Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016151 páginasCódigo CVM 4030Versão 1Recebida em 28/10/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL

COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL · CNPJ 33.042.730/0001-04

COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL
CNPJ 33.042.730/0001-04
DFP 2016
Exercício 2016
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL
CNPJ
33.042.730/0001-04
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
151
Ano de referência
2016*
Publicado em
28/10/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total44.153.62347.339.409−6,7%
1.01Ativo Circulante12.444.91816.430.691−24,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa4.871.1627.861.052−38,0%
1.01.02Aplicações Financeiras760.391763.599−0,4%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado760.391763.599−0,4%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber1.997.2161.578.27726,5%
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques3.964.1364.941.314−19,8%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar00—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes852.0131.286.449−33,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante31.708.70530.908.7182,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.745.9711.661.9875,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos70.15178.066−10,1%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes1.675.8201.583.9215,8%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos4.568.4513.998.23914,3%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado18.135.87917.826.2261,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível7.258.4047.422.266−2,2%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Ao Conselho de Administração e aos Acionistas da Companhia Siderúrgica NacionalOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia Siderúrgica Nacional ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Companhia Siderúrgica Nacional em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro ("International Financial Reporting Standards - IFRS"), emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB".Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e a suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. ÊnfaseReapresentação das demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2015Em 14 de novembro de 2016, reemitimos relatório de auditoria, sem modificação, sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia, que ora estão sendo novamente reapresentadas. Conforme descrito na nota explicativa nº 2.a.b) às demonstrações financeiras, as demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2015 foram alteradas e estão sendo reapresentadas para: (a) refletir novos ajustes contábeis e de determinação de valores justos na aplicação do pronunciamento técnico CPC 15 (R1) - Combinação de Negócios e da norma internacional IFRS 3 - "Business Combination", emitida pelo IASB, sobre a combinação de negócios realizada pela controlada Congonhas Minérios S.A. e (b) refletir a revisão das análises de recuperação e ajustes dos saldos de imposto de renda diferido. Nossa opinião continua sem nenhuma modificação.Continuidade operacional da controlada em conjunto Transnordestina Logística S.A.Chamamos a atenção para a nota explicativa nº 10.d) às demonstrações financeiras, que descreve o estágio de conclusão da nova malha ferroviária da controlada em conjunto Transnordestina Logística S.A. ("TLSA"), atualmente em fase de construção, e cujo prazo para conclusão da obra, previsto inicialmente para janeiro de 2017, está atualmente em revisão e discussão com os órgãos governamentais responsáveis. A conclusão das obras do projeto e o consequente início das operações dependem da continuidade de disponibilização de recursos de seus acionistas e de terceiros. Esses eventos ou condições, em conjunto com outros assuntos descritos na referida nota explicativa, indicam a existência de incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa sobre a continuidade operacional da TLSA. Nossa opinião não está ressalvada em virtude deste assunto. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria ("PAA") são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Valor recuperável do ágio e investimento de controlada em conjunto Conforme divulgado na nota explicativa nº 10.a) às demonstrações financeiras, a Companhia possui um saldo de investimento, incluindo ganho na perda de controle, na controlada em conjunto TLSA no montante total de R$3.747 milhões. A análise do valor recuperável desse ativo foi considerada como um PAA por envolver alto grau de estimativa e julgamento da Administração na determinação das premissas utilizadas na elaboração do valor recuperável e da sensibilidade e subjetividade das premissas significativas, que envolvem projeções de demanda de mercado, de margens operacionais e de taxa de desconto que podem alterar significativamente a expectativa de realização de tais ativos, assim como a necessidade de reconhecimento de perdas no valor recuperável desses ativos. Este assunto foi considerado como um risco significativo de auditoria e, portanto, envolveu a nossa atenção e o nosso julgamento de maneira significativa. Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (a) avaliação do desenho, da implementação e da efetividade dos controles internos relevantes determinados pela Administração sobre a análise do valor recuperável (b) exame da análise preparada pela Administração, com o auxílio de especialistas internos em valor justo, para verificar a razoabilidade do modelo utilizado no recálculo matemático dos fluxos de caixa e dos dividendos descontados e na avaliação da taxa de desconto (c) avaliação dos fatores e das principais premissas de negócio que foram utilizados na apuração do valor de recuperação (d) avaliação das principais estimativas realizadas pela Administração com aquelas disponíveis de mercado, quando aplicável, bem como recálculo, com o auxílio de especialistas internos, do valor de recuperação mediante metodologia corroborativa independente (e) indagações à Administração da Companhia e aos executivos da TLSA e inspeção das evidências disponíveis sobre as tratativas para liberação de recursos financeiros pelos acionistas controladores para a retomada da obra e da liberação dos recursos previstos com os órgãos e as empresas relacionados ao governo federal e (f) avaliação da adequação das divulgações elaboradas pela Administração nas demonstrações financeiras. Realização do imposto de renda e da contribuição social diferidos ativos Conforme divulgado na nota explicativa nº 16.b) às demonstrações financeiras, a Companhia (controladora) possui registrados imposto de renda e contribuição social diferidos ativos, em 31 de dezembro de 2016, no montante de R$252 milhões, o qual está apresentado como redução do saldo de imposto de renda e contribuição social diferidos passivos. A realização desse ativo está suportada em projeções de lucro tributável futuro, as quais envolveram o exercício de julgamentos significativos pela Companhia, com base em premissas que refletem aspectos do seu ambiente econômico e operacional, entre outros fatores. Assim, considerando a relevância dos valores envolvidos pela controladora e o julgamento significativo pela Administração na determinação da correspondente avaliação da realização, consideramos este assunto como um risco significativo de auditoria e, portanto, envolveu a nossa atenção e o nosso julgamento de maneira significativa.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (a) avaliação do desenho, da implementação e da efetividade dos controles internos relevantes determinados pela Administração relacionados às projeções de lucros tributáveis futuros pela controladora (b) a avaliação e o desafio das premissas de negócio e da metodologia utilizada pela Companhia para elaboração das projeções de resultado tributável futuro e (c) avaliação da adequação das divulgações realizadas com relação aos impostos diferidos. Provisão para riscos relacionados a demandas judiciais e administrativas Conforme divulgado na nota explicativa nº 18 às demonstrações financeiras, a Companhia possui provisão para riscos no montante de R$627 milhões na controladora (R$813 milhões no consolidado), para fazer face às perdas prováveis em processos administrativos e judiciais relacionados a demandas e assuntos fiscais, trabalhistas e cíveis.Com o auxílio de seus consultores jurídicos internos e externos, a Companhia exerce julgamento significativo na determinação do valor das provisões a serem constituídas, bem como na divulgação de processos não provisionados, em que a expectativa de perda é considerada como possível. A avaliação de determinadas demandas judiciais e administrativas representou um aspecto significativo de auditoria em virtude da relevância dos valores envolvidos para as demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e pelos julgamentos significativos exercidos pela Administração para a avaliação dos prognósticos de perda e das correspondentes divulgações requeridas. Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (a) avaliação do desenho, da implementação e da efetividade dos controles internos relevantes determinados pela Administração relacionados à avaliação da suficiência da provisão para riscos relacionada às demandas judiciais e administrativas (b) obtenção de cartas de confirmação com os consultores jurídicos externos que patrocinam essas demandas judiciais, confirmando montantes envolvidos e correspondente avaliação dos riscos de perda (c) discussões com os consultores jurídicos internos da Companhia e (d) obtenção de relatórios técnicos e opiniões legais emitidos por outros advogados externos e independentes a essas demandas, que suportaram os prognósticos de perda. Com base nesse conjunto de informações, avaliamos com nossos especialistas da área tributária o entendimento do mérito e a adequação da conclusão sobre a classificação e mensuração de risco de perda determinado pela Companhia e os valores contabilizados e/ou divulgados em nota explicativa. Também consideramos a adequação das divulgações conforme a nota explicativa nº 18 às demonstrações financeiras. Riscos relacionados à investigação independente referente à construçãoda Planta de Aços LongosConforme descrito na nota explicativa nº 34 às demonstrações financeiras, a Companhia tomou conhecimento da citação de um executivo da Companhia quando de depoimentos prestados em conexão com processos de investigação pelas autoridades públicas federais acerca do relacionamento contratual relativo à construção da Planta de Aços Longos da CSN, contrato no qual teria havido supostos pagamentos indevidos, a título de bônus, como forma de reembolso a pagamentos efetuados a partidos políticos. Em resposta a este assunto, a Companhia, por meio de uma investigação independente conduzida sob a supervisão do Comitê de Auditoria, avaliou os aspectos indicados pelos delatores em suas alegações, com o objetivo de identificar evidências, indícios ou provas às alegações denunciadas. Este assunto foi tratado como significativo em nossa auditoria em virtude das limitações intrínsecas aos procedimentos de auditoria empregados sobre o processo de investigação independente, que possui suas complexidades inerentes, requerendo do auditor o exercício de um alto grau de julgamento quanto à suficiência do escopo da investigação, dos procedimentos e das técnicas de investigação forense empregadas, bem como aos possíveis impactos monetários e de divulgação nas demonstrações financeiras. Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, (a) entendimento do escopo, da extensão e da metodologia dos trabalhos executados pelos profissionais da investigação independente, bem como dos resultados obtidos (b) acompanhamento e avaliação das ações e do escopo definido pelo Comitê de Auditoria para conduzir e supervisionar a investigação efetuada pelos especialistas independentes (c) envolvimento de nossos especialistas forenses (d) avaliação da independência e qualificação da firma de investigação contratada para execução deste trabalho (e) discussão das conclusões dos trabalhos de investigação com os especialistas independentes e com o Comitê de Auditoria, incluindo a conclusão sobre a não necessidade de ajustes nas demonstrações financeiras e (f) consideração quanto à divulgação deste assunto na referida nota explicativa às demonstrações financeiras. Continuidade operacionalConforme divulgado na nota explicativa nº 1 às demonstrações financeiras, em 31 de dezembro de 2016 a Companhia possui empréstimos e financiamentos (consolidado), que montam a R$30,5 bilhões, dos quais R$28,3 bilhões possuem vencimentos no longo prazo. Ao avaliar o pressuposto de continuidade operacional na preparação das demonstrações financeiras, a Companhia levou em consideração o atingimento de seu plano de negócios, representado por projeções de fluxo de caixa para o próximo ano, estimado com base em determinadas metas operacionais e financeiras planejadas pela Administração, complementadas por ações de redução do endividamento e de refinanciamento das dívidas contratadas, além de ações complementares relacionadas à desalavancagem financeira. Assim, considerando a relevância dos valores envolvidos, a complexidade e o julgamento significativo exercido pela Administração na determinação do seu plano de negócios para o próximo ano e na determinação das metas operacionais e financeiras a serem atingidas, consideramos este assunto como um PAA. Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (a) avaliação do desenho, da implementação e da efetividade dos controles internos relevantes determinados pela Administração relacionados ao seu plano de negócios, refletido nas projeções de fluxo de caixa para o próximo ano (b) a avaliação e o desafio das premissas de negócio e da metodologia utilizada pela Companhia para elaboração das projeções de fluxo de caixa, levando em consideração dados externos e condições de mercado (c) indagações à Administração da Companhia e a seus executivos e inspeção das evidências disponíveis em relação ao plano de desalavancagem financeira e eventuais alternativas disponíveis para a gestão do caixa e (d) avaliação da adequação das divulgações do plano de negócios e das metas operacionais e financeiras nas demonstrações financeiras da Companhia.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado ("DVA") referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão reconciliadas com as demonstrações financeiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas DVA foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse pronunciamento técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração, e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e de suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e de suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e de suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do Grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, pela supervisão e pelo desempenho da auditoria do Grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de u ma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 27 de outubro de 2017DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Gilberto GrandolphoAuditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 139572/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Na qualidade de Diretores Executivos da Companhia Siderúrgica Nacional, declaramos, nos termos do Art. 25, parágrafo 1º, item VI, da Instrução CVM 480, de 07 de dezembro de 2009, conforme alterada, que revisamos, discutimos e concordamos com as Demonstrações Financeiras da Companhia relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016, bem como com a reapresentação das Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2015.São Paulo, 27 de outubro de 2017.______________________________Benjamin SteinbruchDiretor-Presidente______________________________Luis Fernando Barbosa Martinez Diretor Executivo______________________________David Moise SalamaDiretor Executivo e de Relações com Investidores______________________________Pedro Gutemberg Quariguasi NettoDiretor Executivo______________________________Marcelo Cunha RibeiroDiretor Executivo - CFO

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Na qualidade de Diretores Executivos da Companhia Siderúrgica Nacional, declaramos, nos termos do Art. 25, parágrafo 1º, item V, da Instrução CVM 480, de 07 de dezembro de 2009, conforme alterada, que revisamos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes relativo às Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016 e às Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2015, reapresentadas.São Paulo, 27 de outubro de 2017.______________________________Benjamin SteinbruchDiretor-Presidente______________________________Luis Fernando Barbosa Martinez Diretor Executivo______________________________David Moise SalamaDiretor Executivo e de Relações com Investidores______________________________Pedro Gutemberg Quariguasi NettoDiretor Executivo______________________________Marcelo Cunha RibeiroDiretor Executivo - CFO

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O Comitê de Auditoria reuniu-se para revisão das Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, bem como da reapresentação das Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015.Em seguida, o Comitê de Auditoria recebeu os representantes da Deloitte Auditores Independentes, que reportaram sobre o processo de finalização da auditoria das Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016 e reapresentação das Demonstrações Financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015. Após rever e discutir as demonstrações financeiras auditadas de 2016 e 2015 e o Relatório Anual da Administração, o Comitê de Auditoria concluiu que os documentos acima, em todos os seus aspectos relevantes, estão adequadamente apresentados e revisados e decidiu recomendar ao Conselho de Administração que as demonstrações financeiras auditadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016 e em 31 de dezembro de 2015 sejam submetidas à aprovação da Assembleia Geral. São Paulo, 27 de outubro de 2017.Antonio Bernardo Vieira MaiaFernando PerroneYoshiaki NakanoClaudia Maria Sarti - secretária

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.