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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 9717Versão 1Recebida em 29/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de PORTUENSE FERRAGENS S/A

PORTUENSE FERRAGENS S/A · CNPJ 04.912.242/0001-02

PORTUENSE FERRAGENS S/A
CNPJ 04.912.242/0001-02
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
PORTUENSE FERRAGENS S/A
CNPJ
04.912.242/0001-02
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
29/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total2.2102.253−1,9%
1.01Ativo Circulante6992−25,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa4449−10,2%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber259177,8%
1.01.03.01Clientes09−100,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber250
1.01.04Estoques034−100,0%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar00
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes00
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros00
1.02Ativo Não Circulante2.1412.161−0,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo00
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber00
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos00
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.02Investimentos00
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.02Participações em Controladas00
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado2.1242.144−0,9%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível17170,0%
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.05Diferido00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASAosAdministradores e acionistas daPORTUENSE FERRAGENS S/A.Belém - PAOpinião sem ressalvaExaminamos as demonstrações financeiras da PORTUENSE FERRAGENS S/A. que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, dos fluxos de caixa e das mutações do patrimônio líquido para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas, representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da PORTUENSE FERRAGENS S/A. em 31 de dezembro 2017, o desempenho das suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas no seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Entidade, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade-CFC e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.ÊnfaseContinuidade operacionalA Portuense Ferragens S/A apresenta índices de solvência desfavoráveis e baixa rentabilidade, que são indicadores de riscos à continuidade operacional.Como agravante, as operações comerciais foram paralisadas, e não há perspectivas de investimentos na atividade comercial, a curto ou a médio prazo.Conforme descrito na nota explicativa número 7, a administração entende, como pressuposição de continuidade, que a reestruturação iniciada em 2017, os investimentos previstos para a retomada da atividade comercial, a realização de novos contratos de aluguel, adesão ao PERT e a perspectiva de aquecimento da economia trará melhora de resultados, e que as principais dívidas são administráveis.Valor justoO ativo imobilizado é representado principalmente por terrenos e edificações, que foram avaliados a mais de oito anos. A administração entende que os valores apresentados nas demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2017, representam os valores de realização destes bens, não sendo necessário, pelas características destes, contabilizar outros ajustes.Não examinamos documentos e análises que respaldaram esse entendimento. Nossa conclusão não contém ressalva relacionada a este assunto.Outros AssuntosDemonstração do valor adicionado - DVARevisamos, também, a demonstração do valor adicionado (DVA), referente ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2017, preparada sob a responsabilidade da administração da Entidade, cuja apresentação nas informações intermediárias é requerida de acordo com as normas expedidas pela CVM - Comissão de Valores Mobiliários aplicáveis à elaboração de demonstrações financeiras, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de revisão descritos anteriormente e, com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que não foram elaboradas, em todos os seus aspectos relevantes, de forma consistente com as informações financeiras intermediárias tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditor A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório de Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse Relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar este fato.Responsabilidade da administração e da governança sobre as demonstrações financeirasA administração da Entidade é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a sociedade continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração da Entidade pretenda liquidar a sociedade ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Entidade são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidade do auditor pela auditoria das demonstrações financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantivemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtivemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da sociedad e. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Entidade. Se concluirmos que existe uma incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Entidade a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Outros A auditoria das demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2016, apresentadas para fins de comparação, foi executada por outra firma de auditoria que sobre elas, em 09 de março de 2017 emitiu Relatório, sem modificação, e com as ênfases deste nosso Relatório. Belém, 29 de março de 2018.R&M AUDITORES INDEPENDENTES E CONSULTORES S/SCRC-PA 292/O - CVM 8559Ubirajara dos Santos RodriguesCRC - RJ 58609/O - 5 T-PA - IBRACON 4871

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras Em atenção ao disposto no Art.25, inciso VI da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, vimos pela presente declarar que, na qualidade de diretores da Portuense Ferragens S.A., revisamos, discutimos e concordamos com as informações contidas das demonstrações financeiras da Companhia, referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2017. Ficamos à disposição para esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários. Antônio Augusto Calcuchimac de Alencar Fernandezr Diretor-Presidente e de Relações com Investidores Domingos Sávio Calcuchimac de Alencar FernandezDiretor Vice Presidente.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório dos Auditores Independentes Em atenção ao disposto no Art.25, inciso VI da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, vimos pela presente declarar que, na qualidade de diretores da PORTUENSE FERRAGENS S.A., revisamos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no Relatório dos Auditores Independentes R&M AUDITORES INDEPENDENTES E CONSULTORES S/S relativo às demonstrações financeiras da Companhia, referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2017. Ficamos à disposição para esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários. Antônio Augusto Calcuchimac de Alencar Fernandezr Diretor-Presidente e de Relações com Investidores Domingos Sávio Calcuchimac de Alencar FernandezDiretor Vice Presidente.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

De acordo com o Estatuto da Cia., o Conselho Fiscal não é permanente. No exerício encerrado em 31 de dezembro de 2017 não ocorreu a instalação do Conselho Fiscal.

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

No exercício encerrado em 31 de dezembro de 2017 não foi constituído Comitê de Auditoria.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.