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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 19100Versão 1Recebida em 12/03/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de CONTAX PARTICIPACOES S.A.EM RECUPERACAO JUDICIAL EM RECUPERACAO JUDICIAL

CONTAX PARTICIPACOES S.A.EM RECUPERACAO JUDICIAL EM RECUPERACAO JUDICIAL · CNPJ 04.032.433/0001-80

CONTAX PARTICIPACOES S.A.EM RECUPERACAO JUDICIAL EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ 04.032.433/0001-80
DFP 2018
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
CONTAX PARTICIPACOES S.A.EM RECUPERACAO JUDICIAL EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ
04.032.433/0001-80
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
12/03/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total1.358.3331.640.041−17,2%
1.01Ativo Circulante364.520613.963−40,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa95.457206.516−53,8%
1.01.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa95.457206.516−53,8%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber220.327323.686−31,9%
1.01.03.01Clientes220.327323.686−31,9%
1.01.03.01.01Contas a Receber de Clientes220.327323.686−31,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques00
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar32.74560.570−45,9%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar32.74560.570−45,9%
1.01.06.01.01Tributos a recuperar19.92517.87011,5%
1.01.06.01.02IR e CS a recuperar12.82042.700−70,0%
1.01.07Despesas Antecipadas6.3597.476−14,9%
1.01.07.01Despesas Antecipadas6.3597.476−14,9%
1.01.08Outros Ativos Circulantes9.63215.715−38,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros9.63215.715−38,7%
1.01.08.03.02Demais Ativos9.63215.715−38,7%
1.02Ativo Não Circulante993.8131.026.078−3,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo558.370535.6954,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.04Contas a Receber94.14090.9183,5%
1.02.01.04.01Clientes94.14090.9183,5%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos021.648−100,0%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos021.648−100,0%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes464.230423.1299,7%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Tributos a Recuperar542.226−97,6%
1.02.01.10.04Depositos Judiciais438.543399.8589,7%
1.02.01.10.05Demais Ativos25.63321.04521,8%
1.02.02Investimentos00
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.05Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado88.173115.477−23,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação88.173115.477−23,6%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível347.270374.906−7,4%
1.02.04.01Intangíveis347.270374.906−7,4%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Ágio sobre Investimentos169.984169.9840,0%
1.02.04.01.03Outros Ativos Intngíveis177.286204.922−13,5%
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Administradores e Acionistas daLiq Participações S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Liq Participações S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Liq Participações S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e sua controlada, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos as demais responsabilidades éticas de acordo com estas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacionalChamamos a atenção para as Notas Explicativas nº 1.1 e 1.2 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, que indicam que a Liq Participações S.A. e sua controlada incorreram em prejuízo consolidado no montante de R$ 223.435 mil durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2018, apresentam prejuízo acumulado no montante de R$ 280.524 mil e passivo circulante em excesso ao ativo circulante no montante de R$ 17.049 mil naquela data. Conforme apresentado, esses eventos ou condições, juntamente com outros assuntos descritos nas referidas notas explicativas, indicam a existência de incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia e sua controlada. Nossa opinião não está modificada em relação à esse assunto.Principais assuntos de auditoriaOs principais assuntos de auditoria ("PAA") são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Estes assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre estes assuntos. Além do assunto descrito na seção "Incerteza significativa relacionada com a continuidade operacional", determinamos que os assuntos descritos abaixo são os principais assuntos de auditoria a serem comunicados em nosso relatório.1. Reconhecimento de receita (Notas Explicativas nº 4.19 e 26)Motivo pelo qual o assunto foi considerado um PAAAs receitas de prestação de serviço compreendem o valor que reflete a contrapartida a que se espera ter direito em troca da prestação de serviços aos clientes (conforme pronunciamento técnico IFRS 15 (CPC 47) - Receita de contrato com cliente, vigente a partir de 1º. de janeiro de 2018). Os serviços são faturados e/ou estimados de acordo com a sua natureza e de acordo com o contrato estabelecido com cada cliente. Como este procedimento envolve controles manuais, portanto com maior risco de haver erros e, certa complexidade, pela diversidade e particularidade de tipos de contratos existentes, podendo impactar o valor e o momento do reconhecimento das receitas e impostos relacionados nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, consideramos este assunto crítico e de risco para a nossa auditoria.Como o assunto foi tratado na auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:Análise da adequação do momento do reconhecimento da receita para uma amostra de contratos existentes no exercício findo em 31 de dezembro de 2018, além de discussões sobre eventuais variações nos montantes da receita reconhecida no exercício as quais se apresentem de forma distinta as nossas expectativasTeste substantivos executados através da análise de contratos da Companhia e sua controlada por amostragem, sua contabilização, valorização e recebimentos subsequentesTeste substantivos executados através do confronto entre as notas emitidas, aceite do cliente e provisão de faturamento objetivando confirmar se os critérios de reconhecimento de receita referente aos serviços prestados próximo da data de encerramento do exercício social ("corte da receita") foram satisfatóriosEnvio de cartas de confirmação de saldos a determinados clientes selecionados através de amostragemAvaliação da adequação das respectivas divulgações da Companhia sobre os critérios de reconhecimento da receita e montantes envolvidosAvaliamos as premissas utilizadas pela Administração e se as políticas de reconhecimento e divulgação de receitas adotadas pela Companhia e sua controlada estão em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS).Com base na abordagem de nossa auditoria e nos procedimentos efetuados, entendemos que os critérios e premissas adotados pela Companhia e sua controlada para reconhecimento das receitas operacionais são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.2. Imposto de renda e contribuição social diferidos (Notas Explicativas nº 3.2.c e 11.2)Motivo pelo qual o assunto foi considerado um PAAEm 31 de dezembro de 2018, o saldo de imposto de renda e da contribuição social diferidos ativos registrados pela Companhia e sua controlada totalizavam os montantes de R$ 488 mil individual e R$ 94.173 mil consolidado, os quais encontram-se divulgados nas notas explicativas nº 3.2.c e 11.2 às demonstrações financeiras, juntamente com a informação de que a Administração da Companhia considera como melhor estimativa de realização dos referidos créditos tributários, que envolve a necessidade de julgamento contábil crítico em relação ao reconhecimento contábil desses ativos e suas futuras realizações. Esse item foi considerado como um principal assunto de auditoria, tendo em vista que o processo de estimativa de realização desses tributos é complexo e envolve a utilização de diversas premissas para se estimar o montante e o correspondente ano fiscal no qual os referidos tributos diferidos serão realizados no curso normal das operações da Companhia e sua controlada.Essas estimativas estão apoiadas na realização de estudos de projeção de rentabilidade futura, preparados pela Administração, os quais incluem previsões de condições futuras de mercado e de negócios, relacionados ao ambiente de negócios em que a Companhia e sua controlada atuam, que possibilitarão a realização desses tributos diferidos nos próximos exercícios.Como o assunto foi tratado na auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:Revisão das projeções de rentabilidade futura preparadas pela administração, assim como a consistência dessas projeções com os dados históricos de estimativas passadas e, também, com as efetivas realizações das mesmasEnvolvemos nossos especialistas em finanças corporativas para nos auxiliar na avaliação das premissas e metodologia usadas pela Companhia e sua controlada quando da preparação dessas estimativas de rentabilidade futuraDesafiamos as premissas estipuladas pela Companhia, como taxa de juros, crescimetnos entre outras, de forma a verificar se estavam dentro de parâmetros aceitáveisTambém, avaliamos a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia sobre os critérios de reconhecimento e a estimativa de realização dos tributos diferidos incluídas nas notas explicativas nº 3.2.c e 11.2 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Com base na abordagem de nossa auditoria e nos procedimentos efetuados, entendemos que os valores registrados e os critérios e premissas adotados e divulgados nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas para avaliação da perda por redução ao valor recuperável dos impostos diferidos, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.3. Recuperabilidade dos ativos intangíveis - Goodwill (Notas Explicativas nº 3.2 e 15)Motivo pelo qual o assunto foi considerado um PAADe acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro a Companhia é requerida a proceder anualmente ao teste de recuperabilidade dos valores registrados como ativos intangíveis de vidas úteis indefinidas, incluindo o ágio por rentabilidade futura ("Goodwill"). Em 31 de dezembro de 2018, o ágio por rentabilidade futura reconhecido nas demonstrações financeiras consolidadas da Companhia perfazia o montante de R$169.984 mil, e estão divulgados nas notas explicativas nº 3.2.a e 15 às demonstrações financeiras individuas e consolidadas.Esse item foi considerado como um principal assunto de nossa auditoria, tendo em vista que o processo de avaliação da recuperabilidade desses ativos intangíveis é complexo e envolve um alto grau de subjetividade, bem como é baseado em diversas premissas tais como: determinação das unidades geradoras de caixa, taxa de desconto, percentuais de crescimento e rentabilidade dos negócios da Companhia e sua controlada para exercícios futuros. Tais premissas poderão ser afetadas, de forma relevante, pelas condições de mercado ou cenários econômicos futuros do Brasil, os quais ainda não podem ser estimados com precisão.Como o assunto foi tratado na auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:Envolvemos nossos especialistas em finanças corporativas para nos auxiliar na avaliação e desafio das premissas e metodologia usadas pela Companhia e sua controlada, em particular relacionadas às estimativas de vendas futuras, taxa de crescimento, taxa de desconto utilizada nos fluxos de caixa descontados, margem de lucro, e definição das unidades geradoras de caixaAvaliamos a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia sobre as premissas utilizadas nos cálculos de recuperabilidade dos referidos ativos intangíveis, as quais estão incluídas nas notas explicativas nº 3.2.a e 15 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Adicionalmente realizamos leitura e análises sobre determinados documentos que deram base para o registro dos ágios.Com base na abordagem de nossa auditoria e nos procedimentos efetuados sobre o teste de valor recuperável dos ativos intangíveis de vida útil indefinida (Goodwill), que está consistente com a avaliação da Administração, consideramos que os critérios e premissas do valor recuperável adotados pela administração, assim como as respectivas divulgações nas notas explicativas nº 3.2.a e 15, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras individuas e consolidadas tomadas em conjunto.4. Provisão para demandas trabalhistas (Notas Explicativas nº 3.2 e 21)Motivo pelo qual o assunto foi considerado um PAAConforme mencionado nas notas explicativas nº 3.2.e 21, a Companhia e sua controlada constituem provisão para demandas trabalhistas que surgem no curso normal de suas operações. As estimativas do desfecho e do efeito financeiro futuro são determinadas pela natureza das ações e pela avaliação da Companhia e sua controlada, com base nas características das causas, complementadas pela experiência de demandas semelhantes, utilizando-se para tanto, dados históricos das causas de exercícios anteriores. Devido à: i) natureza do negócio da Companhia, que tem mão-de-obra intensiva ii) relevância, complexidade e subjetividade envolvidos na avaliação e mensuração para definição dos montantes a serem reconhecidos como provisão para demandas trabalhistas, consideramos esse assunto significativo para a nossa auditoria.Como o assunto foi tratado na auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:Avaliação das políticas contábeis aplicadas pela Companhia e sua controlada para a classificação de perdas da demanda trabalhistas, incluindo a avaliação do julgamento sobre a mensuração dos montantes a serem registrados como provisão para riscos trabalhistasTestes substantivos sobre a base de processos efetuados por amostragem para avaliar se os controles mantidos pela Companhia e sua controlada para o cálculo da provisão para demandas trabalhistas, com base no histórico de desfechos das causas está adequadoConfirmação dos processos com os assessores jurídicos externos da Companhia e sua controlada e confronto das informações recebidas com os controles do departamento jurídico interno da Companhia e sua controladaAvaliamos a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia sobre as premissas utilizadas nos cálculos para mensuração e constituição de provisão para demandas trabalhistas incluídas nas notas explicativas nº 3.2.e e 21 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Adicionalmente realizamos recálculo sobre as estimativas da Companhia para a constituição de provisão para demandas trabalhistas. Com base na abordagem de nossa auditoria e nos procedimentos efetuados sobre as provisões para demandas trabalhistas, consideramos que os critérios e premissas utilizadas para constituição da referida provisão, assim como as respectivas divulgações nas notas explicativas nº 3.2. e 21, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.5. Instrumentos financeiros - Debêntures (Notas Explicativas nº 5 e 16)Motivo pelo qual o assunto foi considerado um PAAA avaliação dos instrumentos financeiros foi considerada uma área de foco em nossa auditoria em função da complexidade envolvida no processo de precificação das debêntures conversíveis em ações, cujo cálculo do valor justo está baseado substancialmente na utilização de julgamentos e estimativas preparadas pela Administração da Companhia.Em 31 de dezembro de 2018 o saldo das debêntures e os resp ectivos derivativos embutidos totalizavam os montantes de R$ 43.018 mil e R$ 9.665 mil, respectivamente (consolidado).Como o assunto foi tratado na auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) envolvimento do nosso time de especialistas em instrumentos financeiros (ii) avaliação dos procedimentos realizados, para a mensuração do valor justo das debêntures conversíveis e seus respectivos derivativos embutidos (iii) avaliação de evidências do processo e das premissas utilizadas para a apuração do cálculo e (iv) efetuamos testes de valorização das debêntures conversíveis. Adicionalmente, nossos especialistas efetuaram a revisão dos cálculos da Administração da Companhia e de sua controlada no que tange a avaliação das premissas e procedimentos adotados na adoção inicial da IFRS 9 (CPC 48 Instrumentos Financeiros) referente à: i) classificação e mensuração dos instrumentos financeiros ii) modelos de perdas esperadas e iii) premissas utilizadas na mensuração inicial dos passivos financeiros, considerando que houve a designação de passivos financeiros a valor justo ("fair value option").Com base na abordagem de nossa auditoria e nos procedimentos efetuados sobre os instrumentos financeiros, que está consistente com a avaliação da Administração, consideramos que os critérios e premissas de avaliação adotados pela Administração, assim como as respectivas divulgações nas Notas Explicativas nº 5 e 16 são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.6. Reestruturação de dívida com credores (Notas Explicativas nº 1.2 e 16.2)Motivo pelo qual o assunto foi considerado um PAAConforme mencionado nas notas explicativas nº 1.2 e 16.2, a Companhia e sua controlada concluíram o processo de renegociação de sua dívida com os credores financeiros. Devido à relevância dos valores, complexidade e julgamento envolvidos na avaliação desta operação e, consequentemente, a necessidade de se avaliar o adequado tratamento contábil para a mensuração, desreconhecimento e reconhecimento dos instrumentos financeiros envolvidos, bem como, a necessidade de se avaliar o cumprimento das cláusulas restritivas (covenants), que poderiam resultar em impactos relevantes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, consideramos esse assunto como significativo para nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como o assunto foi tratado na auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:Envolvemos nossos especialistas em instrumentos financeiros na avaliação da documentação suporte da operação, do tratamento contábil adotado pela Companhia para registro e recálculo dos valores envolvidos na transação Avaliação do cumprimento das cláusulas restritivas (covenants) Avaliamos a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia incluídas nas notas explicativas nº 1.2 e 16.2 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Com base na abordagem de nossa auditoria e nos procedimentos efetuados sobre a reestruturação da dívida com credores, que está consistente com a avaliação da Administração, consideramos que o tratamento contábil adotado pela Administração, assim como as respectivas divulgações nas Notas Explicativas nº 1.2 e 16.2, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se estas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorA auditoria dos valores correspondentes (individual e consolidado) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 foi conduzida sob a responsabilidade de outro auditor independente, que emitiu relatório de auditoria sem modificação, datado de 22 de março de 2018, que continha parágrafo de ênfase quanto ao assunto descrito na seção "Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional". Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por estas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar este fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas financeiras adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e sua controlada ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e sua controlada são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e co nsolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis individuais e consolidadas.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta à tais riscos, bem como obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtivemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e sua controlada.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela AdministraçãoConcluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e sua controlada. Se concluirmos que existe uma incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e sua controlada a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos estes assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 12 de março de 2019Jefferson Coelho DinizCT CRC 1SP-277.007/O-8Grant Thornton Auditores IndependentesCRC 2SP-025.583/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Em atendimento ao disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, a diretoria executiva da Liq Participações S.A., declara que: revisaram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia do exercício findo em 31 de dezembro de 2018 e  revisaram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório da Grant Thornton Auditores Independentes, relativamente às demonstrações financeiras da Companhia do exercício findo em 31 de dezembro de 2018.São Paulo, 12 de março de 2019. Marcelo Luiz Dias Chianello Diretor PresidenteAndré Tavares ParadiziDiretor de Finanças e de Relações com InvestidoresCristiane Almeida de Souza CéDiretora Executiva Jurídica e de ComplianceFrancisco Paulo Macambira HaickGerente Sênior de Controladoria

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE O PARECER DOS AUDITORESEm conformidade com o inciso V do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com o relatório dos auditores independentes sobre às Demonstrações Financeiras referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018. São Paulo, 12 de março de 2019. Marcelo Luiz Dias Chianello Diretor PresidenteAndré Tavares ParadiziDiretor de Finanças e de Relações com InvestidoresCristiane Almeida de Souza CéDiretora Executiva Jurídica e de ComplianceFrancisco Paulo Macambira HaickGerente Sênior de Controladoria

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL Nos termos das discussões havidas em reunião realizada nesta data, o Conselho Fiscal da Liq Participações S.A. ("Liq" ou "Companhia"), no uso de suas atribuições legais e estatutárias, dando cumprimento ao que dispõe o artigo 163, inciso III, da Lei das Sociedades por Ações, tendo examinado o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras da Liq, relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018, e tomando como base o parecer dos Auditores Independentes - Grant Thornton Auditores Independentes, é de opinião que as citadas peças, examinadas à luz da legislação societária vigente, encontram-se em condições de serem apreciadas e votadas em Assembleia Geral Ordinária da Companhia.São Paulo, 12 de março de 2019. Ademir José ScarpinPresidente do Conselho FiscalEduardo Augusto Rocha PocettiMembro do Conselho FiscalVital Jorge LopesMembro do Conselho Fiscal

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.