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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 14826Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 26/03/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUICAO

COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUICAO · CNPJ 47.508.411/0001-56

Versões deste exercício: v1 (21/02/2019) · v2 (26/03/2019), esta

COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUICAO
CNPJ 47.508.411/0001-56
DFP 2018 (V2)
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUICAO
CNPJ
47.508.411/0001-56
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
26/03/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total52.849.00047.707.00010,8%
1.01Ativo Circulante36.304.00033.016.00010,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa4.369.0003.792.00015,2%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber686.000885.000−22,5%
1.01.03.01Clientes384.000618.000−37,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber302.000267.00013,1%
1.01.04Estoques5.909.0004.822.00022,5%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar679.000596.00013,9%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes24.661.00022.921.0007,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda24.443.00022.775.0007,3%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros218.000146.00049,3%
1.01.08.03.01Instrumentos Financeiros Derivativos43.0000
1.01.08.03.02Outros Ativos Circulantes175.000146.00019,9%
1.02Ativo Não Circulante16.545.00014.691.00012,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo3.997.0003.452.00015,8%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.04Contas a Receber132.000722.000−81,7%
1.02.01.04.01Clientes4.00080.000−95,0%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber128.000642.000−80,1%
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos207.000125.00065,6%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.08Despesas Antecipadas59.00043.00037,2%
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas34.00025.00036,0%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes3.565.0002.537.00040,5%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.04Tributos a Recuperar2.745.0001.747.00057,1%
1.02.01.10.05Depósitos Judiciais776.000762.0001,8%
1.02.01.10.06Instrumentos Financeiros Derivativos44.00028.00057,1%
1.02.02Investimentos223.000177.00026,0%
1.02.02.01Participações Societárias203.000156.00030,1%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.05Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento20.00021.000−4,8%
1.02.03Imobilizado9.650.0009.138.0005,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível2.675.0001.924.00039,0%
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Acionistas daCompanhia Brasileira de Distribuição São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia Brasileira de Distribuição ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Companhia Brasileira de Distribuição em 31 de dezembro de 2018, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Ênfase sobre a reapresentação dos valores correspondentesConforme mencionado na nota explicativa 5, em decorrência da adoção dos pronunciamentos contábeis CPC 47 - Receita de Contrato com Cliente e CPC 48 - Instrumentos Financeiros, os valores correspondentes referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, apresentados para fins de comparação, foram ajustados e estão sendo reapresentados como previsto CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. Nossa opinião não contém ressalva relacionada a esse assunto.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Para cada assunto abaixo, a descrição de como nossa auditoria tratou o assunto, incluindo quaisquer comentários sobre os resultados de nossos procedimentos, é apresentado no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Nós cumprimos as responsabilidades descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas", incluindo aquelas em relação a esses principais assuntos de auditoria. Dessa forma, nossa auditoria incluiu a condução de procedimentos planejados para responder a nossa avaliação de riscos de distorções significativas nas demonstrações financeiras. Os resultados de nossos procedimentos, incluindo aqueles executados para tratar os assuntos abaixo, fornecem a base para nossa opinião de auditoria sobre as demonstrações financeiras da Companhia. Realização de créditos tributários - Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços - ICMS Em 31 de dezembro de 2018, os créditos tributários de Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços - ICMS totalizaram R$ 1.326 milhões na Controladora e R$ 2.335 milhões no Consolidado. Conforme divulgado na nota explicativa 11 às demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2018, a Administração avalia o risco de recuperação dos créditos tributários, que depende da geração de débitos futuros de ICMS nas operações da Companhia. Esta avaliação é feita com base no estudo anual de recuperabilidade dos créditos tributários da Companhia. A elaboração desse estudo envolve grau significativo de julgamento e de estimativa pela Administração da Companhia na determinação das projeções de vendas das lojas e de outras premissas e inclui dados não observáveis que são subjetivos e dependem de fatores que não estão sobre o controle da Companhia. Como nossa auditoria conduziu esse assunto:Nossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros: i) o entendimento do processo implementado pela Administração para a elaboração do estudo anual de recuperabilidade dos créditos tributários, incluindo a avaliação do desenho e da eficácia operacional dos controles internos implementados pela Companhia sobre esse processo anual e sobre a elaboração das projeções utilizadas pela Administração ii) a avaliação dos critérios acima discutidos e da razoabilidade dos dados utilizados na elaboração do estudo anual de recuperabilidade dos créditos tributários iii) comparamos as premissas mais significativas utilizadas pela Administração da Companhia com as tendências econômicas e da indústria e com as nossas expectativas, que foram estabelecidas com base no nosso conhecimento sobre as operações da Companhia e o seu ambiente econômico iv) avaliamos a precisão histórica das estimativas da Administração e efetuamos análise de sensibilidade das premissas mais significativas para determinar o impacto de uma alteração razoável de tais premissas no estudo anual de recuperabilidade dos créditos tributários e v) avaliamos a exatidão matemática dos cálculos incluídos no estudo anual de recuperabilidade. Adicionalmente, avaliamos a adequação das divulgações na nota explicativa 11 às demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2018. Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre o estudo anual de recuperabilidade dos créditos tributários, que está consistente com a avaliação da Administração, consideramos que os critérios e premissas relacionados à recuperabilidade dos créditos tributários de ICMS adotados pela Administração, assim como as respectivas divulgações na nota explicativa 11, são apropriados, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Contingências tributárias com probabilidade de perda avaliada como possível Conforme divulgado na nota explicativa 21.6 às demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2018, a Companhia é parte envolvida em processos administrativos e judiciais oriundos de diversas contingências tributárias que totalizam R$ 10.671 milhões, para os quais nenhuma provisão foi registrada em 31 de dezembro de 2018, uma vez que a probabilidade de perda foi avaliada como possível com base nas informações disponíveis nessa data. A determinação da probabilidade de perda e o eventual reconhecimento de provisão para processos tributários envolve grau significativo de julgamento por parte da Administração para determinar se a Companhia terá êxito na discussão judicial de tais processos nos tribunais e se há expectativa de saída de recursos, considerando a complexidade do ambiente tributário no Brasil e a falta de jurisprudência sobre certos assuntos tributários. Nessa avaliação, a Administração conta com a assistência de assessores jurídicos externos. Adicionalmente, mudanças na avaliação da probabilidade de perda dos processos tributários decorrentes de jurisprudência ou de novos entendimentos dos respectivos tribunais podem não ser identificadas pela Administração da Companhia. Como nossa auditoria conduziu esse assunto:Nossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros: i) o entendimento do processo implementado pela Administração para estimar a probabilidade de perda dos processos tributárias, incluindo a avaliação do desenho e da eficácia operacional dos controles internos implementados pela Companhia para a identificação, monitoramento e avaliação dos processos tributários, ii) obtivemos cartas de confirmação diretamente dos assessores jurídicos externos da Companhia e comparamos as avaliações desses assessores sobre os processos tributários com as avaliações feitas pela Administração e iii) envolvemos especialistas da área tributária para avaliar se o julgamento feito pela Administração, em conjunto com os assessores jurídicos externos da Companha, era razoável para uma amostra de temas tributários avaliados como perda possível, com base no entendimento dos argumentos considerados críticos pela Administração para prevalecer na discussão judicial e iv) revisamos as opiniões legais obtidas pela Administração da Companhia para os assuntos tributários mais significativos e avaliamos se as fundamentações legais estavam suportadas com base em jurisprudência e tendências observadas em recentes decisões dos tribunais. Adicionalmente, avaliamos se as divulgações efetuadas pela Companhia, para as contingências tributárias mais significativas, foram adequadamente incluídas na nota explicativa 21.6 às demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2018. Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre os julgamentos e avaliações de probabilidade de perda sobre os processos tributários avaliados como perda possível, que está consistente com a avaliação da Administração, consideramos que os critérios e premissas adotados para determinar a estimativa de perda de tais processos, assim como as respectivas divulgações na nota explicativa 21.6, são apropriados, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Ativos mantidos para venda e operações descontinuadas Em 31 de dezembro de 2018, os ativos mantidos para venda totalizaram R$ 24.443 milhões, os passivos relacionados aos ativos mantidos para venda totalizaram R$ 19.412 milhões e o prejuízo após os tributos proveniente de operações descontinuadas totalizou R$ 74 milhões para o exercício findo em 31 de dezembro de 2018. Conforme divulgado na nota explicativa 32 às demonstrações financeiras, o processo de venda da participação societária da Companhia na Via Varejo S.A. e controladas ("Via Varejo") foi iniciado em 2016 mas não havia sido concluído em 31 de dezembro de 2018. A Administração da Companhia continua comprometida com o plano de venda. As operações da Via Varejo continuam sendo apresentadas como operações descontinuadas, de acordo com os requerimentos do CPC 31 - Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada (equivalente ao IFRS 5 - Non-current assets held for sale and discountinued operations).A mensuração dos ativos mantidos para venda pelo menor entre o seu valor contábil e o valor justo menos as despesas de venda, requerida pelas normas contábeis aplicáveis acima mencionada, envolve julgamentos e estimativas significativos por parte da Administração da Companhia para determinar o valor recuperável destes ativos, incluindo a avaliação das premissas suportadas por julgamento profissional, que consideram dados não observáveis que são subjetivos e dependem de fatores que não estão sobre o controle da Companhia. A apresentação das operações da Via Varejo como operações descontinuadas teve impacto relevante sobre as demonstrações financeiras da Companhia, incluindo divulgações detalhadas nas notas explicativas sobre os balanços patrimoniais e demonstrações do resultado e dos fluxos de caixa da Via Varejo. Tal processo também envolveu julgamento por parte da Administração da Companhia para suportar a manutenção da apresentação das operações da Via Varejo como operações descontinuadas em 31 de dezembro de 2018, mesmo a venda não tendo sido concluída no prazo de um ano após o início do plano de venda. Como nossa auditoria conduziu esse assunto:Nossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros, o entendimento do processo implementado pela Administração da Companhia para estimar o valor justo e a avaliação do desenho e a eficácia operacional dos controles internos implementados pela Companhia sobre: i) a supervisão e o monitoramento da elaboração das demonstrações financeiras e determinação dos valores relacionados com as operações descontinuadas da Via Varejo e ii) a mensuração dos ativos mantidos para venda pelo menor entre o seu valor contábil e o valor justo menos despesas de venda. Avaliamos a apresentação das operações descontinuadas nas demonstrações financeiras da Companhia e envolvemos especialistas em finanças corporativas para nos auxiliar na avaliação das premissas e critérios adotados pela Administração para mensurar o valor justo menos despesas de venda dos ativos mantidos para venda e determinar o valor recuperável desses ativos. Analisamos a documentação elaborada pela Administração para suportar a manutenção da apresentação das operações da Via Varejo como operações descontinuadas, incluindo (i) as aprovações do Conselho de Administração da Companhia que ampliaram as possibilidades de venda, incluindo a venda da participação por meio de transações no mercado de capitais e (ii) a avaliação da transação de venda de parte das ações da Via Varejo, realizada pela Companhia em dezembro de 2018 e divulgada na nota explicativa 32. Adicionalmente, avaliamos a adequação das divulgações da Companhia em relação a esses assuntos, incluídas na nota explicativa 32 às demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2018.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados, que está consistente com a avaliação da Administração, consideramos apropriadas as políticas relacionadas à apresentação dos ativos mantidos para venda e dos resultados das operações descontinuadas, para suportar os julgamentos, as estimativas e as divulgações incluídas no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 20 de fevereiro de 2019.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S.CRC-2SP034519/O-6Antonio Humberto Barros dos SantosContador CRC-1SP161745/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração da diretoria sobre as demonstrações financeiras Em conformidade com o inciso V do artigo 25 da Instrução CVM n.º 480, de 7 de dezembro de 2009, conforme alterada, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2018, autorizando a conclusão nesta data. São Paulo, 20 de fevereiro de 2019. Diretoria Peter EstermannDiretor Presidente Christophe José HidalgoDiretor Vice Presidente de Finanças Daniela SabbagDiretora de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração da diretoria sobre o relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras Em conformidade com o inciso V do artigo 25 da Instrução CVM n.º 480, de 7 de dezembro de 2009, conforme alterada, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2018, emitido nesta data. São Paulo, 20 de fevereiro de 2019. Diretoria Peter EstermannDiretor Presidente Christophe José HidalgoDiretor Vice Presidente de Finanças Daniela SabbagDiretora de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Sem texto na entrega.

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA - EXERCÍCIO 2018 Informações iniciaisO Comitê de Auditoria ("Comitê") da Companhia Brasileira de Distribuição ("Companhia") é órgão estatutário de assessoramento vinculado diretamente ao Conselho de Administração. A configuração atual do Comitê é composta por quatro membros, todos eleitos em reunião do Conselho de Administração da Companhia ocorrida em 27 de abril de 2018, com mandato unificado de dois anos e possibilidade de reeleição. Todos os membros são independentes, sendo que dois membros também ocupam a função de conselheiros da Companhia, um dos quais tem a responsabilidade de coordenar o Comitê. As responsabilidades e atribuições dos diversos órgãos de governança que interagem com o Comitê de Auditoria estão identificadas no portal de Relações com Investidores da Companhia Brasileira de Distribuição, acessível pelo seguinte endereço eletrônico: http://www.gpari.com.br/conteudo_pt.asp?idioma=0&conta=28&tipo=29901 Atividades do Comitê de Auditoria em 2018O Comitê de Auditoria reuniu-se em 10 sessões ordinárias, sendo que todas contaram com a presença de membros da Diretoria, auditores internos e outros membros da Administração da Companhia. Ainda, houve também a participação dos auditores independentes em 8 delas. O Comitê de Auditoria, em conjunto, ou por meio de seus membros, individualmente, realizou também sessões com os Diretores responsáveis pelas Unidades de Negócios da Companhia para conhecimento detalhado das operações de cada área respectiva. O Coordenador do Comitê de Auditoria relatou periodicamente os principais temas tratados nestas reuniões aos demais membros do Conselho de Administração em suas reuniões ordinárias.O Coordenador do Comitê do GPA/CBD interage periodicamente com a Auditoria Interna do Grupo Casino, baseado na França visando à troca de experiências e melhores práticas de Governança. Reuniões com a DiretoriaO Comitê se reuniu em 2018 com os Diretores e suas respectivas equipes para conhecer as estruturas e operações das áreas, seus processos de trabalho, eventuais deficiências identificadas nos sistemas de controles, mecanismos mitigatórios em vigor e planos de melhorias.Dentre as matérias que demandaram mais atenção do Comitê, destacam-se:Contingências e Provisões O Comitê de Auditoria continuou monitorando, à semelhança de anos anteriores, junto à Diretoria Jurídica, o andamento da implementação de um novo sistema (incluindo software) de gestão dos processos administrativos e judiciais da Companhia, o qual possibilita o controle mais próximo das provisões e a revisão da base dos processos, com o potencial de obter melhorias. Durante o ano de 2018 o Comitê continuou mantendo especial atenção ao andamento das demandas tributárias e demais riscos inerentes envolvendo o arrendamento dos fundos de comércio de propriedade de terceiros pela Companhia.Transações com Partes Relacionadas Em consonância com os procedimentos e alçadas descritos na Política para Transações com Partes Relacionadas, o Comitê de Auditoria avaliou casos concretos de observância dos procedimentos previstos na Política na instrução dos processos posteriormente encaminhados para a deliberação do Conselho de Administração.Tecnologia e Segurança da Informação O Comitê continuou a acompanhar prioritariamente o progresso dos processos e controles envolvendo questões de tecnologia da informação, a fim de informar-se sobre os planos de ação de longo e médio prazos para melhoria da gestão de TI. Apoiado nas análises da Auditoria Interna e também dos Auditores Independentes, o Comitê continuou monitorando o processo de auditoria dos controles internos relacionados ao tema de Segurança da Informação.ContabilidadeJunto à Diretoria Contábil, o Comitê analisou e debateu, previamente à divulgação dos resultados trimestrais e dos resultados referentes ao exercício findo em 31/12/2018, as informações contidas nas Demonstrações Financeiras e as Notas Explicativas, sempre com a participação da Auditoria Independente.Ademais, o Comitê continuou a acompanhar durante 2018 a implantação de sistema desenvolvido para consolidação das informações financeiras da Companhia. Questões TributáriasO Comitê continuou acompanhando durante o ano de 2018 o desenvolvimento do sistema para controle de impostos incidentes sobre compras, transferências e vendas, o qual inclui um plano de ação que tem por objetivo a implementação de soluções sistêmicas e a revisão/criação de processos para uniformizar e organizar a geração de informações atinentes às regras tributárias, custeio de produtos, apuração de tributos, gestão de estoque contábil e cadastros básicos. Ademais, durante o ano de 2018, os membros do Comitê mantiveram discussões com a Companhia acerca da metodologia de monetização de créditos fiscais, bem como continuaram monitorando trimestralmente o cumprimento do cronograma de consumo de créditos. ComplianceDurante o ano de 2018 , o Comitê manteve a supervisão da área de Compliance da Companhia (a partir do final de 2018 sob gestão da Gerência de Compliance). Encontra-se concluído o processo de implementação do Programa de Integridade da Companhia (conforme previsto na Lei nº 12.846, Lei Anticorrupção) conduzida pela Companhia, com o acompanhamento dos Comitês de Auditoria e de Governança Corporativa, que analisaram e debateram todos os procedimentos a serem instaurados e os respectivos controles. Controles Internos e Riscos O Comitê manteve a supervisão constante dos trabalhos desenvolvidos pela área responsável pelos controles internos durante o ano de 2018.Canal de DenúnciasO Comitê de Auditoria acompanha com regularidade as denúncias mais relevantes recebidas por meio do canal de comunicação interna (Ouvidoria) de forma sigilosa e sem a identificação do denunciante. Avaliações de DesempenhoO Comitê de Auditoria procede anualmente a auto avaliação de seu próprio desempenho, bem como avalia os desempenhos das Auditorias Interna e Independente. Referidas avaliações identificam pontos de melhoria e planos de ação correspondentes, sendo relatadas ao Conselho de Administração.Sugestões do Comitê de AuditoriaAs sugestões de aperfeiçoamentos em processos e procedimentos têm sido apresentadas pelo Comitê e endereçadas pela Companhia.ConclusãoO Comitê de Auditoria julga que todos os temas relevantes que lhe foram dados a conhecer pelos trabalhos efetuados e descritos neste Relatório estão adequadamente divulgados no Relatório da Administração e nas Demonstrações Financeiras auditadas relativas a 31 de dezembro de 2018, recomendando sua aprovação pelo Conselho de Administração.São Paulo, 20 de fevereiro de 2019.Luiz Nelson Guedes de Carvalho, Coordenador do Comitê e Especialista Contábil, Financeiro e de Auditoria e Representante do Conselho de Administração no Comitê de Auditoria.Eleazar de Carvalho Filho, Representante do Conselho de Administração no Comitê de Auditoria.Renan BergmannGisélia Oliveira

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

Sem texto na entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.