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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2010Código CVM 21350Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 05/04/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de DIRECIONAL ENGENHARIA S/A

DIRECIONAL ENGENHARIA S/A · CNPJ 16.614.075/0001-00

Versões deste exercício: v1 (21/03/2011) · v2 (05/04/2011), esta

DIRECIONAL ENGENHARIA S/A
CNPJ 16.614.075/0001-00
DFP 2010 (V2)
Exercício 2010
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
DIRECIONAL ENGENHARIA S/A
CNPJ
16.614.075/0001-00
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2010*
Publicado em
05/04/2011 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total1.679.5421.088.44654,3%
1.01Ativo Circulante1.308.165863.10951,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa190.851313.881−39,2%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber662.411329.978100,7%
1.01.03.01Clientes662.411329.978100,7%
1.01.03.01.01Contas a receber por incorporação de imóveis594.108324.99282,8%
1.01.03.01.02Contas a receber por prestação de serviços68.3034.9861.269,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques408.442191.347113,5%
1.01.04.01Estoques de imóveis concluidos19.52719.0892,3%
1.01.04.02Estoque de imóveis em construção135.923103.58631,2%
1.01.04.03Estoque de terrenos a incorporar252.99268.672268,4%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar6.4382.724136,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar6.4382.724136,3%
1.01.07Despesas Antecipadas3.5875.146−30,3%
1.01.07.01Despesas comerciais a apropriar3.5875.146−30,3%
1.01.08Outros Ativos Circulantes36.43620.03381,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros36.43620.03381,9%
1.01.08.03.01Partes relacionadas7.4410
1.01.08.03.02Créditos diversos28.99520.03344,7%
1.02Ativo Não Circulante371.377225.33764,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo334.446207.79660,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber157.40385.03385,1%
1.02.01.03.01Clientes157.40385.03385,1%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques151.118108.74039,0%
1.02.01.04.01Estoque de terrenos a incorporar151.118108.74039,0%
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos00
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas25.92514.02384,9%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores25.92514.02384,9%
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.02Investimentos00
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado34.63014.234143,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação34.63014.234143,3%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível2.3013.307−30,4%
1.02.04.01Intangíveis2.3013.307−30,4%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras AosAdministradores e acionistas daDirecional engenharia S/ABelo Horizonte - MGExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Direcional Engenharia S/A ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil e aprovados pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), assim como pelos controles internos que a Administração determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações financeiras preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no BrasilEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais (controladora) e consolidadas, acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Direcional Engenharia S/A em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil e aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pelaComissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC).Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Direcional Engenharia S/A em 31 de dezembro de 2010, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) aplicáveis a entidade de incorporação imobiliária no Brasil e aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC).ÊnfasesDemonstrações financeiras consolidadas: IFRS aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil.Conforme descrito na nota 2.1. as demonstrações financeiras individuais (controladora) e consolidadas foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. As demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com as IFRS aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária, consideram adicionalmente a Orientação OCPC 04 editada pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis, que trata do reconhecimento da receita desse setor, conforme descrito em maiores detalhes na Nota 2.2.2.Determinados assuntos relacionados ao significado e aplicação do conceito de transferência contínua de riscos, benefícios e de controle na venda de unidades imobiliárias serão analisadas pelo International Financial Reporting Interpretation Committe (IFRIC). Os resultados dessa análise podem fazer com que as incorporadoras imobiliárias tenham que revisar suas práticas relacionadas ao reconhecimento de receitas.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, mas não é requerida pelas IFRS. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorAs demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Direcional Engenharia S/A referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2009, foram examinadas pela Terco Grant Thornton Auditores Independentes (Terco), entidade separada legalmente da Ernst & Young Auditores Independentes S.S., que emitiu relatório em 19/03/2010 com uma opinião sem modificações sobre essas demonstrações financeiras. Em 1 de outubro de 2010, a Terco foi incorporada pela Ernst & Young Auditores Independentes S.S. Após essa incorporação, a Ernst & Young Auditores Independentes S.S. passou a ser denominada Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S.Belo Horizonte, 21 de março de 2011ERNST & YOUNG TERCO Auditores Independentes S.S.CRC 2SP 015.199/O-6Lourinaldo da Silva MestreContador CRC SP-126.047/O-8 S-MG

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras DECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INTRUÇÃO CVM Nº480/09Declaro, na qualidade de diretor da Direcional Engenharia S.A. sociedade por ações com sede na Cidade de Belo Horizonte, na Rua Grão Pará, nº 466, CEP 30.150-340, inscrita no CNPJ/MF nº 16.614.075/0001-00 ("Companhia"), nos termos dos incisos V e VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, que juntamente com os demais diretores da Companhia: (i) revi, discuti e concordei com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes da Companhia e, (ii) revi, discuti e concordei com as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010.Belo Horizonte, 21 de março de 2010. Jose Carlos Wollenweber Filho DIRETOR FINANCEIRO E RELAÇÕES COM INVESTIDORES

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores Independentes DECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INTRUÇÃO CVM Nº480/09Declaro, na qualidade de diretor da Direcional Engenharia S.A. sociedade por ações com sede na Cidade de Belo Horizonte, na Rua Grão Pará, nº 466, CEP 30.150-340, inscrita no CNPJ/MF nº 16.614.075/0001-00 ("Companhia"), nos termos dos incisos V e VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, que juntamente com os demais diretores da Companhia: (i) revi, discuti e concordei com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes da Companhia e, (ii) revi, discuti e concordei com as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010.Belo Horizonte, 21 de março de 2011. JOSÉ CARLOS WOLLENWEBER FILHO DIRETOR FINANCEIRO E RELAÇÕES COM INVESTIDORES

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.