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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2012159 páginasCódigo CVM 19879Versão 1Recebida em 25/03/2013valores em R$ mil

DFP 2012 de LIGHT S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL

LIGHT S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL · CNPJ 03.378.521/0001-75

LIGHT S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ 03.378.521/0001-75
DFP 2012
Exercício 2012
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Metadados

Empresa
LIGHT S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ
03.378.521/0001-75
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
159
Ano de referência
2012*
Publicado em
25/03/2013 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total11.726.57111.061.1266,0%
1.01Ativo Circulante2.338.7632.681.762−12,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa377.607772.548−51,1%
1.01.02Aplicações Financeiras15.2668.17186,8%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo15.2668.17186,8%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação15.2668.17186,8%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber1.446.1711.383.6204,5%
1.01.03.01Clientes1.446.1711.383.6204,5%
1.01.03.01.01Clientes1.446.1711.383.6204,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques30.35527.43010,7%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar210.844225.498−6,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar210.844225.498−6,5%
1.01.06.01.01Tributos e Contribuições199.182134.55148,0%
1.01.06.01.02Imposto de Renda e Contribuição Social11.66290.947−87,2%
1.01.07Despesas Antecipadas2.4262.18011,3%
1.01.08Outros Ativos Circulantes256.094262.315−2,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros256.094262.315−2,4%
1.01.08.03.01Serviços Prestados a Receceber46.15484.964−45,7%
1.01.08.03.02Outros Créditos174.870173.5500,8%
1.01.08.03.03Rendas a receber Swap35.0703.801822,7%
1.02Ativo Não Circulante9.387.8088.379.36412,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo3.058.3322.164.54541,3%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber289.556298.538−3,0%
1.02.01.03.01Clientes289.556298.538−3,0%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos830.233836.411−0,7%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos830.233836.411−0,7%
1.02.01.07Despesas Antecipadas0263−100,0%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes1.938.5431.029.33388,3%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Ativo Indenizável da Concessão1.573.349656.473139,7%
1.02.01.09.04Tributos e Contribuições118.87895.62224,3%
1.02.01.09.05Depósitos Judiciais224.631268.505−16,3%
1.02.01.09.06Rendas a Receber Swap470754−37,7%
1.02.01.09.07Outros Créditos21.2157.979165,9%
1.02.02Investimentos91.85554.08669,8%
1.02.02.01Participações Societárias91.85554.08669,8%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias91.85554.08669,8%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado2.220.5641.985.83311,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.719.9281.395.32023,3%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento500.636590.513−15,2%
1.02.04Intangível4.017.0574.174.900−3,8%
1.02.04.01Intangíveis4.017.0574.174.900−3,8%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão3.822.5533.851.404−0,7%
1.02.04.01.02Outros194.504323.496−39,9%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONTRAÇÕES FINANCEIRASAos Acionistas, Conselheiros e Diretores daLight S.A.Rio de Janeiro - RJExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Light S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentamadequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira daLight S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Light S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseConforme descrito na nota explicativa 3, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Companhia essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS, que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorOs valores correspondentes às demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011 e ao balanço patrimonial em 1 de janeiro de 2011, apresentados para fins de comparação, foram auditados por outros auditores independentes, que emitiram seu relatório em 25 de março de 2013, sem ressalvas e contendo parágrafos de ênfase, sem modificação da sua opinião, referentes: (i) à diferença na avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras individuais, enquanto que, para fins de IFRS, seria custo ou valor justo e (ii) reemissão do relatório dos auditores independentes anteriormente emitido, em função das demonstrações financeiras terem sido reapresentadas conforme nota explicativa nº 3, item v.Rio de Janeiro, 25 de março de 2013.DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAntônio Carlos Brandão de SousaAuditores Independentes ContadorCRC- n° 2SP 011.609/O-8-"F" RJCRC 1RJ 65.976/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras de 31 de dezembro de 2012 e Parecer dos Auditores IndependentesOs diretores da Companhia declaram que examinaram, discutiram e revisaram todas as informações contidas nas Demonstrações Financeiras da Companhia, bem como, concordam com a opinião dos auditores independentes da Companhia, Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, referenciadas no relatório dos Auditores Independentes a seguir apresentado. Paulo Roberto Ribeiro PintoDiretor PresidenteJoão Batista Zolini CarneiroDiretor de Finanças e Relações com InvestidoresAndreia Ribeiro Junqueira e SouzaDiretora de GentePaulo Carvalho FilhoDiretor de Gestão EmpresarialEvandro Leite VasconcelosDiretor de Energia e Diretor de Desenvolvimento de Negócios (interinamente)José Humberto CastroDiretor de DistribuiçãoFernando Antônio Fagundes Reis Diretor JurídicoLuiz Otávio Ziza Mota ValadaresDiretor de Comunicação

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras de 31 de dezembro de 2012 e Parecer dos Auditores IndependentesOs diretores da Companhia declaram que examinaram, discutiram e revisaram todas as informações contidas nas Demonstrações Financeiras da Companhia, bem como, concordam com a opinião dos auditores independentes da Companhia, Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, referenciadas no relatório dos Auditores Independentes a seguir apresentado. Paulo Roberto Ribeiro PintoDiretor PresidenteJoão Batista Zolini CarneiroDiretor de Finanças e Relações com InvestidoresAndreia Ribeiro Junqueira e SouzaDiretora de GentePaulo Carvalho FilhoDiretor de Gestão EmpresarialEvandro Leite VasconcelosDiretor de Energia e Diretor de Desenvolvimento de Negócios (interinamente)José Humberto CastroDiretor de DistribuiçãoFernando Antônio Fagundes Reis Diretor JurídicoLuiz Otávio Ziza Mota ValadaresDiretor de Comunicação

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da LIGHT S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, de acordo com o disposto no artigo 163, da Lei nº 6.404/76, examinou o Relatório Anual da Administração, as Demonstrações Financeiras e a proposta da Destinação dos Resultados, todos os documentos relativos ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2012, da Controladora e Consolidado, bem como o Orçamento de Capital de 2013. Nossos exames das demonstrações citadas no parágrafo anterior foram complementados, ainda, por análise de documentos e, substancialmente, por informações e esclarecimentos prestados aos membros do Conselho Fiscal pelos Auditores Independentes e pela Administração da Companhia. Desta forma, tendo em conta, ainda, o relatório da Deloitte Touche Tohmatsu, emitido em 25 de março de 2013, sem ressalvas, o CONSELHO FISCAL, pela unanimidade de seus membros, opina que os referidos documentos estão em condições de serem apresentados à Assembléia Geral Ordinária de Acionistas para deliberação.Rio de Janeiro, 25 de março de 2013. Eduardo Grande BittencourtPresidenteMarcello Lignani SiqueiraRogério Fernando LotErnesto Costa PierobonAristóteles Luiz Menezes Vasconcellos Drummond

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.