Pular para o conteúdo
CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2013Código CVM 23531Versão 1Recebida em 10/12/2014valores em R$ mil

DFP 2013 de CLARO TELECOM PARTICIPACOES S/A

CLARO TELECOM PARTICIPACOES S/A · CNPJ 07.043.628/0001-13

CLARO TELECOM PARTICIPACOES S/A
CNPJ 07.043.628/0001-13
DFP 2013
Exercício 2013
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
CLARO TELECOM PARTICIPACOES S/A
CNPJ
07.043.628/0001-13
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2013*
Publicado em
10/12/2014 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:50

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201331/12/2012Var.
1Ativo Total32.011.76725.307.34026,5%
1.01Ativo Circulante10.356.6515.021.338106,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa466.25523.3561.896,3%
1.01.02Aplicações Financeiras4.403.502829.709430,7%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo4.403.502829.709430,7%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.01.03Aplicações financeiras4.403.502829.709430,7%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber2.613.7702.140.30122,1%
1.01.03.01Clientes2.613.7702.140.30122,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques617.764410.75550,4%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar1.455.0101.145.06927,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar1.455.0101.145.06927,1%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes800.350472.14869,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros800.350472.14869,5%
1.01.08.03.01Créditos com partes relacionadas327.150224.55245,7%
1.01.08.03.02Outros473.200247.59691,1%
1.02Ativo Não Circulante21.655.11620.286.0026,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo5.876.9355.155.37014,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.01.03Aplicações financeiras00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber00
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos00
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes5.876.9355.155.37014,0%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Depósitos judiciais1.778.4801.551.72514,6%
1.02.01.09.04Tributos a recuperar225.529301.446−25,2%
1.02.01.09.05Tributos diferidos3.856.2863.292.53317,1%
1.02.01.09.06Outros16.6409.66672,1%
1.02.02Investimentos4.509.2564.284.1965,3%
1.02.02.01Participações Societárias4.509.2564.284.1965,3%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas4.509.2564.284.1965,3%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado9.205.2608.381.8189,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação8.284.4527.512.41810,3%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento920.808869.4005,9%
1.02.04Intangível2.063.6652.464.618−16,3%
1.02.04.01Intangíveis2.063.6652.464.618−16,3%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão1.913.4742.254.198−15,1%
1.02.04.01.02Intangível em operação147.951129.93713,9%
1.02.04.01.03Intangível em andamento2.24080.483−97,2%
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Administradores e Acionistas daClaro Telecom Participações S.A.Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Claro Telecom Participações S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações dos resultados, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações financeiras individuais Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais, acima referidas, apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Claro Telecom Participações S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Claro Telecom Participações S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.Ênfase Conforme descrito na Nota Explicativa nº 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Claro Telecom Participações S.A. essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Conforme descrito nas Notas Explicativas nos 1 e 8, as controladas têm créditos tributários decorrentes de prejuízos fiscais, bases negativas de contribuição social e diferenças temporárias. As estimativas de recuperação desses créditos tributários estão suportadas por projeções de lucros tributáveis, levando em consideração diversas premissas financeiras.Reapresentação das demonstrações financeirasEm 03 de abril de 2014, emitimos nosso relatório de auditoria sem modificações sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013 e em 16 de fevereiro de 2013, emitimos nosso relatório de auditoria sem modificações sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012. Conforme descrito na nota explicativa 2.1, as demonstrações financeiras relativas aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e 2012 foram alteradas e estão sendo reapresentadas para refletir os assuntos descritos na referida nota explicativa. Consequentemente, nossa opinião está sendo reemitida nessa data, considerando essas alterações e substituindo as opiniões anteriormente emitidas. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.São Paulo, 14 de outubro de 2014.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S.CRC-2SP015199/O-6João Ricardo P. CostaContador CRC-1RJ066748/O-3-S-SP

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em atendimento ao disposto no artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480 de 07 de dezembro de 2009, os Diretores e o Diretor de Relações com Investidores declaram que revisaram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013._____________________________________________José Formoso MartínezDiretor_____________________________________________José Antônio Guaraldi FélixDiretor_____________________________________________Isaac BerensztejnDiretor de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em atendimento ao disposto no artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480 de 07 de dezembro de 2009, os Diretores e o Diretor de Relações com Investidores declaram que revisaram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes Ernst Young Auditores Independentes S.S. sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013._____________________________________________José Formoso MartínezDiretor_____________________________________________José Antônio Guaraldi FélixDiretor_____________________________________________Isaac BerensztejnDiretor de Relações com Investidores

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.