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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201024 páginasCódigo CVM 6955Versão 1Recebida em 31/03/2011valores em R$

DFP 2010 de INDUSTRIA DE AZULEJOS DA BAHIA S A

INDUSTRIA DE AZULEJOS DA BAHIA S A · CNPJ 15.126.626/0001-16

INDUSTRIA DE AZULEJOS DA BAHIA S A
CNPJ 15.126.626/0001-16
DFP 2010
Exercício 2010
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Metadados

Empresa
INDUSTRIA DE AZULEJOS DA BAHIA S A
CNPJ
15.126.626/0001-16
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
24
Ano de referência
2010*
Publicado em
31/03/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total9.1809.282−1,1%
1.01Ativo Circulante4449−10,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa16160,0%
1.01.01.01Disponibilidade16160,0%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber2833−15,2%
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber2833−15,2%
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar00—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante9.1369.233−1,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo7.9968.093−1,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber1.0661.0392,6%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber1.0661.0392,6%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas6.9307.054−1,8%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas6.9307.054−1,8%
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos1.0521.0520,0%
1.02.02.01Participações Societárias1.0521.0520,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas1.0521.0520,0%
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado00—
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível88880,0%
1.02.04.01Intangíveis88880,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão88880,0%
1.02.05Diferido00—

valores em R$; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Administradores e AcionistasIndústria de Azulejos da Bahia S.A.Camaçari - BA1.Examinamos as demonstrações financeiras da Indústria de Azulejos da Bahia S.A. ("Companhia") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras2.A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes3.Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.4.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. 5.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva.Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras6.A Companhia registrou em exercícios anteriores, na rubrica impostos a recuperar no ativo não circulante, créditos de PIS e COFINS cujo trânsito em julgado, favorável à Companhia, ocorreu somente em 2010. Tais créditos, no montante de R$ 364 mil em 2010, representavam ativos contingentes em anos anteriores e a sua contabilização, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, deveria ser efetuada somente após o trânsito em julgado. Portanto, o prejuízo do exercício findo em 31 de dezembro de 2010 está aumentado no montante de R$ 364 mil.7.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2009, datada de 5 de março de 2010, conteve modificação pelo mesmo assunto mencionado no parágrafo 6, cujo efeito representou um aumento do ativo e do patrimônio líquido no montante de R$ 350 mil.Opinião com ressalva8.Em nossa opinião, exceto pelos efeitos dos assuntos mencionados nos parágrafos 6 e 7, as demonstrações financeiras referidas no parágrafo 1 apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Indústria de Azulejos da Bahia S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Ênfase9.As demonstrações financeiras mencionadas no parágrafo 1 foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) aplicáveis a empresas em continuidade normal dos negócios. Conforme mencionado na nota explicativa 1, as atividades operacionais da Companhia foram paralisadas em 2000 e até o momento não há expectativa sobre sua continuidade operacional. Dessa forma, há incerteza que pode levantar dúvida quanto à capacidade de continuidade operacional da entidade. As demonstrações financeiras podem não incluir todos os ajustes eventualmente necessários em virtude dessa incerteza. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado 10.Examinamos, também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Joinville, 30 de março de 2011.KPMG Auditores IndependentesCRC SP0144428/O-6 F-BAMarcelo Lima ToniniCRC PR-045569/O-4-T-SC-S-BA

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração da Diretoria sobre as Demonstrações FinanceirasNos termos da Instrução CVM 480/09, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as informações divulgadas nas demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010.DIRETORIAEdson Gaidzisnki Junior - Diretor PresidenteOtmar Josef Muller - Diretor IndustrialRogério Longoni de Souza - Diretor Comercial

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores IndependentesNos termos da Instrução CVM 480/09, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com a opinião expressa no parecer dos auditores independentes e com as demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010.DIRETORIAEdson Gaidzinski Junior- Diretor PresidenteOtmar Josef Muller - Diretor IndustrialRogerio Longoni de Souza - Diretor Comercial

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO DE AMINISTRAÇÃOO Conselho de Administração da Industria de Azulejos da Bahia S/A., no cumprimento das disposições legais e estatutárias, examinou as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2010, compreendendo: balanço patrimonial, demonstrações do resultado do exercício, demonstrações das mutações do patrimônio líquido, demonstrações do resultado abrangente, demonstrações dos fluxos de caixa, demonstrações do valor adicionado, notas explicativas, bem como o Relatório da Administração e o Parecer dos Auditores Independentes. . Após os exames e os esclarecimentos da diretoria, o Conselho de Administração , levando também em conta o parecer dos auditores KPMG auditores independentes, emitido em março de 2011 sem ressalvas, e de parecer que, em seus principais aspectos, as referidas demonstrações financeiras refletem adequadamente a situação patrimonial e financeira da Industria de Azulejos da Bahia S/A e o resultado de suas operações, estando em condições de serem submetidas á apreciação e deliberação dos Senhores Acionistas.Camaçari-BA - Março 2011Vicente Gaidzinski - PresidenteEdna Margarida Gaidzinski Bastos - vice-presidenteConselheiros: Edson Vieira Bastos, Aristorides Vieira Stadler, Eliane Gaidzinski Stadler, Carmen Lucia da Silva Gaidzinski, Iara maria Silva Gaidiznski, Adélia Tasso

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.