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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 21377Versão 1Recebida em 24/01/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de BANCO INDUSTRIAL DO BRASIL S/A

BANCO INDUSTRIAL DO BRASIL S/A · CNPJ 31.895.683/0001-16

BANCO INDUSTRIAL DO BRASIL S/A
CNPJ 31.895.683/0001-16
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
BANCO INDUSTRIAL DO BRASIL S/A
CNPJ
31.895.683/0001-16
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
24/01/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total2.974.2262.889.4742,9%
1.01Ativo Circulante2.219.9212.328.793−4,7%
1.01.01Disponibilidades16.4816.295161,8%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez368.232512.598−28,2%
1.01.02.01Aplicações no mercado aberto353.707510.260−30,7%
1.01.02.02Aplicações em depositos interfinanceiros14.5252.338521,3%
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários1.3701.20913,3%
1.01.03.01Carteira própria1.3381.20910,7%
1.01.03.02Vinculados a compromisso de recompra00
1.01.03.03Instrumentos financeiros derivativos320
1.01.03.04Vinculados a prestação de garantias00
1.01.04Relações Interfinanceiras1.5231.23423,4%
1.01.04.01Creditos vinculados1.5231.23423,4%
1.01.05Relações Interdependências00
1.01.06Operações de Crédito836.5041.344.511−37,8%
1.01.06.01Setor privado849.1331.355.781−37,4%
1.01.06.02(-)Provisão PDD−12.629−11.270−12,1%
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil00
1.01.07.01Setor privado00
1.01.07.02(-)Rendas a apropriar00
1.01.07.03(-)Provisão de PDD00
1.01.08Outros Créditos861.444357.010141,3%
1.01.08.01Carteira de cambio178.339245.607−27,4%
1.01.08.02Imposto de renda a compensar12.3687.66561,4%
1.01.08.03Creditos tributários16.0896.771137,6%
1.01.08.04Devedores diversos-país62.31325.663142,8%
1.01.08.05Devedores por depósitos em garantia71.53068.1005,0%
1.01.08.06Adtos para pagamentos a fornecedores2.2862.489−8,2%
1.01.08.07Devedores por compra de valores e bens529.22660387.665,5%
1.01.08.08Diversos1.01168846,9%
1.01.08.09(-)Provisão de PDD−12.020−743−1.517,8%
1.01.08.10Negociação e intermediação de valores00
1.01.08.11Rendas a receber30216780,8%
1.01.09Outros Valores e Bens134.367105.93626,8%
1.01.09.01Bens não de uso133.613105.88126,2%
1.01.09.02Despesas antecipadas754551.270,9%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo714.227521.31137,0%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez103.3630
1.02.01.01Aplicações em depósitos interfinanceiros103.3630
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários116.26436.699216,8%
1.02.02.01Carteira própria104.56426.522294,3%
1.02.02.02Vinculados a prestação de garantias11.65110.17714,5%
1.02.02.03Instrumentos financeiros derivativos490
1.02.03Relações Interfinanceiras00
1.02.04Relações Interdependências00
1.02.05Operações de Crédito468.517462.0221,4%
1.02.05.01Setor privado475.590470.5771,1%
1.02.05.02(-)Provisão de PDD−7.073−8.55517,3%
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil00
1.02.06.01Setor privado00
1.02.06.02(-)Rendas a apropriar00
1.02.06.03(-)Provisão de PDD00
1.02.07Outros Créditos23.49622.5904,0%
1.02.07.01Créditos tributários18.70922.319−16,2%
1.02.07.02Opçoes por incentivos fiscais2712710,0%
1.02.07.03Diversos00
1.02.07.04Devedores por compra de ativos e valores e bens4.6010
1.02.07.05(-)Provisão de PDD−850
1.02.08Outros Valores e Bens2.5870
1.02.08.01Despesas antecipadas2.5870
1.03Ativo Permanente40.07839.3701,8%
1.03.01Investimentos6.7336.1828,9%
1.03.01.01Dependências no Exterior00
1.03.01.02Participações em Controladas6.4855.9349,3%
1.03.01.02.01No país6.4855.9349,3%
1.03.01.02.02No exterior00
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00
1.03.01.04Outros Investimentos2482480,0%
1.03.01.04.01Outros investimentos2482480,0%
1.03.01.05Provisão para Perdas00
1.03.02Imobilizado de Uso31.51032.992−4,5%
1.03.02.01Outras imobilizações15.53915.5200,1%
1.03.02.02(-)Depreciações acumuladas−11.621−10.120−14,8%
1.03.02.03Imóveis27.59227.5920,0%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento00
1.03.03.01Bens arrendados00
1.03.03.02(-)Depreciações acumuladas00
1.03.03.03Superveniências00
1.03.04Intangível1.835196836,2%
1.03.04.01Ativos intangíveis4.7362.95360,4%
1.03.04.02(-)Amortização acumulada−2.901−2.757−5,2%
1.03.05Diferido00
1.03.05.01Gastos de oranização e expansão00
1.03.05.02(-)Amortização acumulada00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Acionistas e ao Conselho de Administração doBanco Industrial do Brasil S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, do Banco Industrial do Brasil S.A. ("Banco") que compreendem o balanço patrimonial individual e consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações individuais consolidadas do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, do Banco Industrial do Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o semestre e exercício findos nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do semestre e exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. ?Provisão para créditos de liquidação duvidosa - individual e consolidadoConforme mencionado na nota explicativa nº 10, para fins de mensuração da provisão para créditos de liquidação duvidosa, o Banco classifica suas operações de crédito (que compreendem as operações de crédito, adiantamentos de contratos de câmbio e operações de compras de ativos) em nove níveis de risco, com base em metodologia interna, que leva em consideração fatores como atraso, situação econômico financeira, grau de endividamento, setor de atividade econômica e características das garantias, e demais requisitos da Resolução CMN nº 2.682/1999, sendo "AA" o risco mínimo e "H" o risco máximo. Com base na carteira de crédito classificada em cada um dos níveis acima aplicam-se percentuais mínimos para apurar o montante de Provisão a ser registrado. Nesse sentido, a classificação das operações de crédito em níveis de risco envolve premissas e julgamentos do Banco sobre a classificação de risco, de forma que a provisão para créditos de liquidação duvidosa represente a melhor estimativa do Banco quanto as perdas da carteira na data-base das demonstrações financeiras. Devido a relevância das operações de crédito e do montante da provisão para créditos de liquidação duvidosa e o fato de o cálculo da referida provisão se basear em premissas e metodologia interna e envolve julgamento na data - base das demonstrações financeiras, consideramos que este é um assunto significativo para nossa auditoria. Como nossa auditoria endereçou esse assuntoNós avaliamos o desenho, a implementação e a efetividade operacional dos controles internos relacionados aos processos de aprovação, registro, atualização das operações de crédito bem como as metodologias internas de avaliação dos níveis de risco ("ratings") das operações que suportam a classificação das operações, as principais premissas utilizadas no cálculo e a exatidão aritmética da provisão para créditos de liquidação duvidosa. Nós também avaliamos, com base em amostragem, se o Banco atendeu aos requisitos mínimos estabelecidos pela Resolução CMN nº 2.682/1999, relacionados com a apuração da provisão para créditos de liquidação duvidosa. Analisamos também se as divulgações efetuadas nas demonstrações contábeis, descritas nas notas explicativas nº 10, estão de acordo com as regras aplicáveis.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos que o nível de provisionamento é aceitável no contexto das demonstrações financeiras individual e consolidada tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoAs demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA) referente ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração do Banco, é apresentada como informações suplementar com relação as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN, foram submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria da demonstrações financeiras do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado individual e consolidado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico é consistente em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditor A administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil -BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeira s individuais e consolidadas livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade do Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banco ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou circunstâncias que possa levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco e suas controladas. Se concluirmos que existe uma incerteza relevante devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco e suas controladas a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar consideravelmente nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do semestre e exercício corrente, e que, dessa maneira constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública de um assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 23 de janeiro de 2018KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6André Dala PolaContador CRC 1SP214007/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Os diretores declaram que revisaram e aprovaram as informações contidas neste formulário.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os diretores declaram que revisaram e aprovaram as informações contidas neste formulário.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.