Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201654 páginasCódigo CVM 8540Versão 1Recebida em 09/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO

MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO · CNPJ 33.040.601/0001-87

MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO
CNPJ 33.040.601/0001-87
DFP 2016
Exercício 2016
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
MERCANTIL FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO
CNPJ
33.040.601/0001-87
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
54
Ano de referência
2016*
Publicado em
09/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total871.1081.239.079−29,7%
1.01Ativo Circulante428.635528.204−18,9%
1.01.01Disponibilidades3.1861.73383,8%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez22.90121.3377,3%
1.01.02.01Aplicações no Mercado Aberto19.34415.89421,7%
1.01.02.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros3.5575.443−34,7%
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários00—
1.01.04Relações Interfinanceiras00—
1.01.05Relações Interdependências00—
1.01.06Operações de Crédito323.377390.684−17,2%
1.01.06.01Operações de Crédito - Setor Privado245.931300.969−18,3%
1.01.06.02Operações de Crédito Vinculadas a Cessão88.796106.049−16,3%
1.01.06.03(Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa)−11.350−16.33430,5%
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.01.08Outros Créditos53.13582.214−35,4%
1.01.08.01Rendas a Receber82138−40,6%
1.01.08.02Adiantamentos e Antecipações Salariais07−100,0%
1.01.08.03Adiantamentos para Pagamentos de Nossa Conta1.089380186,6%
1.01.08.04Créditos Tributários12.39617.713−30,0%
1.01.08.05Impostos a Compensar2.1232.319−8,5%
1.01.08.06Pagamentos a Ressarcir00—
1.01.08.07Títulos e Créditos a Receber3.39057.765−94,1%
1.01.08.08Devedores Diversos34.0553.892775,0%
1.01.09Outros Valores e Bens26.03632.236−19,2%
1.01.09.01Outros Valores e Bens1341321,5%
1.01.09.02(Provisão para Desvalorizações)−4−1573,3%
1.01.09.03Despesas Antecipadas25.90632.119−19,3%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo437.336705.857−38,0%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez15.31422.501−31,9%
1.02.01.01Aplicações em Depósitos Interfinanceiros15.31422.501−31,9%
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários015.698−100,0%
1.02.02.01Carteira Própria015.698−100,0%
1.02.03Relações Interfinanceiras00—
1.02.04Relações Interdependências00—
1.02.05Operações de Crédito344.282553.409−37,8%
1.02.05.01Operações de Crédito - Setor Privado312.999460.125−32,0%
1.02.05.02Operações de Crédito Vinculadas a Cessão43.401115.798−62,5%
1.02.05.03(Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa)−12.118−22.51446,2%
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.02.07Outros Créditos49.21849.474−0,5%
1.02.07.01Créditos Tributários25.65019.68930,3%
1.02.07.02Devedores por Depósitos em Garantia16.48716.825−2,0%
1.02.07.03Pagamentos a Ressarcir7.0816.8573,3%
1.02.07.04Títulos e Créditos a Receber06.103−100,0%
1.02.08Outros Valores e Bens28.52264.775−56,0%
1.02.08.01Despesas Antecipadas28.52264.775−56,0%
1.03Ativo Permanente5.1375.0182,4%
1.03.01Investimentos5.1254.9882,7%
1.03.01.01Dependências no Exterior00—
1.03.01.02Participações em Controladas5.1254.9882,7%
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00—
1.03.01.04Outros Investimentos00—
1.03.01.05Provisão para Perdas00—
1.03.02Imobilizado de Uso1230−60,0%
1.03.02.01Outras Imobilizações de Uso453454−0,2%
1.03.02.02(Depreciações Acumuladas)−441−424−4,0%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento00—
1.03.04Intangível00—
1.03.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e Acionistas Mercantil do Brasil Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e InvestimentosOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Mercantil do Brasil Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos ("Financeira"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Mercantil do Brasil Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos e sua controlada ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Mercantil do Brasil Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos e da Mercantil do Brasil Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos e sua controlada em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o semestre e exercício findos nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Financeira e sua controlada, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Porque é um PAA Provisão para créditos de liquidação duvidosa - PCLD (Notas Explicativas 2.3 e 6)A Financeira atua, substancialmente, no segmento de crédito direto ao consumidor e crédito consignado. A determinação do valor da provisão para créditos de liquidação duvidosa considera as determinações do Banco Central do Brasil, notadamente a Resolução no. 2.682/99, do Conselho Monetário Nacional. No atendimento dessa norma a administração da Financeira exerce julgamentos e aplica determinadas premissas para mensuração e definição dos riscos de crédito dos devedores. O uso de técnicas e premissas incorretas ou a aplicação indevida da regulamentação vigente poderia resultar em estimativa de provisões para crédito de liquidação duvidosa significativamente diferente. Considerando a relevância da provisão para crédito de liquidação duvidosa, bem como o exposto anteriormente, essa foi uma área de foco em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria consideraram, entre outros, o entendimento e testes dos controles internos relevantes estabelecidos para apuração da provisão para créditos de liquidação duvidosa, incluindo: (i) integridade da base de dados (ii) processos estabelecidos pela Financeira para classificação dos níveis de risco e atendimento das premissas e normas do Banco Central do Brasil e (iii) confronto entre os valores apurados de provisão e os valores contabilizados.Em base amostral, efetuamos testes sobre a integridade da base de dados utilizada para cálculo da provisão para créditos de liquidação duvidosa, bem como da aplicação da metodologia de cálculo da provisão com base nos referidos níveis de riscos estabelecidos.Os resultados dos nossos procedimentos nos proporcionaram evidência apropriada de auditoria, no contexto de relevância das demonstrações financeiras.Porque é um PAAProjeção de resultados tributários para registro e manutenção de créditos tributários (Notas Explicativas 2.3 e 7.1)A Financeira apresenta valores relevantes relativos à créditos tributários provenientes de diferenças tributárias temporárias, prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social. Adicionalmente, para registro e manutenção dos referidos créditos o Banco Central do Brasil requer a elaboração de estudo de projeção de lucro tributário.O processo de elaboração do referido estudo de projeção de lucro tributário envolve complexidade, julgamentos e premissas subjetivas. A utilização de diferentes premissas poderia modificar significativamente os prazos previstos para realização dos referidos créditos tributários com consequente impacto contábil, bem como o atendimento aos requisitos do Banco Central do Brasil anteriormente mencionados.Considerando todo o exposto acima, a projeção de lucro tributário para registro e manutenção dos créditos tributários foi uma área de foco em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos principais procedimentos de auditoria consideraram a obtenção do estudo de projeção de lucros tributários aprovado pelo Conselho de Administração, bem como a análise da consistência dessas projeções com as projeções orçamentárias aprovadas pela administração e também pelo Conselho de Administração. Efetuamos, também, quando aplicável a análise da razoabilidade das premissas utilizadas pela Financeira com as divulgadas no mercado. Adicionalmente, confrontamos os dados históricos com as referidas projeções.Os resultados dos nossos procedimentos nos proporcionaram evidência apropriada de auditoria, no contexto de relevância das demonstrações financeiras.Porque é um PAAProvisões para riscos fiscais e passivos contingentes (Notas Explicativas 2.3, 11.2 e 11.3)A Financeira é parte em processos judiciais e administrativos de natureza cível, trabalhista e tributária.Os processos podem ser encerrados após um longo tempo e envolvem não só discussões acerca do mérito, mas também aspectos processuais complexos, de acordo com a legislação e jurisprudência vigentes. A evolução de jurisprudência sobre determinadas causas nem sempre é uniforme.Consideramos essa uma área de foco de auditoria, devido a relevância, complexidade, aspectos subjetivos e julgamentos exercidos pela administração da Financeira na avaliação, mensuração e definição de reconhecimento e divulgações relacionadas às provisões para riscos fiscais e passivos contingentes.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos principais procedimentos de auditoria consideraram o entendimento e teste dos controles internos relevantes relacionados à identificação, avaliação, monitoramento, mensuração, registro das provisões para riscos fiscais e passivos contingentes e as divulgações em notas explicativas.Efetuamos testes em base amostral sobre a integridade e histórico de perdas incorridas e que servem de base para quantificação dos processos judiciais massificados de natureza cível e trabalhista.Com relação aos processos individualizados, substancialmente processos de natureza tributária, a apuração é realizada periodicamente a partir da determinação do valor do pedido e da probabilidade de perda, que, por sua vez, é estimada conforme as características de fato e de direito relativas a cada uma das ações. Analisamos, com o apoio de nossos especialistas, a probabilidade de perda dos processos judiciais e administrativos mais significativos de acordo com a natureza de cada processo.Adicionalmente, realizamos procedimentos de confronto dos saldos contábeis com os relatórios analíticos suporte, bem como obtivemos confirmação com os assessores jurídicos responsáveis pelos processos relevantes, sobre a probabilidade de perda e o valor das causas. Os resultados dos nossos procedimentos nos proporcionaram evidência apropriada de auditoria, no contexto de relevância das demonstrações financeiras.Porque é um PAAAmbiente de tecnologia de informaçãoO processamento das transações da Financeira e sua controlada, o desenvolvimento de suas operações e a continuidade de seus processos de negócios são dependentes de sua estrutura tecnológica. Assim, é importante a efetiva operação dos controles gerais de tecnologia, bem como dos seus controles dependentes para assegurar o processamento correto de informações críticas para a tomada de decisões ou das operações.Dessa forma, o ambiente de tecnologia da informação foi considerado uma área de foco em nossos trabalhos de auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaCom o auxílio de nossos especialistas de sistemas, entendemos e testamos a efetividade operacional dos controles gerais de tecnologia, controles automatizados ou dependentes de tecnologia, bem como os controles compensatórios. Em nosso plano de trabalho, consideramos também testes relacionados à acesso lógico, aos processos de gerenciamento e desenvolvimento de mudanças sistêmicas e segurança de acessos a programas e banco de dadosOs resultados desses procedimentos nos proporcionaram evidência apropriada de auditoria para nosso planejamento e execução do processo de exame de auditoria das demonstrações financeiras.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Financeira, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e é apresentada como informação suplementar para fins do Banco Central do Brasil, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Financeira. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Financeira é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há uma distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Financeira é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Financeira continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Financeira e sua controlada ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Financeira e sua controlada são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de dis torção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Financeira e sua controlada. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Financeira. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Financeira a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente, e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Belo Horizonte, 22 de fevereiro de 2017.PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP0000160/O-5 "F" MGLuís Carlos Matias RamosContador CRC 1SP171564/O-1"S" MG

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm cumprimento ao disposto no art. 25, inciso VI da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários nº 480, de 7 de dezembro de 2009, os Diretores da Mercantil do Brasil Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos, declaram que, conforme seus conhecimentos acerca da matéria, reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras da Financeira, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016. Belo Horizonte, 22 de fevereiro de 2017.Diretor PresidenteJosé Ribeiro Vianna NetoDiretores ExecutivosLuiz Henrique Andrade de AraújoMarco Antônio Andrade AraújoMauricio de Faria AraujoDiretoresAthaíde Vieira dos Santos Jane César Coelho Diretor de Relações com Investidores Athaíde Vieira dos Santos

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTESEm cumprimento ao disposto no art. 25, inciso V da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários nº 480, de 7 de dezembro de 2009, os Diretores da Mercantil do Brasil Financeira S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos, declaram que, conforme seus conhecimentos acerca da matéria, reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer emitido pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, resultante do procedimento de auditoria realizado nas referidas demonstrações da Financeira, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016.Belo Horizonte, 22 de fevereiro de 2017.Diretor Presidente José Ribeiro Vianna NetoDiretores ExecutivosLuiz Henrique Andrade de AraújoMarco Antônio Andrade AraújoMauricio de Faria AraujoDiretoresAthaíde Vieira dos Santos Jane César Coelho Diretor de Relações com Investidores Athaíde Vieira dos Santos

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Parecer do Conselho FiscalOs membros do Conselho Fiscal da Mercantil do Brasil Financeira S.A.-Crédito, Financiamento e Investimentos, no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, tendo examinado o Relatório da Administração, as demonstrações financeiras relativas ao segundo semestre de 2016 e o Estudo Técnico de Expectativa de Geração de Lucros Tributáveis Futuros, que tem como objetivo a realização dos Créditos Tributários, trazidos a valor presente, de acordo com a Instrução CVM nº 371/02, Resoluções nºs 3.059/02 e 3.355/06 do Conselho Monetário Nacional e Circular nº 3.171/02 do Banco Central do Brasil, são de opinião que as citadas peças, examinadas a luz da legislação societária vigente, refletem adequadamente a situação patrimonial e financeira da Sociedade, opinando por sua aprovação pela Assembleia Geral. Belo Horizonte, 22 de fevereiro de 2017. CONSELHO FISCALJosé Aloisio Martins AlvesJosé Regis da Silva PontesFrancisco Hilário Rosa

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.