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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 1325Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 29/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de BANCO MERCANTIL DO BRASIL SA

BANCO MERCANTIL DO BRASIL SA · CNPJ 17.184.037/0001-10

Versões deste exercício: v1 (22/02/2018) · v2 (29/03/2018), esta

BANCO MERCANTIL DO BRASIL SA
CNPJ 17.184.037/0001-10
DFP 2017 (V2)
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
BANCO MERCANTIL DO BRASIL SA
CNPJ
17.184.037/0001-10
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
29/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total9.878.05010.689.634−7,6%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.300.2931.830.399−29,0%
1.02Aplicações Financeiras1.168.2341.100.2596,2%
1.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo1.159.6321.096.2235,8%
1.02.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda1.146.1841.068.5027,3%
1.02.01.03Derivativos13.44827.721−51,5%
1.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado8.6024.036113,1%
1.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento8.6024.036113,1%
1.03Empréstimos e Recebíveis5.830.1746.283.719−7,2%
1.04Tributos Diferidos506.726557.924−9,2%
1.04.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos506.726557.924−9,2%
1.05Outros Ativos889.605728.59922,1%
1.05.01Ativos Não Correntes a Venda284.919201.82741,2%
1.05.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.05.03Outros604.686526.77214,8%
1.05.03.01Ativos Fiscais Correntes45.21135.17428,5%
1.05.03.02Outros Ativos559.475491.59813,8%
1.06Investimentos00
1.06.01Participações em Coligadas00
1.06.02Outros00
1.07Imobilizado143.063151.167−5,4%
1.07.01Imobilizado de Uso8.23621.639−61,9%
1.07.02Imobilizado de Arrendamento00
1.07.03Instalações, Móveis e Equipamentos de Uso119.810105.63313,4%
1.07.04Outros Imobilizados175.288161.0598,8%
1.07.05Imóveis de Uso27.18527.0360,6%
1.07.06(-) Depreciação Acumulada de Ativos Tangíveis−187.456−164.200−14,2%
1.08Intangível39.95537.5676,4%
1.08.01Intangíveis39.95537.5676,4%
1.08.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras consolidadasAos Administradores e Acionistas Banco Mercantil do Brasil S.A. e suas controladasOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras consolidadas do Banco Mercantil do Brasil S.A. ("Banco") e suas controladas que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Mercantil do Brasil S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2017, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Nossa auditoria para o exercício findo em 31 de dezembro de 2017 foi planejada e executada considerando que as operações do Banco e do Consolidado não apresentaram modificações significativas em relação ao exercício anterior. Nesse contexto, os Principais Assuntos de Auditoria, bem como a nossa abordagem de auditoria, mantiveram-se substancialmente alinhados àqueles do exercício anterior.Porque é um PAA Mensuração da provisão para redução ao valor recuperável - Impairment (Notas Explicativas 2.6.7, 4 (a) e 9.2) A apuração do valor da provisão para créditos de liquidação duvidosa é uma área que requer julgamentos por parte da Administração do Banco. A análise de risco de crédito da contraparte e mensuração do valor da provisão para créditos de liquidação duvidosa é um processo que envolve utilização de várias premissas, cenários econômicos, avaliação da situação financeira da contraparte, dos níveis de inadimplência e garantias das carteiras, bem como, impacto da política de renegociação, dos valores estimados de recuperação.O uso de técnicas e premissas incorretas ou a aplicação indevida da regulamentação vigentes poderia resultar em estimativa de provisão para créditos de liquidação duvidosa significativamente diferente. Considerando o exposto acima, essa área permaneceu como de foco em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAtualizamos nosso entendimento e realizamos testes de controles internos relevantes para a apuração da provisão para créditos de liquidação duvidosa. Além disso, executamos testes de auditoria focados na: (i) integridade da base de dados (ii) premissas adotadas pela administração na mensuração do valor recuperável da carteira de crédito (iii) identificação, aprovação, registro e monitoramento das operações, inclusive as renegociadas (iv) processos estabelecidos pelo Banco para cumprimento das premissas e (v) confronto entre os valores apurados de provisão e os valores contabilizados.Para a provisão para créditos de liquidação duvidosa considerando a avaliação individual dos clientes, testamos as premissas relevantes adotadas para identificação da situação de perda no valor recuperável, análise de risco das contrapartes, existência de garantias e a aplicação da metodologia de cálculo da provisão com base nos referidos níveis de riscos atribuídos pela administração.Para a provisão para créditos de liquidação duvidosa considerando a avaliação coletiva, testamos os modelos matemáticos estabelecidos pela administração para apuração dos percentuais de perda por produto e tipo de garantia, com base no histórico de atrasos e perdas das operações.Os resultados do nossos procedimentos nos proporcionaram evidência apropriada de auditoria, no contexto de relevância das demonstrações financeiras.Porque é um PAA Projeção de resultados tributários para registro e manutenção de créditos tributários (Notas Explicativas 2.16.2, 4 (d) e 17) O Banco apresenta saldo contábil relevante relativo à créditos tributários decorrentes, substancialmente, de diferenças temporárias e prejuízos fiscais de Imposto de Renda e bases negativas de Contribuição Social. Para o registro e a manutenção dos referidos créditos, a Administração elabora estudo de projeção de lucro tributário e de realização dos créditos tributários, conforme requerido pelas normas do Banco Central do Brasil.O referido estudo envolve complexidade, aplicação de julgamentos e adoção de premissas subjetivas pela Administração. Considerando o acima descrito, essa permanece sendo considerada uma área de foco em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos principais procedimentos de auditoria consideraram a obtenção do estudo de projeção de lucros tributários aprovado pelo Conselho de Administração.Efetuamos, também, a análise da razoabilidade das premissas utilizadas pelo Banco com as divulgadas no mercado, quando aplicável. Adicionalmente, confrontamos os dados históricos com as referidas projeções.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração para a determinação da realização dos créditos tributários são razoáveis no contexto das demonstrações financeiras consolidadas.Porque é um PAAProvisões para passivos contingentes (Notas Explicativas 2.13, 4 (c), 21) O Banco Mercantil do Brasil S.A. e suas controladas são parte em processos judiciais e administrativos de natureza cível, trabalhista e tributária.Os processos podem ser encerrados após um longo tempo e envolvem, não só discussões acerca do mérito, mas também aspectos processuais complexos, de acordo com a legislação e jurisprudência vigentes. A evolução de jurisprudência sobre determinadas causas nem sempre é uniforme.Assim, a mensuração e definição de reconhecimento de um passivo contingente, envolve aspectos subjetivos e julgamentos exercidos pela administração do Banco.Nessas circunstâncias, essa continua sendo uma área de foco de auditoria. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos principais procedimentos de auditoria abrangeram a atualização do entendimento dos con troles internos relevantes relacionados à identificação, avaliação, monitoramento, mensuração, registro da provisão para passivos contingentes e as divulgações em notas explicativas, bem como testes sobre a totalidade das bases de contingências e testes de aderência as respostas dos advogados externos.Efetuamos testes em base amostral sobre a integridade e histórico de perdas incorridas que são base para quantificação dos processos judiciais massificados de natureza cível e trabalhista.Com relação aos processos individualizados, substancialmente processos de natureza tributária, a apuração é realizada periodicamente a partir da determinação do valor do pedido e da probabilidade de perda, que, por sua vez, é estimada conforme as características de fato e de direito relativas a cada uma das ações. Analisamos, com o apoio de nossos especialistas, a probabilidade de perda dos processos judiciais e administrativos significativos de acordo com a natureza de cada processo.Adicionalmente, realizamos procedimentos de confronto dos saldos contábeis com os relatórios analíticos suporte, bem como obtivemos confirmação com os assessores jurídicos responsáveis pelos processos relevantes, sobre a probabilidade de perda e o valor das causas. Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração para a apuração e registro contábil das provisões para passivos contingentes são razoáveis em todos os aspectos relevantes no contexto das demonstrações financeiras. Porque é um PAAAmbiente de tecnologia de informação O processamento das transações do Banco Mercantil do Brasil S.A. e suas controladas, o desenvolvimento de suas operações e a continuidade de seus processos de negócios são dependentes de sua estrutura tecnológica. Assim, é importante a efetiva operação dos controles gerais de tecnologia da informação, bem como dos seus controles dependentes para assegurar o processamento correto de informações críticas para a tomada de decisões ou das operações.Portanto, o ambiente de tecnologia da informação continua sendo uma área de foco em nossos trabalhos de auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaCom o auxílio de nossos especialistas de sistemas, atualizamos o nosso entendimento e testamos a efetividade operacional dos controles gerais de tecnologia da informação, controles automatizados ou dependentes de tecnologia da informação, bem como os controles compensatórios. Em nosso plano de trabalho, consideramos também testes relacionados à acesso lógico, aos processos de gerenciamento e desenvolvimento de mudanças sistêmicas e segurança de acessos a programas e banco de dados.Como resultado desses trabalhos consideramos que os processos e controles do ambiente de tecnologia da informação nos proporcionaram uma base razoável para determinarmos a natureza e a extensão de nossos procedimentos de auditoria sobre as demonstrações financeiras.Outros assuntosDemonstração do Valor AdicionadoA demonstração consolidada do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaborada sob a responsabilidade da administração do Banco e apresentada como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras consolidadas do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações financeiras consolidadas tomadas em conjunto.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras consolidadasA administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banco ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco. Se concluirmos qu e existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Belo Horizonte, 29 de março de 2018PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP0000160/O-5Carlos Augusto da SilvaContador CRC 1SP197007/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm cumprimento ao disposto no art. 25, inciso VI da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários nº 480, de 7 de dezembro de 2009, os Diretores do Banco Mercantil do Brasil S. A., declaram que, conforme seus conhecimentos acerca da matéria, reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras do Banco, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Belo Horizonte, 22 de fevereiro de 2.018.Diretor PresidenteLuiz Henrique Andrade de AraújoDiretores Vice-PresidentesMauricio de Faria AraujoPaulo Henrique Brant de AraujoRenato Augusto de AraújoVice-Presidente ExecutivoMarco Antônio Andrade de AraújoDiretores ExecutivosÂngela Mourão Cançado JusteLauro Wilson da SilvaRoberto Godoy AssumpçãoRodrigo Alexander Pizzani QueirozTaise Christine da CruzUelquesneurian Ribeiro de AlmeidaValci Braga RezendeDiretoresAlexandra Eliane dos Santos OliveiraAndré Gustavo Pereira DelledonoHumberto Pereira de AlmeidaJane César CoelhoJoão Rufino da SilvaMariana Machado de Araújo de Souza LimaDiretor de Relações com InvestidoresRoberto Godoy Assumpção

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTESEm cumprimento ao disposto no art. 25, inciso V da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários nº 480, de 7 de dezembro de 2009, os Diretores do Banco Mercantil do Brasil S. A., declaram que, conforme seus conhecimentos acerca da matéria, reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer emitido pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, resultante do procedimento de auditoria realizado nas referidas Demonstrações Financeiras do Banco, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017. Belo Horizonte, 22 de fevereiro de 2.018.Diretor PresidenteLuiz Henrique Andrade de AraújoDiretores Vice-PresidentesMauricio de Faria AraujoPaulo Henrique Brant de AraujoRenato Augusto de AraújoVice-Presidente ExecutivoMarco Antônio Andrade de AraújoDiretores ExecutivosÂngela Mourão Cançado JusteLauro Wilson da SilvaRoberto Godoy AssumpçãoRodrigo Alexander Pizzani QueirozTaise Christine da CruzUelquesneurian Ribeiro de AlmeidaValci Braga RezendeDiretoresAlexandra Eliane dos Santos OliveiraAndré Gustavo Pereira DelledonoHumberto Pereira de AlmeidaJane César CoelhoJoão Rufino da SilvaMariana Machado de Araújo de Souza LimaDiretor de Relações com InvestidoresRoberto Godoy Assumpção

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Parecer do Conselho Fiscal Os membros do Conselho Fiscal do Banco Mercantil do Brasil S. A., no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, tendo examinado o Relatório da Administração, as demonstrações financeiras relativas ao segundo semestre de 2017 e o Estudo Técnico de Expectativa de Geração de Lucros Tributáveis Futuros, que tem como objetivo a realização dos Créditos Tributários, trazidos a valor presente, de acordo com a Instrução CVM nº 371/02, Resoluções nºs 3.059/02 e 3.355/06 do Conselho Monetário Nacional e Circular nº 3.171/02 do Banco Central do Brasil, são de opinião que as citadas peças, examinadas à luz da legislação societária vigente, refletem adequadamente a situação patrimonial e financeira da Sociedade, opinando por sua aprovação pela Assembleia Geral.Belo Horizonte, 22 de fevereiro de 2018.CONSELHO FISCALJosé Regis da Silva PontesEuler Luiz de Oliveira PenidoMilton de Castro Silva JúniorAfrânio Eustáquio RibeiroYehuda Waisberg

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIAINTRODUÇÃODe acordo com o estabelecido em seu Regimento, compete ao Comitê zelar pela qualidade e integridade das demonstrações contábeis do Banco, pelo cumprimento das exigências legais e regulamentares, pela atuação, independência e qualidade dos trabalhos das empresas de auditoria independente, da auditoria interna, pela qualidade e efetividade dos sistemas de controles internos e de administração de riscos. As avaliações do Comitê baseiam-se nas informações recebidas da Administração, dos auditores independentes, da auditoria interna, dos responsáveis pelo gerenciamento dos riscos e de controles internos e nas suas próprias análises decorrentes de observação direta.ATIVIDADESNo exercício de suas atividades, o Comitê realizou reuniões com representantes do Conselho de Administração e com os executivos responsáveis pelas principais áreas do Banco, enfatizando aspectos inerentes aos controles internos, gerenciamento de riscos e informações financeiras. Nas reuniões com as equipes de auditoria interna e independente, verificou o cumprimento dos planejamentos anuais substancialmente executados, conheceu as metodologias utilizadas, a qualificação do corpo técnico e examinou as conclusões e principais recomendações.Acompanhou, junto à Administração e à auditoria independente, o processo de preparação das demonstrações contábeis, avaliou os aspectos relevantes, a abrangência, conformidade e clareza das notas explicativas, examinou as práticas contábeis adotadas, conheceu e debateu o teor do parecer emitido pela auditoria independente. Adicionalmente, o Comitê recomendou ao Conselho de Administração, em reunião de 22 de fevereiro de 2017, a aprovação das demonstrações contábeis consolidadas do Banco, elaboradas com base no padrão contábil internacional emitido pelo IASB, para a data-base de 31 de dezembro de 2016.CONCLUSÕESCom base nas atividades desenvolvidas e tendo presente suas atribuições e as limitações inerentes ao escopo de atuação, o Comitê de Auditoria concluiu que:a) Os sistemas de controles internos são adequados ao porte e complexidade dos negócios do Banco e é estruturado de modo a garantir a eficiência das operações, a geração dos correspondentes relatórios financeiros e observância às normas internas e externas a que se sujeitam essas operações. Tais controles são objeto de constante atenção por parte da Administração e vêm sendo permanentemente aprimorados. O Comitê não tem conhecimento de deficiências relevantes que possam comprometer a efetividade destes controles.b) O Banco adota postura conservadora na avaliação de riscos e dispõe de instrumentos apropriados para sua gestão e mitigação. Desta forma, considera, inclusive, a opinião de advogados externos com capacitação para se pronunciar sobre o tema. Os riscos entendidos como prováveis, a partir daquela avaliação, foram refletidos nas demonstrações contábeis. Relativamente ao risco de crédito, a rentabilidade futura do banco está vinculada, dentre outros fatores, ao êxito das medidas tomadas ao longo dos anos-calendário de 2015 a 2017, as quais já se encontram parcialmente refletidas nas correspondentes demonstrações contábeis.c) Os resultados dos trabalhos realizados pela Auditoria Interna não trouxeram ao conhecimento deste Comitê a existência de riscos residuais que possam afetar a solidez e a continuidade do Banco.d) O Comitê avalia como plenamente satisfatórios o volume e a qualidade das informações fornecidas pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, sob os quais suporta sua conclusão acerca da integridade das demonstrações contábeis. O Comitê não tem conhecimento de situações que pudessem afetar a objetividade e independência dos auditores externos. e) As demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2017 foram elaboradas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às Instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. O Comitê não tem conhecimento de eventos relativos às empresas controladas pelo Banco que possam afetar a integridade destas demonstrações.RECOMENDAÇÃOO Comitê de Auditoria, ponderadas devidamente suas responsabilidades e as limitações naturais decorrentes do escopo de sua atuação, recomenda a aprovação pelo Conselho de Administração das demonstrações contábeis consolidadas do Banco Mercantil do Brasil S.A., para a data-base de 31 de dezembro de 2017.Belo Horizonte, 22 de fevereiro de 2018.EDSON EUSTÁQUIO DE OLIVEIRA PENIDOSEBASTIÃO SALVADOR GAMARANOWELLINGTON INÁCIO

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.