas utilizadas pela administração na avaliação das obrigações atuariais decorrentes dos planos de benefício pós-emprego, verificando a exatidão matemática do cálculo e analisando a consistência dos resultados face aos parâmetros utilizados e às avaliações anteriores. Também fez parte dos procedimentos de auditoria a realização de testes de integridade das bases de dados cadastrais utilizadas nas projeções atuariais e a suficiência das divulgações relacionadas aos planos de benefício pós-emprego. Como resultado desses procedimentos, identificamos um ajuste de auditoria indicando um passivo atuarial registrado a maior e patrimônio líquido registrado a menor. O referido ajuste foi corrigido pelo Banco e, em decorrência da sua imaterialidade sobre as demonstrações financeiras tomadas em conjunto, não resultou em mudança na nossa estratégia de auditoria.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre os planos de benefício pós emprego, que está consistente com a avaliação da administração, consideramos que os critérios e premissas de avaliação das obrigações atuariais adotadas pela administração, assim como as respectivas divulgações na Nota Explicativa n° 23, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.2.Recuperabilidade dos créditos tributáriosO Ba nco possui ativo fiscal diferido, constituído sobre diferenças temporárias na apuração da base de cálculo do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro líquido, decorrentes principalmente de despesas de provisão para créditos de liquidação duvidosa (perdas de crédito), benefícios pós-emprego, despesas de outras provisões contingenciais e ajustes a valor de mercado e instrumentos financeiros derivativos.Consideramos um dos principais assuntos de auditoria devido ao expressivo montante registrado, e pelo fato do estudo de realização desses ativos envolver um alto grau de julgamento na determinação de premissas sobre a performance futura do Banco, conforme descrito na Nota Explicativa n° 20. Como nossa auditoria conduziu o assuntoDentre outros procedimentos, analisamos a metodologia e as premissas utilizadas pela administração no estudo de realização dos créditos tributários, incluindo as projeções de resultados futuros, bem como o atendimento aos requerimentos do Banco Central do Brasil. Verificamos a exatidão matemática no cálculo e a consistência entre os dados utilizados e os saldos contábeis, assim como as avaliações anteriores e a razoabilidade das premissas utilizadas. Também analisamos a sensibilidade sobre tais premissas, para avaliar o comportamento das projeções com suas oscilações e a suficiência das divulgações em notas explicativas.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre os créditos tributários, que está consistente com a avaliação da administração, consideramos que os critérios e premissas relacionadas ao estudo de realização, incluindo as projeções de resultados futuros, preparados pela administração do Banco, assim como as respectivas divulgações na Nota Explicativa n° 20, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.3.Provisão para créditos de liquidação duvidosaConforme mencionado na Nota Explicativa n° 9, o Banco classifica o nível de risco das operações de crédito, levando em consideração a conjuntura econômica, a experiência passada, as garantias atreladas, os atrasos e o histórico de renegociações, conforme os parâmetros estabelecidos pela Resolução CMN n° 2.682. Consideramos um dos principais assuntos de auditoria devido à relevância dos montantes, e pelo fato da classificação de nível de risco dos clientes e da avaliação das garantias envolverem julgamento por parte da administração.Como nossa auditoria conduziu o assuntoEfetuamos, entre outros testes, análise da avaliação econômica e financeira realizada pelo Banco no momento de classificação de nível de risco dos clientes, por meio de uma amostra selecionada para teste e recalculamos a provisão para crédito de liquidação duvidosa com base nos parâmetros estabelecidos pela Resolução CMN n° 2.682. Analisamos também a suficiência das divulgações em notas explicativas.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre a provisão para créditos de liquidação duvidosa, que está consistente com a avaliação da administração, consideramos que os critérios e premissas associadas à provisão adotadas pela administração, assim como as respectivas divulgações na Nota Explicativa n° 9, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.4.Ambiente de tecnologiaAs operações do Banco são extremamente dependentes do funcionamento apropriado da estrutura de tecnologia e seus sistemas, razão pela qual consideramos o ambiente de tecnologia como um dos principais assuntos de auditoria. Devido à natureza do negócio e volume de transações do Banco, a estratégia de nossa auditoria é baseada na eficácia do ambiente de tecnologia.Como nossa auditoria conduziu o assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a avaliação do desenho e da eficácia operacional dos controles gerais de TI ("ITGCs") implementados pelo Banco para os sistemas considerados relevantes para o processo de auditoria. A avaliação dos ITGCs incluiu o envolvimento de especialistas em TI para nos auxiliar na execução de procedimentos de auditoria desenhados para avaliar os controles sobre os acessos, gestão de mudanças e outros aspectos de tecnologia. No que se refere à auditoria dos acessos, analisamos, em bases amostrais, o processo de autorização e concessão de novos usuários, de revogação tempestiva de acesso a colaboradores transferidos ou desligados e de revisão periódica de usuários.Além disso, avaliamos as políticas de senhas, configurações de segurança e acesso aos recursos de tecnologia. No que se refere ao processo de gestão de mudanças, avaliamos se as mudanças nos sistemas foram devidamente autorizadas e aprovadas pelo Banco em níveis apropriados. Nos processos considerados significativos para as demonstrações financeiras, identificamos os principais controles automatizados ou que dependem de TI, para, em bases amostrais, efetuar testes com foco no desenho e na efetividade operacional de tais controles. Nossos testes do desenho e da operação dos ITGCs e dos controles automatizados considerados relevantes para os procedimentos de auditoria efetuados forneceram uma base para que pudéssemos continuar com a natureza, época e extensão planejadas de nossos procedimentos de auditoria.Outros assuntosDemonstração do Valor Adicionado As demonstrações do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2019, elaboradas sob a responsabilidade da administração do Banco, e apresentadas como informação suplementar para fins de práticas contábeis aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditor A administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a fu ncionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banco ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtivemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco. Se concluirmos que existe uma incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também, aos responsáveis pela governança, declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 12 de fevereiro de 2020. ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S. CRC-2SP034519/O-6Eduardo WellichenContador CRC- 1SP184050/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Nós, Diretores do Banco do Nordeste do Brasil S.A., declaramos para fins de atendimento às disposições do Artigo 25, parágrafo 1º, Inciso VI, da Instrução nº 480, de 7 de dezembro de 2009, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que tomamos conhecimento, revimos, discutimos e concordamos com o inteiro teor das demonstrações financeiras do Banco do Nordeste do Brasil S.A., levantadas em 31 de dezembro de 2019.Fortaleza, 31 de janeiro de 2020DIRETORIA: Romildo Carneiro Rolim (Presidente) - Antônio Rosendo Neto Júnior (Diretor de Negócios) - Claudio Luiz Freire Lima (Diretor de Administração) - Antônio Jorge Pontes Guimarães Júnior (Diretor Financeiro e de Crédito) - Cornélio Farias Pimentel (Diretor de Controle e Risco) - Perpétuo Socorro Cajazeiras (Diretor de Planejamento)

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Nós, Diretores do Banco do Nordeste do Brasil S.A., declaramos para fins de atendimento às disposições do Artigo 25, parágrafo 1º, Inciso V, da Instrução nº 480, de 7 de dezembro de 2009, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que tomamos conhecimento, revimos, discutimos e concordamos com o inteiro teor do Relatório, exarado em 12 de fevereiro de 2020, pela Ernst & Young Auditores Independentes S.S. sobre as demonstrações financeiras do Banco do Nordeste do Brasil S.A., levantadas em 31 de dezembro de 2019. Fortaleza, 12 de fevereiro de 2020DIRETORIA: Romildo Carneiro Rolim (Presidente) - Antônio Rosendo Neto Júnior (Diretor de Negócios) - Claudio Luiz Freire Lima (Diretor de Administração) - Antônio Jorge Pontes Guimarães Júnior (Diretor Financeiro e de Crédito) - Cornélio Farias Pimentel (Diretor de Controle e Risco) - Perpétuo Socorro Cajazeiras (Diretor de Planejamento)

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal do Banco do Nordeste do Brasil S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, procedeu ao exame do Relatório da Administração, do Balanço Patrimonial, das Demonstrações do Resultado, das Mutações do Patrimônio Líquido, dos Fluxos de Caixa e do Valor Adicionado do Banco do Nordeste do Brasil S.A., relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2019, os quais foram aprovados, nesta data, pelo Conselho de Administração.Com base nos exames efetuados, nas informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício e no Relatório dos Auditores Independentes - ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S.S., sem ressalvas, nesta data expedido, o Conselho Fiscal opina que o Relatório da Administração e as Demonstrações Contábeis estão em condições de serem encaminhados para deliberação da Assembleia Geral Ordinária dos Acionistas.Fortaleza (CE), 12 de fevereiro de 2020CONSELHO FISCAL: Frederico Schettini Batista (Presidente) - André de Castro Silva - Carlos Henrique Soares Nuto

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RESUMO E CONCLUSÕES DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA 2º SEMESTRE DE 20191 - IntroduçãoO Comitê de Auditoria do Banco do Nordeste do Brasil (Coaud) é um órgão estatutário de assessoramento ao Conselho de Administração (Consad), composto atualmente por quatro membros nomeados pelo Consad. 2 - ResponsabilidadesO Coaud tem suas atribuições definidas, dentre outros, pela Lei 13.303/2016 (Lei das Estatais), pelo Decreto 8945/2016, pela Resolução CMN 3.198/2004, pelo Estatuto Social do Banco do Nordeste do Brasil e por seu Regimento Interno. O endereço eletrônico do Comitê de Auditoria do BNB e seu Regimento estão disponíveis na internet em www.bnb.gov.br, na área "Institucional / Sobre o Banco / Relação com os Acionistas e Investidores / Comitês / Comitê de Auditoria".Compete ao Comitê de Auditoria avaliar a qualidade e a integridade das Demonstrações Financeiras, a independência e a qualidade dos trabalhos dos auditores externos e da Auditoria Interna, bem como a qualidade e a efetividade do Sistema de Controles Internos e da gestão de riscos.Os administradores do Banco do Nordeste do Brasil são responsáveis por elaborar e garantir a integridade das Demonstrações Financeiras, gerir os riscos, manter um Sistema de Controles Internos efetivo e zelar pela conformidade das atividades com as normas legais e regulamentares.O Comitê de Riscos e de Capital (CRC) assessora o Consad em suas funções relativas à gestão de riscos e de capital. O Coaud avalia e monitora as exposições a riscos mediante interação com o CRC.A Auditoria Externa é responsável pela auditoria das Demonstrações Financeiras e avalia também a qualidade e suficiência dos controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das Demonstrações, emitindo opinião sobre elas, sustentada em procedimentos e padrões estabelecidos em normas que regem o exercício da profissão.A Auditoria Interna responde pela realização de trabalhos periódicos, com foco nos principais riscos a que o Banco está exposto, monitorando, avaliando e aferindo, de forma independente, as ações de gerenciamento destes riscos e a adequação da governança e dos controles internos, por meio de verificações quanto a qualidade, suficiência, cumprimento e efetividade.3 - Atividades do períodoAs atividades desenvolvidas pelo Coaud, conforme seu Plano de Trabalho aprovado pelo Consad, estão registradas em atas de reuniões e cobriram o conjunto de responsabilidades atribuídas ao Comitê.Em cumprimento às suas atribuições e competências, o Coaud realizou, durante o 2º semestre de 2019, 32 reuniões. Além de suas reuniões internas, os encontros de trabalho incluíram entre os interlocutores os Conselhos de Administração e Fiscal, o Comitê de Riscos e de Capital, o Presidente do BNB, a Diretoria Executiva, as auditorias interna e externa, gestores das principais áreas do Banco, além da CAPEF - Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Nordeste do Brasil. Nessas ocasiões, foram abordados os principais assuntos relacionados a cada área, tendo sido, quando aplicável, feitas recomendações de aprimoramento.Não chegou ao conhecimento do Coaud a existência e/ou evidências de fraudes ou inobservância de normas legais e regulamentares que pudessem colocar em risco a continuidade da instituição, perpetradas pela Administração, por funcionários ou por terceiros.3.1 Auditoria InternaNas reuniões com a Superintendência de Auditoria foram debatidos e avaliados, dentre outros, seu processo de planejamento, seus projetos e o cumprimento da legislação e regulamentação aplicáveis à Auditoria Interna. Além disso, foram tratados o resultado da avaliação do sistema de Controles Internos, os sumários e relatórios dos principais trabalhos e o acompanhamento das principais recomendações das auditorias interna e externa e dos órgãos externos de fiscalização e controle. Também foi feito acompanhamento de casos relevantes de auditoria disciplinar.3.2 Auditoria ExternaO Coaud avaliou o planejamento e os resultados dos principais trabalhos realizados pelos auditores independentes, suas conclusões e recomendações, os principais assuntos de Auditoria por eles abordados e a conformidade com as normas de auditoria aplicáveis.3.3 Sistema de Controles Internos (SCI)A avaliação da efetividade do SCI foi fundamentada principalmente nos resultados dos trabalhos realizados pelas auditorias interna e externa, pelos órgãos externos de fiscalização e controle, pela Diretoria de Controle e Risco, e em informações e documentos recebidos e analisados, oriundos de diversas áreas do BNB.3.4 Transações com Partes RelacionadasO Coaud avaliou e monitorou, em conjunto com a Administração e com a Auditoria Interna, a adequação das transações com partes relacionadas, de acordo com os requerimentos legais.3.5 Parâmetros e resultado atuarialForam realizadas reuniões com as áreas responsáveis e com a entidade de Previdência Fechada sobre o processo de avaliação atuarial do BNB em relação aos planos patrocinados. Também foram realizados debates e discutidas as conclusões dos trabalhos das auditorias interna e externa, bem como foram avaliadas as premissas utilizadas, a aderência das hipóteses atuariais e os resultados auferidos pelos planos. 3.6 Exposição a RiscoForam avaliadas e monitoradas, em conjunto com o Comitê de Riscos e de Capital, as principais atividades relacionadas ao gerenciamento de riscos.3.7 Demonstrações FinanceirasForam examinadas e revisadas as Demonstrações Financeiras do BNB, inclusive notas explicativas, o relatório da Administração e o relatório do Auditor Independente, sem ressalvas, relativos a 31/12/2019.3.8 Recomendações do Comitê de AuditoriaForam feitas durante o semestre novas recomendações e acompanhadas as implementações das recomendações existentes.4 - Conclusões Com base nas atividades desenvolvidas no âmbito das suas competências, e com as limitações inerentes ao escopo de sua atuação, o Comitê de Auditoria apresenta suas conclusões, a seguir:4.1 Sistema de Controles InternosO Sistema de Controles Internos do Banco do Nordeste do Brasil é adequado ao porte e à complexidade dos negócios do Banco e é objeto de permanente atenção por parte da Administração. Não obstante, ainda há espaço para evolução, principalmente no que tange ao robustecimento do escopo de atuação da segunda linha de defesa, no sentido de capturar e acompanhar a implementação de oportunidades de melhoria identificadas internamente e por órgãos externos de fiscalização e controle.A Administração do Banco evoluiu positivamente em seu modelo de atendimento das demandas envolvendo Tecnologia da Informação, o que deverá contribuir para otimização das operações do Banco, mitigação de riscos e cumprimento das recomendações de auditoria interna e de órgãos de fiscalização externa.A cultura de controle e integridade continua sendo sedimentada, inclusive no que diz respeito à política de consequências.As transações com partes relacionadas, avaliadas e monitoradas no período em conjunto com a Administração e com a Auditoria Interna, observaram as normas aplicáveis.Os principais parâmetros em que se fundamentam os cálculos atuariais dos planos de benefícios do fundo de pensão patrocinado são razoáveis e estão alinhados com as melhores práticas do mercado.As principais exposições a riscos vêm sendo gerenciadas adequadamente pela Administração. O Comitê continua debatendo com a Administração e com o CRC o tema da gestão integrada de riscos, merecedora de a tenção coordenada do Banco.As fragilidades em processos, tratadas com a Diretoria, foram solucionadas ou estão em andamento, não existindo casos de recomendações não acatadas.4.2 Auditoria Interna A Auditoria Interna desempenha suas funções com independência, objetividade, qualidade e efetividade. O desempenho e os processos da Auditoria Interna continuam apresentando evolução, o que pode ser comprovado pela qualidade dos trabalhos realizados e outras iniciativas, como o desenvolvimento do Sistema Integrado de Auditoria e do Observatório da Auditoria, além da atenção permanente voltada à qualificação dos seus profissionais.4.3 Auditoria ExternaNão foram identificados fatos relevantes que pudessem comprometer a efetividade da atuação, objetividade e independência da Ernst & Young Auditores Independentes S/s.4.4 Demonstrações Financeiras As Demonstrações Financeiras do exercício de 2019 foram elaboradas em conformidade com as normas legais e com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, e refletem, em todos os aspectos relevantes, a situação patrimonial e financeira do Banco. Fortaleza (CE), 12 de fevereiro de 2020COMITÊ DE AUDITORIA: Carlos Donizeti Macedo Maia (Coordenador) - Cleber Santiago - Manoel das Neves - Rudinei dos Santos (Membros)

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.