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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 16993Versão 1Recebida em 22/03/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de EMAE - EMPRESA METROPOLITANA DE AGUAS E ENERGIA SA

EMAE - EMPRESA METROPOLITANA DE AGUAS E ENERGIA SA · CNPJ 02.302.101/0001-42

EMAE - EMPRESA METROPOLITANA DE AGUAS E ENERGIA SA
CNPJ 02.302.101/0001-42
DFP 2018
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
EMAE - EMPRESA METROPOLITANA DE AGUAS E ENERGIA SA
CNPJ
02.302.101/0001-42
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
22/03/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total1.338.6121.245.0257,5%
1.01Ativo Circulante417.979273.81652,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa232.433136.21470,6%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber55.03322.405145,6%
1.01.03.01Clientes38.50218.619106,8%
1.01.03.01.01Revendedores38.50218.153112,1%
1.01.03.01.02Consumidores0466−100,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber16.5313.786336,6%
1.01.03.02.01Serviços - Canal Pinheiros3.1743.463−8,3%
1.01.03.02.02Ativo Financeiro Indenizável13.3573234.035,3%
1.01.04Estoques1.9301.7897,9%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar2.3131.33173,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar2.3131.33173,8%
1.01.07Despesas Antecipadas1.577245543,7%
1.01.08Outros Ativos Circulantes124.693111.83211,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros124.693111.83211,5%
1.01.08.03.01Tributos e Contrib. Sociais Compensáveis1.6411.12346,1%
1.01.08.03.02Outros Créditos10.5875.49192,8%
1.01.08.03.03Alienação de Bens e Direitos0148−100,0%
1.01.08.03.04Arrendamento UTE Piratininga85.33779.3647,5%
1.01.08.03.05Cauções e Depósitos Vinculados10.99910.1618,2%
1.01.08.03.06Ativo Financeiro - Sabesp16.12915.5453,8%
1.02Ativo Não Circulante920.633971.209−5,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo693.794792.376−12,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.04Contas a Receber00
1.02.01.04.01Clientes00
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos00
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.08Despesas Antecipadas00
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes693.794792.376−12,4%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Cauções e Depósitos Vinculados15.59715.3361,7%
1.02.01.10.04Arrendamento UTE Piratininga328.676352.015−6,6%
1.02.01.10.05Ativo Financeiro Indenizável62.41953.68316,3%
1.02.01.10.06Ativo Reversível da Concessão195.374273.218−28,5%
1.02.01.10.07GSF2811.209−76,8%
1.02.01.10.08Ativo Financeiro - Sabesp91.44796.915−5,6%
1.02.02Investimentos1.3901.3900,0%
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.05Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado222.987174.87627,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível2.4622.567−4,1%
1.02.04.01Intangíveis2.4622.567−4,1%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Acionistas, Conselheiros e Administradores daEMAE - Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da EMAE - Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A. (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da EMAE - Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Ênfase - Ativo reversível de concessão Conforme descrito na nota explicativa nº11, os balanços patrimoniais, individual e consolidado, em 31 de dezembro de 2018 apresentam na rubrica de ativo reversível da concessão o montante de R$ 195.374 mil (R$ 273.218 mil em 2017), referente aos investimentos a serem indenizados pelo Poder Concedente (ANEEL) em virtude da renovação da concessão ocorrida em 4 de dezembro de 2012, os quais foram mensurados pela Companhia, com base no valor residual naquela data. O referido montante ainda está em processo de homologação e será definido após fiscalização e determinação do "Valor Novo de Reposição - VNR" pela ANEEL. Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Valor recuperável ("impairment") dos ativos não financeiros (Consulte as notas explicativas nº 3.13 e nº 13 às demonstrações financeiras) - Demonstrações individuais e consolidadasOs balanços patrimoniais, individual e consolidado, em 31 de dezembro de 2018 apresentam na rubrica de imobilizado os montantes de R$ 70.495 mil e R$ 222.987 mil, respectivamente, dos quais, o montante de R$ 59.667 mil refere-se à unidade geradora de caixa ("UGC") UHE Edgard de Souza. A Companhia avaliou a recuperação do valor contábil dessa UGC, com base em seu valor em uso utilizando-se do método de fluxo de caixa descontado, considerando determinadas premissas, tais como taxa de desconto, projeção de receita e custos e fatores externos. Esse tema foi considerado como um dos principais assuntos de auditoria devido ao grau de julgamento envolvido e ao impacto que eventuais alterações nas premissas de taxa de desconto, expectativa de receita, custos, investimentos (capex) e capital de giro poderia ter na mensuração desse ativo nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoOs nossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros, avaliação da razoabilidade das principais premissas do fluxo de caixa, tais como: taxa de desconto, expectativa de receita, custos, investimentos (capex) e capital de giro usadas pela Companhia, com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas. Além disso, realizamos discussões com a administração e observamos comunicação efetuada entre a Companhia e o órgão regulador (ANEEL). Avaliamos também as divulgações relacionadas ao assunto nas demonstrações financeiras. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que o valor recuperável dos ativos não financeiros, bem como as divulgações relacionadas, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Valorização das obrigações relacionadas a GAG Melhorias (Consulte as notas explicativas nº 3.15 "b" e nº 18 às demonstrações financeiras) - Demonstrações individuais e consolidadasOs balanços patrimoniais, individual e consolidado, apresentam na rubrica de outras obrigações - GAG Melhorias os montantes de R$ 34.503 mil e R$ 35.126 mil, no passivo circulante e não circulante, respectivamente. De acordo com a Interpretação Técnica ICPC 01(R1) - Contratos de Concessão (IFRIC 12), os custos relacionados à troca e modernização dos equipamentos hidráulicos e eletromecânicos das geradoras que operam sob o regime de cotas, até o final da concessão, devem ser provisionados com base em estimativa dos investimentos necessários. A avaliação da estimativa dos investimentos futuros necessários envolve complexidade e julgamento sobre os valores previstos e prazo de investimento por parte da Companhia que pode impactar no valor da provisão reconhecida nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Esse tema foi considerado como um dos principais assuntos de auditoria em função da relevância dos montantes envolvidos e pelos julgamentos significativos na avaliação da estimativa de investimentos necessários para manter a infraestrutura em um nível específico de operacionalidade.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoOs nossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros, a indagação do processo da Companhia para captura das informações necessárias para estimar os investimentos futuros, incluindo a segregação entre passivo circulante e não circulante. Realizamos o confronto com os registros auxiliares com base no plano de investimentos futuros elaborado pela administração, atentando para os valores e prazos previstos para o investimento e suas devidas aprovações pelos órgãos diretivos. Avaliamos também as divulgações sobre o assunto nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que os saldos da rubrica outras obrigações - GAG Melhorias, bem como as divulgações relacionadas, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outros assunto s - Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectiva s salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 20 de março de 2019KPMG Auditores IndependentesCRC SP014428/O-6Rosane PalharimContadora CRC 1SP220280/O-9

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm atendimento ao disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, os membros da Diretoria da EMAE - Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A., sociedade de economia mista por ações, de capital aberto, com sede na Avenida Nossa Senhora do Sabará, nº 5.312, Bairro de Pedreira, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, inscrita no CNPJ sob nº 02.302.101/0001-42, declaram que: (i) reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras da EMAE do exercício social findo em 31 de dezembro de 2018 e (ii) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório emitido pela KPMG Auditores Independentes, relativamente às Demonstrações Financeiras da EMAE do exercício social findo em 31 de dezembro de 2018.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm atendimento ao disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, os membros da Diretoria da EMAE - Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A., sociedade de economia mista por ações, de capital aberto, com sede na Avenida Nossa Senhora do Sabará, nº 5.312, Bairro de Pedreira, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, inscrita no CNPJ sob nº 02.302.101/0001-42, declaram que: (i) reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras da EMAE do exercício social findo em 31 de dezembro de 2018 e (ii) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório emitido pela KPMG Auditores Independentes, relativamente às Demonstrações Financeiras da EMAE do exercício social findo em 31 de dezembro de 2018.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da EMAE - Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A., dando cumprimento ao estabelecido nos incisos II, III, VII do artigo 163 da Lei n° 6.404/76, de 15 de dezembro de 1976 e alterações subsequentes, examinou as Demonstrações Contábeis da Companhia relativas ao Exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas segundo os princípios estabelecidos nos capítulos XV e XVI do referido diploma legal, compreendendo: Relatório Anual da Administração sobre os negócios sociais e principais fatos administrativos do Exercício, Relatório dos Auditores Independentes, Balanço Patrimonial, Demonstrações de Resultados, Demonstrações de Resultados Abrangentes, Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido, Demonstrações dos Fluxos de Caixa, Demonstrações do Valor Adicionado, complementados por Notas Explicativas.Com fundamento nos exames realizados, nos esclarecimentos adicionais prestados pela Diretoria, na aprovação pelo Conselho de Administração e no Relatório dos Auditores Independentes, este Conselho é de opinião que os referidos documentos estão em condições de serem submetidos à deliberação da Assembleia Geral dos Acionistas. É o Parecer.São Paulo, 20 de março de 2019.Fabio Bernacchi MaiaFernanda Montenegro M. RizekMarco Antonio Castello BrancoPedro Henrique G. GuerraWagner Montoro Junior

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

EMAE EMPRESA METROPOLITANA DE ÁGUAS E ENERGIA S.A.RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA2018O Comitê de Auditoria da EMAE Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A. (Emae) é órgão estatutário de assessoramento ao Conselho de Administração, de caráter permanente e seu funcionamento, composição e atribuições são regidos pelo disposto no estatuto social da Emae e no Regimento Interno do Comitê de Auditoria, que foi aprovado pelo Conselho de Administração em 5 de dezembro de 2018.O Comitê de Auditoria da Emae é formado por três membros independentes, eleitos pelo Conselho de Administração, sem mandato fixo. Os senhores Guy Almeida Andrade e Benedito Alfredo Baddini Blanc, possuem reconhecida experiência em assuntos de contabilidade societária. Os senhores Jairo Klepacz e Guy Almeida Andrade, são, também, membros do Conselho de Administração da Emae.Como membro do Conselho de Administração, o Coordenador do Comitê relata, trimestralmente, as atividades do Comitê ao Conselho. Os fatos relevantes ou extraordinários são levados ao Conselho, sempre que aplicáveis.O Comitê de Auditoria da Emae foi instalado em 12 de setembro de 2018 e atende aos requisitos da legislação pertinente, sendo este seu primeiro exercício de atuação.Entre suas atribuições, compete ao Comitê supervisionar, principalmente: (a) os processos de controles internos e de preparação das demonstrações financeiras (b) as atividades da auditoria interna e (c) as atividades do auditor independente.O comitê realizou, durante 2018, três reuniões para cumprir o seu papel, estendendo-se para os meses de janeiro, fevereiro e março de 2019 para cumprir a conclusão sobre as demonstrações financeiras de 2018.Acompanhamento das atividades da Auditoria Interna: A auditoria interna da Emae possui dois funcionários e todo seu trabalho é normalmente realizado por meio de equipe de auditoria terceirizada. Somente uns poucos trabalhos de auditoria interna propriamente dita são realizados por essa equipe.Em 2018, o Comitê identificou a existência de recomendações de Planos de Ação, decorrentes de apontamentos da Auditoria Interna, não atendidas pela administração. Uma análise das recomendações que envolvem riscos elevados, deu conta de problemas de gestão de acessos, segregações de funções, falta da rotina "feito/conferido", inexistência de políticas definidas, cessão indevida de acessos para subordinados entre outros.O Comitê efetuou a avaliação formal da auditoria interna, observando sua inadequação à cobertura dos riscos da Emae e recomenda ao Conselho de Administração a revisão da prática atual, melhorando o departamento, complementando seu quadro de pessoal com profissionais experientes, de maneira a permitir que a auditoria interna cumpra seu papel.Acompanhamento das atividades da Auditoria Externa: A KPMG Auditores Independentes S.S. (KPMG) é a empresa responsável pela auditoria das demonstrações financeiras do exercício de 2018, pelo planejamento e execução de seus trabalhos, conforme normas da profissão, bem como é responsável pelas revisões limitadas das informações trimestrais (ITRs) enviadas à Comissão de Valores Mobiliários - CVM.O Comitê manteve reuniões com os auditores externos para discussão dos resultados da auditoria e de aspectos contábeis relevantes, o que permitiu aos seus membros avaliar a qualidade e objetividade dos trabalhos realizados.No presente exercício discutiram-se os impactos que alterações nas normas contábeis podem causar nas demonstrações financeiras da Emae e, quando necessário, uma divulgação adequada foi incluída nas notas explicativas.Nenhuma preocupação especial foi revelada pela Auditoria Externa com relação à situação da Emae.No presente exercício foi formulada política para contratação dos auditores independentes para a execução de outros serviços que não os de auditoria das demonstrações financeiras. Essa política foi aprovada pelo Conselho de Administração em reunião realizada em 5 de dezembro 2018.Ao longo de 2018, a KPMG não foi contratada para prestar outros serviços à Emae, além dos serviços de auditoria independente das demonstrações financeiras. O comitê efetuou a avaliação formal dos auditores externos e concluiu que os mesmos mantiveram sua independência e objetividade ao longo de 2018. Em razão do rodízio obrigatório de auditores, a KPMG não poderá continuar auditando as demonstrações financeiras da Emae e novo processo licitatório já está organizado.Acompanhamento das demonstrações financeiras trimestrais e anuais: O gerente do Departamento de Finanças, Controladoria e Tarifas apresenta trimestralmente ao Comitê de Auditoria, o resultado financeiro da Emae e as suas variações. Também trimestralmente, o Comitê se reúne com os auditores externos, que apresentam suas conclusões sobre o as demonstrações financeiras de cada trimestre, fazendo as observações que julgam pertinentes. Nessas ocasiões, o Comitê também se reúne a sós com os auditores, e faz os questionamentos que julga necessários.Os principais itens apresentados pela auditoria externa foram: Planejamento anual e principais riscos identificadosDemonstrações financeiras, notas explicativas e principais variações. Principais assuntos do período auditado, incluindo suas eventuais preocupaçõesStatus dos principais trabalhos de auditoriaConfirmação de sua independência em relação à Emae.O Comitê registra que não foi identificada nenhuma situação de divergência significativa entre a Administração da Emae e os Auditores Independentes em relação às demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2018Acompanhamento dos negócios da Companhia e do ambiente de controles internos: A Administração da Emae é responsável pelo desenho e pela implantação de políticas, procedimentos, processos e práticas de controles internos que propiciem a salvaguarda de ativos, o tempestivo reconhecimento de passivos, e a aderência às exigências legais, tributárias e estatutárias.Em suas reuniões com as áreas de Conformidade, Riscos e Controles Internos e Auditoria Interna, o Comitê verificou que as atividades e rotinas desenvolvidas pelos diversos órgãos da Administração, em suas atividades operacionais, não estão devidamente mapeadas o que impossibilita o necessário gerenciamento dos processos de negócio da Emae. Por outro lado, em razão do pouco tempo de existência do Comitê e da fragilidade das atividades da Auditoria Interna, o Comitê não tem como avaliar o ambiente de controles internos da Emae, mas o considera suscetível a falhas e erros, os quais podem não ser detectados, podendo trazer consequências à Emae.Acompanhamento das comunicações recebidas pelo Canal de Denúncias: O Canal de Denúncias da Emae é terceirizado a uma empresa especializada. As denúncias recebidas são encaminhadas à área de Conformidade, que as apura. As eventuais denúncias relativas a fraudes devem ser informadas ao Conselho de Administração, mas não há prazo para isso. A identidade do denunciante é preservada, tomando-se medidas que garantam esse sigilo.Nenhuma denúncia relativa a fraude veio ao conhecimento do Comitê de Auditoria.Acompanhamento de conformidade e riscos: Essas atividades estão em implantação e dependem da contratação de consultoria que vai identificar os riscos e classificá-los. O Comitê vai avaliar seu funcionamento no ano de 2019.Acompanhamento das operações com partes relacionadas: O Comitê discutiu com o Departamento de Finanças, Controladoria e Tarifas os controles mantidos sobre as operações com partes relacionadas e verificou que não há ainda um processo formal de identificação de transações com partes relacionadas, embora haja política específica aprovada pelo Conselho de Administração. Sobre esse assunto, o Comitê solicitou atenção especial por parte da KPMG.PRINCIPAIS RECOMENDAÇÕES DO COMITÊ DE AUDITORIACom base em todo o seu trabalho, o Comitê de Auditoria fez ao longo de 2018, várias recomendações à Administração, entre as quais se destacam:a)O Comitê solicitou à KPMG que as Cartas de Controle, emitidas anualmente, pelos auditores independentes sejam preparadas com maior atenção, destacando-se os pontos relevantes e expondo, com clareza, os problemas existentes, inclusive os planos de ação atrasados ou negligenciados, indicando os problemas de implantação, se for o caso.b)Ao Departamento de Finanças, Controladoria e Tarifas, o Comitê recomendou que o time da contabilidade fosse reforçado com pessoal com conhecimento e prática de IFRS.O Comitê recomendou, também, que o sistema SAP seja parametrizado para atender as necessidades específicas da EMAE, eliminando-se os lançamentos manuais e controles por planilhas, que representam riscos.Finalmente, o Comitê recomendou, ainda, que se busque responder com maior assertividade e objetividade, os pontos de recomendação apontados pela auditoria externa, montando planos de ação realistas para aqueles assuntos que devem ser aprimorados.c)À Auditoria Interna, o Comitê solicitou uma ação concreta sobre os pontos de auditoria em aberto. A administração deverá elaborar Planos de Ação, atribuindo-se prazo de solução dos pontos de: risco elevado em 3 meses risco médio em 6 meses e riscos baixos em 12 meses.O Comitê requer, ainda, que a auditoria interna não seja envolvida na a realização dos trabalhos administrativos para o atendimento do Conselho Fiscal, Tribunal de Contas, Secretaria da Fazenda, Corregedoria e outros órgãos do Estado. Essas tarefas desviam o foco do trabalho da Auditoria Interna e prejudica seu trabalho.d)À área de Conformidade, Riscos e Controles Internos, o Comitê solicitou que busque a conscientização dos diretores, gerentes e de todo o pessoal, para a importância do cumprimento de regras e das políticas da Companhia. CONCLUSÃOO Comitê de Auditoria acompanhou o processo de apuração e preparação das Demonstrações Financeiras do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018, tendo discutido com as Superintendências de Contabilidade, Jurídica, Auditoria Interna, Gestão de Riscos e Conformidade, e demais superintendências ao mesmo tempo, recebeu as referidas demonstrações financeiras e as discutiu com os auditores independentes. Ao final do processo, o Comitê de Auditoria conheceu e debateu o relatório dos auditores independentes.Com base nas informações e discussões acima referidas, o Comitê de Auditoria recomenda ao Conselho de Administração a aprovação das demonstrações financeiras auditadas, relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2018.São Paulo, 20 de março de 2019.Jairo KlepaczCoordenadorGuy Almeida AndradeBenedito Alfredo Baddini Blanc

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.