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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025149 páginasCódigo CVM 21733Versão 1Recebida em 26/01/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de CIELO S.A - INSTITUICAO DE PAGAMENTO

CIELO S.A - INSTITUICAO DE PAGAMENTO · CNPJ 01.027.058/0001-91

CIELO S.A - INSTITUICAO DE PAGAMENTO
CNPJ 01.027.058/0001-91
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
CIELO S.A - INSTITUICAO DE PAGAMENTO
CNPJ
01.027.058/0001-91
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
149
Ano de referência
2025*
Publicado em
26/01/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total118.656.833112.647.5935,3%
1.01Ativo Circulante108.283.833101.755.2936,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa2.804.9161.361.042106,1%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.01.03Fundos de Investimento em Direitos Creditórios00—
1.01.02.01.04Instrumentos Financeiros, incluindo derivativos00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber103.617.48598.937.8474,7%
1.01.03.01Clientes101.626.40597.780.4273,9%
1.01.03.01.01Contas a Receber Operacionais101.626.40597.780.4273,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber1.991.0801.157.42072,0%
1.01.03.02.01Contas a receber de partes relacionadas1.671.4601.038.74460,9%
1.01.03.02.03Outros Valores a Receber319.620118.676169,3%
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar1.597.9641.190.16634,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar1.597.9641.190.16634,3%
1.01.07Despesas Antecipadas263.468266.238−1,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante10.373.00010.892.300−4,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.438.5201.502.360−4,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber26.57330.610−13,2%
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outros valores a Receber26.57330.610−13,2%
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos1.257.7461.210.1743,9%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos1.257.7461.210.1743,9%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes154.201261.576−41,0%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Depósitos Judiciais118.21189.30232,4%
1.02.01.10.04Instrumentos financeiros35.990172.274−79,1%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado784.790891.920−12,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação764.821873.026−12,4%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento19.96918.8945,7%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível8.149.6908.498.020−4,1%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeisAos Acionistas e ao Conselho de Administração da Cielo S.A. - Instituição de PagamentoBarueri - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Cielo S.A. - Instituição de Pagamento ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis da Cielo S.A. - Instituição de Pagamento em 31 de dezembro de 2025, foram elaboradas em todos os aspectos relevantes, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições de pagamento autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (BCB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, aplicáveis a auditorias de demonstrações contábeis de entidades de interesse público no Brasil. Nós também cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Ênfase - Informações comparativasChamamos a atenção para a Nota explicativa nº 2 às demonstrações contábeis individuais e consolidadas que descreve que as referidas demonstrações foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições de pagamento autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, considerando a dispensa da apresentação, nas demonstrações contábeis referentes aos períodos do ano de 2025, dos valores comparativos relativos aos períodos anteriores, conforme previsto na Resolução BCB nº 352 do Banco Central do Brasil (BCB). Nossa opinião não contém ressalva relacionada a esse assunto.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do semestre e exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Reconhecimento e apresentação do Contas a receber de emissores, Contas a pagar a estabelecimentos e Receita operacional bruta mediante a captura, o processamento e a liquidação das transações realizadas pelos titulares de cartões de crédito e débitoVeja as Notas nº 2.6, 2.9, 7, 14 e 18 das demonstrações contábeis individuais e consolidadasPrincipais assuntos de auditoriaComo auditoria endereçou esse assuntoA Companhia efetua a captura, o processamento e a liquidação de transações realizadas pelos titulares de cartões de crédito e débito, que são a base para o reconhecimento das receitas operacionais e outras informações apresentadas nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, principalmente relacionadas às rubricas de saldos a receber de emissores e saldos a pagar a estabelecimentos comerciais. Em função da alta complexidade inerente ao processo de captura, processamento e liquidação das transações, que pode impactar os valores registrados nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, consideramos essa área como relevante para a nossa auditoria.Nossos procedimentos de auditoria incluíram a obtenção do entendimento do desenho dos controles chave relacionados à captura, ao processamento e à liquidação de transações realizadas pelos titulares de cartões de crédito e débito.Para o Contas a receber de emissores, efetuamos testes relacionados às conciliações dos saldos contábeis com informações provenientes de relatórios fornecidos pelos sistemas legados, bem como testes por amostragem, de verificação de documentação suporte para registro e liquidação das transações.Para o Contas a pagar a estabelecimentos, efetuamos testes relacionados às conciliações dos saldos contábeis com informações provenientes de relatórios fornecidos pelos sistemas legados, bem como testes, por amostragem, de verificação de documentação suporte para registro e liquidação das transações, assim como testes de liquidação subsequente para os saldos em aberto na data-base.Para a receita operacional bruta efetuamos testes relacionados às conciliações dos saldos contábeis com informações provenientes de relatórios fornecidos pelos sistemas legados, bem como testes, por amostragem, de verificação de documentação suporte para registro, liquidação das transações e devido reconhecimento da receita, assim como recálculos globais das receitas com comissões e das receitas com antecipações de recebíveis.Os nossos procedimentos incluíram também a avaliação das divulgações efetuadas pela Companhia nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas descritas nas notas explicativas nº 2.6, 2.9, 7, 14 e 18.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos aceitáveis os saldos apresentados nas linhas do Contas a receber de emissores, Contas a pagar a estabelecimentos, Receita operacional bruta e as divulgações no contexto das demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Avaliação do valor recuperável dos ativos intangíveis de vida útil definida (Controlada - Cateno Gestão de Pagamentos S.A.)Veja as Notas nº 9 e 12 das demonstrações contábeis individuais e consolidadasPrincipais assuntos de auditoriaComo auditoria endereçou esse assuntoConforme descrito nas notas explicativas nº 9 e 12, o valor dos investimentos registrados pelo método de equivalência patrimonial nas demonstrações contábeis individuais inclui valores de ativos intangíveis com vida útil definida (Direito de Exploração - Arranjo de Pagamento Ourocard), classificados nas demonstrações contábeis consolidadas em conta específica, cuja realização está suportada por meio de estudo do "Fluxo de Caixa Descontado" baseado no plano de negócios preparado pela Administração. Devido à relevância do saldo e ao alto grau de julgamento envolvido no processo de determinação das estimativas de rentabilidade futura das unidades geradoras de caixa para fins de avaliação do valor recuperável de tais ativos, que pode impactar o valor do investimento em controladas registrados nas demonstrações contábeis individuais e o valor do intangível registrado nas demonstrações contábeis consolidadas, consideramos essa área como relevante para a nossa auditoria.Com o suporte técnico dos especialistas em finanças corporativas, analisamos a razoabilidade e consistência dos dados e premissas utilizados no último estudo de avaliação do valor recuperável, utilizado pela administração da controlada, tais como taxas de crescimento, taxas de desconto, projeções de fluxos de caixa e estimativas de rentabilidade, bem como a razoabilidade dos cálculos matemáticos incluídos neste estudo. O estudo vigente para essa avaliação é o que foi realizado em Setembro de 2025. Adicionalmente, comparamos a projeção de lucro apresentada pela administração na última avaliação efetuada com o desempenho econômico e financeiro da Controlada no semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2025.Os nossos procedimentos incluíram também a avaliação das divulgações efetuadas pe la Companhia nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas descritas nas notas explicativas nº 9 e 12. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos aceitáveis a mensuração dos ativos intangíveis de vida útil definida e as divulgações no contexto das demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Provisão para créditos incobráveis Veja as Notas nº 7 e 23 das demonstrações contábeis individuais e consolidadasPrincipais assuntos de auditoriaComo auditoria endereçou esse assuntoConforme descrito nas notas explicativas nº 7 e 23, os principais riscos de crédito aos quais a Companhia está exposta são: (i) os valores a receber de emissores, (ii) o risco dos subcredenciadores não realizarem a liquidação dos valores para os estabelecimentos comerciais, (iii) os valores de chargeback, estorno ou cancelamento quando já houve a realização da liquidação dos recebíveis ou aquisição dos recebíveis dos estabelecimentos comerciais em vendas diferidas e (iv) o não pagamento do aluguel dos terminais de captura utilizados pelos estabelecimentos comerciais. Para endereçamento desses riscos, além da análise de crédito e avaliação da necessidade de apresentação de garantias por parte dos emissores e subcredenciadores, efetuadas através de monitoramento contínuo das contrapartes, a Companhia, conforme nota explicativa nº 7, constitui provisão para créditos incobráveis. Esta provisão é determinada por meio de metodologia que consiste em perdas esperadas associadas ao risco de crédito da Companhia, conforme probabilidade de default (PD - Probability of Default, LGD - Loss Given Default e EAD - Exposure at Default) e segmentação do cliente.Devido à relevância do saldo no contexto das demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o grau de julgamento considerado nas estimativas utilizadas, consideramos essa área como relevante para a nossa auditoria.Nossos procedimentos de auditoria incluíram a obtenção do entendimento do desenho dos controles internos considerados relevantes e relacionados com a análise de risco de crédito dos emissores, subcredenciadores e estabelecimentos comerciais, assim como da elaboração e aprovação da metodologia de provisão para créditos incobráveis.Envolvemos profissionais com experiência e conhecimento especializados em risco de crédito que nos auxiliaram: (i) na avaliação da fundamentação teórica e dos métodos propostos para estimativa dos parâmetros de PD, LGD, EAD e cálculo da provisão quanto à conformidade com a Resolução BCB nº 352 (ii) na avaliação da solidez conceitual dos modelos e das técnicas de modelagem para estimar os parâmetros de PD, LGD e EAD, inspecionando a documentação do modelo, incluindo teste de recálculo independente e revisão do processo de estimação dos parâmetros, para determinar se os modelos são adequados (iii) na avaliação da relevância das variáveis consideradas nos cenários macroeconômicos futuros por meio de análise de regressão da correlação histórica dessas variáveis em relação à perdas de crédito esperadas (iv) na verificação da precisão das estimativas de PD, LGD e EAD da instituição usando os dados históricos e as informações prospectivas da instituição (v) no teste das regras de alocação dos estágios (Aumento Significativo de Risco - SICR) para avaliação da acurácia dos critérios adotados pela Companhia comparando-as com as práticas aplicáveis do setor e da regulamentação uma para amostra selecionada.Os nossos procedimentos incluíram também a avaliação das divulgações efetuadas pela Companhia nas demonstrações contábeis consolidadas descritas nas notas explicativas nº 7 e 23.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos aceitável a provisão para créditos incobráveis e as divulgações no contexto das demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações do valor adicionado (DVA) individuais e consolidadas referentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2025 elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar em relação às práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições de pagamento autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (BCB), foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Demonstrações contábeis consolidadasEssas demonstrações contábeis consolidadas para o semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2025, que foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições de pagamento autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (BCB), estão sendo apresentadas de maneira adicional, conforme faculdade prevista no Art. nº 100 da Resolução BCB nº 352, às demonstrações contábeis consolidadas preparadas de acordo com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e foram apresentadas separadamente pela Cielo S.A. - Instituição de Pagamento, nesta data e sobre as quais emitimos relatório de auditoria independente, não contendo qualquer modificação, com data de 26 de janeiro de 2026.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório dos auditores A administração da Companhia e suas controladas é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidade da administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições de pagamento autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis individuais e consolidadas livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia e suas controladas continuarem operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a não ser que a administr ação pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis individuais e consolidadas. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manter em continuidade operacional.Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações contábeis das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações contábeis do grupo. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria executado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com os requisitos éticas pertinentes, de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar as ameaças ou as salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas do semestre e exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 26 de janeiro de 2026KPMG Auditores Independentes Ltda.CRC 2SP-014428/O-6Gustavo Mendes BoniniCRC 1SP296875/O-4Relatório dos auditores independentes sobre asdemonstrações contábeisAos Acionistas e ao Conselho de Administração da Cielo S.A. - Instituição de PagamentoBarueri - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis consolidadas da Cielo S.A. - Instituição de Pagamento ("Companhia") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Cielo S.A. - Instituição de Pagamento em 31 de dezembro de 2025, o desempenho consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações contábeis consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, aplicáveis a auditorias de demonstrações contábeis de entidades de interesse público no Brasil. Nós também cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Reconhecimento e apresentação do Contas a receber de emissores, Contas a pagar a estabelecimentos e Receita operacional bruta mediante a captura, o processamento e a liquidação das transações realizadas pelos titulares de cartões de crédito e débitoVeja as Notas nº 2.6, 2.9, 7, 14 e 18 das demonstrações contábeis consolidadasPrincipais assuntos de auditoriaComo auditoria endereçou esse assuntoA Companhia efetua a captura, o processamento e a liquidação de transações realizadas pelos titulares de cartões de crédito e débito, que são a base para o reconhecimento das receitas operacionais e outras informações apresentadas nas demonstrações contábeis consolidadas, principalmente relacionadas às rubricas de saldos a pagar a estabelecimentos comerciais e saldos a receber de emissores. Em função da alta complexidade inerente ao processo de captura, processamento e liquidação das transações, que pode impactar os valores registrados nas demonstrações contábeis consolidadas, consideramos essa área como relevante para a nossa auditoria.Nossos procedimentos de auditoria incluíram a obtenção do entendimento do desenho dos controles chave relacionados à captura, ao processamento e à liquidação de transações realizadas pelos titulares de cartões de crédito e débito.Para o Contas a receber de emissores, efetuamos testes relacionados às conciliações dos saldos contábeis com informações provenientes de relatórios fornecidos pelos sistemas legados, bem como testes por amostragem, de verificação de documentação suporte para registro e liquidação das transações.Para o Contas a pagar a estabelecimentos, efetuamos testes relacionados às conciliações dos saldos contábeis com informações provenientes de relatórios fornecidos pelos sistemas legados, bem como testes, por amostragem, de verificação de documentação suporte para registro e liquidação das transações, assim como testes de liquidação subsequente para os saldos em aberto na data-base.Para a receita operacional bruta efetuamos testes relacionados às conciliações dos saldos contábeis com informações provenientes de relatórios fornecidos pelos sistemas legados, bem como testes, por amostragem, de verificação de documentação suporte para registro, liquidação das transações e devido reconhecimento da receita, assim como recálculos globais das receitas com comissões e das receitas com antecipações de recebíveis.Os nossos procedimentos incluíram também a avaliação das divulgações efetuadas pela Companhia nas demonstrações contábeis consolidadas descritas nas notas explicativas nº 2.6, 2.9, 7, 14 e 18.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos aceitáveis os saldos apresentados nas linhas do Contas a receber de emissores, Contas a pagar a estabelecimentos e Receita operacional bruta e as divulgações no contexto das demonstrações contábeis consolidadas tomadas em conjunto. Avaliação do valor recuperável dos ativos intangíveis de vida útil definida (Controlada - Cateno Gestão de Pagamentos S.A.)Veja a Nota Explicativa nº 12 das demonstrações contábeis consolidadasPrincipais assuntos de auditoriaComo auditoria endereçou esse assuntoConforme descrito na nota explicativa nº 12, os valores de ativos intangíveis com vida útil definida (Direito de Exploração - Arranjo de Pagamento Ourocard), classificados nas demonstrações contábeis consolidadas em conta específica, cuja realização está suportada por meio do "Fluxo de Caixa Descontado" baseado no plano de negócios preparado pela Administração. Devido à relevância do saldo e ao alto grau de julgamento envolvido no processo de determinação das estimativas de rentabilidade futura das unidades geradoras de caixa para fins de avaliação do valor recuperável de tais ativos, que pode impactar o valor do ativo intangível registrado nas demonstrações contábeis consolidadas, consideramos essa área como relevante para a nossa auditoria.Com o suporte técnico dos especialistas em finanças corporativas, analisamos a razoabilidade e consistência dos dados e premissas utilizados no último estudo de avaliação do valor recuperável, utilizado pela administração da controlada, tais como taxas de crescimento, taxas de desconto, projeções de fluxos de caixa e estimativas de rentabilidade, bem como a razoabilidade dos cálculos matemáticos incluídos neste estudo. O estudo vigente para essa avaliação é o que foi realizado em Setembro de 2025. Adicionalmente, comparamos a projeção de lucro apresentada pela administração na última avaliação efetuada com o desempenho econômico e financeiro da Controlada no exercício findo em 31 de dezembro de 2025. Os nossos procedimentos incluíram também a avaliação das divulgações efetuadas pela Companhia nas demonstrações contábeis consolidadas descritas na nota explicativa nº 12.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos aceitáveis a mensuração dos ativos intangíveis de vida útil definida e as divulgações no contexto das demonstrações contábeis consolidadas tomadas em conjunto.Provisão para créditos incobráveis Veja as Notas nº 7 e 23 das demonstrações contábeis consolidadasPrincipais assuntos de auditoriaComo auditoria endereçou esse assuntoConforme descrito nas notas explicativas nº 7 e nº 23, os principais riscos de crédito aos quais a Companhia está exposta são: (i) os valores a receber de emissores, (ii) o risco dos subcredenciadores não realizarem a liquidação dos valores para os estabelecimentos comerciais, (iii) os valores de chargeback, estorno ou cancelamento quando já houve a realização da liquidação dos recebíveis ou aquisição dos recebíveis dos estabelecimentos comerciais em vendas diferidas e (iv) o não pagamento do aluguel dos terminais de captura utilizados pelos estabelecimentos comerciais. Para endereçamento desses riscos, além da análise de crédito e avaliação da necessidade de apresentação de garantias por parte dos emissores e subcredenciadores, efetuadas através de monitoramento contínuo das contrapartes, a Companhia, conforme nota explicativa n° 7, constitui provisão para créditos incobráveis. Esta provisão é determinada por meio de metodologia que consiste em perdas esperadas associadas ao risco de crédito da Companhia, conforme probabilidade de default (PD - Probability of Default, LGD - Loss Given Default e EAD - Exposure at Default) e segmentação do cliente.Devido à relevância do saldo no contexto das demonstrações contábeis consolidadas e o grau de julgamento considerado nas estimativas utilizadas, consideramos essa área como relevante para a nossa auditoria.Nossos procedimentos de auditoria incluíram a obtenção do entendimento do desenho dos controles internos considerados relevantes e relacionados com a análise de risco de crédito dos emissores, subcredenciadores e estabelecimentos comerciais, assim como da elaboração e aprovação da metodologia de provisão para créditos incobráveis.Envolvemos profissionais com experiência e conhecimento especializados em risco de crédito que nos auxiliaram: (i) na avaliação da fundamentação teórica e dos métodos propostos para estimativa dos parâmetros de PD, LGD, EAD e cálculo da provisão quanto à conformidade com o IFRS 9 (ii) na avaliação da solidez conceitual dos modelos e das técnicas de modelagem para estimar os parâmetros de PD, LGD e EAD, inspecionando a documentação do modelo, incluindo teste de recálculo independente e revisão do processo de estimação dos parâmetros, para determinar se os modelos são adequados (iii) na avaliação da relevância das variáveis consideradas nos cenários macroeconômicos futuros por meio de análise de regressão da correlação histórica dessas variáveis em relação à perdas de crédito esperadas (iv) na verificação da precisão das estimativas de PD, LGD e EAD da instituição usando os dados históricos e as informações prospectivas da instituição (v) no teste das regras de alocação dos estágios (Aumento Significativo de Risco - SICR) para avaliação da acurácia dos critérios adotados pela Companhia comparando-as com as práticas aplicáveis do setor e da regulamentação uma para amostra selecionada.Os nossos procedimentos incluíram também a avaliação das divulgações efetuadas pela Companhia nas demonstrações contábeis consolidadas descr itas nas notas explicativas nº 7 e 23.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos aceitável a provisão para créditos incobráveis e as divulgações no contexto das demonstrações contábeis consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações consolidadas do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS Accounting Standards, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis consolidadas da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis consolidadas e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis consolidadas e o relatório dos auditores A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis consolidadas ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidade da administração e da governança pelas demonstrações contábeis consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis consolidadas livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia e suas controladas continuarem operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis consolidadas, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis consolidadas.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações contábeis consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis consolidadas, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis consolidadas, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Planejamentos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações contábeis das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações contábeis do grupo. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria executado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado e da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com os requisitos éticos pertinentes, de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quand o aplicável, as ações tomadas para eliminar as ameaças ou as salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com a Administração, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis consolidadas do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 26 de janeiro de 2026KPMG Auditores Independentes Ltda.CRC 2SP-014428/O-6Gustavo Mendes BoniniCRC 1SP296875/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em observância às disposições constantes na Resolução nº 80, de 29 de março de 2022, emitida pela Comissão de Valores Mobiliários ("CVM") ("Resolução CVM nº 80/22"), a Diretoria-Executiva declara que reviu, discutiu e concordou com as Demonstrações Contábeis ("COSIF") referentes ao semestre (Individuais) e exercício (Individuais e Consolidadas) findos em 31 de dezembro de 2025, as quais foram elaboradas de acordo com as diretrizes contábeis emanadas da Lei nº 6.404 de 15 de dezembro de 1976 ("Lei das Sociedades por Ações"), incluindo as alterações introduzidas pelas Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09, com observância das normas e instruções do Conselho Monetário Nacional ("CMN"), do Banco Central do Brasil ("BCB") e da CVM, quando aplicável.Em observância às disposições constantes na Resolução nº 80, de 29 de março de 2022, emitida pela Comissão de Valores Mobiliários ("CVM") ("Resolução CVM nº 80/22"), a Diretoria-Executiva declara que reviu, discutiu e concordou com as Demonstrações Contábeis Consolidadas da Companhia referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, as quais foram elaboradas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro ("IFRS") emitidas pelo International Accounting Standards Board ("IASB") ("Demonstrações Contábeis Consolidadas de 2025 - IFRS").

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em observância às disposições constantes na Resolução CVM nº 80/22, a Diretoria-Executiva declara que reviu, discutiu e concordou com as opiniões expressas no Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Contábeis da Companhia referentes ao semestre (Individuais) e exercício (Individuais e Consolidadas) findos em 31 de dezembro de 2025, sem ressalvas, emitido pela KPMG Auditores Independentes Ltda. ("KPMG").Em observância às disposições constantes na Resolução CVM nº 80/22, a Diretoria-Executiva declara que reviu, discutiu e concordou com as opiniões expressas no Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Contábeis Consolidadas da Companhia referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025 ("Demonstrações Contábeis Consolidadas de 2025 - IFRS"), sem ressalvas, emitido pela KPMG Auditores Independentes Ltda. ("KPMG").

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Os Srs. (as) membros do Conselho Fiscal da Cielo S.A. - Instituição de Pagamento ("Companhia"), no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, procederam ao exame dos Comentários da Administração sobre o desempenho da Companhia e de suas Demonstrações Contábeis, referentes ao semestre (Individuais) e ao exercício (Individuais e Consolidadas), findos em 31 de dezembro de 2025, elaboradas de acordo com as diretrizes contábeis emanadas da Lei nº 6.404/76 ("Lei das Sociedades por Ações"), incluindo as alterações introduzidas pelas Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09, com observância das normas e das instruções do Conselho Monetário Nacional ("CMN"), do Banco Central do Brasil ("BACEN") e da Comissão de Valores Mobiliários ("CVM"), quando aplicável, denominadas em conjunto como "Padrão COSIF", e à vista do Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Contábeis, elaborado pela KPMG Auditores Independentes Ltda., sem ressalvas, e por unanimidade, são de opinião que os citados documentos, examinados à luz das respectivas práticas contábeis, refletem adequadamente a situação patrimonial, a posição financeira e as atividades desenvolvidas pela Companhia, estando em condição de serem apreciados e deliberados.Barueri, 26 de janeiro de 2026.Os Srs. (as) membros do Conselho Fiscal da Cielo S.A. - Instituição de Pagamento ("Companhia"), no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, procederam ao exame dos Comentários da Administração sobre o desempenho da Companhia e de suas Demonstrações Contábeis Consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, as quais foram elaboradas de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro ("IFRS"), emitidas pelo International Accounting Standards Board ("IASB"), acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Contábeis, elaborado pela KPMG Auditores Independentes Ltda., sem ressalvas, e por unanimidade, são de opinião que os citados documentos, examinados à luz das respectivas práticas contábeis, refletem adequadamente a situação patrimonial, a posição financeira e as atividades desenvolvidas pela Companhia, estando em condição de serem apreciados e deliberados.Barueri, 26 de janeiro de 2026.Aos Senhores Acionistas da Cielo S.A. - Instituição de Pagamento,Os Srs. membros do Conselho examinaram os itens constantes da Ordem do Dia e (01) Os Srs. membros do Conselho Fiscal analisaram a abordagem da Auditoria Independente sobre os principais assuntos analisados e procedimentos relacionados ao: (a) relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Contábeis, Individuais Semestrais e Anuais, e Consolidadas Anuais, referentes ao exercício e ao semestre findos em 31 de dezembro de 2025, elaboradas de acordo com o padrão contábil COSIF das instituições reguladas pelo Banco Central do Brasil ("BCB"), normas e instruções da Comissão de Valores Mobiliários ("CVM") e regulamentações complementares do BCB, acompanhadas do Relatório da Administração, sem ressalvas,("Demonstrações Contábeis 2025 em COSIF") (b) relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Contábeis Consolidadas Anuais referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro ("IFRS") emitidas pelo International Accounting Standards Board ("IASB"), acompanhadas do Relatório da Administração, sem ressalvas ("Demonstrações Contábeis 2025 em IFRS") e (c) relatório dos Auditores Independentes sobre o Relatório do Conglomerado Prudencial referente ao 2º semestre de 2025, findo em 31 de dezembro de 2025, elaborado de acordo com os procedimentos específicos estabelecidos pelas Resoluções nº 4911, de 27 de maio de 2021, e nº 4.950, de 30 de setembro de 2021, ambas emitidas pelo Conselho Monetário Nacional ("CMN") e regulamentações complementares do BCB, sem ressalvas ("Relatório do Conglomerado Prudencial 2º Sem 2025"). Em seguida, após exame a análise: (a) das Demonstrações Contábeis 2025 em COSIF (b) das Demonstrações Contábeis 2025 em IFRS e (c) do Relatório do Conglomerado Prudencial 2º Sem 2025 e, tendo em vista as informações prestadas pela Administração da Companhia e pela KPMG Auditores Independentes ("KPMG"), os Srs. membros do Conselho Fiscal, por unanimidade, opinaram favoravelmente e sem ressalvas, acerca das referidas Demonstrações Contábeis e do Relatório do Conglomerado Prudencial, concluindo que os documentos examinados, à luz das práticas contábeis, refletem adequadamente a situação patrimonial, a posição financeira e as atividades desenvolvidas pela Companhia, estando em condição de serem apreciados e deliberados pela Assembleia Geral de Acionistas ("Assembleia Geral Ordinária" ou "Assembleia Geral") da Companhia.(02)Os Srs. membros do Conselho Fiscal analisaram as propostas a serem submetidas à Assembleia Geral Ordinária para: (a) destinação do lucro líquido da Companhia referente ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025 ("Exercício de 2025"), no montante de R$ R$ 1.888.055.434,18 (um bilhão, oitocentos e oitenta e oito milhões, cinquenta e cinco mil, quatrocentos e trinta e quatro reais e dezoito centavos), a ser retido integralmente com base em orçamento de capital, nos termos abaixo descritos no item (b). Não haverá destinação de lucro para a distribuição de dividendos, sendo certo que o lucro do exercício será integralmente retido, conforme autoriza o § 3º, I, do artigo 202 da Lei nº 604, de 15 de dezembro de 1976 ("Lei das Sociedades por Ações") e, conforme orientação dada pelo Conselho de Administração à Diretoria-Executiva em reunião realizada em 26 de dezembro de 2025. Não haverá destinação de lucro à reserva legal neste exercício social, tendo em vista que o valor que constitui tal reserva já atingiu o seu limite, correspondente a 20% (vinte por cento) do capital social da Companhia, nos termos do artigo 193 da Lei das Sociedades por Ações e do item (i) do artigo 28 de seu Estatuto Social. (a) o orçamento de capital para o exercício de 2026, com a retenção do montante de R$ 1.888.055.434,18 (um bilhão, oitocentos e oitenta e oito milhões, cinquenta e cinco mil, quatrocentos e trinta e quatro reais e dezoito centavos) do lucro líquido do Exercício de 2025. O saldo remanescente da reserva de lucros existente, totalizará R$ 4.425.281.969,88 (quatro bilhões, quatrocentos e vinte e cinco milhões, duzentos e oitenta e um mil, novecentos e sessenta e nove reais e oitenta e oito centavos). O montante retido com base no orçamento de capital terá como finalidade, principalmente, o fortalecimento do caixa da Companhia para fazer frente às necessidades de capital de giro, conferindo assim maior robustez e estabilidade financeira, com vistas a viabilizar: (i) a expansão dos produtos de prazo projetada para o ano fiscal de 2026 e (ii) os investimentos em tecnologia e demais insumos necessários ao desenvolvimento das atividades da Companhia, incluindo aquisição de equipamentos de captura, nos termos do orçamento de capital. O prazo de duração do orçamento de capital, caso seja aprovado, será até a Assembleia Geral Ordinária que aprovar as contas do exercício social a se encerrar em 31 de dezembro de 2026, estando a presente proposta de destinação refletida nas demonstrações contábeis elaboradas pela Administração, as quais serão amplamente divulgadas nos termos da legislação vigente. Ao final, os Srs. membros do Conselho Fiscal, no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, tendo examinado as propostas da administração a serem encaminhadas à Assembleia Geral Ordinária da Companhia, por unanimidade, opinaram favoravelmente e sem ressalvas, acerca das propostas ora apresentadas, estando as referidas em condições de serem apreciadas e deliberadas pela Assembleia Geral da Companhia.(03)Os Srs. membros do Conselho Fiscal, por unanimidade, opinaram favoravelmente e sem ressalvas, acerca do estudo técnico de viabilidade de realização do ativo fi scal diferido, o qual tem por objetivo demonstrar a expectativa de realização dos créditos tributários da Companhia e de suas sociedades controladas, em observância ao artigo 4º, §4º, inciso V da Resolução nº 15 de 17 de setembro de 2020, emitida pelo BCB ("Resolução BCB nº 15/2020").Marcos Aparecido Galende (Presidente do Conselho Fiscal)Analaura Neves de Morais GontijoGisele Barbosa PessoaHerculano Aníbal Alves.

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

Relatório Anual Resumido do Comitê de Auditoria - Exercício Social de 20251. Sobre o Comitê de Auditoria, suas atribuições e responsabilidades.O Comitê de Auditoria ("Comitê") da Cielo S.A. - Instituição de Pagamento ("Companhia") é um órgão estatutário de funcionamento permanente que visa assessorar o Conselho de Administração com independência em relação à Diretoria Executiva e demais profissionais da Companhia.Nos termos da versão vigente do Regimento Interno do Comitê, aprovada em 12 de dezembro de 2025 ("Regimento Interno"), o Comitê é composto por, no mínimo, 03 (três) membros efetivos, com mandato unificado de 02 (dois) anos e permitida a reeleição, os quais devem observar e cumprir os requisitos previstos no artigo 9 da Resolução nº 130, de 20 de agosto de 2021, emitida pelo Banco Central do Brasil ("BCB") ("Resolução BCB nº 130/21"). Atualmente, o Comitê é composto por 04 (quatro) membros, eleitos pelo Conselho de Administração em reuniões realizadas em 29 de maio e 18 de setembro de 2024, com mandato unificado de 02 (dois) anos, isto é, até a primeira reunião a ser realizada pelo Conselho de Administração imediatamente após a Assembleia Geral Ordinária da Companhia que deliberar sobre as matérias previstas no artigo 132 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976 ("Lei nº 6.404/76") referentes ao exercício social de 2025. As avaliações do Comitê baseiam-se nas informações prestadas pela Administração1 da Companhia, auditoria interna, auditores independentes, responsáveis pelo gerenciamento de riscos e de controles internos da Companhia, bem como nas suas próprias análises decorrentes de observação direta, ou em trabalhos e atividades demandados pelo Comitê.Nos termos do Regimento Interno, o Comitê reúne-se trimestralmente em sessões ordinárias. Durante o exercício social de 2025, o Comitê realizou 04 (quatro) sessões ordinárias e 12 (doze) sessões extraordinárias, reunindo-se com as áreas de controles internos, riscos, contabilidade, tesouraria, auditoria interna, auditores independentes, além dos diretores e executivos de diversas áreas da Companhia.É importante destacar que os membros do Comitê, em todas as reuniões, se reuniram com o líder da auditoria interna da Companhia, bem como em 04 (quatro) reuniões com os auditores independentes.Além disso, os membros do Comitê realizaram 01 (uma) reunião conjunta com o Comitê de Riscos e 01 (uma) reunião conjunta com o Conselho Fiscal da Companhia, para troca de informações e experiências, bem como para o acompanhamento de temas comuns aos órgãos.A cada reunião do Conselho de Administração da Companhia são disponibilizadas aos membros do Conselho as principais atividades desenvolvidas pelo Comitê no respectivo período, o status do plano de trabalho da auditoria interna, os resultados dos trabalhos de auditoria, suas principais conclusões, recomendações e providências tomadas pela Administração e uma visão abrangente sobre as denúncias registradas no Canal de Ética.Dentre as atividades realizadas durante o exercício de 2025, cabe destacar a abordagem a respeito dos seguintes temas: (a) recomendação de aprovação dos ajustes propostas às políticas de: (a.i) gestão de riscos corporativos e controles internos (a.ii) compliance (a.iii) anticorrupção (a.iv) auditoria interna (a.v) tecnologia da informação (a.vi) produtos e serviços (a.vii) compras (a.viii) segurança da informação e cibernética e (a.ix) privacidade proteção de dados (b) aprovação do: (b.i) relatório anual e semestral do Comitê a ser apresentado com as Demonstrações Contábeis Individuais e Consolidadas e Relatório da Administração Semestrais e Anuais (COSIF) e (b.ii) relatório anual e semestral do Comitê a ser apresentado com as Demonstrações Contábeis Consolidadas Anuais (IFRS), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2024 e ao semestre findo em 30 de junho de 2025 (c) recomendação de aprovação para a contratação de auditoria independente para prestação dos seguintes serviços durante o exercício de 2025: (c.i) auditoria das demonstrações contábeis anuais e semestrais e emissão dos respectivos relatórios (c.ii) revisão das informações contábeis intermediárias ("ITR") (c.iii) revisão eletrônica da escrituração Contábil Fiscal - ECF 2024 (ano calendário 2024) para a Companhia e suas controladas, a saber: Aliança Soluções e Meio de Pagamento Ltda. ("Aliança"), Servinet Serviços Ltda. ("Servinet") e Stelo S.A. ("Stelo") (c.iv) emissão dos relatórios do conglomerado prudencial (c.v) avaliação da aderência da Cielo à Resolução nº 352, de 23 de novembro de 2023, emitida pelo BCB ("Resolução BCB nº 352/23") e (c.vi) asseguração limitada do relatório anual integrado e do inventário de emissões de gases de efeito estufa ("GEE") da Companhia referente ao exercício de 2025 (d) acompanhamento do processo e recomendação de aprovação: (d.i) das Demonstrações Contábeis, Individuais e Consolidadas, Semestrais e Anuais referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2024 e 30 de junho de 2025, elaboradas de acordo com o padrão contábil COSIF das instituições reguladas pelo BCB, normas e instruções da Comissão de Valores Mobiliários ("CVM") e regulamentações complementares do BCB, bem como dos respectivos Relatórios dos Auditores Independentes (d.ii) das Demonstrações Contábeis Consolidadas Anuais referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2024 e ao semestre findo em 30 de junho de 2025, elaboradas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro IFRS emitidas pelo International Accounting Standards Board ("IASB"), bem como dos respectivos Relatórios dos Auditores Independentes (d.iii) das informações contábeis intermediárias da Companhia referentes aos 1º, 2º e 3º trimestres de 2025, bem como dos respectivos Relatórios dos Auditores Independentes e (d.iv) do Conglomerado Prudencial referente ao 1º semestre de 2025, findo em 30 de junho de 2025, elaborado de acordo com os procedimentos específicos estabelecidos pelas Resoluções nº 4.911, de 27 de maio de 2021, e nº 4.950, de 30 de setembro de 2021, ambas emitidas pelo Conselho Monetário Nacional ("CMN") e regulamentações complementares do BCB, bem como do respectivo Relatório dos Auditores Independentes (e) recomendação de aprovação dos ajustes ao plano de trabalho bienal da auditoria interna referente aos exercícios de 2025 e 2026 (f) recomendação de aprovação da proposta de plano de trabalho bienal da auditoria interna para os exercícios de 2026 e 2027 (g) recomendação de aprovação do relatório anual da auditoria interna referente ao exercício de 2024 (h) recomendação de aprovação dos ajustes ao orçamento da auditoria interna e do Comitê referente ao exercício de 2025 (i) recomendação de aprovação da proposta de orçamento da auditoria interna para o exercício de 2026 (j) análise e discussão dos resultados dos principais trabalhos realizados pela auditoria interna (k) acompanhamento do reporte das denúncias recebidas através do Canal de Ética (l) acompanhamento dos ofícios e comunicações de órgãos reguladores recebidos pela Companhia e das respectivas respostas apresentadas (m) acompanhamento das provisões judiciais e contingências cíveis, trabalhistas e tributárias (n) análise: (n.i) do relatório dos auditores independentes sobre o sistema de controles internos e dispositivos legais e regulamentares, elaborado em conexão com a auditoria das Demonstrações Contábeis do semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2024 e do semestre findo em 30 de junho de 2025 ("Relatórios CCI"), nos termos da Resolução BCB nº 130/21 e (n.ii) dos planos de ações decorrentes dos apontamentos constantes nos Relatórios CCI (o) análise: (o.i) do relatório de avaliação de efetividade dos processos e controles da Companhia, conforme disposto na Circular n° 3.978, de 23 de janeiro de 2020, emitida pelo BCB ("Circular BCB nº 3.978/20") referente ao exercício de 2024 ("Relatório de Efetividade 2024") e do resumo dos principais pontos de melhoria ide ntificados no referido relatório e (o.ii) do relatório de acompanhamento da implementação dos planos de ações declarados no Relatório de Efetividade 2024, em consonância ao disposto nos §§1º e 2º do artigo 65 da Circular BCB nº 3.978/20 (p) análise dos relatórios trimestrais de avaliação das ocorrências e medidas de prevenção a fraudes, em conformidade com a Resolução nº 142, de 23 de setembro de 2021, emitida pelo BCB ("Resolução BCB nº 142/21") (q) acompanhamento dos resultados do ciclo de supervisão referente ao Sistema de Avaliação de Riscos e Controles ("SRC") do Conglomerado, realizado pelo BCB (r) acompanhamento dos relatórios de ouvidoria referentes ao 2º semestre de 2024 e ao 1º semestre de 2025 (s) recomendação de aprovação do relatório anual sobre a implementação do plano de ações e de resposta a incidentes do exercício de 2024, em cumprimento à Política de Segurança da Informação e Cibernética da Companhia e, em observância ao artigo 8 da Resolução nº 85, de 08 de abril de 2021, emitida pelo BCB ("Resolução BCB nº 85/21") e (t) análise do reporte trimestral sobre os principais incidentes de segurança.2. Descrições das recomendações apresentadas à Diretoria Executiva acerca das demonstrações contábeis, com evidenciação das não acatadas e respectivas justificativas, nos termos artigo 15, inciso II, da Resolução nº 130/21 do BCB2.Importante destacar que o membro qualificado do Comitê e especialista em contabilidade, reuniu-se, trimestralmente, em reuniões de trabalho, com a Gerência Executiva de Contabilidade para proceder à análise detalhada das Demonstrações Contábeis3 da Companhia, ocasião em que apresentou sugestões de aprimoramento, sempre alinhadas às melhores práticas e à legislação aplicável. As propostas foram discutidas e validadas pelo Comitê, para posterior recomendação ao Conselho de Administração acerca das Demonstrações Contábeis.Todas as sugestões de aprimoramento apresentadas pelo Comitê foram implementadas pela Companhia.3. Demonstrações Contábeis, Individuais e Consolidadas, Semestrais e Anuais e Demonstrações Contábeis Consolidadas Anuais referentes ao Exercício Social de 2025.Os membros do Comitê, no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto no Regimento Interno do Comitê, realizaram o exame e análise das: (a) demonstrações contábeis individuais e consolidadas, semestrais e anuais, elaboradas de acordo com o padrão contábil COSIF das instituições reguladas pelo BCB, normas e instruções da CVM e regulamentações complementares do BCB referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025 ("Demonstrações Contábeis 2025 em COSIF") (b) demonstrações contábeis consolidadas anuais, elaboradas de acordo com as normas IFRS emitidas pelo IASB referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025 ("Demonstrações Contábeis 2025 em IFRS") e (c) relatório do conglomerado prudencial referente ao 2º semestre findo em 31 de dezembro de 2025, elaborado de acordo com os procedimentos específicos estabelecidos pela Resolução nº 4.950, de 30 de setembro de 2021, emitida pelo CMN e regulamentações complementares do BCB ("Relatório do Conglomerado Prudencial 2º Sem 2025") e, tendo em vista as informações prestadas pela Administração da Companhia e pela auditoria independente, bem como as atividades desempenhadas e acompanhadas pelo Comitê durante o exercício social de 2025, recomendam, por unanimidade, a aprovação pelo Conselho de Administração da Companhia: (i) das Demonstrações Contábeis 2025 em COSIF (ii) das Demonstrações Contábeis 2025 em IFRS e (iii) do Relatório do Conglomerado Prudencial 2º Sem 2025.Barueri, 16 de janeiro de 2026.Paulo Henrique AndolheCoordenador do Comitê de AuditoriaAntônio Gustavo Matos do ValeMembro do Comitê de AuditoriaÂngela Beatriz de AssisMembro do Comitê de AuditoriaJorge Andrade CostaMembro do Comitê de Auditoria

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias2.668.174.1205.842
Preferenciais00
Total2.668.174.1205.842

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.