Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2020234 páginasCódigo CVM 17329Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 20/04/2021valores em R$ mil

DFP 2020 de ENGIE BRASIL ENERGIA S.A.

ENGIE BRASIL ENERGIA S.A. · CNPJ 02.474.103/0001-19

Versões deste exercício: v1 (11/02/2021) · v2 (20/04/2021), esta

ENGIE BRASIL ENERGIA S.A.
CNPJ 02.474.103/0001-19
DFP 2020 (V2)
Exercício 2020
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
ENGIE BRASIL ENERGIA S.A.
CNPJ
02.474.103/0001-19
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
234
Ano de referência
2020*
Publicado em
20/04/2021 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202031/12/2019Var.
1Ativo Total35.186.24830.135.57816,8%
1.01Ativo Circulante7.733.2976.745.67114,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa4.538.9463.870.26117,3%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber1.755.6011.451.22721,0%
1.01.03.01Clientes1.723.1011.451.22718,7%
1.01.03.02Outras Contas a Receber32.5000—
1.01.03.02.01Dividendos a receber32.5000—
1.01.04Estoques189.428220.964−14,3%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar140.785166.833−15,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar140.785166.833−15,6%
1.01.06.01.01Crédito de imposto de renda e contribuição social140.785166.833−15,6%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.108.5371.036.3867,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros1.108.5371.036.3867,0%
1.01.08.03.01Ganhos não realizados em operações de hedge14.475115.131−87,4%
1.01.08.03.02Ganhos não realizados em operações de trading320.309288.77110,9%
1.01.08.03.03Depósitos vinculados174.0484.8563.484,2%
1.01.08.03.04Repactuação de risco hidrológico a apropriar15.08915.0890,0%
1.01.08.03.05Ativo financeiro de concessão305.626296.2323,2%
1.01.08.03.06Indenização de seguro a receber00—
1.01.08.03.07Outros ativos circulantes274.413311.478−11,9%
1.01.08.03.08Ativos não circulantes mantidos para venda4.5774.829−5,2%
1.02Ativo Não Circulante27.452.95123.389.90717,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo6.976.0623.814.00782,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber00—
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos00—
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes6.976.0623.814.00782,9%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Ganhos não realizados em operações de hedge719.380311.577130,9%
1.02.01.10.04Ganhos não realizados em operações de trading54.38542.69527,4%
1.02.01.10.05Depósitos vinculados235.819381.064−38,1%
1.02.01.10.06Depósitos judiciais82.539102.878−19,8%
1.02.01.10.07Repactuação de risco hidrológico a apropriar100.597115.686−13,0%
1.02.01.10.08Ativo financeiro de concessão2.499.1702.411.9423,6%
1.02.01.10.09Ativo de contrato2.961.419217.6111.260,9%
1.02.01.10.10Direito de uso de arrendamentos147.002161.866−9,2%
1.02.01.10.11Outros ativos não circulantes175.75168.688155,9%
1.02.02Investimentos2.425.0622.948.920−17,8%
1.02.02.01Participações Societárias2.425.0622.948.920−17,8%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto2.425.0622.948.920−17,8%
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado15.537.83715.330.2111,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação14.032.29014.907.812−5,9%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento1.505.547422.399256,4%
1.02.04Intangível2.513.9901.296.76993,9%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Acionistas, Conselheiros e Administradores da Engie Brasil Energia S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Engie Brasil Energia S.A. e controladas ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de Dezembro de 2020 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2020, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Opinião sobre as demonstrações contábeis individuaisEm nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Engie Brasil Energia S.A. em 31 de Dezembro de 2020, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Engie Brasil Energia S.A. e controladas em 31 de Dezembro de 2020, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro ("International Financial Reporting Standards - IFRS"), emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB".Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Reconhecimento de receitaConforme descrito nas notas explicativas nº 3.q e nº 33 às demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a receita da Companhia decorre substancialmente do suprimento e da comercialização de energia elétrica. Esse assunto foi considerado como significativo para a nossa auditoria, em função do volume e da especificidade dos contratos de suprimento de energia, processos que suportam seu reconhecimento, a sua dependência de sistemas e seus respectivos controles internos.Nossos procedimentos de auditoria sobre o reconhecimento de receita incluíram, entre outros: (i) avaliação do desenho e da implementação das atividades de controles internos da Companhia relacionados ao processo da Administração para mensurar o montante da receita de suprimento e comercialização de energia elétrica a ser reconhecida, de acordo com os requerimentos contábeis e com as condições contratuais (ii) envolvimento de nossos especialistas em Tecnologia da Informação para avaliação dos sistemas e do ambiente informatizado utilizados para registro de tais montantes (iii) testes dos contratos de suprimento e de comercialização de energia, por amostragem, considerando suas especificidades e registro contábil (iv) teste de recebimento subsequente de faturas, por amostragem (v) teste sobre as receitas não faturadas, avaliando o processo de estimativa da Administração e (vi) avaliação para saber se as divulgações efetuadas pela Administração nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas estão apropriadas.Como resultado da execução destes procedimentos, foram identificadas deficiências no controle interno relacionado à atividade de revisão do cálculo da receita faturada, que alteraram nossa avaliação quanto à natureza, época e extensão de nossos procedimentos substantivos inicialmente planejados.Com base nos procedimentos de auditoria acima descritos e nas evidências de auditoria obtidas, consideramos que o processamento, o registro e o reconhecimento da receita, realizados pela Companhia, assim como as respectivas divulgações, estão adequados no contexto das demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Provisões (para litígios)Conforme divulgado nas notas explicativas nº 3.r.5 e nº 27 às demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a Companhia é ré em uma série de processos judiciais relacionados a discussões cíveis, fiscais e trabalhistas, os quais envolvem montantes elevados. Esse assunto foi considerado relevante para a nossa auditoria, uma vez que, na determinação dos montantes a serem contabilizados para fazer frente a esses riscos, bem como dos montantes de riscos possíveis e remotos divulgados nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a Administração, assessorada por seus consultores jurídicos, aplica um alto grau de julgamento que requer a utilização de conhecimento técnico e histórico da Companhia, a análise de jurisprudências e a análise individualizada dos processos.Para responder a esse principal assunto de auditoria, nossos procedimentos incluíram: (i) avaliação do desenho e da implementação dos controles internos relevantes sobre as contingências, especificamente na determinação das provisões para referidos riscos (ii) testes, com o auxílio de nossos especialistas em Tecnologia da Informação, sobre os sistemas informatizados utilizados pela Administração para controlar e avaliar as provisões (iii) execução de teste da integridade e da exatidão da base de dados utilizada pela Administração, para desenvolvimento das estimativas dos prognósticos de perda dos processos (iv) confirmação independente com os assessores jurídicos externos e patronos dos processos quanto à classificação do risco de perda, à fase processual e ao valor envolvido (v) desafio às premissas e aos julgamentos utilizados pela Administração no desenvolvimento dessas estimativas e (vi) avaliação para saber se as divulgações efetuadas pela Administração nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas estão apropriadas. Como resultado da execução destes procedimentos, foram identificadas deficiências no controle interno relacionado a avaliação dos prognósticos e estimativas de perdas dos assessores externos, que alteraram nossa avaliação quanto à natureza, época e extensão de nossos procedimentos substantivos inicialmente planejados.Com base nos procedimentos de auditoria acima descritos, consideramos que a mensuração da provisão para litígios, realizada pela Companhia, assim como as respectivas divulgações, estão adequadas no contexto das demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Direito de extensão de concessão - Repactuação do risco hidrológico Conforme descrito na nota explicativa nº 16.a.4 às demonstrações contábeis individuais e consolidadas, em setembro de 2020, entrou em vigor a Lei nº 14.052 que estabelece novas condições para a repactuação do risco hidrológico de geração de energia elétrica, tendo como objetivo a compensação aos titulares das usinas hidrelétricas participantes do Mecanismo de Realocação de Energia - MRE dos efeitos decorrentes de externalidades que agravaram o Generation Scaling Factor - GSF ao longo dos últimos anos. A compensação ocorrerá por meio de extensão do período de outorga da concessão e está condicionada à desistência das ações judiciais e à renúncia de qualquer alegação de direito relativa à isenção ou mitigação dos riscos hidrológicos relacionados ao MRE. Esse tema foi considerado um principal assunto em nossa auditoria, pois: (i) o valor envolvido da repactuação do risco hidrológico foi material para a auditoria (ii) a mensuração dos valores justos do ativo envolve a aplicação de metodologias e premissas de avaliação relevantes, que são complexas e que requerem alto grau de julgamento por parte da Administração e de seus especialistas, tais como taxas de desconto, projeções de preços de venda, projeções de custo futuro de operações de usinas, dentre outras premissas (iii) o assunto demandou o envolvimento intenso e frequente de membros experientes da equipe de auditoria e de seus especialistas técnicos, administração da Companhia, bem como de diversos participantes do setor de energia.Nossos principais procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) avaliação das políticas contábeis aplicadas pela Companhia para reconhecimento e mensuração do direito de extensão de concessão (ii) a avaliação da Lei nº 14.052/2020 e da Resolução Normativa nº 895/2020 emitida pelo regulador os quais formalizaram o direito e regulamentação do direito de extensão de concessão e a análise da documentação-suporte para a transação (iii) avaliação das principais premissas e metodologias utilizadas pela Companhia na mensuração e no adequado reconhecimento do valor justo do ativo de direito de extensão de concessão reconhecido e (iv) a avaliação se as divulgações efetuadas pela Administração nas demonstrações financeiras estão apropriadas. Com base nos procedimentos de auditoria efetuados no teste de reconhecimento do valor justo do direito de extensão de concessão, consideramos o reconhecimento do intangível relacionado a repactuação do risco hidrológico adequado, assim como as respectivas divulgações, no contexto das demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2020, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão reconciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse pronunciamento técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditor A Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração, e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito. Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia suas controladas a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do Grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, pela supervisão e pelo desempenho da auditoria do Grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Joinville, 11 de fevereiro de 2021DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAuditores IndependentesCRC nº 2 SP 011609/O-8 "F" SCFernando de Souza LeiteContadorCRC nº 1 PR 050422/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Os diretores da Companhia declaram que examinaram, discutiram e revisaram todas as informações contidas nas Demonstrações Contábeis da Companhia (individual e consolidada), bem como, concordam com a opinião dos auditores independentes da Companhia, Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, referenciadas no Relatório dos Auditores Independentes a seguir apresentado. Eduardo Antonio Gori SattaminiDiretor-Presidente e de Relações com InvestidoresMarcelo Cardoso MaltaDiretor Financeiro Gabriel Mann dos SantosDiretor de Comercialização de EnergiaGuilherme Slovinski FerrariDiretor de Novos Negócios, Estratégia e InovaçãoJosé Luiz Jansson LaydnerDiretor de OperaçãoMarcos Keller AmboniDiretor de Regulação e MercadoLuciana Moura NabarreteDiretora AdministrativoMárcio Daian NevesDiretor de ImplantaçãoFlorianópolis, 11 de fevereiro de 2021.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os diretores da Companhia declaram que examinaram, discutiram e revisaram todas as informações contidas nas Demonstrações Contábeis da Companhia (individual e consolidada), bem como, concordam com a opinião dos auditores independentes da Companhia, Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, referenciadas no Relatório dos Auditores Independentes a seguir apresentado. Eduardo Antonio Gori SattaminiDiretor-Presidente e de Relações com InvestidoresMarcelo Cardoso MaltaDiretor Financeiro Gabriel Mann dos SantosDiretor de Comercialização de EnergiaGuilherme Slovinski FerrariDiretor de Novos Negócios, Estratégia e InovaçãoJosé Luiz Jansson LaydnerDiretor de OperaçãoMarcos Keller AmboniDiretor de Regulação e MercadoLuciana Moura NabarreteDiretora AdministrativoMárcio Daian NevesDiretor de ImplantaçãoFlorianópolis, 11 de fevereiro de 2021.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Os membros do Conselho Fiscal da ENGIE Brasil Energia S.A., infra-assinados, no desempenho de suas funções legais e estatutárias, examinaram o Relatório Anual da Administração e as Demonstrações Contábeis compostas pelo balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2020 e pelas demonstrações do resultado do exercício do resultado abrangente das mutações do patrimônio líquido do fluxo de caixa e do valor adicionado para o exercício findo naquela data, as respectivas notas explicativas, bem como a proposta de destinação do lucro líquido do exercício para reserva legal, reserva de incentivos fiscais, reserva de retenção de lucros, dividendos e juros sobre o capital próprio.Foi, também, examinado o orçamento de capital, no valor total de R$ 5.838.217.986,25, destinado aos 3 exercícios subsequente, de 2021, 2022 e 2023, nos valores de R$ 3.516.564.564,61, R$ 1.567.961.176,44 e R$ 753.692.245,20, respectivamente, o qual foi elaborado em conformidade com os requisitos legais e se destina à aplicação direta na manutenção do parque produtivo e em investimentos em novos empreendimentos, o que enseja a constituição da reserva de retenção de lucro no valor de R$ 638.669.403,00 proposta pelo Conselho de Administração da Companhia.Com base nos exames efetuados e considerando, ainda, o relatório dos auditores independentes, Deloitte Touche Tohmatsu, emitido sem ressalvas em 11 de fevereiro de 2021, bem como as informações e esclarecimentos recebidos dos representantes da administração ao longo do exercício, os membros do Conselho Fiscal expressam a opinião de que os documentos em apreço, bem como a proposta de destinação do lucro líquido do exercício apresentada pelo Conselho de Administração estão em condições de serem aprovados pelos acionistas na próxima Assembleia Geral Ordinária da Companhia.Florianópolis, 11 de fevereiro de 2021.Waltamir BarreirosConselheiro PresidenteCarlos Guerreiro PintoConselheiro Milre Felix NetoConselheiro

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

De acordo com a legislação vigente, os membros do CAE, no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto nas normas da CVM, Regulamentação do Novo Mercado e no Regimento Interno do Comitê, procederam à análise das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, acompanhadas do relatório dos auditores independentes e do relatório da administração referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2020 e considerando as informações prestadas pela Administração da Companhia e pelos profissionais da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, opinam, por unanimidade, recomendar a sua aprovação pelo Conselho de Administração e o seu encaminhamento à Assembleia Geral Ordinária - AGO para deliberação pelos acionistas.Esse Parecer, depois de lido e achado conforme, será assinado pelos membros do Comitê de Auditoria Estatutário, por meio do DocuSign. Rio de Janeiro, 11 de fevereiro de 2021.Paulo de Resende SalgadoCoordenador do Comitê de Auditoria EstatutárioCarla Carvalho de CarvalhoMembro do Comitê de Auditoria EstatutárioManoel Eduardo Lima LopesMembro do Comitê de Auditoria Estatutário

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

1.ApresentaçãoO Comitê de Auditoria Estatutário ("CAE") foi criado como parte integrante da governança corporativa da ENGIE, atendendo à alteração do Estatuto Social da Engie (33ª AGE - item 1.1), que adequou a ENGIE às regras do Regulamento do Novo Mercado B3 no tocante a instalação do Comitê de Auditoria Estatutário (Art. 22).O CAE foi constituído, na Reunião do Conselho de Administração da Companhia número 193, realizada em 06 de dezembro de 2019, na qual foi aprovada o seu Regimento Interno, e na Reunião do Conselho de Administração da Companhia número 202, de 14 de maio de 2020, na qual foram nomeados os membros do CAE.O CAE é um órgão estatutário de caráter permanente, vinculado diretamente ao Conselho de Administração da ENGIE Brasil Energia S/A ("ENGIE"), sendo regido pelas regras previstas na legislação brasileira e disposições contidas em seu Regimento Interno. O CAE reporta os assuntos tratados em suas reuniões, bem como suas manifestações, ao Conselho de Administração da ENGIE, conforme atas das reuniões arquivadas na Companhia.Os membros da Diretoria da ENGIE são convidados a participar das reuniões do CAE que envolvam temas a eles afetos ou assuntos por eles submetidos para apreciação do CAE e indicam, conforme o caso, a participação dos gestores das áreas responsáveis pelas matérias a serem tratadas. Os gestores designados pela ENGIE também são convidados a participar de todas as reuniões do CAE.A Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes (DTT) é a firma responsável pelo exame e emissão do relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras e pela emissão dos relatórios especiais sobre as revisões trimestrais (ITR's) do Conglomerado ENGIE no período deste relatório.O CAE atualmente é composto pelos Conselheiros de Administração da ENGIE, Economista Paulo de Resende Salgado, Coordenador do CAE, e Contador Manoel Eduardo Lima Lopes, e pela Advogada Carla Carvalho de Carvalho, todos atendendo aos critérios de independência estabelecidos pela legislação vigente e, também, pelos critérios do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC).2.Resumo das atividades no Ano de 2020No período de 15 de maio a 31 de dezembro de 2020, o CAE realizou 12 (doze) reuniões e 2 (duas) reuniões no ano de 2021 (até a data de avaliação das demonstrações financeiras referentes ao exercício de 2020), envolvendo os Conselheiros de Administração, Diretores Executivos, Auditores Internos e Auditores Independentes do Conglomerado ENGIE, assim como os Gerentes das Unidades Organizacionais de Riscos, Contabilidade, Tributária, Jurídica, Ética, Controles Internos e Compliance. O CAE realizou também 2 (duas) reuniões com o Conselho de Administração. Dentre as atividades realizadas no exercício, destacamos as seguintes:i.Discussão e avaliação das políticas de independência dos auditores independentes, abrangendo em especial os seguintes assuntos: (i) o planejamento e a execução dos trabalhos de auditorias das demonstrações financeiras trimestrais do exercício social de 2020 do Conglomerado ENGIE (ii) conhecer as naturezas e extensões dos principais procedimentos de auditoria selecionados e os conceitos de materialidades adotados (iii) as análises de riscos de auditorias por eles efetuadas (iv) as conclusões dos exames de auditorias, tendo tomado conhecimento do teor do relatório dos auditores independentes sobre os exames das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2020, dando-se por satisfeito com as informações e esclarecimentos prestados. Também foram obtidas informações para assegurar as independências dos auditores e as inexistências de conflitos de interesses em outros trabalhos que não os de auditorias das demonstrações financeiras.ii.Acompanhamento, do processo de elaboração das demonstrações financeiras e informações trimestrais, mediante reuniões com os administradores e auditores independentes, abordando as principais práticas contábeis adotadas, as estimativas contábeis efetuadas, bem como as apresentações das situações patrimoniais e financeiras, dos resultados financeiros, dos fluxos de caixa e dos valores adicionados e das notas explicativas às demonstrações financeiras. iii.Supervisão do Plano Anual da Auditoria Interna, sua execução, relatórios emitidos, conhecimento dos pontos levantados e das recomendações, como também as providências tomadas pela Administração.iv.Monitoramento do Programa de Controles Internos e da Matriz de Riscos.v.Conhecimento das decisões do Conglomerado ENGIE com relação à Lei Geral de Proteção de Dados.vi.Acompanhamento de eventos desenvolvidos pela área tributária corporativa.vii.Acompanhamento de processos judiciais e administrativos que envolvam ativos e passivos em andamento.viii.Monitoramento do canal de denúncias éticas do Conglomerado ENGIE.Rio de Janeiro, 11 de fevereiro de 2021.Paulo de Resende SalgadoCoordenador do Comitê de Auditoria EstatutárioCarla Carvalho de CarvalhoMembro do Comitê de Auditoria EstatutárioManoel Eduardo Lima LopesMembro do Comitê de Auditoria Estatutário

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias815.927.7400
Preferenciais00
Total815.927.7400

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.