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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2022112 páginasCódigo CVM 1171Versão 5 · reapresentaçãoRecebida em 06/10/2023valores em R$ mil

DFP 2022 de BANCO DO ESTADO DO PARA S A

BANCO DO ESTADO DO PARA S A · CNPJ 04.913.711/0001-08

Versões deste exercício: v1 (27/09/2023) · v2 (28/09/2023) · v3 (29/09/2023) · v4 (02/10/2023) · v5 (06/10/2023), esta

BANCO DO ESTADO DO PARA S A
CNPJ 04.913.711/0001-08
DFP 2022 (V5)
Exercício 2022
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Metadados

Empresa
BANCO DO ESTADO DO PARA S A
CNPJ
04.913.711/0001-08
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
112
Ano de referência
2022*
Publicado em
06/10/2023 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:48

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202231/12/2021Var.
1Ativo Total15.276.81512.518.70822,0%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.340.811988.60135,6%
1.01.01Caixa190.648196.602−3,0%
1.01.01.01Caixa190.648196.602−3,0%
1.01.02Aplicações de Liquidez1.150.163791.99945,2%
1.01.02.01Revendas a Liquidar - Posição Bancada1.150.163791.99945,2%
1.02Ativos Financeiros13.545.75611.179.27821,2%
1.02.01Depósito Compulsório Banco Central315.076279.26012,8%
1.02.01.01Banco Central - Recolhimentos Obrigatórios315.076279.26012,8%
1.02.02Ativos Financeiros Avaliados ao Valor Justo através do Resultado00—
1.02.02.01Títulos e Valores Mobiliários00—
1.02.02.02Derivativos00—
1.02.03Ativos Financeiros Avaliados ao Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.03.01Títulos e Valores Mobiliários00—
1.02.04Ativos Financeiros ao Custo Amortizado13.230.68010.900.01821,4%
1.02.04.01Aplicações em Depósitos Interfinanceiros575.602788.594−27,0%
1.02.04.02Aplicações no Mercado Aberto00—
1.02.04.03Títulos e Valores Mobiliários1.551.7611.133.00737,0%
1.02.04.04Operações de Crédito10.396.7448.284.17525,5%
1.02.04.05Provisão para Perdas Esperadas Associadas ao Risco de Crédito−240.904−203.329−18,5%
1.02.04.06Operações de Arrendamento00—
1.02.04.07Provisão para Perdas Esperadas Associadas ao Risco de Crédito de Operações de Arrendamento00—
1.02.04.08Outros Ativos Financeiros947.477897.5715,6%
1.03Tributos189.290158.93719,1%
1.03.01Imposto de Renda e Contribuição Social - Correntes00—
1.03.01.01Dependências no Exterior00—
1.03.01.02Participações em Controladas00—
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00—
1.03.01.04Outros Investimentos00—
1.03.01.05Provisão para Perdas00—
1.03.02Imposto de Renda e Contribuição Social - Diferidos00—
1.03.02.01Imóveis de Uso00—
1.03.02.02Outras Imobilizações de Uso00—
1.03.02.03(Depreciações Acumuladas)00—
1.03.03Outros189.290158.93719,1%
1.03.03.01Créditos Tributários189.290158.93719,1%
1.04Outros Ativos9.6749.705−0,3%
1.04.01Ativos Não Correntes a Venda00—
1.04.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.04.03Outros9.6749.705−0,3%
1.04.03.01Outros Ativos11.47411.505−0,3%
1.04.03.02Provisão para Valor Recuperável de Ativos−1.800−1.8000,0%
1.05Investimentos2832−12,5%
1.05.01Participações em Coligadas00—
1.05.02Participações em Controladas em Conjunto00—
1.05.03Participações em Controladas00—
1.05.04Propriedades para Investimento00—
1.05.05Outros Investimentos2832−12,5%
1.05.05.01Outros Investimentos2832−12,5%
1.06Imobilizado60.72360.758−0,1%
1.06.01Imobilizado de Uso225.724213.5995,7%
1.06.01.01Imobilizado de Uso225.724213.5995,7%
1.06.02Direito de Uso de Arrendamento00—
1.06.03Depreciação Acumulada−165.001−152.841−8,0%
1.06.03.01Depreciação Acumulada−165.001−152.841−8,0%
1.07Intangível130.533121.3977,5%
1.07.01Intangíveis229.897193.36418,9%
1.07.01.01Intangíveis229.897193.36418,9%
1.07.02Goodwill00—
1.07.03Amortização Acumulada−99.364−71.967−38,1%
1.07.03.01Amortização Acumulada−99.364−71.967−38,1%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Acionistas, ao Conselho de Administração e aos Diretores doBANCO DO ESTADO DO PARÁ S.A.Belém - PAOpinião com ressalvaExaminamos as demonstrações financeiras do Banco do Estado do Pará S.A. ("Banpará" "Banco") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2022 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais práticas contábeis.Em nossa opinião, exceto pelos eventuais efeitos que possam advir dos assuntos mencionados nos parágrafos "Base para opinião com ressalva - Limitação de escopo", as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco do Estado do Pará S.A. em 31 de dezembro de 2022 e o desempenho de suas operações e seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às Instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN.Base para opinião com ressalvaLimitação de escopo - Provisão de fériasConforme indicado na Nota 14 - Provisões com pessoal, em 31 de dezembro de 2022, o Banpará possuía registrado um montante de R$ 1.632 mil referente a Provisão de férias, cuja apuração foi objeto de revisão pelo Banco, considerando os direitos regulares de férias de cada funcionário bem como os eventuais acréscimos legais por acúmulo temporário de função desde 2015. O Banpará está em fase de conclusão dessa revisão, incluindo dos parâmetros de cálculo do sistema de folha de pagamentos e dos respectivos reflexos nos registros contábeis. Tendo em vista que essa revisão e consequentes reflexos contábeis ainda não se encontram finalizados e registrados, não foi praticável concluirmos sobre o saldo de Provisão de férias de R$ 1.632 em 31 de dezembro de 2022.Limitação de escopo - Plano de benefícios a empregadoConforme indicado na Nota 19 - Plano de suplementação de aposentadoria e plano de saúde, em 31 de dezembro de 2022, o Banpará possuía obrigações com plano de previdência e de saúde, cuja avaliação e cálculos dos impactos ao Banco são realizados por especialista atuarial independente. Os critérios adotados para essa apuração, o entendimento das obrigações do Banpará como ente patrocinador, assim como as respectivas documentações suporte e demais evidências, não estão suficientemente aderentes aos requisitos do comunicado técnico CPC 33 (R1), que define as obrigações de patrocinadores de planos de benefícios a empregados. Consequentemente, não foi praticável concluirmos sobre os eventuais reflexos da aplicação integral da citada norma no Banpará em 31 de dezembro de 2022.Limitação de escopo - Investigação em cursoConforme mencionado na nota explicativa n° 25 (d) às demonstrações financeiras, a administração do Banco adotou ações investigativas com o propósito de averiguar denúncias relatando eventuais descumprimentos de leis e regulamentos e supostas atividades comerciais em desacordo com o Código de Conduta e Ética do Banco por parte de seus empregados, administradores e ex-executivos, bem como vem procedendo à reorganização interna do processo e da governança para apuração de denúncias. Essas ações, incluindo análises internas sobre procedência e respectivas investigações, ainda se encontram em andamento. Consequentemente, neste momento, não é possível prever os desdobramentos futuros decorrentes dos processos de investigações, nem seus eventuais reflexos nas demonstrações financeiras do Banco do Estado do Pará S.A., se houver.Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação ao Banco de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade ("CFC") e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva.Principais Assuntos de Auditoria ("PAA")Principais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do semestre e exercício encerrados em 31.12.2022. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras, e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Além dos assuntos descritos na seção "Base para opinião com ressalva", determinamos que os assuntos descritos abaixo são os principais assuntos de auditoria a serem comunicados em nosso relatório.1.Provisão para perdas esperadas associadas ao risco de créditoPor que é um PAA?A constituição da provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito envolve julgamento e o uso de estimativas por parte da Administração do Banpará. Conforme divulgado nas notas explicativas nº 2(h), 7.2 e 7.3 às demonstrações financeiras, as operações de crédito e outros créditos com características de concessão de crédito são classificados pelo nível de risco, de acordo com o julgamento da Administração, observando os parâmetros estabelecidos pela Resolução CMN nº 2.682/99. Para tanto, o Banpará utiliza políticas internas que consideram a definição de ratings de classificação de risco de crédito para os devedores e suas respectivas operações, envolvendo níveis de inadimplência e premissas e julgamentos da Administração, com o objetivo de representar sua melhor estimativa quanto ao risco de crédito de sua carteira. A provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito foi considerada um principal assunto de auditoria devido à relevância no contexto das demonstrações financeiras, ao uso de estimativas e julgamento por parte da Administração na determinação das provisões que são constituídas. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria?Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (a) entendimento do critério de provisionamento adotado pelo Banco para as operações de crédito e outros créditos com características de concessão de crédito (b) entendimento e testes do desenho, implementação e da efetividade dos controles internos relevantes sobre o processo de atribuição de "ratings" aos devedores e suas respectivas operações (c) análise dos critérios de provisionamento dessas operações e revisão das premissas utilizadas pela Administração e da aderência aos parâmetros estabelecidos pela Resolução CMN nº 2.682/99, com base em amostragem (d) análise do nível de provisionamento total das carteiras e (e) análise da adequação das divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos aceitável a estimativa do Banco para perdas esperadas associadas ao risco de crédito, bem como as respectivas divulgações no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto, referente ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2022.2.Provisões para demandas fiscais, cíveis e trabalhistasPor que é um PAA?Conforme divulgado nas notas explicativas nº 2 (p), 14 e 16 às demonstrações financeiras, o Banpará é parte em diversos processos administrativos e judiciais envolvendo questões de naturezas trabalhistas, fiscais e cíveis, oriundos do curso ordinário de seus negócios. A atribuição do prognóstico de perda dos processos envolve elevado grau de subjetividade por parte dos assessore s legais que patrocinam a defesa da lide, assim como por parte da Administração do Banco, e levam em consideração aspectos relacionados a existência de jurisprudência, recorrência das demandas apresentadas e mensuração de eventuais desembolsos futuros, apesar da incerteza inerente a prazos e desfechos.Devido à relevância, complexidade e julgamentos envolvidos na avaliação, definição do momento para o reconhecimento, mensuração e divulgações relacionadas aos riscos fiscais, cíveis e trabalhistas, consideramos como um principal assunto de auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria?Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (a) avaliação do desenho e implementação dos controles internos relevantes que envolvem o controle das demandas fiscais, cíveis e trabalhistas e a mensuração dos montantes provisionados (b) obtenção de cartas de confirmação das demandas diretamente com os assessores jurídicos externos e internos e confronto dos prognósticos de perdas e montantes atribuídos com os controles operacionais e registros contábeis (c) análise por amostragem para inspecionar a documentação dos processos judiciais provisionados pelo método individualizado (d) avaliação dos parâmetros estatísticos utilizados nos casos massificados (e) apoio de nossos especialistas tributários na avaliação de temas relevantes, prognósticos em relação à jurisprudência e teses jurídicas conhecidas e (f) análise da adequação das divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras de acordo com os pronunciamentos contábeis aplicáveis.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração para estimar as provisões para demandas fiscais, cíveis e trabalhistas são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.3.Ambiente de tecnologia da informaçãoPor que é um PAA?As operações do Banpará são dependentes do funcionamento apropriado da estrutura de tecnologia da informação e seus sistemas, capazes de suportar um elevado volume de transações processadas diariamente para fins de integração aos seus registros contábeis. Os processos inerentes à tecnologia da informação, associados aos seus controles, possuem riscos comuns relacionados à segurança, ao processamento e à geração de informações críticas, inclusive aquelas utilizadas na elaboração das demonstrações financeiras.Devido à importância do ambiente geral de tecnologia no contexto das operações do Banpará e, consequentemente, na formação de informações confiáveis para fins de elaboração de suas demonstrações financeiras, consideramos o ambiente de tecnologia da informação como um principal assunto de auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria?Com o envolvimento de nossos especialistas em auditoria de sistemas, identificamos os sistemas relevantes críticos que suportam as principais atividades de negócio do Banco, avaliamos o desenho e a implementação dos controles gerais do ambiente de processamento e testamos a efetividade operacional desses controles, incluindo, quando necessário, os testes de controles compensatórios relacionados à segurança da informação, ao desenvolvimento e à manutenção de sistemas relevantes e à operação do ambiente de tecnologia da informação relacionados com a infraestrutura que suporta os negócios do Banpará.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados, que estão consistentes com a avaliação da administração do Banco, foram identificadas deficiências relevantes no ambiente de tecnologia relacionadas à governança sobre gestão de acessos a sistemas, gestão de interfaces e gestão de mudanças. Como consequência, alteramos nosso planejamento de auditoria para determinados sistemas, modificando a natureza, época e extensão de nossos procedimentos substantivos sobre os saldos contábeis, de modo a obtermos evidências adicionais de auditoria que fossem suficientes e apropriadas para concluirmos sobre as demonstrações financeiras.Outros assuntosAuditoria do exercício anteriorAs demonstrações financeiras do Banpará referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2021, apresentadas para fins de comparação, foram examinadas por outro auditor independente, que emitiu relatório de auditoria em 17 de fevereiro de 2022, sem modificação sobre essas demonstrações financeiras.Demonstração do Valor AdicionadoA demonstração do Valor Adicionado ("DVA"), referentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2022, elaboradas sob a responsabilidade da Administração do Banpará, cuja apresentação não é requerida pelas práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo BACEN, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras do Banpará. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse pronunciamento técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditorA administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeirasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às Instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade do Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar o Banco ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econôm icas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtivemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados as circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração do Banco.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação a capacidade de continuidade operacional do Banco. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela Administração a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que eventualmente tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do semestre e exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Barueri, 27 de setembro de 2023Mazars Auditores IndependentesCRC 2 SP023701/O-8 "F" PADouglas Souza de OliveiraContador CRC - 1SP191325/O-0Rodrigo Ribeiro ViñauContador CRC-1SP 236048/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos diretores sobre as demonstrações financeirasEm conformidade com o Art. 27 da resolução CVM nº 80, de 29 de março de 2022, declaramos que revisamos as demonstrações financeiras do período findo em 31 de dezembro de 2022 do Banco do Estado do Pará S.A. Banpará e, baseado nas discussões subsequentes, concordamos que tais demonstrações refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes, as posições patrimoniais e financeiras correspondentes aos períodos apresentados, com exceção dos pontos ressalvados advindos do relatório dos auditores independentes.Belém, 22 de setembro de 2023.Ruth Pimentel Méllo Diretora-Presidente Paulo Roberto Arévalo Barros Filho Diretor Vando Vagner Soares Ferreira Diretor Igor Barbosa Gonçalves Diretor Graciele Silva de Sousa Galvão Diretora Adriano de Aguiar Ribeiro Diretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos diretores sobre o relatório dos auditores independentesEm conformidade com o Art. 27 da resolução CVM nº 80, de 29 de março de 2022, declaramos que, baseado em nosso conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordamos com as opiniões expressas no relatório da MAZARS Auditores Independentes sobre as demonstrações financeiras relativas ao período findo em 31 de dezembro de 2022 do Banco do Estado do Pará S.A. - Banpará, não havendo qualquer discordância.Belém, 22 de setembro de 2023.Ruth Pimentel Méllo Diretora-Presidente Paulo Roberto Arévalo Barros Filho Diretor Vando Vagner Soares Ferreira Diretor Igor Barbosa Gonçalves Diretor Graciele Silva de Sousa Galvão Diretora Adriano de Aguiar Ribeiro Diretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O Conselho Fiscal do Banco do Estado do Pará S.A. - Banpará, no uso de suas atribuições, que lhes são conferidas pelo artigo n.º 163 da Lei n.º 6.404/76, tendo examinado as demonstrações financeiras do período findo em 31 de dezembro de 2022, acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes e do Relatório da Administração e da opinião do Comitê de Auditoria Estatutário, constatou que o critério das normas contábeis observado na elaboração das citadas demonstrações, confirma a posição financeira e o resultado das operações do Banco e que estas refletem, com clareza, as atividades desenvolvidas pela instituição no período. Desse modo, se manifestam favoráveis à sua aprovação, considerando o relatório dos auditores independentes.Belém, 26 de setembro de 2023. Adler Gerciley Almeida da Silveira Presidente José Maria Tavares Teixeira Membro René de Oliveira e Sousa JuniorMembro

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

Com base nas atividades desenvolvidas e informações recebidas, diante do que foi exposto, e respeitando as limitações naturais decorrentes do escopo de sua atuação, o Comitê de Auditoria entende que as demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2022 do Banco do Estado do Pará foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis as instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (BCB) e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Somando-se fatos importantes, tais como: as reuniões periódicas com a Contabilidade, Controles internos e compliance, com a Auditoria Interna, e com a Auditoria Independente e demais áreas do Banpará, possibilitam ao Comitê de Auditoria Estatutário concluir que as demonstrações financeiras estão livres de distorções relevantes. Nesse sentido, o Comitê de Auditoria Estatutário conclui que as demonstrações financeiras do 2º semestre de 2022 e exercícios encerrados em 31 de dezembro de 2022 do Banpará são adequadas e recomenda a aprovação pelo Conselho de Administração do Banpará. Belém, 26 de setembro de 2023.Sérgio Roberto Ribeiro Maciel Coordenador Maria Luiza Silva Nascimento Membro Rosiomar Santos Pessoa Membro

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias9.521.6490
Preferenciais00
Total9.521.6490

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.