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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 18465Versão 1Recebida em 20/02/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de ULTRAPAR PARTICIPACOES S/A

ULTRAPAR PARTICIPACOES S/A · CNPJ 33.256.439/0001-39

ULTRAPAR PARTICIPACOES S/A
CNPJ 33.256.439/0001-39
DFP 2018
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
ULTRAPAR PARTICIPACOES S/A
CNPJ
33.256.439/0001-39
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
20/02/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total30.499.39528.284.3467,8%
1.01Ativo Circulante16.211.70715.490.1114,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa3.938.9515.002.004−21,3%
1.01.02Aplicações Financeiras2.853.1061.283.498122,3%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado2.696.0871.151.647134,1%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.01.03Títulos mensurados ao valor justo por meio do resultado00
1.01.02.01.04Títulos mensurados ao valor justo por outros resultados abrangentes00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes157.019131.85119,1%
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber4.496.1944.203.0567,0%
1.01.03.01Clientes4.436.5694.147.8947,0%
1.01.03.01.01Contas a Receber de Clientes4.069.3073.861.3255,4%
1.01.03.01.02Financiamentos a Clientes367.262286.56928,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber59.62555.1628,1%
1.01.03.02.01Demais Contas a Receber58.56144.02533,0%
1.01.03.02.02Dividendos a Receber1.06411.137−90,4%
1.01.04Estoques3.354.5323.513.710−4,5%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar896.881881.5841,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar896.881881.5841,7%
1.01.07Despesas Antecipadas187.570150.04625,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes484.473456.2136,2%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros484.473456.2136,2%
1.01.08.03.01Ativos de contratos com clientes - direitos de exclusividade484.473456.2136,2%
1.02Ativo Não Circulante14.287.68812.794.23511,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo4.510.3813.768.17319,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes129.26010.9551.079,9%
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado73.08973.471−0,5%
1.02.01.04Contas a Receber431.248337.90927,6%
1.02.01.04.01Clientes81.56946.30176,2%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber349.679291.60819,9%
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos514.187614.061−16,3%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos514.187614.061−16,3%
1.02.01.08Despesas Antecipadas399.095346.88615,1%
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas4904900,0%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas4904900,0%
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes2.963.0122.384.40124,3%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Impostos a Recuperar852.782313.242172,2%
1.02.01.10.04Depósitos Judiciais881.507822.6607,2%
1.02.01.10.05Ativo de indenização - combinação de negócios194.719202.352−3,8%
1.02.01.10.06Ativos de contratos com clientes - direitos de exclusividade1.034.0041.046.147−1,2%
1.02.02Investimentos129.087150.194−14,1%
1.02.02.01Participações Societárias129.087150.194−14,1%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas24.33825.341−4,0%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.05Outros Investimentos104.749124.853−16,1%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado7.278.8656.637.8269,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível2.369.3552.238.0425,9%
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Acionistas, Conselheiros e Administradores da Ultrapar Participações S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Ultrapar Participações S.A. (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Ultrapar Participações S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Avaliação do valor recuperável de ágio sobre combinações de negócios - Individuais e Consolidadas (Notas explicativas 2. (t) Redução ao valor recuperável e 14 Ativos Intangíveis)A aquisição das operações da Imifarma Produtos Farmacêuticos S.A. (Extrafarma) resultou em reconhecimento de ágio, cujo valor recuperável deve ser avaliado anualmente. A avaliação da necessidade ou não de registro de redução ao valor recuperável é suportada por estimativas de rentabilidade futura baseadas no plano de negócios e orçamento preparados pela Companhia e aprovados pelo Conselho de Administração que são baseadas em metodologias e premissas que envolvem julgamento tais como: taxa de desconto e taxa de crescimento, receitas de vendas, custos, margem bruta e novos investimentos. O processo de determinação das estimativas de rentabilidade futura das unidades geradoras de caixa para fins de avaliação do valor recuperável de tais ativos envolve complexidade, julgamento e incerteza e, eventuais alterações nas premissas utilizadas no referido cálculo podem impactar as demonstrações financeiras consolidadas e o valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras individuais. Portanto, consideramos esse assunto como significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho, a implementação e a efetividade do controle interno de projeções financeiras relativo a identificação e mensuração do valor recuperável das unidades geradoras de caixa onde o ágio está alocado.Com o auxílio dos nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos a metodologia usada pela Companhia e as premissas utilizadas no cálculo dos fluxos de caixa descontados, incluindo taxas de crescimento e de desconto, comparamos com informações históricas e testamos a precisão aritmética das fórmulas utilizadas nos modelos de fluxo de caixa descontado. Avaliamos a análise de sensibilidade das premissas significativas e comparamos os orçamentos aprovados para o exercício anterior com os valores reais apurados de forma a verificar a habilidade da Companhia em projetar resultados futuros. Adicionalmente, comparamos o valor recuperável apurado com base nos fluxos de caixa descontados, por unidade geradora de caixa, com o valor contábil das respectivas unidades geradoras de caixa e avaliamos as divulgações feitas nas demonstrações financeiras. Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos de auditoria acima resumidos, consideramos que o valor do ágio sobre combinação de negócios e as respectivas divulgações são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Divulgação dos impactos do novo pronunciamento contábil CPC 06 (R2) e IFRS 16 - Operações de Arrendamento Mercantil (Nota explicativa 2.y - Individuais e Consolidadas)O pronunciamento contábil revisado CPC 06 (R2) e IFRS 16 - Operações de Arrendamento Mercantil, introduz requerimentos contábeis complexos servindo de base para mensuração do registro de direito de uso de um ativo assim como do passivo de arrendamento, especialmente com relação a determinação da taxa de desconto de cada contrato de arrendamento, bem como a divulgação de aspectos relacionados a transição da norma e seu impacto contábil que entrará em vigor a partir de 1 de janeiro de 2019. A Companhia e suas controladas mantêm compromissos relevantes decorrentes de contratos de arrendamentos operacionais de terrenos, imóveis e lojas no Brasil, além de concessões portuárias e escritórios como sedes administrativas e efetuou a divulgação dos potenciais impactos decorrentes da transição do novo pronunciamento dentre outras informações requeridas por essas normas.Devido à complexidade e julgamentos envolvidos na determinação das taxas de desconto dos contratos de arrendamento e relevância dos impactos dessa taxa na mensuração do passivo de arrendamento, assim como a relevância das divulgações dos efeitos da adoção inicial do CPC 06 (R2) / IFRS 16, esse assunto foi considerado como significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assunto Analisamos o processo da Companhia para captura das informações necessárias para divulgação do potencial impacto do novo pronunciamento. Com o auxílio de especialistas internos em finanças corporativas, avaliamos as premissas utilizadas na determinação das taxas de desconto e análise de sensibilidade sobre o modelo adotado pela Companhia e suas controladas. Avaliamos os julgamentos aplicados pela Companhia e suas controladas para as demais premissas utilizadas como prazo de arrendamento e valores contratuais. Realizamos a conciliação com os registros auxiliares e efetuamos testes documentais sobre a base de dados utilizada para suportar os valores divulgados.Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos de auditoria acima resumidos, consideramos aceitável a divulgação dos potenciais impactos da nova norma no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outros assuntos - Demo nstrações individual e consolidada do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as r espectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 20 de fevereiro de 2019KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Wagner BottinoContador CRC 1SP196907/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução Normativa CVM nº 480/09, os Diretores da Ultrapar Participações S.A. ("Ultrapar"), abaixo assinados, declaram que:(i) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer da KPMG Auditores Independentes relativo às demonstrações financeiras da Ultrapar referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2018 e(ii) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Ultrapar referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018.São Paulo, 20 de fevereiro de 2019.Frederico Pinheiro Fleury Curado - Diretor PresidenteAndré Pires de Oliveira Dias - Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresJoão Benjamin Parolin - Diretor Marcelo Pereira Malta de Araújo - Diretor Rodrigo de Almeida Pizzinatto - DiretorRicardo Isaac Catran - Diretor Tabajara Bertelli Costa - Diretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução Normativa CVM nº 480/09, os Diretores da Ultrapar Participações S.A. ("Ultrapar"), abaixo assinados, declaram que:(i) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer da KPMG Auditores Independentes relativo às demonstrações financeiras da Ultrapar referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2018 e(ii) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Ultrapar referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018.São Paulo, 20 de fevereiro de 2019.Frederico Pinheiro Fleury Curado - Diretor PresidenteAndré Pires de Oliveira Dias - Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresJoão Benjamin Parolin - Diretor Marcelo Pereira Malta de Araújo - Diretor Rodrigo de Almeida Pizzinatto - DiretorRicardo Isaac Catran - Diretor Tabajara Bertelli Costa - Diretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O Conselho Fiscal da Ultrapar Participações S.A. ("Companhia"), em cumprimento às disposições legais e estatutárias, declara que examinou o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras (controladora e consolidado) referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018. Com base nos exames efetuados e considerando o relatório, sem ressalvas, apresentado pelos auditores independentes da Companhia, KPMG Auditores Independentes, datado de 20 de fevereiro de 2019, o Conselho Fiscal opina que os referidos documentos, bem como a proposta da destinação de lucro líquido do exercício, incluindo a distribuição de dividendos, estão em condições de serem apreciados pela Assembleia Geral Ordinária, a ser realizada oportunamente, dentro do prazo legal.São Paulo, 20 de fevereiro de 2019.Flavio César Maia LuzGeraldo ToffanelloWilliam Bezerra Cavalcanti Filho

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.