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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 3654Versão 1Recebida em 26/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de CIA MELHORAMENTOS DE SAO PAULO

CIA MELHORAMENTOS DE SAO PAULO · CNPJ 60.730.348/0001-66

CIA MELHORAMENTOS DE SAO PAULO
CNPJ 60.730.348/0001-66
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
CIA MELHORAMENTOS DE SAO PAULO
CNPJ
60.730.348/0001-66
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
26/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total1.487.0561.632.577−8,9%
1.01Ativo Circulante227.997318.113−28,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa45.65541.5439,9%
1.01.01.01Caixa e Bancos513826−37,9%
1.01.01.02Aplicações Financeiras45.14240.71710,9%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber158.963252.565−37,1%
1.01.03.01Clientes30.95324.91424,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber128.010227.651−43,8%
1.01.03.02.01Outras Contas a Receber2.1791.50444,9%
1.01.03.02.02Banco Conta Vinculda060−100,0%
1.01.03.02.03Adiantamento de fornecedores7.33112.009−39,0%
1.01.03.02.04Alienação de imóveis118.500214.078−44,6%
1.01.03.02.05Dividendos/Lucros a Receber00
1.01.04Estoques15.67518.106−13,4%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar6.4885.10827,0%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00
1.01.06.01.01Impostos a Compensar00
1.01.06.01.02Despesas do Exercício Seguinte00
1.01.07Despesas Antecipadas1.21679153,7%
1.01.08Outros Ativos Circulantes00
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros00
1.02Ativo Não Circulante1.259.0591.314.464−4,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo50.218118.783−57,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.01.03Tributos a Compensar00
1.02.01.01.04Clientes de Terrenos00
1.02.01.01.05Depósitos Judiciais00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber00
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos00
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes50.218118.783−57,7%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Tributos a Compensar7.10710.104−29,7%
1.02.01.09.04Depositos Judiciais1.3181.06423,9%
1.02.01.09.05Contas a Receber26.56425.7843,0%
1.02.01.09.06Alienação de Imóveis14.57681.178−82,0%
1.02.01.09.07Outras Contas a Receber6536530,0%
1.02.02Investimentos5.0745.396−6,0%
1.02.02.01Participações Societárias5.0185.340−6,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias5.0185.340−6,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento56560,0%
1.02.02.02.01Outros Investimentos56560,0%
1.02.03Imobilizado1.203.7511.190.2641,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.184.7081.184.842−0,0%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento19.0435.422251,2%
1.02.04Intangível1621−23,8%
1.02.04.01Intangíveis1621−23,8%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Intangível Líquido00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Aos Administradores e Acionistas daCOMPANHIA MELHORAMENTOS DE SÃO PAULOOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da COMPANHIA MELHORAMENTOS DE SÃO PAULO, identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira individual e consolidada, da COMPANHIA MELHORAMENTOS DE SÃO PAULO, em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os respectivos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de Auditoria - PAAs.Principais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Mensuração ao valor justo de ativos biológicos Conforme mencionado na nota explicativa nº 05, os ativos biológicos são mensurados ao valor justo, aplicando-se a metodologia do fluxo de caixa descontado. O valor presente do fluxo de caixa descontado reflete os modelos econômicos de uma unidade de negócios exclusiva para o plantio de eucalipto, pinus e corte da madeira. No cálculo do valor justo, são utilizadas, entre outras premissas, o ciclo médio de formação de florestas por espécie e região do plantio, volume de produção de madeira estimado em m3 por hectare no final do ciclo de formação, custo médio por hectare, preço médio de venda das espécies envolvidas (eucalipto e pinus), condições do ativo e taxas de descontos para cálculo do valor justo do ativo biológico.Essa é uma área de atenção de nossa auditoria, considerando o risco associado às características descritas no parágrafo anterior, bem como o risco inerente na mensuração e reconhecimento desses ativos, cujos julgamentos e estimativas da Administração podem ter impacto relevante na determinação do valor justo e, por consequência, no resultado do exercício da Companhia.Como o assunto foi tratado em nossa auditoriaOs procedimentos da auditoria incluíram a avaliação dos controles internos relacionados à atividade florestal da Companhia, avaliação das premissas utilizadas, testes de recálculo das projeções e fluxos de caixa preparados pela Companhia, comparação com as informações disponíveis obtidas de fontes externas, e realização de testes documentais para garantir a integridade e precisão dos dados utilizados na base de cálculo do valor justo. Os nossos exames nos proporcionaram evidências de auditoria apropriadas e suficientes, em relação aos critérios utilizados para a mensuração ao valor justo dos ativos biológicos efetuados no exercício.Parcelamentos tributários - Programa de Regularização Tributária - PRT (Nota 6)A Administração da Companhia aderiu 30 de maio de 2017 ao Programa de Regularização Tributária - PRT, que foi instituído pela Medida Provisória n.º 766/17 enquanto vigente, na modalidade de pagamento a vista e em espécie de 20% do valor da dívida consolidada, e o restante liquidado com créditos de prejuízo fiscal e de base de cálculo negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Nesse contexto, a Administração da Companhia apurou e liquidou sua dívida no montante de R$ 31.715 (R$ 44.121 Consolidado), sobre os quais efetuou o pagamento de 20% do total em espécie e utilizou o montante de R$ 25.372 (R$ 35.295 consolidado) de créditos de prejuízo fiscal e de base de cálculo negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Portanto, considerando a complexidade do processo de consolidação das dívidas tributárias, o período de alcance, a relevância dos montantes envolvidos, e os respectivos impactos que podem ocorrer nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, e, caso o pleito da Companhia não seja plenamente homologado nos montantes apurados pela Administração da Companhia pelas autoridades fiscais competentes, julgamos a necessidade de foco nessa área por ser um tema sensível. Como o assunto foi tratado em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria consideraram o envolvimento de nossos especialistas na análise da mensuração e reconhecimento utilizados para consolidação da dívida, que em base de amostragem realizaram os seguintes procedimentos:- Testamos a consistência das informações dos relatórios auxiliares com as informações contábeis relacionadas aos saldos de tributos e encargos sociais que foram objeto da adesão ao PRT- Realizamos testes nas conciliações entre os saldos contábeis registrados nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas com os relatórios auxiliares e planilhas onde foram consolidadas as dívidas tributárias e - Confrontamos a composição de créditos de prejuízo fiscal e de base de cálculo negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) utilizadas para compensar a dívida atualizada, com a documentação suporte. Os nossos exames nos proporcionaram evidências de auditoria apropriadas e suficientes, em relação aos critérios e bases utilizadas para a adesão ao PRT e a respectiva liquidação das dívidas tributárias. Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorO exame das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2016 foi conduzido sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria, com data de 3 de março de 2017, sem ressalva.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas, são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:. Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. . Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidencias de auditoria obtidas, se existe uma incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação a capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe uma incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidencias de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manter em continuidade operacional. . Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das atividades de negócio da Companhia para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria da Companhia e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência e as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido di vulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 09 de março de 2018PARTNERSHIP AUDITORES INDEPENDENTES S.S.CRC 2SP023408/O-2JULIO LUIZ BAFFINICONTADOR - CRC 1SP162773/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/09Declaramos, na qualidade de Diretores da Companhia Melhoramentos de São Paulo, "(Companhia)", sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Tito, nº 479, CEP 05051-000, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 60.730.348/0001-66, nos termos do inciso VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, que revisamos, discutimos e concordamos com as Demonstrações Financeiras da Companhia referente ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017. São Paulo, 23 de março de 2018.Sergio SesikiDiretor Superintendente e Diretor de Relações com InvestidoresWalter WeiszflogDiretor Washington da Silva Vieira SobrinhoDiretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/09Declaramos, na qualidade de Diretores da Companhia Melhoramentos de São Paulo, sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, na Rua Tito, nº 479, CEP 05051-000, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 60.730.348/0001-66, nos termos do inciso V do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, que juntamente com os demais membros da Diretoria da Companhia revisamos, discutimos e concordamos com a opinião expressada no Parecer dos Auditores Independentes, referente ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017, datado em 09 de março de 2018.São Paulo, 23 de março de 2018.Sergio SesikiDiretor Superintendente e Diretor de Relações com InvestidoresWalter WeiszflogDiretor Washington da Silva Vieira SobrinhoDiretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Anexo enexistente.

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

Anexo inexistente.

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

Anexo inexistente.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.